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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

La fascinacíon de la noche

FRANKREICH

BREMERHAVEN

HAMBURGO

LA ÓPERA, SYDNEY

BERLIN

BUDAPEST

COLONIA

BIG BEN, LONDRES

PRAGA

DRESDEN

SALZBURGO

LAS VEGAS

VENECIA

DRESDEN

EL MONTE SAN MICHEL

LA TORRE DEL PUENTE

Link para mais informações e referências a iluminação turística:
http://www.4shared.com/document/aYvf7GMi/Iluminao_Turstica.html

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

William Waldorf Astor



Fazendo diferença

Numa noite tempestuosa, há muitos anos atrás, um senhor idoso e sua esposa entraram no saguão de um pequeno hotel em Filadélfia. O homem levou a esposa até uma poltrona e depois se dirigiu à recepção.

- Todos os grandes hotéis da cidade estão cheios. Por favor, vocês teriam um lugar para nós?

O funcionário explicou que, como se realizavam três convenções na cidade, não havia nenhum quarto disponível em nenhum lugar.

- Todos os nossos quartos também estão cheios - disse ele. Todavia, não posso deixar um casal simpático como vocês sair na chuva à uma da manhã. Estariam dispostos a dormir no meu quarto?

O homem replicou que não gostaria de privá-lo de seu quarto, mas o recepcionista insistiu:

- Não se preocupe, eu me arranjo.

Na manhã seguinte, ao pagar a conta, o velho disse ao rapaz:

- Você é o tipo de pessoa que deveria gerenciar o melhor hotel do país. Talvez um dia eu construa um para você.

O rapaz olhou para o casal e sorriu. Os três acabaram rindo e muito. A seguir ele os ajudou a levar as malas até a rua. Dois anos se passaram, e o recepcionista já se esquecera do incidente, quando recebeu uma carta daquele senhor. Nela ele relembrava a noite de tempestade e incluía uma passagem de ida e volta a Nova Iorque.

Quando o moço chegou a Nova Iorque, o homem levou-o à esquina da Quinta Avenida com a rua Trinta e Quatro e apontou para um enorme prédio, um verdadeiro palácio de pedras avermelhadas com torres e vigias, como um castelo de fadas elevando-se até o céu.

- Esse - disse o homem - é o hotel que acabei de construir para você tomar conta.

- O senhor deve estar brincando - falou o jovem, sem saber se devia ou não acreditar nas palavras do outro.

- Não estou brincando não - respondeu o outro com um sorriso travesso.

- Afinal de contas, quem é o senhor?

- Meu nome é William Waldorf Astor. Estamos dando ao hotel o nome de Waldorf Astoria e você vai ser seu primeiro gerente.

O nome do rapaz era George C. Boldt, e essa é a história de como ele saiu de um pequeno e medíocre hotel em Filadélfia para tornar-se gerente do que era então um dos hotéis mais finos do mundo.

Astor sabia que a bondade demonstrada por Boldt fora espontânea, sem pensar em tirar qualquer proveito dela, e por isso teve início uma amizade que superou todas as barreiras de status social e financeiro.

O recepcionista - que certamente recebia apenas um modesto ordenado - decidiu ajudar um estranho por perceber a sua real necessidade. Mal sabia ele que estava cedendo seu quarto a um dos homens mais ricos daquele país. Ele poderia muito bem ser apenas mais um homem de negócios, à procura de um quarto naquela noite tempestuosa e fria.

Por outro lado, aquela semente de amizade, uma vez plantada, germinou para o recepcionista na forma de um cargo muito superior e de maior prosperidade financeira.

Narrei essa história aqui por uma única razão. Devemos sempre tratar as pessoas com o melhor de nosso coração. Quer aqueles a quem ajudemos sejam pobres, ricos, de classe média, negros, brancos, amarelos ou pardos, tudo o que se espera de nós é que lhes estendamos uma palavra, um gesto de amizade.

Se o fizermos com o fito de obter lucro, já teremos recebido a nossa recompensa e tudo termina aí. Mas, se nos mostrarmos generosamente solícitos, e compadecidos daqueles que nos rodeiam, seremos abençoados para sempre. Não ligue para as barreiras tolas levantadas pela sociedade ou medos alimentados pela própria pessoa.

Avance confiante e faça diferença.

'O coração do homem é como um moinho que trabalha sem parar. Se não há nada para moer, corre o risco de triturar a si mesmo.'

