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quinta-feira, 26 de março de 2009

quarta-feira, 25 de março de 2009

16ª Shanghai Fair and 1ª International Import Commodities Fair


12/06/2007 1:11:46 PM
Xangai está a caminho de superar Cingapura como maior porto do mundo em gestão de carga em 2008, com um aumento de 21% em sua atividade durante o mês de maio, revelou na sexta-feira a imprensa chinesa.

O maior porto chinês, que ultrapassou Hong Kong em abril, administrou, só em maio, 2,21 milhões de TEU (unidade de medição padrão de contêineres de 20 pés ou 6,1 metros de comprimento), disse o jornal South China Morning Post. Por enquanto, Xangai é o segundo maior porto do mundo em movimentação de contêineres. Além disso, está em primeiro lugar em volume de cargas, com 303 milhões de toneladas em 2006.
Xangai registrou durante o primeiro trimestre deste ano um movimento de 5,88 milhões de TEUs, 28% a mais que no ano passado. "O porto deve superar Cingapura no ano que vem", já que seu volume de carga aumentará 15%, até 25 milhões de TEUs ao fim de 2007, afirmou Wang Qingwei, secretário da mesa de diretores do Grupo Portuário Internacional de Xangai (SIPG, em inglês)

Fonte: Por Gazeta Mercantil

Brasil na liderança do agronegócio mundial - 16/05/2007 11:36:43 AM

Projeções da FAO, USDA, Banco Mundial e ONU indicam que o Brasil será o principal produtor e fornecedor de alimentos para o mundo em 2017.

Os adjetivos são muitos e bradados aos quatros cantos: o Brasil é o celeiro do mundo, é a fonte mundial de alimentos. Até pouco tempo as frases eram apenas ditas, não eram levadas tão a sério. Agora, no entanto, um cenário com lastro, ancorado em bases sólidas, começa a se desenhar para o agronegócio brasileiro.

O desenho tem o aval de instituições como Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), Banco Mundial e da própria Organização das Nações Unidas (ONU). E as projeções desses órgãos sinalizam que a velha idéia de país do futuro pode, realmente, sair das letras de músicas e chegar à economia pelas mãos, braços e trabalho sério da agricultura, pecuária e agroindústria do Brasil. O ano da glória poderá ser 2017.

Uma das razões da irrefutável liderança brasileira no setor, no futuro, é que o país tem condições muito favoráveis à produção agrícola. O Brasil possui recursos naturais que permitem ao país ampliar sua área de produção, acompanhando as tendências de crescimento de mercado consumidor, sem precisar derrubar uma árvore sequer. Atualmente são 388 milhões de hectares de terras agricultáveis férteis de alta produtividade - desse volume, 90 milhões ainda não foram explorados. Somente esse fator já faz do Brasil um lugar de vocação natural para a agropecuária e todos os negócios relacionados à suas cadeias produtivas.

Outro ponto que tem de ser considerado é que o Brasil investiu pesado em pesquisa e tecnologia nas duas últimas décadas e agora está colhendo os frutos. O retorno vem em números, por exemplo: com a modernização da agricultura foi possível, com uma pequena expansão da área agrícola - de 37,9 milhões de hectares em 1990 para 45,6 milhões em 2007 -, passar de uma produção de cerca de 58 milhões de toneladas para 127,6 milhões, a safra recorde que o Brasil irá colher esse ano. Esse quadro de conquistas levou o país a ser considerado o detentor da agricultura mais moderna e produtiva do mundo.

Para Eugênio Stefanello, professor da Universidade Federal do Paraná e técnico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), esses indicadores mostram que é apenas uma questão de tempo, organização e estratégia de mercado para que o Brasil se torne celeiro do mundo.

Mundo esse que, cada vez mais, vai precisar de comida para alimentar seus habitantes. Em 2030, estima-se que a população mundial seja de 8,5 bilhões de pessoas. "Países populosos como a China e Índia, mesmo sendo grandes produtores agrícolas, terão dificuldades de atender às demandas, devido ao esgotamento de áreas agricultáveis", explica o ex-ministro da Agricultura Luís Carlos Guedes Pinto.

Segundo ele, isso já começa acontecer e é uma das explicações para o crescimento das exportações brasileiras para aqueles países, que vem ocorrendo nos últimos anos.

Entre 2002 e 2006, as vendas externas do agronegócio brasileiro cresceram 99%.

Subiram de US$ 24,8 bilhões para US$ 49,4 bilhões, segundo dados do Ministério da Agricultura. A escalada de crescimento continua em 2007. Só nos primeiros quatro meses as vendas externas do setor somaram US$ 16,5 bilhões - o valor é 24,7% maior do que o exportado no mesmo período do ano passado. O Oriente Médio liderou o ranking das regiões que mais cresceram como destino das exportações brasileiras - 67,4%, seguido pela União Européia (34,95%) e África (33,4%).

Atualmente, o Brasil já é o maior exportador mundial de etanol, açúcar, complexo carne, de carne bovina isoladamente, café, suco de laranja e complexo soja (farelo, grão e óleo). É também o segundo em soja em grão, segundo em carne de frango e quarto em carne suína. Em menos de duas décadas o Brasil deixou de ser importador para se transformar no quinto maior exportador de algodão. É ainda o quinto maior exportador de milho e está entre os 20 maiores de arroz. Em produção, o país é o maior produtor mundial de carne bovina, o terceiro em aves e o quarto em carne suína. É também o maior produtor mundial de açúcar, de café, suco de laranja, o segundo maior produtor de soja (grão), e o quarto em produção de farelo e óleo.
Por ANBA

País pode ter déficit de US$ 1,5 bi com a China, o primeiro desde 2000
19/04/2007 11:47:24 AM
O Brasil deve amargar déficit de US$ 1,5 bilhão com a China em 2007, conforme estimativa do Conselho Empresarial Brasil - China (CEBC). De outubro de 2006 a março de 2007, o saldo negativo está em US$ 916 milhões. E mesmo no acumulado de 12 meses até março, o país já registra déficit de US$ 51 milhões com os chineses. Será o primeiro resultado negativo desde 2000. No ano passado, o Brasil acumulou superávit de US$ 410 milhões com a China, bem inferior ao recorde de US$ 2,3 bilhões em 2003. Embora as exportações brasileiras para o gigante asiático estejam crescendo 20% no primeiro trimestre deste ano, as importações avançam 50%.

“A vida não vai melhorar. Só vai ficar mais dura", alerta Ernesto Heinzelmann, presidente do conselho e da Embraco, uma das maiores fabricantes de compressores do mundo, que possui fábrica na China. O empresário se refere à concorrência com os chineses. No seminário "Desafios Emergentes", que começou ontem e termina hoje em São Paulo, organizado pelo CEBC, Arthur Kroeber, diretor da Dragonomics Research & Advisory, previu que a China, que responde hoje por 7% da produção industrial, deve chegar a 20% em 2040.

“Os países precisam aprender a dançar com o dragão", disse Weran Jian, diretor e professor de ciência política do Instituto da China da Universidade de Alberta, no Canadá. Segundo Rodrigo Tavares Maciel, secretário-executivo do CEBC, os chineses fizeram seu dever de casa, porque, enquanto compravam commodities do Brasil, aprenderam a vender produtos manufaturados. Ele afirma que agora os brasileiros precisam aproveitar nichos de mercados e vender manufaturas aos chineses.

Apesar do déficit previsto, Maciel avalia que a China, por enquanto, está apenas deslocando fornecedores tradicionais, como Estados Unidos, União Européia e Argentina, do mercado interno brasileiro. "O principal problema é a concorrência no exterior", diz.

A indústria de calçados é um exemplo. Enquanto a produção brasileira chega a 795 milhões de pares, a importação está em apenas 17 milhões. Desse total, 13,8 milhões são chineses. Em compensação, a China está deslocando o Brasil do mercado argentino.

A participação dos sapatos brasileiros no principal sócio do Mercosul caiu de 74% em 2004 para 58% em 2006. Já a fatia da China aumentou de 17% para 26%. Situação similar ocorre em têxteis ou máquinas e equipamentos.

Maurício Moreira Mesquita, economista sênior do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), diz que existe uma complementariedade importante entre as economias de China e América Latina, por conta da capacidade do continente de fornecer as commodities que a China precisa. Entre 2000 e 2006, as exportações da América Latina para a China cresceram 47% ao ano, enquanto para o resto do mundo as vendas da região avançaram 9%. Os países do Mercosul e o Chile, que concentram recursos naturais e plantações agrícolas, responderam por 85% das exportações para a China. Mesmo assim, a América Latina ainda representa apenas 3,8% das importações totais da China e 13,1% das importações de produtos primários.

Já a China possui muitas vantagens na hora de vender produtos manufaturados para a América Latina, como recursos humanos, produtividade, escala e o papel do Estado. No ano passado, 109 milhões de pessoas trabalhavam na indústria chinesa, contra 14 milhões nos Estados Unidos e 9 milhões no Brasil. Segundo cálculo do BID, o salário na China é 1/3 do Brasil e 1/5 do México. Entre 1990 e 2004, a produtividade do trabalho na China cresceu 7% ao ano.

"Por conta da escala da produção chinesa, o custo de transporte e a geografia quase não são mais uma vantagem para a América Latina", afirma Mesquita. Cerca de 11,7 mil km separam Xangai de Los Angeles, enquanto a Terra do Fogo, no extremo sul da Argentina, está a 8 mil km de Miami. Apesar da diferença, o preço do frete é praticamente o mesmo dado o volume de produtos, diz o economista. Um navio demora 24 dias para chegar da China aos portos dos Estados Unidos. Por conta da falta de escala, um navio vindo da América do Sul é obrigado a parar em diversos portos e também demora 21 dias no trajeto.

“O papel do Estado não explica o milagre chinês, mas não dá para ser ignorado", diz Mesquita. Por serem estatais, as empresas chinesas têm oferta ilimitada de crédito. O país gasta hoje 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em subsídios para pesquisa e tecnologia.

Para o coordenador de política econômica da Universidade Nacional Autônoma do México, Enrique Dussel Peters, "o Brasil terá problemas muito similares aos do México em cinco anos". A China é o segundo maior parceiro comercial dos mexicanos, atrás dos EUA, mas vende ao país US$ 25 bilhões, enquanto importa apenas US$ 1,6 bilhão. Os dois países são importantes produtores de manufaturados e concorrem diretamente. A China deslocou o México em terceiros mercados, principalmente nos EUA. Em computadores pessoais, por exemplo, os chineses hoje já fornecem 50% dos PCs comprados pelos americanos. Ao contrário do Brasil, o México não possui recursos naturais importantes para oferecer aos chineses.

