quinta-feira, 26 de maio de 2011

Islândia - vulcão KATLA

República da Islândia é um país insular localizado no noroeste da Europa (apesar de geograficamente situar-se na dorsal meso-atlântica), entre o resto do continente e a Groenlândia.

A Islândia está localizada no norte do Oceano Atlântico, um pouco ao sul do Círculo Ártico, que passa pela pequena ilha de Grímsey na costa norte islandesa. Diferentemente da Gronelândia, a Islândia é considerada parte da Europa e não da América do Norte, embora geologicamente a ilha pertença à ambos os continentes. Devido à semelhanças culturais, econômicas e lingüísticas, a Islândia é muitas vezes incluída na Escandinávia.

A Islândia é 18ª maior ilha do mundo em tamanho, e a segunda maior ilha da Europa, atrás somente da Grã-Bretanha. O país tem 103.000 km² de área, do qual lagos e glaciares cobrem 14.3% e somente 23% é coberto por vegetação. Os maiores lagos são a reserva Þórisvatn: 83-88 km² e o Þingvallavatn: 82 km²; outros lagos importantes incluem o Lögurinn e o Mývatn. O Öskjuvatn é o lago mais profundo com 220 m.

A costa islandesa é repleta de fiordes, e é também na costa que a grande maioria das cidades estão localizadas, porque no interior da ilha além de muito frio, a combinação entre areia e montanhas o torna inabitável.

Geologicamente, a ilha da Islândia é bastante nova. A Islândia está localizada em um ponto quente geológico causado pela pluma mantélica, e também na dorsal meso-atlântica, que passa exatamente sob o solo da ilha. Esta combinação significa que geológicamente a ilha é extremamente ativa, tendo assim muitos vulcões, entre eles o Hekla, o Eldgjá e o Eldfell.

Existem muitos géiseres na Islândia, incluíndo o Geysir, no qual o nome da palavra é derivado. Devido a grande quantidade de força geotérmica e diversos rios e cachoeiras pelo país provedores de hidroeletricidade, a maioria dos residentes têm acesso à água quente por um preço bem baixo. A ilha é composta principalmente por basalto, Dióxido de silício de lava associado com o efusivo vulcanismo como o do Havaí. Porém, a Islândia possui diferentes tipos de vulcões, que produzem riólito e andesito.

Aproximadamente três quartos da ilha não possui vegetação; a maior parte da vegetação é de grama, que regularmente é utilizada na criação de animais domésticos. A única árvore nativa é a Betula pubescens, que originalmente se encontrava em florestas que cobriam boa parte do sul da Islândia. A presença humana alterou seriamente o frágil ecossistema da ilha. As florestas foram intensamente afetadas por incêndios e madeireiras. O desmatamento causou o crescimento da erosão do solo, impedindo o crescimento de novas árvores. Atualmente, apenas alguns arbustos se mantem em reservas isoladas. O replantio das florestas de fato aumentou o número de árvores mas não chega a se comparar com o de outrora. Entre as espécies replantas, muitas são estrangeiras.

Os animais da Islândia são a ovelha islandesa, o gado islandês, e o cavalo islandês. A economia da Islândia é de tipo capitalista, semelhante às de outros países nórdicos, com presença de um estado do bem-estar social. As taxas de desemprego são baixas, e a distribuição de rendimentos é bastante ampla.

A Islândia usufrui da força geotérmica como recurso energético para todas as atividades, devido sua localização, em um território cheio de vulcões. Algumas crenças tradicionais se mantêm até hoje; por exemplo, alguns islandeses acreditam em elfos. A Islândia possui o maior IDH do mundo e foi recentemente classificada como o quarto país mais feliz do mundo. A Islândia é bem liberal em termos de lesbianismo, bissexualismo e transgêneros (GLBT). Em 1996, o parlamento passou uma lei criando a união registrada de casais de mesmo sexo, cobrindo quase todos os direitos e benefícios do casamento. Em 2006, por unanimidade, uma nova lei assegurou os mesmos direitos de adoção e inseminação assistida de casais de sexos diferentes para casais de mesmo sexo.