Martinho Lutero

terça-feira, 22 de julho de 2008

Ecólogo



você nos lê em cópia e deseja receber diretamente, favor pedir através do e-mail: amitur.sp@uol.com.br

PROFISSÃO: ECÓLOGO
Em caráter conclusivo, acaba de passar pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal o Projeto que regulamenta a profissão de Ecólogo.

Esse Projeto de Lei (591/03) é de autoria do Deputado Mendes Thame e já estava aprovado pela Câmara dos Deputados. Através desse Projeto foi fixado o campo de ação e as exigências que deverão ser preenchidas pelos que quiserem exercer tal profissão.

Segundo Mendes Thame, a presença do ecólogo nas equipes multidisciplinares criadas para a solução de problemas ambientais é imprescindível, permitindo a melhor compreensão das causas de tais problemas, bem como a busca por soluções coerentes com a preservação da natureza.

-“O ecólogo vem tendo ampla atuação nas áreas de conservação da biodiversidade, manejo de vida silvestre e avaliação e controle de impactos ambientais, entre outras”, justificou Mendes Thame a quem parabenizamos e agradecemos.

O nosso Senado Federal acaba de aprovar o Projeto de Lei 591 de 2003, que regulamenta o exercício da profissão de Ecólogo no Brasil. É um projeto do Deputado Federal paulista Antônio Carlos de Mendes Thame e que está “rolando” em Brasília até agora.

Uma vez aprovado pelo Senado, o Projeto de Lei 591/03 sobe para ser assinado pela presidência da República, em sua última etapa.

Porém, como neste país tudo tem de ser feito na base do “empurra” ou dos “saca-rolhas”, nós sugerimos aos interessados que escrevam para a Casa Civil (Palácio do Planalto, 4º. Andar, CEP-70.150-900, Brasília), ou, então, que mandem hoje mesmo um e-mail para a casacivil@planalto.gov.br pedindo que tal assinatura aconteça o mais rápido possível.

Afinal, os que estão esperando há tanto tempo, já não agüentam mais!

Por seu turno, Mendes Thame está sempre à nossa disposição para empenhar os seus esforços em todos os projetos que garantam proteção ao meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável do país.

Dia 22.Agosto de 2008 - O decreto NÃO FOI SANCIONADO PELO PRESIDENTE LULA...



Pra turma do turismo, dica, visite o site: www.amitur.org.br a equipe desenvolve um trabalho sério em relação ao turismo, cadastre-se para receber newsletter com as novidades, dicas, eventos, pra quem quer ficar ligado a tudo que acontece no segmento turismo.

A AMITur é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público que usa a força dos seus membros para levar o verdadeiro desenvolvimento econômico em todos os segmentos do Turismo para as cidades interioranas e litorâneas.

Todo o trabalho é feito através de visitas técnicas, consultorias, seminários, cursos técnicos, workshops e divulgação sempre de forma gratuita para as cidades beneficiadas, graças aos custeios que possamos conseguir de patrocinadores.

Objetivos desta Entidade:

Incentivar, estimular e promover, de forma integrada e harmônica, o desenvolvimento econômico gerado pelas atividades turísticas.

Proporcionar maior entrosamento entre os Municípios, com ênfase para os Conselhos Municipais de Turismo.

Estimular o aprimoramento dos recursos humanos do setor.

Estimular a eficiência e promover altos valores éticos no exercício da atividade.

Planejar, organizar e realizar Eventos, sejam eles na modalidades de Congressos, Feiras, Conferências, Seminários e Simpósios de interesse para o aprimoramento dos objetivos aqui tratados.

Buscar os parceiros e os recursos para uma rápida viabilização dos seus projetos.

Representar-se, e aos Contur’s que assim autorizarem, junto aos Órgãos de Turismo, Municipais, Estaduais, Federais, públicos ou privados.

Firmar Contratos, Convênios, Protocolos de Intenção, e Termos de Cooperação Técnica, objetivando a sua sustentação e para atender os seus objetivos.

Preparar a criação de Seccionais.

No site da amitur tem um link com o site www.feriadao.com.br de onde extrai o texto abaixo de colaboradores contando suas aventuras, passeio e viagens...

Viagem na maionese de Isis Rosa Nóbile Diniz

Título: Manual para um Turista em São Paulo

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Conscientização em Ambientes Naturais



Tread Lightly! é um termo que surgiu nos Estados Unidos e significa algo como: Pisar de Leve! Os abusos ao meio ambiente, durante atividades esportivas e recreativas, despertaram o interesse na conscientização para o uso ordenado de áreas naturais.