Fonte: Valor Econômico por Raquel Landim

Alimentaria - A Feira Internacional de Lisboa (FIL)


Integra a Associação Industrial Portuguesa (AIP) e é a maior e mais antiga organização de feiras em Portugal. Com o aval da experiência acumulada em mais de 170anos de actividade, a FIL enfrenta os desafios do novo milénio com o melhor recinto para as feiras de negócios.

Informações filtradas dos sites:
www.alimentaria-lisboa.com
www.conceitobrazil.com.br
www.apexbrasil.com.br
www.agroportal.pt

A Alimentaria Lisboa faz parte da Alimentaria Exhibitions, uma empresa do grupo Reed Exhibitions encarregada de organizar certames profissionais sob a marca Alimentaria em Barcelona, Lisboa e México.

A Alimentaria Lisboa, é a mostra alimentar e de bebidas mais importante que se realiza na Península Ibérica este ano, reunindo mais de 2.000 marcas em exposição e um número de visitantes que deve ultrapassar aos 36.000 profissionais. Cerca de 35% das empresas expositoras vêm de fora de Portugal, representando mais de 40 países, que ocupam a totalidade do parque de exposições da AIP/FIL no Parque das Nações em Lisboa, cerca de 42.000 m2 de área bruta. A edição deste ano assenta na experiência das anteriores edições, tendo contado com o envolvimento das principais associações do sector, de distribuidores e produtores, e desenvolve uma série de iniciativas paralelas, muito vocacionadas para a potenciação das trocas comerciais entre os diversos operadores. Valia importante da Alimentaria são os Encontros de Cooperação Empresarial que estão a decorrer no Pavilhão 2. No sistema de rodada de negócios juntam os expositores interessados com compradores que vieram do Brasil, Angola, Cabo Verde, Moçambique e Bélgica, são acompanhados por rodadas de negócios, utilizaram um sistema prévio de marcação de agendas on-line, o que permitiu maior comodidade a compradores e vendedores. Na prática, a utilização das novas tecnologias permitiu que fossem agendadas mais de 300 reuniões antes do início da feira. Esta é uma excelente oportunidade para as empresas portuguesas poderem internacionalizar os seus negócios, uma vez que os compradores presentes também mostraram a intenção de importar produtos portugueses. Esta vertente do negócio entre visitantes e expositores é, possivelmente, a maior característica da Alimentaria Lisboa. Ao longo dos últimos a anos a feira tornou-se mais profissional, desenvolveu um número crescente de iniciativas paralelas capazes de captar um maior número de visitantes, sabendo que o seu sucesso depende muito do retorno que as empresas sentem do investimento na sua participação no certame. Alimentaria Lisboa é hoje a 4º feira de alimentação mais importante que se realiza na Europa, e aquela que mobiliza mais gente na Península Ibérica no ano de 2007. Embora sem que se possa medir concretamente, estima-se que durante os 4 dias que dura a feira se façam negócios, entre expositores e visitantes, que rondam os 200 milhões de euros, e que esta tenha um impacto para a actividade económica de Lisboa de 7,5 milhões de euros.

ALIMENTARIA LISBOA - Sectores da Feira
DELIEXPO - Vinho, azeite, delicatessen e produtos regionais
CONGEXPO - Produtos congelados e Refrigerados
EXPOBEBIDAS - Bebidas espirituosas, cervejas, sidra, bebidas sem álcool
INTERCARNE - Produtos cárnicos e seus transformados
TECNOALIMENTARIA - Tecnologias, máquinas e equipamentos para a indústria e a distribuição alimentar
MULTIPRODUTO - Produtos de grande consumo alimentar em geral
MUNDIDOCE - Produtos de pastelaria, confeitaria, bolachas e guloseimas
VEGEFRUTA - Frutas e legumes frescos

A 9º Alimentaria Lisboa - feira de alimentos, bebidas, máquinas e equipamentos – superou expectativas. Os números mostram o porquê. O volume de negócios gerados no evento foi de US$ 385 mil e a estimativa para os próximos 12 meses, de acordo com os contratos fechados durante os dias 27 e 30 de maio, em Portugal, é de US$ 6.960 milhões.

A maior Feira do segmento alimentício da Península Ibérica recebeu representantes de 19 empresas brasileiras de SP, MG, RJ, GO, CE, RS, PR. Os setores envolvidos foram os de carnes congeladas, balas e confeitos, frutas, chocolates, biscoitos, massas, pescados e camarão, sucos de frutas, cachaça, café e orgânicos. Antes do início da Feira, os empresários fizeram visita técnica ao Centro de Distribuição de produtos brasileiros localizado em Vialonga.

Os números positivos da Feira Internacional atingiram também o mercado de trabalho. No total, 150 empregos diretos e 100 indiretos serão gerados a partir dos negócios fechados, conforme indicação dos próprios empresários que integraram o evento.

De janeiro a março de 2007, o Brasil exportou para Portugal US$ 371 milhões. Nos três primeiros meses deste ano, os principais produtos que o Brasil comprou de Portugal foram azeite de oliva, bacalhau e vinho. No mesmo período, Portugal comprou do Brasil, principalmente, petróleo, soja, milho, ligas de alumínio e açúcar de cana.

Três dias antes da Alimentaria a APEX-Brasil realizou em Lisboa o Encontro de Negócios com redes de varejo portuguesas, que contou com a participação de 51 empresas brasileiras, representando 30 segmentos. O resultado foi promissor: US$ 25,6 milhões em acordos fechados no próprio evento e US$ 25 milhões de negócios futuros, que deve ser colocados em prática ao longo dos 12 meses.

Com isso a Agência fecha um calendário de ações neste primeiro semestre, visando incrementar o fluxo comercial entre os dois países e atração de empresas para o Centro de Distribuição. Novas iniciativas já estão sendo preparadas para o segundo semestre do ano.

Novidades na feira 2007:

A Loja Inteligente recria um ponto de venda alimentar, num ambiente inovador pelo seu design e, sobretudo, pela demonstração das tecnologias e equipamentos mais avançados, já disponíveis ou ainda em fase experimental. Os equipamentos e inovações tecnológicas serão mostrados em funcionamento, de forma integrada, tal como nos pontos de venda reais. Está organizada em formato “open space”, onde cada empresa terá presença em pontos diferenciados da loja, consoante a integração de tecnologia, assim o exija e permita. É uma iniciativa conjunta da Alimentaria Lisboa com a APED – Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição e das empresas aderentes ao projecto: Bizerba, Burótica, Checkpoint, Enabler, Fujitsu, Itautec, Mafirol, Toshiba. Este espaço tem o patrocínio oficial de duas grandes empresas do mercado alimentar e bebibas nacional: Coca-Cola e Nestlé.

A Área de Novos Produtos é um local de exposição dedicado aos produtos recentemente lançados pelas empresas expositoras no mercado alimentar. Neste espaço, os profissionais poderão conhecer as inovações mais recentes no que respeita ao desenvolvimento de produtos e conceitos, qualidade e processos de produção. Integrada na área dedicada à inovação, tem como objectivo divulgar as principais tendências que marcam o mercado alimentar.

Esta iniciativa conta com envolvimento da Escola de Comércio de Lisboa, responsável pelo trabalho de vitrinismo.

Espanha é o país com maior representatividade na Alimentaria Lisboa 2007, com a presença de 24 empresas dos mais variados sectores, organizada pelo Instituto Espanhol de Comercio Exterior (ICEX). As pequenas e médias empresas agro-industriais estão divididas em dois espaços de exposição - pavilhão 2, stand D42, e pavilhão 3, stand C86. A representação espanhola ocupa uma área considerável em toda a feira, com as empresas divididas equitativamente entre os pavilhões, porpocionando assim uma maior visibilidade para quem visita o certame.A Alimentaria Lisboa está no ranking das feiras de alimentação mais importantes da Europa, pelo que não será de estranhar a estratégia da vizinha Espanha.
As empresas presentes na feira são de áreas variadas, entre estas os enchidos e transformados de carne, azeite, frutos e legumes secos, arroz, farinha, aperitivos, bolachas, cereais, fumados de peixe, pastelaria e confeitaria, congelados (de peixe, mariscos e legumes), gelados, queijos, infusões e outros produtos dietéticos e naturais, conservas vegetais, de frutas e de peixe, compotas e doces, bebidas não alcoólicas e vinhos e licores, molhos e condimentos, caracóis e os cogumelos silvestres.

A Hostelmas, primeira feira profissional que inaugurará a Expocorunha, que será em breve a maior feira do noroeste peninsular, converteu-se hoje no epicentro da Alimentaria Lisboa ao reunir na sua apresentação oficial mais de 150 profissionais do sector. A apresentação realizou-se hoje de manhã no pavilhão internacional da Alimentaria Lisboa, a decorrer na FIL, e incidiu sobre o Salão de Hostelería, Maquinaria y Servicios (HostelMAS), evento que se realizará de 19 a 21 de Fevereiro de 2008 na Corunha. HostelMAS nasce com a intenção de ser o ponto de referência para este sector do noroeste de Espanha e Norte de Portugal, bem como uma plataforma de negócio para ambos os países e o resto da Europa, tal como realçou o director geral do evento, José Luis Mariño, durante a sua intervenção, ao centrar-se integramente na maquinaria e serviços para hotelaria, bem como a sua originalidade, uma vez que não há outra com as suas características na península, diferencia o HostelMAS de outras feiras dedicadas à hotelaria. Mais de 200 empresas nacionais e internacionais mostrarão as últimas tendências e inovações em maquinaria e serviços no HostelMAS, que terá carácter bianual e contará com a organização da empresa galega Diseño Ferial de Galicia (Difega), dirigida por José Luis Mariño. Orientada integramente para profissionais do sector da hotelaria, restauração, catering, hotéis, escolas de hotelaria, associações, publicações especializadas e instituições, receberá mais de 20.000 visitantes.

www.hostelmas.es
Encontram-se todos os dados referentes ao evento, expositores, visitantes, além de todas a notícias e comunicações nos meios que o evento vá gerando. HostelMAS ocupará o átrio central de EXPOCORUÑA, um moderno recinto localizado na Corunha, com uma superfície de 5.200 metros quadrados, ainda que, dado o interesse que está suscitando a feira entre os expositores nacionais e internacionais, a organização prevê que se estenda também a duas zonas laterais do recinto, de 2.500 metros quadrados cada uma. O evento conta com a colaboração de importantes organismos como Turismo de A Coruña, Viajes El Corte Inglés, a Asociación Provincial de Empresarios de Hostelería de Lugo, Grupo Marva, Asociación Marineda de Jóvenes Empresarios de A Coruña (AJE), Confederación de Empresarios de La Coruña (CEC), Asociación de Empresarios de Hostalería de Ferrol e Comarca, Asociación Empresarial de Hospedaje de A Coruña (Hospeco), Asociación Provincial de Empresarios de Hostelería de A Coruña e a Cámara de Comercio de A Coruña.