A música islandesa se relaciona com a música nórdica, e inclui muitas tradições folclóricas populares. Entre os mais famosos estão o grupo de música medieval Voces Thules, o grupo de rock alternativo The Sugarcubes, as cantoras Björk e Emiliana Torrini; e o grupo Sigur Rós. O hino nacional da Islândia é o "Lofsöngur", escrito por Matthías Jochumsson, com música de Sveinbjörn Sveinbjörnsson.

Presidente da Islândia alerta as autoridades para o vulcão Katla, que tem um potencial devastador maior do que Eyjafjallajökull. E que pode causar caos a nível planetário assim que entrar em erupção. Olafur Grímsson teme consequências catastróficas. "Katla é 3 vezes mais que Eyjafjallajökull e geralmente estoura uma vez em um século”. "Em nosso país, já estabelecemos planos de emergência, portanto, penso que é tempo dos governos europeus e as autoridades da aviação fazerem os seus planos contra um desastre”.

A última erupção de Katla ocorreu em 1918. Katla situa-se a leste do vulcão Eyjafjallajökull, cuja erupção provocou uma nuvem de cinzas que desestabilizou o tráfego aéreo por vários dias. Acrescentando que antes da erupção do Eyjafjallajökull geralmente ocorre movimentos subseqüentes no vulcão Katla, Grímsson disse: Uma erupção do Katla seria 10 vezes mais forte e lançaria nuvens de cinzas maiores e mais altas. Os dois vulcões, distantes apenas 20 quilômetros um do outro, estariam interligados por uma rede de magma. O vulcão Katla é subglacial e tem uma reputação como um dos vulcões mais perigosos da Islândia, senão do planeta. Seu pico atinge 1.493 m de altura e extensão da geleira Mýrdalsjökull. A probabilidade do vulcão Katla entrar em atividade é de 75% no prazo de 6 meses a 1 ano. Essa erupção levaria ao degelo quase instantâneo do glaciar por cima do Katla que provocaria a formação de uma onda gigante de 30 metros de altura. Katla tem dado sinais de descontentamento desde 1999 e os geólogos temem que ele esteja pronto para despertar. Nos últimos 1000 anos, as três erupções conhecidas como a do Eyjafjallajökull provocaram erupções subsequentes no Katla. Antigamente, as pessoas acreditavam que o inferno era localizado sob os vulcões. A erupção mais recente da cratera Víti, (Viti quer dizer inferno) perto de Krafla, ocorreu em 1976. Quando Viti entrou em erupção muitas fissuras se abriram e muitos rios de lava podiam ser vistos até no sul da Islândia.

Estamos no fim do mundo? Não existe “fim do mundo”, mas o fim de uma Era!

Vamos recapitular o que aprendemos até agora... eu gosto de recapitular... Os antigos que dominavam os pensamentos de suas épocas como os egípcios, maias, hopis e nativos americanos e de outras culturas, sabiam da ocorrência regular de cataclismos gerando grandes mudanças no nosso universo. E um deles é associado a um fenômeno relacionado à precessão do equinócio, um ciclo natural de 25.920 anos de tempo que causa oscilação lenta do planeta Terra. O que é perfeitamente explicado por nossos cientistas contemporâneos. A “profecia” que mais chama atenção hoje em dia refere se a antiga cultura Maia e é a que tanto nós ouvimos falar. Nossos arqueólogos ainda estão desvendando os mistérios dessa civilização de mais 2 mil anos a.C que teve grande parte de seu conhecimento destruído durante a conquista e colonização pelos espanhóis. Vamos falar sobre essa profecia que está em voga na mídia e que trata precisamente do período correspondente há os últimos 20 anos entre 1992 e 2012 (último Katun) do nosso calendário gregoriano. O calendário Maia é muito preciso e baseado no movimento dos corpos celestes, como é observado pelos estudiosos da Astronomia. E é bem diferente do nosso calendário. Tem por base períodos de 100 anos, endossados no comportamento do planeta Vênus que atinge o ponto mais próximo do Sol por duas vezes, separadas por um espaço de 11 anos. Em 2012 Vênus vai atingir um desses pontos e o próximo trânsito será em torno de junho de 2012. As notícias que nos chegam no mundo da Web, filmes e alguns livros recém lançados, é que estamos vivendo o “fim dos dias”. Mas será que são apenas boatos aparentemente infundáveis de povos ignorantes? Uma ficção?