Foi criada, então, com patrocínio de empresas, uma sociedade sem fins lucrativos que tem como finalidade organizar palestras educacionais, sinalizar áreas com sua logomarca e trabalhar com a única missão de evitar a depredação de áreas naturais.

A Tread Lightly! tem 5 princípios que, através da propaganda, são levados ao conhecimento do público:

1 - Viajar com mínimo impacto ambiental: Permaneça nas trilhas e áreas designadas para atividades ao ar livre. Viaje somente em terras e águas abertas para tráfego.

Certifique-se de que seu veículo tem tamanho compatível com as estradas e condições de tráfego. Não fazer atalhos pela mata, isto destrói a vegetação e causa o surgimento de caminhos não autorizados. As trilhas são escolhidas para suportar os efeitos de atividades recreativas. Resista à tentação de criar novas áreas.

2- Respeite o ambiente e o direito de outras pessoas: siga os princípios da Tread Lightly!. Lembre-se, áreas selvagens são reservadas apenas para caminhadas ou cavalgadas. Seja cortês com outros usuários, que também desejam se divertir nas terras e águas que você está usando.

Seja solidário com o desejo de terceiros, por paz e uma tranqüila experiência em áreas naturais. Motores barulhentos e comportamento inadequado são contrários aos ambientes nativos. Ao dirigir, fique atento há presença de animais silvestres, cavalos, ciclistas e caminhantes. Estacione o veículo, desligando o motor se necessário, até que eles passem por você.

3- Eduque-se, planeje a viagem antes de sair: prepare-se com informações, mapas e equipamentos. Administradores de parques e proprietários de terras podem informar rotas abertas ao seu tipo de atividade. Mapas estão disponíveis na maioria dos locais. Informe-se das normas de visitação.

Para atravessar ou permanecer, em terras particulares, obtenha a autorização do proprietário ou administrador local. Honre todos os portões e barreiras por onde passar. Proteja as reservas naturais, biológicas e a vida selvagem respeitando as sinalizações.

- Aqui eu acrescentaria o respeito à privacidade dos moradores locais. Eles têm nos portões e cochetes, a segurança de suas chácaras e fazendas. Como regra geral, o portão, porteira ou cochete, deverá ser mantido da mesma maneira que for encontrado, seja aberto ou fechado.

4- Deixe as áreas naturais melhores do que quando as encontrou: O futuro e a qualidade das áreas naturais, de recreação, dependem de como as utilizamos hoje.

Os veículos impróprios podem, da mesma forma que as caminhadas nas trilhas, causar danos à vegetação. Evite circular em áreas críticas, especialmente as que estão sujeitas à erosão, beira de rios ou ribeirões, lagos e pastagens.

A travessia por riachos deve ser feita apenas nos locais onde houver uma estrada ou trilha que cruze o leito. Trafegar pelo leito do rio pode causar danos para a vida aquática local.

Subir morros com veículos pode ser um desafio, mas uma vez que os rastros dos pneus foram marcados, outros veículos seguirão a mesma rota e causarão danos por muito mais tempo, pois os sulcos deixados pelos pneus serão lavados pelas chuvas, que irá aprofundá-los criando uma erosão permanente.

Portanto, suba ou escale morros somente nas áreas determinadas. Quando estiver conduzindo um veículo off-road, seja sensível às necessidades de sustentação da vida selvagem local e suas reservas de alimentos.

5- Descubra as recompensas de uma recreação responsável: Desfrutar de grandes áreas naturais proporciona a oportunidade de redescobrir os valores familiares e construir tradições. Preservar com uma recreação responsável, ajuda na manutenção natural da beleza e dos atributos de nossas florestas, terras e águas, pois esta é a herança mais preciosa que você deixará às gerações futuras.



A iniciativa dos estadunidenses é muito positiva, que tal o Brasil criar uma regra similar? Cedo ou tarde isso será necessário, pois a atividade off-road cresce rapidamente no país, e uma norma de conduta terá que ser criada para evitar problemas, que já acontecem em algumas regiões, entre praticantes e proprietários de terras e órgãos de fiscalização.