A Sicasal apresenta-se na edição da Alimentaria deste ano num espaço moderno, inovador e multifacetado. Num total de 258 m2, localizado no pavilhão 3 da Feira Internacional de Lisboa, o stand da Sicasal é composto por uma cozinha, um zona de degustação e uma área VIP com um "Lounge e Bar" surpreende participantes com vários momentos de animação. Durante toda a Feira, vários chefes de cozinha estarão a confeccionar pratos com produtos da Sicasal para Degustação.
Os visitantes da Alimentaria terão também a oportunidade de experimentar um "Hot Moment" Sicasal, bem como ser retratados de forma original pela caricaturista Cesarina Silva. A vasta gama de produtos da Sicasal proporciona um leque de escolha adaptado às diferentes necessidades dos consumidores. Ao longo dos últimos anos, a empresa tem acompanhado a evolução do mercado, quer nas tendências de produtos vocacionados para o consumidor, quer na apresentação de produtos destinados à restauração e hotelaria.

O FIAMBRE é um dos produtos da marca com maior reconhecimento do público, seguido dos FATIADOS, das SALSICHAS, os produtos TRADICIONAIS e, para o sector da restauração e hotelaria, a gama específica - DU CHEF.
Hoje em dia, a função da embalagem vai muito mais além do que a simples protecção dos produtos, funcionando como elemento de diferenciação, na qual podemos encontrar atributos como o design, a praticidade e conveniência, a utilidade ou a ecologia, acrescido o facto de ser uma forte ferramenta de marketing, a embalagem assume um papel preponderante nas cadeias de valor, dado que, dependendo das suas características, pode conservar e alargar os prazos de validade dos produtos, facilitar o seu transporte, manuseamento e armazenagem, passar informação e promover a sua compra, entre outras.

No que diz respeito à capacidade de passar informação das embalagens, esta é feita de duas formas, a primeira através da própria rotulagem, a qual espelha toda a informação sobre o produto (ingredientes, informação nutricional, composição, prazos de validade, instruções de utilização, etc.) e a segunda sob a forma de código de barras que, ao ser capturado, dá acesso ao ficheiro informático com todos os dados sobre o produto, inclusive o preço. Contudo, independentemente do tipo de embalagem que estejamos a falar, os códigos de barras devem respeitar normas de codificação, para que estes sejam reconhecidos pelos diferentes operadores. Normas estas que englobam os caracteres, o tipo de símbolo utilizado (barras), o tipo de impressão e a sua localização na própria embalagem. Estas normas são reconhecidas internacionalmente e são parte integrante do Sistema GS1, gerido e promovido em Portugal pela GS1 Portugal-CODIPOR - Associação Portuguesa de Identificação e Codificação de Produtos.

Assim, para a correcta implementação dos Códigos de Barras GS1, a GS1 Portugal-CODIPOR tem vindo a apostar em várias iniciativas de esclarecimento e informação, que passam pela realização de cursos de formação, assessoria técnica e prestação do serviço de verificação da qualidade de impressão, com o objectivo das empresas obterem os benefícios inerentes à sua utilização, ou seja, redução de custos, aumento da eficiência na saída dos produtos, maior disponibilidade de produtos, informação precisa sobre o produto ao longo da cadeia de valor e a capacidade de efectuar a sua rastreabilidade, entre outros.

É neste contexto que a GS1 Portugal-CODIPOR é membro do Júri de Selecção do 1º Prémio Nacional de Embalagem Alimentar e Bebidas, que visa contribuir para o desenvolvimento da qualidade e da inovação das embalagens de produtos alimentares e bebidas. Este prémio realiza-se no âmbito da Feira Alimentária 2007, na qual estarão em exposição as embalagens a concurso. A divulgação dos vencedores e entrega dos prémios está prevista para o próximo dia 28 Maio.

A Campoaves, empresa líder nacional do mercado de frangos do campo, vai apresentar durante a próxima edição da Alimentaria, que se realiza na FIL, de 27 a 30 de Maio, a sua nova campanha de ponto de venda intitulada “Do produtor directamente para si”. A partir de Junho, em todas as embalagens de frango Campoaves vai constar um novo selo com fotografia e nome do respectivo produtor. Para Ruben Claro da Fonseca, Administrador da empresa, “com esta iniciativa, pretendemos criar uma aproximação entre o produtor e o cliente final. Queremos que o consumidor perceba que o frango Campoaves é criado como antigamente, sem processos artificiais, e que vem directamente do produtor para ele, cliente final”. Os frangos Campoaves crescem naturalmente, com uma alimentação especial, à base de cereais. O resultado desta criação natural do frango é um produto de qualidade superior, em que o sabor e a consistência da sua carne são as suas principais características diferenciadoras.
Anualmente, a Campoaves produz cerca de 5 milhões de unidades de frango do campo, repartidas por cerca de 50 criadores da zona de Lafões. Segundo Ruben Claro da Fonseca, "optámos por criar uma campanha apenas no ponto de venda, pois é exactamente no momento de compra que queremos estar mais perto dos nossos consumidores. É nessa altura, que queremos que eles sintam confiança e desejo de consumir a marca Campoaves." Fundada em 1985, a Campoaves, empresa do Grupo Lusiaves, tem hoje uma grande experiência na criação de frango do campo com estirpes de crescimento lento. A superior qualidade e a segurança na criação dos frangos Campoaves não são apenas garantidas pela empresa. Todo o processo de criação, assim como o produto final, são acompanhados e certificados por um organismo independente de controlo.

A certificação impressa no rótulo dos frangos Campoaves é uma garantia para o consumidor e uma convicção para a própria empresa de que o sucesso pode ser conseguido sem agredir a natureza, preservando o meio ambiente e o bem-estar animal.

A Campoaves e a Lusiaves vão estar lado a lado na 8ª Edição da Alimentaria, partilhando assim o mesmo espaço mas devidamente diferenciado, num total de 81 m2. Localizado no pavilhão 3 da Feira Internacional de Lisboa, o stand da Campoaves/ Lusiaves apresenta-se com características modernas e inovadoras, valorizando sempre a identidade de cada uma das empresas. Assim, do lado da Campoaves as cores eleitas são o preto e o vermelho, estando em destaque as imagens que dão vida à nova campanha "Do produtor directamente para si". Durante toda a feira, poderá ser visionado o vídeo com o making of da sessão fotográfica dos criadores da Campoaves. Da parte da Lusiaves, as cores seleccionadas foram o branco e vermelho, revelando o conceito moderno e actual da marca.

A Fercarnes, empresa alentejana de Oriola, irá apresentar oficialmente a marca Bem Alentejano. Com meio século de experiência no mercado dos enchidos e carnes regionais, a Fercarnes iniciou há cerca de um ano o processo de desenvolvimento de uma marca, que comunicasse de forma clara o posicionamento da empresa e dos seus produtos ao consumidor final.

"O nome Bem Alentejano reúne todos os requisitos que originaram este processo", refere Marta Ferro, directora de Marketing da Fercarnes e acrescenta: "BEM, é um termo muito utilizado no Alentejo, reflecte o nosso posicionamento de aposta na região e nas suas gentes cuja dedicação e saber permitem-nos fabricar enchidos tradicionais de elevada qualidade com sabores únicos. Por seu lado o termo alentejano pode funcionar como um convite a novos públicos para conhecer produtos e sabores tradicionais únicos, que marcam deste sempre a gastronomia do Alentejo.

" A marca Bem Alentejano promete uma apresentação à imagem da atitude que a marca terá no mercado - segura e com qualidade para fazer dos bens alentejanos, uma história que sabe bem.

Marta Ferro faz ainda um destaque final: "O ponto forte desta marca é a palavra bem, que quando dita por um alentejano, assume foneticamente o tom simpático e prolongado pelo qual, nós Alentejanos, somos conhecidos. O "beemm" tem logo um efeito imediato e positivo e essencialmente: deixa transparecer a qualidade dos nossos produtos.

" Os produtos BEM ALENTEJANO, produzidos pela Fercarnes, são reconhecidos pela sua especialidade e tradição, registam actualmente um crescimento significativo, quer pela procura do mercado, quer pela construção da recente unidade fabril com maior capacidade de produção.

A marca BEM ALENTEJANO comercializa: Paio Curado, Paio de Porco Preto, Painho, Chourição, Paio de Lombo, Painho de Porco Preto, Linguiça de Porco Preto, Chouriço de Carne, Farinheira e Chouriço de Sangue bem como o vasto leque de Carnes Frescas.

A GS1 Portugal-CODIPOR vai lançar no próximo dia 28 de Maio, às 17h, no âmbito da Feira Alimentaria (Pavilhão 3 - Stand nºA18), o Livro “Rastreabilidade da Carne de Bovino – Normas GS1 – Guia de Implementação”.

Este lançamento contará com a presença da ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica e da ANIC - Associação Nacional dos Industriais de Carnes que testemunharão sobre a importância deste tipo de iniciativas e os benefícios da aplicação de um sistema de informação integrado para a rastreabilidade. Além destes dois testemunhos, a empresa SantaCarnes apresentará o seu case study de forma a comprovar as mais valias da adopção do Sistema GS1. O livro, “Rastreabilidade da Carne de Bovino – Normas GS1 – Guia de Implementação”, apresenta a metodologia para a implementação de um sistema de rastreabilidade eficiente, tendo por base o Sistema GS1, bem como um conjunto de informação complementar que serve para aprofundar conceitos, exemplificar e auxiliar na sua aplicação prática. Este livro também permite conhecer o enquadramento legal da rastreabilidade e os elementos necessários e fundamentais na gestão de informação inerente a cada etapa do processo de rastreabilidade ao longo da Cadeia de Valor da Carne de Bovino.

Para além de espelhar os resultados consensuais alcançados no âmbito do Grupo Técnico do Sector dos Cárnicos da GS1 Portugal-CODIPOR, é uma ferramenta prática e eficaz para a implementação da Rastreabilidade dos Produtos da Carne de Bovino. A adopção deste Guia é voluntária e nele se definem os procedimentos mínimos acordados no âmbito do mercado português para a rastreabilidade dos produtos de carne de bovino, tendo como finalidade principal a Segurança Alimentar.