Um fato é certo: os cientistas estão desconsertados com o comportamento do nosso Sol. No dia 20 de janeiro de 2005, uma surpreendente tempestade solar alcançou a Terra com sua máxima radiação 15 minutos após as explosões. Os cientistas do mundo todo ficaram chocados porque normalmente um fenômeno desses levaria 2 horas para impactar a Terra. Segundo Richard Mewaldt, do Institute of Technology da Califórnia, foi a mais violenta e mais misteriosa dos últimos 50 anos que se tem notícias. Os astrônomos ficaram perplexos. O professor Lin – principal pesquisador do satélite Reuven Ramaty High Energy Solar Spectroscopic Imager (RHESSI) – expressou sua conclusão com uma frase muito simples: "Isso significa que realmente não sabemos como o Sol funciona".

Será que os Maias sabiam de algo que nossa ciência atual ignora ou ela não nos conta a verdade? Será realmente que nossos cientistas não sabem como o Sol funciona?

Para entender um pouco de “profecia” seja ela dos Maias ou de outros povos, é necessário observar como eles entendiam o tempo e o espaço e os ciclos naturais do universo. O conhecimento destes ciclos seria fundamental para que os astrônomos dos povos antigos soubessem exatamente onde eles estavam (parte do movimento), dentro de um determinado ciclo, pois a sua sobrevivência dependia disso!

Mas nós os “espertos” da era tecnológica só nos preocupamos com ciclos do sol para agendarmos um churrasco em dia que faça um belo dia! Santa ignorância...

Os Maias sabiam que o tempo se comporta de maneira cíclica e não linear (nós vivemos linearmente), o que já denota uma ignorância total por parte da mídia em relação aos textos Maias alardeando “Fim dos tempos” como “Fim do mundo”. Os textos dão explicação de começo de um ciclo e fim de um ciclo – nunca um fim de um mundo, o que é bem diferente. Os Maias há 2 mil anos atrás, sabiam que a Terra girava ao redor do sol (coisa que só ficamos sabendo em 1543 através de Copérnico) e que também todo o sistema solar se movia em um movimento periódico em torno da galáxia e que esse movimento do nosso sistema solar em torno da galáxia tratava-se de uma elipse, e que seu ciclo completo teria duração de 25.625 anos divididos em 5 estações de 5. 125 anos nossos. Pelo fato do movimento ser em elipse, isso faz com que o nosso sistema solar de tempos em tempos se aproxime ou se afaste do centro da galáxia, que possui uma grande fonte de luz e energia. Nosso sol está localizado cerca de 27 mil anos-luz desse centro da Galáxia.

E a cada passagem de estado – de 5.125 anos em 5.125 anos - o Sol recebe uma intensa energia oriunda do centro galáctico. Uma espécie de Sol central da Galáxia. O movimento de rotação da Terra ao redor do sol é divido em 4 estações (aprendemos isso no primário) – que são: primavera, verão, outono, inverno. Se imaginarmos que cada estação do ano tem influência na vida terrestre e que recebemos uma intensidade correspondente de energia do sol a cada estação, não é difícil imaginar que essa energia galáctica também afeta de maneira grandiosa a nossa vidinha por aqui, e os Maias sabiam disso!

Um movimento de rotação do sistema solar em relação ao centro da galáxia compreende os seguintes estados:
1. Manhã da Galáxia, - 5.125 anos
2. Meio dia da Galáxia, - 5.125 anos
3. Tarde da Galáxia, - 5.125 anos
4. Entardecer da Galáxia/Noite da galáxia e – 5.125 anos
5. Profunda noite da Galáxia. – 5.125 anos

Onde entra a profecia nisso?
Eles dataram gentilmente (os Maias foram muitos gentis em se incomodar com isso, não? Não precisava...) para nós o início do ciclo Galáctico em 10 de agosto de 3113 a.C. parafecharmos a conta e entendermos onde estamos nesse ciclo HOJE!

Já sabemos que um Ciclo Galáctico é de 25.625 anos e está dividido em 5 ciclos de 5.125 anos, mas vamos entender como ele influencia em nossas vidas.