Para mais informações: www.goodyear.com.br
Curso de Condução Off Road Dpaschoal & Goodyear - www.tecnica4x4.com.br

Colaboração de João Roberto de C. Gaiotto autor do livro Técnica 4x4 - Guia de Condução Fora de Estrada

Paraísos brasileiros: Deserto do Jalapão, santuário ainda preservado onde o off-road deve ser praticado com responsabilidade.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Desenhando Cidades Na Era Dos Vôos Econômicos



Paula Barros (fonte: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp224.asp )

Paula Barros é arquiteta Urbanista pela Universidade Federal de Minas Gerais, mestre em Regeneração Urbana pela Liverpool Hope University College (Inglaterra) e especialista em Arquitetura Contemporânea pelo IEC (PUC-MG)

O turismo é uma das atividades que mais cresce atualmente no mundo. O setor turístico brasileiro é o que mais cresce no país, gerando 9 milhões de empregos diretos e indiretos. O avanço tecnológico dos meios de transporte, a diminuição das jornadas de trabalho e o aumento das horas de lazer são apenas alguns dos fatores que explicam o extraordinário crescimento das atividades turísticas.

Neste contexto, os centros urbanos têm atraído, pelas mais diversas razões, um número crescente de turistas. O turismo urbano pode ser definido como a aglomeração de diversas atividades em uma cidade que resultam em um afluxo de viajantes. O turista urbano inclui vários tipos de viajantes, como por exemplo: participantes em congressos e eventos profissionais, culturais e esportistas, apreciadores de edifícios históricos, viajantes a negócios, assim como pessoas que visitam amigos e parentes.

No mundo globalizado, há várias razões para se promover o desenvolvimento do turismo urbano. O turismo tem não apenas impulsionado o crescimento de várias economias urbanas, mas o desenvolvimento das atividades turísticas tem também contribuído para a melhoria da qualidade de vida urbana, beneficiando comunidades locais.

A partir da década de 80, muitas cidades européias passaram a incluir em sua agenda de planejamento institucional a promoção do turismo e a inserção das atividades turísticas no cotidiano urbano. Planos estratégicos, programas e projetos urbanos, aliados a agressivas campanhas de marketing passaram a promover essas cidades em suas regiões, em seus países, e no mundo.

A divulgação dos atributos existentes nessas cidades, a construção de novos atrativos e, certamente a promoção de determinadas imagens pelo city marketing, tem atraído não apenas visitantes mas também investimentos e mão-de-obra especializada para diversas destinações urbanas.

O crescimento do turismo inevitavelmente afeta não apenas a economia urbana, mas também o meio ambiente natural (ar, água, solo, flora, fauna, clima ,condições geológicas), sociocultural (valores, comportamentos, relações familiares, expressões criativas, cerimônias tradicionais, estilos de vida) e físico (edifícios, monumentos, tecido e mobiliário urbano, espaços abertos, parques artificiais) das cidades. Todavia, tais impactos podem ser tanto positivos quanto negativos.

A falta de coordenação do processo de desenvolvimento das atividades turísticas normalmente resultará em uma série de problemas urbanos, gerando externalidades e problemas internos que podem vir a tornar essa indústria insustentável a médio e longo prazo. Em tais circunstâncias, as próprias atividades turísticas causariam impactos negativos, seja no meio natural, social ou físico.

Em tal cenário, visitante não teriam as suas expectativas satisfeitas, o retorno financeiro seria minimizado, comunidades urbanas se oporiam ao crescimento das atividades turísticas e o próprio patrimônio turístico se veria ameaçado.

Inserida nessas preocupações encontra-se a constatação, baseada na experiência de várias cidades, de que a sustentabilidade da indústria turística dependera sempre da promoção e da manutenção de espaços urbanos de qualidade.

Desta forma, o desenvolvimento turístico pode vir a promover uma melhoria integrada dos aspectos econômicos, sócio-culturais, físicos e ambientais das cidades contemporâneas, e o turismo destaca-se como uma das grandes esperanças para a governabilidade das cidades e a qualidade da vida urbana no novo milênio.

Os setores público e privado – incluindo-se comunidades e grupos organizados – são responsáveis pelo desenvolvimento turístico nos centros urbanos. Embora cada um desses setores tenha seus interesses específicos, todos compartem de um mesmo objetivo maior comum: a perpetuação dos benefícios provenientes do turismo urbano.

Todavia, o sucesso da indústria do turismo depende da conciliação dos mais diversos interesses manifestados nas cidades e da coordenação das diversas ações publicas e privadas.

Neste cenário, por um lado, entende-se que a função de coordenador dessas ações só pode restar no poder publico. Por outro lado, vê-se que a criação e a manutenção de espaços urbanos de qualidade será sempre um dos maiores desafios, que pode encontrar no desenho urbano um poderoso instrumento.