A Florette, especialista europeia na oferta de vegetais frescos, lavados e prontos a consumir, tem em circulação mais de dois mil folhetos nas embalagens de canónigos com a informação nutricional deste vegetal e uma sugestão de receita para os consumidores. Com esta acção promocional no ponto de venda, a Florette pretende dinamizar a venda dos canónigos, o vegetal nutritivamente mais completo. Para Paulo Dias, Responsável Florette em Portugal, "com esta acção que promovermos durante os meses de Maio e Junho nos supers e hipers nacionais, pretendemos dar a conhecer aos consumidores as vantagens do consumo deste vegetal, com importantes qualidades nutricionais".

Os folhetos em circulação com as embalagens de canónigos Florette veiculam a informação nutricional deste vegetal com propriedades antioxidantes e extremamente rico em Ómega 3, indispensável para o equilíbrio emocional do nosso corpo e ideal na prevenção das doenças cardiovasculares e na protecção contra a doença de Alzheimer. Os canónigos da Florette, com apenas 14Kcal por cada 100g de salada, são ideais para uma alimentação equilibrada, nomeadamente como complemento na alimentação de grávidas, na medida em que é abundante em Vitamina B9, indispensável ao bom desenvolvimento do bebé. Devido à grande quantidade de Vitaminas C, E e beta-caroteno, um percursor da Vitamina A, essencial para a visão e para um crescimento adequado, os canónigos detêm, também, importantes qualidade antioxidantes, especialmente necessárias nesta altura do ano, uma vez que permitem lutar contra os estragos dos radicais livres e o envelhecimento das células.

Os canónigos Florette, um vegetal de folhas verdes carnudas, são disponibilizados no mercado durante todo o ano, frescos, lavados e prontos a consumir, podendo ser consumidos em cru ou como ingrediente de saladas mistas e sopas.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Japão - Brasil / 100 anos de imigração



O emblema é representado pela justaposição gráfica das bandeiras do Japão e do Brasil e suas semelhanças geométricas representando a união cultural e histórica dos dois países; as bandeiras estão dispostas de maneira invertida remetendo à idéia de Brasil e Japão também se situarem em posições invertidas no globo terrestre; possui elementos que insinuam dobraduras, que conferem mais textura e dinamismo ao desenho, além de ser uma alusão à arte japonesa do origami; a aplicação da técnica 3D sobre as bandeiras, de modo que se as bandeiras remetem ao passado e à tradição; por outro a tridimensionalidade do 3D dá ao emblema mais modernidade, mais futuro.


CONSULADO DO JAPÃO "JET PROGRAMME" 10 a 30 de junho

Estas fotos que retratam alguns Festivais (Matsuri) realizados no Japão, foram tiradas por brasileiros contratados como coordenadores de relações internacionais pelo "JET Programme" e que atuam ou atuaram em prefeituras do país do sol nascente. Neste programa do governo japonês, brasileiros divulgam a cultura brasileira e a língua portuguesa nas cidades no Japão, tendo como objetivo o intercâmbio cultural e a mútua compreensão entre as nações.

Realização: Metrô de São Paulo e Consulado Geral do Japão em São Paulo (www.sp.br.emb-japan.go.jp)


CARPAS - SÍMBOLO DE FORÇA, CORAGEM E SUCESSO - 10 a 30 de junho

Na cultura japonesa as Carpas são consideradas jóias vivas que nadam. Representam, também a coragem do indivíduo, pela busca do aperfeiçoamento espiritual. Artistas plásticos reuniram-se e criaram com diversos materiais (papel, tecido, madeira, metal), obras de arte que representam este peixe, para mostrar o equilíbrio e o espírito coletivo da cultura japonesa.

Realização: ABAPC - Associação Brasileira dos Artistas Plásticos de Colagem
Curadoria: Robert Richard


O QUE SOBROU DE TOKYO - 10 a 30 de junho

Excessos e sobras. Poucas palavras definem tão bem a cidade de Tokyo. Ao se produzir uma matéria jornalística na capital japonesa, é difícil transmitir em apenas algumas páginas tudo o que é visto, ouvido e sentido dentro da gigantesca metrópole nipônica. Muito do que é registrado, não entra na matéria principal por uma simples questão editorial, e o que sobrou de Tokyo não pode ser desperdiçado.

Fotos: Mariana Spagnuolo
Concepção: Pablo Yuba
Realização: Editora JBC - "Japan Brazil Communication"


ESPAÇO "DESIGN" - OBJETOS E AMULETOS DA SORTE - 10 a 30 de junho

Os amuletos e talismãs estão presentes no cotidiano do povo japonês. Acredita-se que alguns amuletos tragam sorte nos negócios, outros que afastem os males ou ainda que auxiliem na realização de um desejo. Independente do objetivo, são muito apreciados e ofertados para amigos e familiares.

Realização: Metrô de São Paulo e Consulado Geral do Japão em São Paulo (www.sp.br.emb-japan.go.jp)


VITRINE DE IKEBANA - 1 a 30 de junho

A natureza de uma flor é ser bela; essa beleza natural é transformada em arte no arranjo de "Ikebana", dando-lhe outra vida e beleza. Essa nova luz das flores só é alcançada através da emoção e dedicação que o artista vai aprimorando durante toda a sua vida.

Realização: Metrô de São Paulo e Associação de Ikebana do Brasil
Patrocínio: Yakult


USAGI YOJIMBO HOMENAGEM A MIYAMOTO MUSASHI - 10 a 30 de junho

Esta exposição apresenta o personagem Usagi Yojimbo, um coelho samurai, que representa metaforicamente o grande mito japonês Miyamoto Musashi, o maior de todos os lendários samurais do Japão. Com passagens da história de Musashi, ela mostra como a literatura pode inspirar o universo das histórias em quadrinhos.

Editora: Editora Devir


INTERPRETAÇÃO - 10 a 30 de junho

Resultado de um trabalho que começou em 2001, este projeto busca o significado e a interpretação da vida e da arte, em manchas no concreto das estações do Metrô de São Paulo. O artista Sérgio Koiti busca transformar as coisas ao seu redor e sugerir às pessoas o lado positivo delas.

Realização: Sérgio Koiti


CONEXÃO BRASIL - JAPÃO NO METRÔ - 10 a 30 de junho

Mostra composta por obras de artistas plásticos do Bunkyo, com intensa atuação no contexto da arte Nipo-Brasileira, que representa a centenária visão do imigrante japonês, conectando as duas culturas, tanto na alegria das cores brasileiras, como na delicadeza tradicional nipônica.

Realização: Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social Bunkyo


Vitrine do MASP - TEMPLOS, SANTUÁRIOS E CASTELOS SECULARES - 10 a 30 de junho

Algumas destas construções, consideradas como Patrimônio Histórico da Humanidade pela UNESCO, foram representadas em maquetes e têm como objetivo divulgar a beleza da cultura, história e arquitetura nipônica.

Realização: Metrô de São Paulo e Consulado Geral do Japão em São Paulo (www.sp.br.emb-japan.go.jp)


MANABU MABE - 10 a 30 de junho

A exposição traz algumas das obras de um dos pioneiros da arte abstrata no Brasil. Japonês naturalizado brasileiro, Manabu Mabe participou de diversas exposições, foi premiado na II Bienal Internacional de São Paulo e teve destaque internacional da Bienal de Paris.

Produção: Cinelando Produções Artísticas e Consulte Mídia
Realização: Associação para Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil. www.centenario2008.org.br


O JAPÃO DAQUI - 10 a 30 de junho

A exposição fala da imigração japonesa como uma parte integrante da nossa história. Por meio de uma experiência de sons, palavras e sentidos ilustra uma trajetória singular de enriquecimento e aprendizado mútuos.

Realização: Editora Abril
Patrocínio: Bradesco e Sony


IMIGRAÇÃO JAPONESA NAS PÁGINAS DO SÃO PAULO SHIMBUM - 10 a 30 de junho

A exposição conta um pouco da história da imigração japonesa, por meio das páginas do jornal São Paulo Shimbun, fundado por Mituto Mizumoto em 12 de outubro de 1946; o primeiro jornal editado em língua japonesa, após a Segunda Guerra Mundial e o mais tradicional veículo de comunicação da comunidade nipo-brasileira.

Realização: Empresa Jornalística São Paulo Shimbum
www.spshimbum.com.br


IMAGENS DO SOL NASCENTE PARA A TERRA CHAMADA BRASIL - 10 a 30 de junho

O trabalho da artista Tamie Ishiguro enfoca o uso da linguagem visual como ferramenta para transpor diferenças culturais e captar cores, texturas e formas do Japão, educando o olhar para um mundo mais globalizado e integrado mutuamente.

Produção: Cinelando Produções Artísticas e Consulte Mídia
Realização: Associação para Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil. www.centenario2008.org.br


O MUNDO DE MOKITI OKADA / A VISÃO DE UM JAPONÊS SOBRE A NATUREZA - 10 a 30 de junho

Fotografias realizadas pelo Associação dos Fotógrafos Itinerantes do Japão, retratam as quatro estações deste país. Exibe aspectos peculiares dos jardins e das construções típicas japonesas.

Realização: MOA Internacional do Brasil
Apoio cultural: Museu de Belas Artes da Cidade de Atami-Japão e Museu de Belas Artes MOA da Cidade de Hakone-Japão


AKINORI NAKATANI / UMA EXPRESSÃO ENTRE DUAS CULTURAS - 10 a 30 de junho

Explorador máximo das possibilidades de criação através do barro, o artista procura algo perdido em sua vida de ceramista, em seu cotidiano e na civilização atual. A exposição faz uma breve retrospectiva das obras de Akinori Nakatani, em busca da materialização cognitiva entre a cerâmica e a essência da vida.

Produção: Cinelando Produções Artísticas e Consulte Mídia
Realização: Associação para Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil. www.centenario2008.org.br


ARTE COLETIVA - 10 a 30 de junho

Feito coletivamente por japoneses e brasileiros, esse trabalho tem linguagens artísticas que abrangem um vasto período da história do Japão. Migram do milenar para o contemporâneo, do material para o virtual, utilizando-se de Ikebana, aquarela, fotografia e arte ditigal.

Produção: Cinelando Produções Artísticas e Consulte Mídia
Realização: Arte Coletiva e Associação para Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil. www.centenario2008.org.br


CULTURA, TRADIÇÃO E MODERNIDADE -
Est. Sé: 15.jun. às 12h30 Est. Tatuapé: 27.jun. às 17h30

Em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa, no dia 15 de junho haverá apresentação de Sanshin - instrumento tradicional da região de Okinawa no Japão, Odori dança tradicional japonesa - e Bu no May - artes marciais com danças tradicionais. Já no dia 27, haverá apresentação de Aikidô; e além do Matsuri Dance danças que misturam ritmos do ocidente com as batidas orientais do Taikô - , os instrumentais tradicionais Shakuhachi e Koto acompanharão a dose.