O 1o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo da MANHÃ/DIA GALACTICO, quando o sistema solaracaba de sair da escuridão para entrar na luz. É um período de gestação, de conformação. Sair da luz significa nos afastar da influencia direta de exposição do centro da galáxia, do sol central. O movimento é elíptico, lembra?

O 2o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo do MEDIO DIA DA GALÁXIA; quando o percurso chega nessa metade, estamos perto do centro da galáxia onde o Sol central é muito forte, a luz é muito intensa, determinando a sua maior expressão refletida no nosso sistema solar. É uma etapa de desenvolvimento que culmina com sua maior expressão.

O 3o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo da TARDE DA GALÁXIA; começamos a nos distanciar da luz novamente.

O 4o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo do ENTARDECER / NOITE DA GALÁXIA; o entardecer se converte em noite, onde se realiza uma tomada de consciência de todo o fato.

O 5o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo da PROFUNDA NOITE DA GALÁXIA, que volta a dar inicio a outros 5 ciclos de 5.125 anos, e assim eternamente...

Se você não conhece a essência da profecia Maia e só “ouviu falar”, aqui vai um pouco do que pesquisei. Está reduzido, muito simplificado, para objetivar apenas o entendimento da tão falada data de 2012. Os Maias nos contam que a sua civilização era a 5º iluminada pelo Sol, o quinto grande ciclo solar e se você prestou atenção ao que descrevi acima, o ciclo de escuridão vai terminar dando início novamente ao Dia Galáctico, ou seja, vamos entrar na luz novamente!

Descrevem também que outras 4 civilizações anteriores foram destruídas por grandes desastres naturais na passagem de cada ciclo. Eles entendiam que cada civilização sobre a face desse planeta é só um degrau na ascensão da consciência coletiva da humanidade. Os Maias “previram” que a única maneira de tentar salvar a próxima civilização ignorante desses fatos e amenizar seus problemas futuros, seria deixando informações, pistas e tudo mais que pudessem avisá-los a se prevenir para o que está por vir!

Segundo relato dos textos Maia, no último cataclismo, a civilização foi destruída por uma grande inundação (Arca de Noé te remete a alguma coisa?) que deixou uns poucos sobreviventes dos quais eles (os Maias) foram seus descendentes.

2.160 anos é o tempo que o nosso Sol leva para nascer, transitar, se direcionar a uma constelação diferente. E a cada 2.160 anos nasce uma nova ERA PRECESSIONAL. Como exemplo as Eras (aproximadas) de conhecimento do homem deixadas pelos Maias são:
Era de Leão 11.015 até 8.855 aC
Era de Câncer 8.855 até 6.695 aC.
Era de Gêmeos 6.695 até 4.535 aC.
Era de Touro 4.535 até 2.375 a.C
Era de Áries 2.375 até 500 dC.
Era de Peixes 500 a 2.600 dC.
Há uma discordância entre especialistas no assunto quanto à entrada da Era de Aquários. Em 1929, a União Astronômica Internacional definiu as bordas das 88 constelações oficiais. A linha divisória estabelecida entre Peixes e Aquário localiza o início da Era de Aquárioaproximadamente por volta do ano 2600 d.C., portanto, segundo peritos no assunto, ainda estamos na Era de Peixes e por isso a religião católica esperar a vinda de Jesus que é ligado ao símbolo de peixes.

Concluindo, 25.920 anos é um período em que a Terra leva para passar pela influência das 12 constelações do zodíaco para regressar proximamente a seu ponto de partida – o ponto zero.

As constelações zodiacais são formações estelares conhecidas com os mesmos nomes dos signos, (não confunda constelações com mapa astrológico, por favor!) embora corram completamente fora do alinhamento formado pelos 12 signos do Zodíaco. O termo Zodíaco vem do grego “zoo” que quer dizer animal e “diakós” significa círculo, portanto teremos - círculo dos animais. Perceba que em sua maioria as constelações possuem nomes de animais, As seis constelações com nome de animais são ÁRIES, TOURO, CÂNCER, LEÃO, ESCORPIÃO E PEIXES... As demais constelações, GÊMEOS e VIRGEM, são humanas. LIBRA – a Balança é o único realmente inanimado.