O desenho urbano pode ser definido como uma atividade multidisciplinar, interessada tanto no processo de transformação da forma urbana, quanto no espaço resultante de tal processo. Combinando questões técnicas, sociais e estéticas, projetistas urbanos atuam em todas as escalas do desenvolvimento sócio-espacial. Em poucas palavras, desenho urbano é a arte de fazer lugares para as pessoas.

Esta definição sugere que o “projetista” urbano assumiria um papel fundamental de orientar as ações dos vários agentes responsáveis pelo desenvolvimento do turismo, assim como de envolver os vários atores urbanos nos processos de decisão.

As intervenções urbanas resultantes desse processo participativo promoveriam a melhora do ambiente natural das cidades e favoreceria a prática das atividades culturais, através da criação de espaços físicos autênticos – porque inseridos na cultura dos lugares – e imaginativos – porque contribuindo para a cultura dos lugares – onde as pessoas se sentiriam atraídas a visitar, relaxar, trabalhar e conviver.

Nesse processo de criação de espaços urbanos de qualidade, o desenho urbano também pode ser visto como um poderoso instrumento na minimização dos impactos negativos que a indústria do turismo pode vir a causar no meio ambiente físico, cultural e natural das destinações.

A “poluição arquitetônica”, por exemplo, tem sido citada como um dos indesejáveis efeitos que o turismo pode vir a ter no meio ambiente construído das cidades.

A poluição arquitetônica seria causada por toda construção que venha a contribuir para criação de uma cidade ilegível, ou seja, uma cidade onde o usuário urbano teria dificuldade de se orientar por não ser capaz de formar uma clara imagem da estrutura urbana em sua mente. De acordo com Kevin Lynch, a ilegibilidade de uma paisagem urbana causaria desorientação e ansiedade nos usuários urbanos, transformando o caminhar pela cidade em uma atividade não prazerosa.

Objetivando diminuir os níveis de poluição arquitetônica, o processo de desenho urbano pensaria a cidade como uma estrutura física-espacial, onde os elementos alterados ou acrescentados nessa estrutura – as arquiteturas – não ameaçariam (dentro de certos limites) a integridade morfológica do todo, contribuindo para a criação de uma clara imagem urbana.

Conflitos sócio-culturais constituem apenas um dos vários impactos negativos que o turismo pode vir a causar no meio ambiente sociocultural de algumas cidades. A polarização geográfica das atrações e acomodações turísticas tem provocado medo e desconfiança mutua entre os viajantes e os habitantes locais de algumas cidades, causando conflitos e antagonismos.

Por outro lado, o uso do desenho urbano no desenvolvimento do turismo pode vir a contribuir para a criação de espaços democráticos, lugares do encontro. A produção de espaços urbanos de uso misto, por exemplo, e caracterizado por diferentes tipologias arquitetônicas, atrai diferentes usuários urbanos, por diferentes razoes, a diversas horas do dia.

Da mesma forma, o desenho urbano também poderia vir a colaborar para a criação de espaços urbanos ocupados tanto por viajantes quanto por uma vibrante comunidade local. Tal modelo garantiria a todos usuários urbanos um fácil acesso aos equipamentos urbanos (transporte publico, atrações turísticas e etc), o que contribuiria para o desenvolvimento de uma sociedade mais tolerante.

Entretanto, o turismo pode impactar negativamente não apenas o meio ambiente físico e sociocultural das cidades, mas também o meio ambiente natural. Ilustrando: a exaustão proveniente dos veículos automotores utilizados no transporte dos turistas, tem contribuído significativamente para o aumento dos níveis de poluição nos grandes centros urbanos.

Todavia, enquanto as atividades turísticas são apenas parcialmente responsáveis por tal poluição, a forma e estrutura urbana têm um papel fundamental na melhora da qualidade ambiental. Argumenta-se que a poluição urbana pode ser drasticamente diminuída desde que a forma urbana resulte em uma combinação de altas densidades residenciais, uso-misto e uma eficiente rede de transporte público.

A regeneração do centro urbano de uma cidade é um ótimo exemplo de como o desenho urbano pode melhorar a qualidade ambiental das cidades . A integração de uma série de espaços públicos resultou em um espaço urbano permeável e acessível aos pedestres e portadores de deficiência física, reduzindo a demanda por veículos motorizados.