Produção: Cinelando Produções Artísticas e Consulte Mídia
Realização: Associação para Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil. www.centenario2008.org.br

ORIGAMI DO CENTENÁRIO - 10 a 30 de junho

O movimento "Origami do Centenário" faz parte da homenagem oficial do Governo Brasileiro, de amplitude nacional e internacional (Japão) em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa, que envolverá todas as comunidades, através da confecção de 500 mil origamis.

Realização: Grupo Parlamentar Brasil - Japão, Instituto Paulo Kobayashi e a JCI Junior Chamber International - Brasil Japão
Promoção: Governo Federal, Supremo Tribunal Federal e Câmara dos Deputados
Patrocínio: Banco do Brasil, Correios, Infraero, Caixa Econômica Federal , Usiminas e Banco Real
Visite: www.origamidocentenario.com.br


OFICINA DE ORIGAMI - Dias 18 e 25 de junho das 15h às 16h30

A artista plástica Alzira Cattony, ensinará em duas oficinas a arte milenar de dobrar papel.O repertório abrangerá peças utilizadas pelos samurais: KABUTO (capacete), YAKKO e HAKAMA (vestimentas).A artista plástica Alzira Cattony, ensinará em duas oficinas a arte milenar de dobrar papel.O repertório abrangerá peças utilizadas pelos samurais: KABUTO (capacete), YAKKO e HAKAMA (vestimentas).

quarta-feira, 9 de abril de 2008

sábado, 5 de abril de 2008

Prêmio EBAPE-FGV / EMBRATUR


Prêmio EBAPE-FGV/EMBRATUR de monografias e reportagens do setor de turismo.

A Fundação Getúlio Vargas, através da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (EBAPE-FGV), em parceria com o Ministério do Turismo (MTUR) e o Instituto Brasileiro de Turismo (EMBRATUR), está lançando o V Prêmio EBAPE-FGV/EMBRATUR de monografias e reportagens do setor de turismo.

Este prêmio tem o objetivo de estimular a reflexão teórica e as práticas concretas sobre o tema, de forma a monitorar as transformações, estimular o debate e elaborar propostas para o turismo brasileiro.

Categorias

Graduação
Destinado a alunos que estejam regularmente matriculados ou que tenham concluído a Graduação até 2 anos, em qualquer área e que estejam elaborando seu trabalho de conclusão de curso sobre o setor de turismo.

Pós-Graduação
Destinado a Pós Graduandos e Pós Graduados (Latu e Strictu Sensu incluindo mestrado e doutorado) e professores de qualquer área, que possuam trabalhos sobre o setor de turismo.

Reportagens
Destinado a profissionais da imprensa que tenham publicado textos jornalísticos (reportagem, artigo ou matéria) abordando o turismo do ponto de vista econômico.

V Prêmio EBAPE- FGV/ EMBRATUR - MTUR Monografias e Reportagens no Setor de Turismo

REGULAMENTO
Art. 1º Idealizado pela Fundação Getulio Vargas e o Ministério do Turismo/EMBRATUR, o
V Prêmio EBAPE-FGV/EMBRATUR-MTUR de Monografias e Reportagens no setor de Turismo será regido pelo presente Regulamento.

Art. 2º O prêmio será promovido anualmente pela EBAPE/FGV – MINISTÉRIO DO TURISMO / EMBRATUR, visando estimular e desenvolver o conhecimento científico relacionado com o setor de turismo e hotelaria.

Art. 3º As inscrições estão abertas para alunos, ex-alunos e professores de todos os
cursos de graduação e pós-graduação do país e jornalistas. Os candidatos, de qualquer
idade e nacionalidade, devem residir no Brasil.

Concorrerão também textos jornalísticos(reportagem, artigo ou matéria) que se refiram à economia do turismo como tema, publicadas em qualquer ponto do Território Nacional, entre 1º de junho de 2007 e 30 de junho de 2008.

Não serão aceitos trabalhos publicados na internet. Em todas as categorias, os trabalhos devem ser individuais ou no caso de trabalho em grupo, composto no máximo por 4 (quatro) pessoas, deverão estar em nome de um representante.
§ 1º. É vedada a participação de professores, funcionários e estagiários da FGV e
Ministério do Turismo e Embratur.
§ 2º. Fica limitada a inscrição de 1 (um) trabalho ou uma reportagem por participante. Não poderão participar trabalhos e matérias já inscritos em edições anteriores.
Art. 4º Cada candidato poderá concorrer em apenas uma categoria e apresentar apenas
01 (um) trabalho, de acordo com a sua inscrição. As monografias deverão ter foco que se fundamente na criação, produção e desenvolvimento de estratégias e ações para o
crescimento do turismo no Brasil. De forma geral, serão considerados os seguintes tipos de aplicações:

Monografias
a. Aplicações com foco para Gestão Pública do Turismo;
b. Aplicações com foco para Gestão Privada do Turismo.

Textos jornalísticos
a. Textos jornalísticos (reportagem, artigo ou matéria) que se refiram ao turismo do
ponto de vista econômico, que tenham sido editados em publicações impressas, como jornais ou revistas.

Não serão considerados materiais publicados em sites eletrônicos.

Com isso, espera-se que os trabalhos apresentados, venham contribuir para construir e
disseminar a base teórica para o desenvolvimento do turismo no Brasil.

neath@fgv.br | www.ebape.fgv.br/pp/neath

terça-feira, 25 de março de 2008

Feira do Estudante - Expo CIEE 2008




EIGTUR 2008 - I Encontro Inter. Gestão em Turismo



Prezados estudantes e bacharéis em Turismo,

A ABBTUR SP tem o prazer de informar que apóia o EIGTUR 2008 - I Encontro Inter. Gestão em Turismo: o público e o privado, que será realizado em Ouro Preto (Patrimônio Mundial), de 25 a 29 de março de 2008.

É um evento acadêmico, sem fins lucrativos, organizado por cientistas do Núcleo de Pesquisas e Estudos Avançados em Turismo – NUPETUR. Associados ABBTUR têm descontos na inscrição do evento (veja abaixo).

O evento terá palestras, mesas redondas e apresentação oral de artigos científicos (www.eigtur2008.com) e contaremos, também, com a presença de revisores e coordenadores de 18 áreas temáticas de todo o mundo.

Destacamos que este evento receberá palestrantes de renome internacional (todos com presença já confirmada), como por exemplo:

Prof. Andy Nazarechuk – University of Nevada at Las Vegas – Campus Cingapura com “Novas Visões do Turismo Integrado”

Prof. Brent Ritchie – University of Cornell at Calgary com “Uma Destinação Competitiva”

Prof. Luiz Moutinho – University of Glasgow com “Futurecast e a Investigação Científica no Turismo”

Prof. Larry Dwyer – University of New South Wales, Austrália com “Tendências que Influenciarão o Turismo até 2020”

Prof. Bob Harris – University of Technology de Sidney com “A Influência dos Grandes Eventos Esportivos em Larga Escala para o Desenvolvimento Sustentável”

Prof. Carlos Costa – Universidade de Aveiro e University of Surrey (UK) – com “Novos modelos e novas abordagens para o setor do turismo do futuro”

Prof. Lionello Punzo – Universidade de Siena, com “Reconstruindo a Economia do Turismo a partir das teorias do crescimento”

Prof. Kaye Chon – Universidade Politécnica de Hong Kong com “ Proporcionando qualidade de serviço para o setor de convenções e eventos”

Prof. Bruno Sarrasin – Universidade de Quebec com “Turismo e Desenvolvimento: assuntos políticos”

Prof. Alessandro Simonicca – Universidade de Roma “La Sapienza” com “Visões Antropológicas do Turismo”

Jerome Agrusa – Hawaii Pacific University com “Impacto dos eventos esportivos na economia local”

Dr. Álvaro Matias – Universidade Lusíada de Lisboa com “Mercados Turísticos”

Jorge Guerrero-Lozano – Universidade de Quebec em Montreal, com “Lugares patrimoniais e destinos turísticos”

Magda Antoniolli – Bocconi University (Itália) com “Inovação e Qualidade do Produto Turístico”

A ABBTUR São Paulo reconhece o I EIGTUR como um dos mais importantes eventos acadêmicos do Turismo, direcionado a todos aqueles que se preocupam com o futuro desta atividade e que buscam alternativas para o desenvolvimento profissional na área, discutindo as tendências que serão apresentadas pelos pesquisadores.

Neste sentido, os associados da entidade poderão se inscrever no evento com significativos descontos, conforme tabela abaixo:



Valor Anunciado p/ Associado ABBTUR Até 22/02 Até 10/03
Professores 600,00 350,00 450,00
Profissionais 750,00 450,00 550,00
Estudantes 450,00 250,00 300,00
Acompanhantes 150,00 100,00 120,00

As instruções para filiação ou renovação junto à ABBTUR São Paulo estão disponíveis no site www.abbtursp.com.br.

Informações sobre o evento em www.eigtur2008.com

Atenciosamente,

Prof. Mariana Aldrigui
Presidente / ABBTUR SP
abbtursp@abbtursp.com.br

Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil - 25 a 29 de março de 2008
Av. Amazonas 491, sala 105 – Edifício Dantes – Centro
Belo Horizonte – Minas Gerais – CEP 30.180-907 Telefone (31) 3271-8520

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

A imigração portuguesa no Brasil

Responsáveis pelo descobrimento da "nova terra", os portugueses vieram para o Brasil desde os primeiros tempos da colonização.

Mesclando-se aqui às populações indígenas e, depois, aos escravos africanos, vieram a constituir o cerne desta cultura mestiça que entendemos como brasileira.




Imigração em massa em São Paulo.


Com o fim do tráfico em 1850, houve uma carência de mão-de-obra no Brasil, e ao mesmo tempo ocorreu a expansão das plantações de café no Estado de São Paulo, necessitadas de trabalhadores. O governo brasileiro começou um processo de substituição da mão-de-obra escrava pelo trabalho assalariado de imigrantes europeus.

A partir da metade do século XIX começou a grande imigração portuguesa no Brasil. No começo, os portugueses foram trabalhar nas fazendas de café, mas logo, os patrícios de Portugal, se instalaram nos centros urbanos, ao contrário dos imigrantes alemães, italianos e espanhóis que estavam sendo mandados para trabalharem na agricultura. Os lusitanos passaram a rumar para dois destinos preferenciais: as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.