Segundo os Maias a causa física desse colapso total do planeta Terra a cada ciclo de 5.125 anos deve se ao comportamento estranho do nosso astro rei – o Sol. Ele receberia um raio oriundo do centro da galáxia e emitiria uma imensa "chama radioativa" que transmitiria a radiação a Terra e conseqüentemente a todo o sistema solar. Isso indica que a cada ciclo de 5.125 anos finaliza o prazo de um pensamento, de uma consciência, de um comportamento da humanidade em relação a sua evolução. E esse “fim de prazo” é determinado por uma mudança radical na estrutura física dos planetas do sistema solar.

Seguindo os textos Maia, que nos dão relatos das primeiras civilizações dos homens, a Era de Gêmeos foi uma época relatada como tendo sofrido mudanças na superfície do planeta em tempos remotos por Jaguares (Primeiro Sol). A civilização seguinte sofreu mudanças pelo Vento (Segundo Sol). Uma terceira por erupções vulcânicas ou Fogo (Terceiro Sol). A quarta passou por um dilúvio (Quarto Sol).

Fazendo uma comparação de nosso calendário gregoriano com o calendário Maia, o dia 11ago3113 a.C. foi apontado como o nascimento do "Quinto Sol" por nossos especialistas, o que resultaria respectivamente a Era atual de Peixes e que terminaria comparativamente no sábado 23dez2012 – justamente 5.125 anos depois de se iniciar a era do "Quinto Sol".

OBS: Não adianta fazer as contas porque não vai fechar com o nosso calendário, pois nossos dias são determinados pelo nascimento de um personagem chamado Jesus e o calendário deles pelos movimentos dos astros no universo, mas acredite, o calendário deles foi traduzido para a data acima - 23/12/2012.

Para as mudanças no QUINTO SOL é esperado terremotos, movimentos e uma mexida bem grande que vai sacudir o planeta todo... Analogamente falando? Seria a atitude de um cão após ter tomado um banho (deu pra entender?)

Entendendo agora como funciona o ciclo de tempo dos Maias é possível entender o que há de “profético” nisso tudo.

A 1º profecia (das 7 profecias Maia) nos fala do último Katun do “tempo do não tempo” e das mudanças que vão ocorrer nesse curto ciclo. O tempo do não tempo compreende um pequeno ciclo dentro do ciclo maior de 5.125 anos, denominado Katun (um Katun equivale há 20 anos nossos).

O último Katun já chegou a quase dois terços da sua duração total. Ele nos permite verificar até que ponto da atualidade foi cumprido suas profecias e conseqüentemente, decidir se seus acertos merecem credibilidade. O último Katun (20 anos) denominado por eles "o tempo do não tempo" teve início (comparativamente com o nosso calendário) no ano de 1992 e vai até 2012, e foi previsto pelos Maias logo após a um eclipse do Sol que eles profetizaram para o dia 11 de julho de 1991 e que aconteceu realmente. Eles vão além, nos dizendo que após sete anos do início do último Katun (1992+7= 1999) começaria uma era de escuridão e os desastres na terra (terremotos, furações e erupções vulcânicas) aumentariam consideravelmente. Forças da natureza promoveriam uma série de mudanças aceleradas e tão grandiosas que o ser humano se veria impotente de contê-las. Profetizaram também que durante estes anos, manchas de vento solar (EMC) cada vez mais intensas apareceriam no Sol e que a humanidade entraria em um período de grande aprendizagem, de grandes mudanças, e chama atenção de que nossa própria conduta de depredação do planeta contribuiria para que gerássemos estas mudanças. Eles falam que esta época será o tempo em que a humanidade entrará no grande Salão dos Espelhos e o homem enfrentará a si mesmo, analisando o seu comportamento com os demais, com a natureza e com o planeta. É um período em que a humanidade terá que decidir mudar e eliminar o medo e a falta de respeito em todas as relações... Deixo essa pra pensarem!

Laura Botelho
Master em Neurolinguística (NLP)

2 comentários:

Adriano de Moraes disse...

óTIMO PÁGINA

Muito bem escrito.

Parabéns.

Anônimo disse...

REALMENTE SEU TEXTO É MUITO BOM. pARABÉNS POR PESQUISAR PARA NOS OS PREGUISOS... FICO FELIZ

JcSHOW

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