Tal estratégia transforma o caminhar pelo centro da cidade em uma atividade extremamente prazerosa, o que tem contribui para a rápida transformação da imagem e da qualidade ambiental da cidade.

Como se pode ver, há várias razões para se promover o desenvolvimento do turismo urbano no mundo globalizado. Todavia, como a sustentabilidade do turismo depende da criação e manutenção de espaços urbanos de qualidade, a prática do desenho urbano é mais necessária do que nunca.

Tal atividade multidisciplinar teria o papel de orientar as ações dos vários agentes responsáveis pelo desenvolvimento do turismo, assim como de envolver os vários atores urbanos nos processos de decisão.

Espera-se que tal processo participativo não apenas minimize os impactos negativos que a indústria do turismo pode vir a causar nos recursos urbanos das destinações, mas também promova a melhora da qualidade do meio ambiente natural das cidades, favorecendo a prática das atividades culturais, através da criação de espaços físicos únicos e imaginativos.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

The Mega Big World



ESTÁDIO MAIS CARO DO MUNDO
Novo WEMBLEY STADIUM, Londres
Capacidade 90.000 pessoas / Custo U$1.6 bilhões




MAIOR EDIFICIO DE IGREJA DO MUNDO...
Capela Winners - Canaanland, Otta / Nigeria
Capacidade Interna - 50.000 pessoas sentadas
Capacidade do páteo externo - 250.000 pessoas



MAIOR COMPLEXO VIÁRIO...
Trevo Interestadual de 10 rodovias - Houston, Texas.



MAIOR ESCAVADORA DO MUNDO...
Construida por KRUPP da Alemanha
45.500 toneladas - 95 metros de altura - 215 metros de comprimento



MAIOR HOTEL DO MUNDO...
MGM Grand Hotel - Las Vegas - 6.276 dormitórios



MAIOR CATEDRAL CATÓLICA APOSTÓLICA...
COSTA DO MARFIM



HOTEL MAIS CARO DO MUNDO...
Burj Al Arab Hotel, Dubai - Único hotel 7 estrelas do mundo
Apartamento mais barato U$1.000 por noite / Suíte Real U$28.000 por noite



MAIOR NAVIO DE PASSAGEIROS DO MUNDO...
MS Freedom of the Seas / CAPACIDADE PARA 4300 PASSAGEIROS



MAIOR AVIÃO DO MUNDO...
Airbus A380 / 555 PASSAGEIROS



Maior ÔNIBUS DO MUNDO...
Neoplan Jumbo - Cruiser Ônibus 2 em 1 / 2 andares
Capacidade para 170 passageiros



ESTATUA EM LUGAR MAIS ELEVADO DO MUNDO...
ESTÁTUA DO CRISTO REDENTOR / RIO DE JANEIRO - BRASIL



MAIOR PALÁCIO DO MUNDO...
PALÁCIO DO PARLAMENTO - Bucharest, Romênia
Mais de 500 dormitórios, 55 cozinhas, 120 salas de estar




Maior Shopping Center...
South China Mall, Dongguan - China 892.000 metros quadrados / lojas em 6 andares





AEROPORTO MAIS MOVIMENTADO DO MUNDO...
J.F.K International Airport , New York - USA




EDIFÍCIO MAIS ALTO DO MUNDO...
Burj Dubai 900 metros de altura - Término da construção em 2008




MAIOR ESTÁDIO DE FUTEBOL DO MUNDO...
ESTÁDIO DO MARACANÃ - RIO DE JANEIRO - BRASIL / CAPACIDADE 199.000 PESSOAS




MAIOR MESQUITA DO MUNDO...
Mesquita Shah Feisal - Islamabad - Pakistan
Capacidade Interna 35.000 pessoas
Capacidade do páteo externo 150.000 pessoas



Maior igreja...
BASILICA DE NOSSA SENHORA DA PAZ, Yamoussoukro.
Capacidade interna - sentados 18.000 pessoas
Capacidade páteo externo 100.000 pessoas



Maior piscina...
World Water Park Edmonton, Albert, Canada TAMANHO: 5 Acres



Maior Complexo de escritórios...
Chicago Merchandise Mart - Illinois, USA



PONTE MAIS LARGA DO MUNDO...
Sydney harbor bridge, Australia
16 pistas de trânsito para veículos: 8 no piso superior e 8 no piso inferior



PONTE MAIS LONGA DO MUNDO...
Donghai Bridge , China - 32,5 quilômetros

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