Uma expressiva parcela dessa população era oriunda de regiões interioranas do norte de Portugal, notadamente entre Beira Alta e Alto Trás-os-Montes e eram, em sua maioria, extremamente pobres, vindos em família, com grande número de mulheres e crianças. Ao chegarem no Brasil, procuravam parentes ou se instalavam em pequenos cortiços. A maior parte desses imigrantes se dedicaram ao comércio: pequenas vendas e padarias, chegando ao ponto de dominarem essas duas atividades em várias regiões do Brasil.



Alguns portugueses tornaram-se operários nas nascentes indústrias brasileiras.
Muitos dos que chegavam em São Paulo trabalhavam como carroceiros, taberneiros, jornaleiros, vendedores ambulantes, sapateiros, padeiros, confeiteiros, leiteiros, vendedores em armazéns e lojas de comércio, como caixeiros viajantes, condutores de bonde elétrico e como ferroviários. Eles foram uma importante mão-de-obra na implantação da malha ferroviária do estado de São Paulo, tanto nos serviços de infraestrutura quanto na manutenção e no funcionamento das ferrovias. A colônia portuguesa, no começo do século XX contribuiu como o segundo grupo estrangeiro da força de trabalho da São Paulo superado só pelos italianos.

Os portugueses também se concentraram em Santos, Piracicaba, São José do Rio Preto, Araraquara, Jaboticabal, Mogi-Guaçu, Campinas, Santa Bárbara do Oeste, Amparo e Bauru.

A partir de 1995 aumentaram os investimentos portugueses no Brasil (nos anos de 1999 e 2000, Portugal foi o terceiro maior investidor estrangeiro no país), sendo que cerca da metade desse investimento tem São Paulo como destino. Essa situação atraiu empresários e profissionais portugueses.

Hoje existem em São Paulo aproximadamente 600 mil portugueses atuando nas mais variadas atividades profissionais e 60 associações portuguesas e luso-brasileiras. Segundo a professora Sônia Maria de Freitas, autora do livro Presença Portuguesa em São Paulo, afirma que a capital paulista é segunda maior cidade portuguesa do mundo, superada apenas por Lisboa.

Hoje em dia, e cada vez mais, se nota um aumento significativo de portugueses que compram propriedades no Brasil, sobretudo no Nordeste. Estes portugueses dedicam-se, sobretudo ao turismo. Este é um fenômeno extremamente recente.

Bairros portugueses em São Paulo

Desde o final do século XIX era significativa a presença de portugueses em bairros antigos da cidade de São Paulo: Bom Retiro, Belenzinho, Mooca, Bexiga e Brás.

No início do século XX, portugueses já habitavam bairros como Tatuapé, Casa Verde, Pinheiros e Ponte Grande. Os dois últimos eram locais onde se extraía areia, atividade predominantemente exercida por portugueses. No Rio Pinheiros havia batelões que transportavam areia até os chamados “portos de areia”, onde era seca e peneirada e, em seguida, colocada em caçambas para ser levada às construções.


Eles foram também habitar na Vila Gumercindo e o Itaim Bibi, formando as chácaras, onde criavam vacas leiteiras e cultivavam verduras e legumes. O que produziam abastecia a vizinhança e os bairros próximos. Na distribuição do leite e das verduras utilizavam carroças puxadas por burros ou éguas. Na região do Itaim Bibi, na parte de baixo do córrego do sapateiro (hoje Avenida Juscelino Kubitschek), local de terras alagadiças, famílias de portugueses cultivavam flores, que eram transportadas em grandes cestas que levavam à cabeça ou em carroças, para abastecer os cemitérios da cidade e residências das proximidades.

Muitos bairros da cidade receberam nomes que lembram Portugal: Jardim Lisboa, Vila Lisboa, Vila Portugal, Jardim Luso, Jardim Luzitânia.

Pode-se dizer que hoje os portugueses estão espalhados pelos quatro cantos da cidade de São Paulo. Mas há bairros onde predominavam e ainda predominam. O bairro de Vila Maria é conhecido como terra dos portugueses, pois grande parte das casas ali construídas pertence aos lusitanos.

Nos bairros de Santana, Tucuruvi, Tremembé e Vila Guilherme eles também são numerosos. Os da Ilha da Madeira convergiram principalmente, na zona norte, para o Imirim e bairros próximos ao Horto Florestal e, na zona sul, para Santo Amaro. Os açorianos concentraram-se na zona leste da cidade, principalmente na Vila Carrão.

Atividades dos portugueses em São Paulo na atualidade

Os portugueses e descendentes hoje se dedicam a uma grande diversidade de atividades: arte, comércio, panificação, produtos alimentícios, indústria, prestação de serviços e diversos.

A partir dos anos 1950, os portugueses destacaram-se nos ramos de construção civil, hotelaria, restaurantes, mercearias, quitandas e açougues. Com a transformação dos pequenos mercados em supermercados e hipermercados, constituíram os grupos econômicos comerciais varejistas e rede de supermercados mais importantes do País, como o grupo Sé, o Barateiro e o Pão de Açúcar.

O português Daniel Lopes, fundador do famoso empório Casa Santa Luzia (foto) chegou ao Brasil em 1912. Começou com um pequeno armazém de secos e molhados, na Rua Augusta com a Rua Paranaguá. Em 1926, transferiu-se para a Rua Augusta com a rua Oscar Freire, dominando o maior estabelecimento de produtos importados de São Paulo.


O português Antonio Pereira Ignácio transformou-se numa das maiores empresas portuguesas, dando início ao grupo Votorantin, o maior grupo industrial do país.
O transporte público também é dominado pelos portugueses em São Paulo. A cidade que tem a maior frota do planeta, com 10 mil ônibus. O maior empresário do ramo é o português José Rua Vaz, com a participação de uma dezena de empresas que controlam quase quatro mil veículos, cerca de 40% dos ônibus da capital.

A herança cultural portuguesa

A religião e folclore do Brasil devem muito aos portugueses que aqui chegaram, tanto na época do descobrimento do país, quanto na fundação de São Paulo. A religião católica foi a primeira contribuição dos portugueses, basta lembrar as festas com motivos religiosos, como a Festa do Divino (foto à direita), Natal, Páscoa, Semana Santa, os Reisados, além das Festas Juninas (foto à esquerda), em homenagem a Santo Antônio, São João e São Pedro.

Real e Benemérita Associação Portuguesa de Beneficência
Rua Maestro Cardim, 769 - Paraíso. Tel.: 3505-1000.


O Hospital Beneficência Portuguesa é o maior complexo hospitalar privado da América Latina. Referenciado também como um hospital que realiza a maior diversidade de transplantes e atende pacientes de todo o Brasil nas especialidades de coração, córnea, fígado, medula, rim, pâncreas e pulmão. A Beneficência Portuguesa também é pioneira na implantação da área de radiocirurgia e tornou-se centro de referência na América Latina.
 
A Pediatria é uma das mais modernas e equipadas de São Paulo. O local realiza cirurgias de pequeno, médio e grande porte em recém nascidos. A Beneficência Portuguesa coloca à disposição de seus pacientes, além dos mais avançados equipamentos de diagnóstico do país, os mais completos e modernos tratamentos médicos do mundo. 

MARCOS ARQUITETÔNICOS
Vários marcos arquitetônicos da capital paulistana lembram de Portugal, seu povo, sua história e arquitetura.

CAMÕES - Praça Dom José Gaspar – Centro.

A estátua do poeta português Luiz Vaz de Camões, de autoria de José Cucé, foi inaugurada em 25 de janeiro de 1942 por iniciativa da Casa de Portugal nas comemorações dos 338 anos da cidade de São Paulo. Ela está instalada em frente a Biblioteca Municipal Mário de Andrade, que foi inaugurada na mesma data.







SANTUÁRIO NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA
Av. Dr. Arnaldo, 1.831 - Sumaré , Tel: 3862-8665 - www.fatima.com.br

Santuário Nossa Senhora do Rosário de Fátima foi a primeira igreja construída fora de Portugal dedicada à santa. Por isso mesmo, tem um significado todo especial para a colônia portuguesa residente em São Paulo. Foi inaugurado na Páscoa de 1940 e possui as mesmas características arquitetônicas das igrejas barrocas portuguesas.

A maior celebração da Paróquia acontece no dia 13 de maio, dia da aparição de Nossa Senhora do Rosário, em Fátima. Nessa data há uma grande missa e apresentações do Rancho Folclórico.


Pátio do Colégio e Estátua do Padre Manoel da Nóbrega

Os jesuítas liderados pelo padre português Manoel da Nóbrega subiram a Serra do Mar e se instalaram no Planalto de Piratininga, em 25 de Janeiro de 1554, dia da conversão de São Paulo. Nesta data foi oficializada a instalação do Colégio de São Paulo. José de Anchieta, um jovem jesuíta espanhol de 18 anos encabeçou a catequese dos índios que viviam no local.


No interior do edifício do Pátio do Colégio no Jardim Canárias se encontra uma estátua em homenagem ao jesuíta português Manoel da Nóbrega.





Marco de Granito na Estação de Luz

Durante a década de 1920 um marco em granito rosa foi oferecido pela colônia portuguesa à cidade de São Paulo e instalado no Jardim da Luz, o primeiro parque da cidade inaugurado em 1835. O parque era a principal atração da capital e elogiado pelos viajantes, o jardim foi chamado de “jóia da cidade”. O marco português ostenta duas placas com dizeres em homenagem aos portugueses e à cidade que os abrigou.

A SANTA PORTUGUESA NOSSA SENHORA DA LUZ
Mosteiro da Luz e Museu de Arte Sacra - Avenida Tiradentes em 676, Luz. Tel. 3326-3336

O Bairro da Luz surgiu por causa de uma capela que foi construída no século XVI em homenagem a uma santa portuguesa: A Nossa Senhora da Luz. Relatos da época informam que no local da antiga capela foi iniciada a construção do Mosteiro da Luz, dirigida por frei Antonio de Sant´Ana Galvão, em 1774. O primeiro santo brasileiro, Frei Galvão está enterrado no local, que hoje se constitui no principal edifício do bairro, que também é o mais importante monumento arquitetônico do período colonial da cidade.

O Museu Paulista no bairro do Ipiranga.

O Museu Paulista da Universidade de São Paulo, mais conhecido como Museu do Ipiranga ou ainda Museu da Independência, é o grande marco da Independência do Brasil. Foi lá que D. Pedro I, em 1822, perto do riacho do Ipiranga, tornou o Brasil um país soberano. A obra mais importante de seu acervo é o quadro de 1888 do artista Pedro Américo "Independência ou Morte".


O sonho do nosso Imperador português de nascimento, mas com a alma brasileira, era construir um monumento em homenagem à Independência do Brasil. O edifício do museu em estilo Renascentista foi inaugurado 1890 e alguns anos depois foram instalados os belos jardins, em estilo francês, inspirados nos do Palácio de Versalhes. Do lado oposto ao museu fica o Monumento à Independência, onde está a cripta com os túmulos de D. Pedro I, da primeira imperatriz, Dona Leopoldina, e da segunda, Dona Amélia.

Avenida e monumento Pedro Álvares Cabral - Parque do Ibirapuera.

O monumento foi projetado pelo arquiteto Agostinho Vidal da Rocha, tendo em seu corpo uma escultura em bronze em homenagem a Pedro Álvares Cabral, descobridor do Brasil. A escultura é do artista Luiz Morrone. A inauguração do monumento aconteceu no dia 10 de junho de 1988 no Parque do Ibirapuera.

ESTÁTUAS DE D.HENRIQUE E FERNANDO PESSOA
O Jardim Luzitânia, antigo Jardim Ibirapuera, foi loteado por portugueses, em 1952, tendo as suas ruas recebido nomes portugueses ou ligadas à história de Portugal: Douro, Timor, Ceuta, D. Henrique, Açores, D. Diniz, Largo Mestre Avis. Neste bairro foram colocadas estátuas de figuras históricas, como a estátua do Infante D. Henrique, localizada na confluência da Av. Sagres com a Av. Quarto Centenário. Na mesma Avenida encontra-se o busto de Fernando Pessoa, doado pela Academia Lusíada de Ciências, Letras e Artes e pelo Centro de estudos Fernando Pessoa, inaugurado em 1988.

Monumento Porta de Abril

No Largo Mestre de Avis, encontra-se o monumento Porta de Abril, inaugurado em 2001, por iniciativa do Centro Cultural 25 de Abril. Uma estrutura de aço e bronze de oito toneladas e sete metros de altura em forma de "K", lembra uma porta de forma triangular e tem três cravos na parte superior. Chama-se "Portas de Abril". A escultura destaca a ligação de São Paulo com Lisboa e a importância do 25 de Abril de 1974 para a Democracia tanto em Portugal como no Brasil.

CASA DE PORTUGAL EM SÃO PAULO
Av. Liberdade, 602 - Fone: (11) 3342-2104
Website: http://www.casadeportugalsp.com.br

Mantendo-se como o centro da luso brasilidade em São Paulo, a entidade foi fundada em 1935 com o propósito incorporar dezenas de pequenas associações de âmbito regional, então dispersas na cidade. Logo se tornou a “Casa Mãe” atuando na defesa da língua portuguesa, assim como na divulgação dos valores e das tradições herdadas dos antepassados, além da prestação de serviços em caráter assistencial.

A biblioteca da casa conta com precioso acervo consultado diariamente por dezenas de estudantes, professores e pesquisadores. No salão de festas são apresentados espetáculos de folclore, shows, jantares e festas da comunidade portuguesa. O grupo folclórico da Casa de Portugal fundado em 10 de Outubro de 1973 divulga o Folclore Português ao povo brasileiro e mantêm vivas as tradições portuguesas, como o Vira do Minho, o Fandango do Ribatejo ou o Corridinho do Algarve.


Nas dependências da Casa de Portugal encontram-se abrigadas ainda outras associações de renome como o Conselho da Comunidade Luso-Brasileira do Estado de São Paulo, a Câmara Portuguesa do Comércio e a Provedoria da Comunidade Portuguesa. No restaurante O Marquês que fica no local, a arquitetura reflete o estilo manuelino dos solares portugueses e oferece aos seus clientes o melhor da cozinha portuguesa. Tel. 3207-6512.

TEATRO SÃO PEDRO.
Rua Barra funda, 171 - Barra Funda. Tel.: 3661-6529

O Theatro São Pedro foi inaugurado em 16 de janeiro de 1917 pelo imigrante português Manoel Fernandes Lopes, com a encenação das peças "A Moreninha" e "O Escravo de Lúcifer". Construído no estilo neoclássico e leve inspiração "art-noveau", o teatro em tons salmão é revestido por cortinas de veludo vermelhas e verdes, alusão à pátria portuguesa. Desde que abriu suas portas, caracterizou-se por uma programação eclética, espetáculos de variedades, operetas, dramas, comédias teatrais e concertos. Com recursos obtidos pelas sessões de cinema, o teatro financiava a apresentação de companhias estrangeiras e mantinha em cartaz peças de Cias. nacionais encenadas por nomes consagrados, como Leopoldo Fróes, Dulcina de Moraes, Apolônia Pinto, Manuel Durões, Procópio Ferreira, entre outros. O Theatro São Pedro, hoje tombado, resgata a memória da comunidade paulista e artística referencial da cultura do começo do século XX.

Museu da Língua portuguesa
Estação da Luz, na Praça da Luz, s/nº. Tel.: 3326-0775
Terça-feira a Domingo, das 10 às 18 horas.
Informações sobre Visita Guiada, Tel. 3326-0775 (São Paulo).

O objetivo do museu é criar um espaço vivo sobre a língua portuguesa, considerada como base da cultura do Brasil. No local é possível conhecer alguns aspectos inusitados e, muitas vezes, desconhecidos de nossa língua materna. O Brasil pertence à Comunidade dos países de Língua Portuguesa CPLP - criado em 1996.


Além da interatividade e da alta tecnologia, o museu abriga um vasto conteúdo sobre linguagem, história da língua e os inúmeros idiomas que ajudaram a formar a língua portuguesa, como também as formas que ela assume no cotidiano. O museu mostra a criação da língua na literatura brasileira, entre outros assuntos, que são apresentados em diversas mídias e espaços do local.

No Auditório a cada 45 minutos é apresentado um filme mostrando a origem da linguagem e das línguas do mundo e do fenômeno específico do português do Brasil.
O Beco das Palavras abriga um jogo eletrônico interativo, que permite brincar com a criação de palavras e, ao mesmo tempo, aprender sobre a etimologia dos termos.

Associação Portuguesa de Desportos
Rua Comendador Nestor Pereira, 33 - Tel.: 3315-0400
Website: http://www.portuguesa.com.br

A Associação Portuguesa de Desportos ou Lusa, como também é conhecida por seus torcedores, é um tradicional time de futebol do Estado de São Paulo. A Associação foi fundada em 1920, pela união entre cinco clubes brasileiros de origem portuguesa (Lusíadas, Portugal Marinhense, Cinco de Outubro, Marquês de Pombal e Lusitano).

O primeiro jogo da Lusa foi realizado no dia 22 de agosto de 1920 e terminou com vitória da A.A. São Bento por 3 a 0.

A maior goleada da Portuguesa aconteceu na Bolívia em 2 de fevereiro de 1970 na cidade de Oruro, a 3.600 m de altitude contra o Ferroviário de Oruro e terminou 12 a 0 para a Portuguesa.

Foram escolhidas para o Clube, as cores verde e vermelho que remetem às cores da bandeira de Portugal. A Cruz de Avis significa a glória das Grandes Cruzadas e com ela a idade de ouro de Portugal. Destaque da Portuguesa é a tradicional festa Junina, organizada desde 1925, antes denominada de festa Joanina, porque ocorria na noite de São João. Esta festa faz parte do Calendário Oficial de Turismo do Estado de São Paulo. Há também os tradicionais festejos de Portugal como o Magusto, festa de castanhas assadas com muito vinho e dança.

GASTRONOMIA PORTUGUESA

AS PADARIAS
Nenhuma atividade comercial esteve tão ligada à imagem do português quanto a padaria. Foi ele que introduziu o pão francês, preferido pelo consumidor por ser fresco. O pãozinho podia ser feito várias vezes ao dia para atender a clientela pelo pão quente a toda hora.

Atualmente o sindicato dos padeiros, que tem como presidente um português, conta hoje com 3.300 filiados na região metropolitana excetuando o ABCD. Desses, aproximadamente 50% são portugueses, 20% descendentes de portugueses e outra parte é formada por italianos, espanhóis, japoneses, etc. A região metropolitana possui cerca de 4.700 padarias e o Estado 11 mil, que geram perto de 150 mil empregos.

Padaria Santa Tereza
Praça João Mendes, atrás da Catedral da Sé.
De origem lusitana, a padaria e confeitaria Santa Tereza é considerada uma das mais antigas do Brasil. Foi fundada em 1872. Na sobreloja tem uma decoração que lembra a São Paulo antiga em fotos e detalhes arquitetônicos.

Localizada atrás da catedral da Sé, a padaria Santa Tereza é um marco na cidade. Além de oferecer pães, também oferece a famosa a coxa-creme - de galinha empanada em massa de sabor aveludado. Até hoje é ainda parada obrigatória de estudantes e profissionais que habitam os fóruns, bancos e escritórios da região.

Mercado Municipal
Horário: de segunda a sábado, das 7h às 18h - Domingos, das 7h às 13h.
Rua da Cantareira, 306, tel. 3228-0673
www.mercadomunicipal.com.br

O Mercado Municipal Paulistano é o paraíso gastronômico da cidade. Também chamado de Mercado da rua Cantareira, ou, para os mais íntimos, Mercadão. São 12,6 mil metros quadrados de área, 364 boxes, 1,6 mil funcionários, mais de mil toneladas de alimentos por dia.

Todos os dias recebe a população de uma pequena cidade: 14 mil pessoas. Inaugurado em 25 de janeiro de 1933 com a assinatura de Ramos de Azevedo, teve a construção totalmente planejada para abrigar os comerciantes da região central da cidade, que vendiam seus produtos ao ar livre.

O local possui mais de dez metros de pé direito, sustentado por imponentes colunas, 55 vitrais em estilo gótico vindos da Alemanha, trabalhados pelo artista Conrado Sorgenicht,recentemente, no processo de revitalização do centro, construiu-se um mezanino, que acrescentou praça de alimentação e mais dois mil metros quadrados.


Uma das ofertas imperdíveis do Mercadão é o super-recheado pastel de bacalhau. A origem do famoso pastel se encontra com a vinda do português Horácio Gabriel, que comprou uma pequena lanchonete dentro do Mercadão junto com o conterrâneo Accácio.

Da junção das sílabas iniciais dos nomes dos sócios nasceu o nome do estabelecimento Hocca, que, no começo, não passava de um botequim típico, mais para atender os madrugadores funcionários do mercado.

Hoje são mais ou menos mil pastéis por dia, somando todos os sabores, e cem quilos de bacalhau, comprados no próprio mercado.
Outra delícia do Mercado é o bolinho de bacalhau crocante do boxe comandado pelo português Domingos Manuel Augusto, no Café Machado. (Rua E, boxe 9. Tel.: 3228-9569).

RESTAURANTES PORTUGUESES EM SÃO PAULO

A BRASA MARÍTIMA
O restaurante, inaugurado em 1969, possui 50 lugares e estacionamento com manobrista, fundamental para a região em que está localizado. Além de possuir área reservada para fumantes, faz entrega para quem quer o conforto. Entre os pratos mais requisitados, está o bacalhau ao forno com batata, pimentão e grão-de-bico. A casa ainda abriga no piso superior outro restaurante, o Alfama dos Marinheiros.
Rua Pamplona, 1.285 - Jardim Paulista. Tel: 3884-9203.


A CASOTA
Antes de ser um restaurante propriamente dito, o local servia apenas comida para viagem. Depois de 14 anos na Rua Horácio Lafer, o restaurante agora se encontra em um lugar mais amplo, onde é possível apreciar a especialidade da casa, o bacalhau à Brás ou a alheira com brócolis e arroz. Entre os doces, o destaque para os pastéis de nata e os de Santa Clara e o pudim à Casota.
Rua Doutor Alceu de Campos Rodrigues, 527 - Itaim Bibi. Tel: 3044-2906

ALFAMA DOS MARINHEIROS
O Alfama dos Marinheiros está instalado no piso superior da casa que também abriga o restaurante A Brasa Marítima. Bem maior que o outro, com 130 lugares, tem apresentação de música ao vivo. Os pratos mais pedidos são rojões à moda do Minho, perdiz à moda da Montanha e tripas à moda do Porto. Rua Pamplona, 1.285 - Jardim Paulista. Tel: 3884-9203

ANTIQUARIUS
O restaurante tem sua origem na região portuguesa do Alentejo. Aqui no Brasil, o primeiro restaurante foi inaugurado no Rio de Janeiro, enquanto a filial paulistana abriu no ano de 1990. No local, são exibidas peças decorativas nos séculos XVII e XVIII. Entre as especialidades estão os biscoitinhos de queijo, cataplana de peixes e frutos do mar, perna de cordeiro e bacalhau à moda antiga. Os doces mais pedidos são o toucinho do céu e a salada de laranja.
Alameda Lorena, 1884 - Jardim Paulista. Tel: 3082-3015

BACALHAU, VINHO E CIA.
Apesar de possuir um enorme salão, com capacidade para 210 pessoas, o local aceita reservas. Aqui, a especialidade é o bacalhau. Os recomendados são o bacalhau à moda da casa (grelhado com batatas coradas, brócolis, pimentão e azeitonas portuguesas, coberto com alho torrado) e o bacalhau à portuguesa (postas cozidas com batatas, brócolis, cebolas e pimentão. O tempero vem à parte, composto de azeite e alho). Para encerrar, há uma grande variedade de doces portugueses, como o pastel de santa clara e os ovos à moda de Aveiros (creme base para a produção da maioria dos doces, só que servido puro).
Rua Barra Funda, 1.067 - Barra Funda. Tel: 3661-2375

CASA PORTUGUESA
Com apenas 15 lugares, funciona como rotisseria, loja de faianças, objetos e produtos portugueses. Só servem almoço, possui horário reduzido e não abre aos domingos. A atração do local são as alheiras e o bacalhau à moda da casa (postas fritas no azeite com batatas e brócolis).
Rua Cunha Gago, 656 - Pinheiros. Tel: 3819-1987

DOM FRANCISCO
O lugar tem como prato principal o bacalhau, preparado de 15 maneiras diferentes. O destaque vai para o tradicional bacalhau na brasa, com postas assadas, batatas coradas, brócolis cozidos no vapor e cebola assada. Há também uma criação do chef Messias que é o bacalhau do Cabral, empanado em farinha de alho e gratinado com um creme também à base de alho, servido com batatas soutè. Isso sem falar nos bolinhos de bacalhau que vem à mesa sempre quentinhos.
Rua Alfredo Pujol, 217 - Santana. Tel: 6959-5422

ORA POIS!
Esse restaurante português, inaugurado no ano de 2000, oferece diversas receitas de bacalhau, ora pois! Um dos mais pedidos está o bacalhau à Brás (desfiado com cebolas e batatas fritas misturadas com ovo), mas itens como a sopa alentejana e o arroz de polvo também figuram entre as opções mais procuradas. O lugar não abre às segundas-feiras.
Rua Harmonia, 305 - Vila Madalena. Tel: 3813-7001.


O BACALHAU DO PORTO
Com esse nome é fácil imaginar qual a especialidade do lugar. O bacalhau à Margarida da praça, por exemplo, é servido em lascas, com molho de azeite, cebolas, batatas e tomates, enquanto o Funchal vem em posta grelhada, acompanhada de batatas douradas no alho e óleo, com brócolis. Há também as famosas alheiras de Mirandela e os tradicionais bolinhos de bacalhau.
Rua Vergueiro, 8.333 - Ipiranga. Tel: 6163-6502

PORTUCALE
Nesse local, que no domingo só abre para o almoço e só volta a funcionar na terça-feira, é possível jantar no sábado à noite ao som de música portuguesa ao vivo. Tem bolinhos de bacalhau, feijoada trasmontana (com feijão vermelho, couve, pedaços de carne de porco, lingüiça, arroz e laranja), chanfana à moda da Beira (carneiro assado no vinho, em panela de barro, acompanhado de batatas assadas com a casca), o frango na púcara (preparado no forno a lenha), além vários tipos de bacalhau.
Rua Nova Cidade, 418 - Vila Olímpia. Tel: 3848-0930.

PRESIDENTE
Nessa casa, inaugurada em 1962, só se serve bacalhau. É possível escolher entre seis opções, com apenas uma variação: o tamanho da porção (individual, média e gigante). Entre as sugestões, bacalhau à espanhola, à portuguesa e grelhado, frito em alho e óleo, acompanhado de brócolis ou batatas coradas.
Rua Visconde de Parnaíba, 2.438 - Brás. Tel: 292-8683.


REI DO BACALHAU
Como o nome já diz, nesse lugar é possível degustar o bacalhau preparado de variadas formas, em porção para dois. Possui o mesmo jeito simples dos tradicionais restaurantes de Lisboa e mantém também o estilo na apresentação dos pratos. O destaque fica para o bacalhau à portuguesa, onde a posta é cozida com batatas, cebolas, brócolis, ovos, pimentão e alho.
Rua Doutor Bianchi Bertoldi, 36 - Pinheiros. Tel: 3814-7653.

TABERNA CAIS DO PORTO
Nessa taberna, com 70 lugares, a especialidade da casa é o bacalhau, apesar das opções com perdiz, coelho e frutos do mar. O bacalhau à portuguesa (postas cozidas com batata, brócolis, cebola, grão-de-bico, ovo e azeitonas) e o bacalhau à moda do cais (cortado em quadrados, com batatas picadas e molho de alho para cobrir) são os mais pedidos, juntamente com o arroz malandro (feito com bacalhau, grão-de-bico e brócolis ), invenção da dona, nascida em Trás-os-Montes. Fecha às segundas-feiras.
Rua Comendador Nestor Pereira, 33 (Associação Portuguesa de Desportos) - Canindé. Tel: 228-2627.

ASSOCIAÇÕES CULTURAIS PORTUGUESAS

CONSULADO GERAL DE PORTUGAL EM SÃO PAULO
Rua Canadá, 324. Tel.: 3084-1800
Website: http://www.consuladoportugalsp.org.br

INSTITUTO CAMÕES
Rua Canadá, 324. Tel.:3207-5761 e Fax 3208-3346.
Website: http://www.institutocamoes.org.br

AEP - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL
Avenida Angélica, 2466 Conjunto 151/153 - Higienópolis. Tel.: 231-0190
Website: http://www.aeportugal.pt

ACADEMIA LUSÍADA DE CIÊNCIA LETRAS E ARTES
Rua Turiassú, 59 (Clube Português de São Paulo). Tel.: 3663-5953.

AROUCA SÃO PAULO CLUBE
Rua Vila de Arouca, 306-A, Tucuruvi. Tel.: 6455-1000 e Fax: 6455-1988
Website: http://www.aroucaclube.com.br

ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO MEMORIAL DO IMIGRANTE
Rua Visconde de Parnaíba, 1316 Moóca. Tel.: 6692-9218
Website: http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br

ASSOCIAÇÃO DA CASA DE MACAU
Rua Mário Martins de Almeida, 234.
Website: http://www.casademacau.com.br/

ASSOCIAÇÃO DOS POVEIROS DE SÃO PAULO
Rua Doutor Afonso Vergueiro, 1104. Tel.: 6967-6766
E-mail: poveirossp@itelefonica.com.br 

CASA CULTURAL IMPÉRIO DO MINHO DE SP
Rua Jaguaretê, 414 - Casa Verde. Tel.: 8155-8187
E-mail: rfminho@globo.com

CASA DOS AÇORES DE SÃO PAULO
Rua Dentista Barreto,1282. Tel: 296-4890 e Fax: 6942-0487
Website: http://www.casadosacores.com

ROTEIRO DOS MARCOS PORTUGUESES EM SÃO PAULO -(SEM ALMOÇO)

1- Pátio do Colégio e estátua do padre jesuíta e português Manoel da Nóbrega. (parada)
2- Padaria Santa Tereza, na Praça João Mendes, atrás da Igreja da Sé.
3- Casa de Portugal, na Avenida Liberdade. (parada)
4- Estátua de Camões, em frente à biblioteca Mário de Andrade.
5- Marco de granito em homenagem aos portugueses no Jardim da Luz. (parada)
6- Museu da Língua Portuguesa. (Estação da Luz)
7- Mosteiro da Luz. (Avenida Tiradentes)

ROTEIRO DOS PORTUGUESES EM SÃO PAULO - (COM ALMOÇO)

1- Pátio do Colégio e estátua do padre jesuíta e português Manoel da Nóbrega. (parada)
2- Casa de Portugal, na Avenida Liberdade.
3- Museu Paulista, Monumento à Independência -cripta de D. Pedro I, D. Leopoldina e D. Maria Amélia. (parada)
4- Almoço no Mercado Municipal (barraca da Hocca, pasteis de bacalhau)
5- Marco de granito em homenagem aos portugueses no Jardim da Luz. (parada)
6- Museu da Língua Portuguesa. (Estação da Luz)
7- Estátua da Pedro Álvares Cabral no Ibirapuera. (parada).

Link abaixo arquivos de imagens dos castelos e cenários europeus de onde originaram os imigrantes:
http://www.4shared.com/document/RQzSC35W/Castelos.html
http://www.4shared.com/document/Y-vfOhWZ/Cenrios.html

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