sexta-feira, 28 de março de 2008

Atibaia /SP (Convention Bureau e criação de Nishikigoi - Carpas)


As Ações de um “Convention Bureau”, entidades apolíticas, sem fins lucrativos, formadas e mantidas pela iniciativa privada, que reúnem representantes de todos os segmentos ligados à atividade turística, permitem a máxima realização do potencial turístico de uma cidade ou região, com benefícios para toda a cadeia produtiva e população em geral.

Atribuições
Trabalhar pelo desenvolvimento turístico, em geral;
Captar e gerar eventos de todos os tipos, aumentando o fluxo de visitantes na região;
Conceder apoio e incentivo à promoção e realização de eventos, em geral;
A difusão de idéias, dos valores culturais, das tradições e dos hábitos sociais da comunidade regional;
Colaborar com as instituições públicas e autoridades governamentais;
Gerar e manter intercâmbio técnico e cultural com entidades congêneres, públicas e privadas, nas esferas regional, nacional e internacional;
Promover atividades educacionais, cursos, treinamento e aperfeiçoamento de recursos humanos, visando a qualificação para o setor de turismo e eventos, bem como, desenvolver na população uma cultura voltada ao melhor atendimento possível aos visitantes de lazer e negócios;
Firmas convênios, intercâmbios e permutas, com instituições públicas ou privadas, visando viabilizar projetos e eventos sócios culturais, voltados ao turismo;
Promover e divulgar, o mais intensamente possível, os produtos abrangentes da região, em nível regional, nacional e internacional.

Exemplo de como o Atibaia e Região Convention & Visitors Bureau pode realizar suas ações?
Associando o maior número possível de pessoas físicas ou jurídicas ao ARC&VB, desde que identificadas com nossos objetivos e que possam agregar valor ao nosso “produto”;
Criando um banco de dados com o máximo de informações sobre todos os associados e sobre a região, que servirá de base de consulta para turistas, organizadores de eventos, empresários, moradores e investidores interessados na região;
Elaborando, organizando e produzindo os materiais que servirão de base para a divulgação do potencial turístico da região: Showcase, CD rom, Filme VHS, Site na Internet, Plano de Mídia, etc;
Participando do maior número possível de feiras e eventos de turismo com a intenção de divulgar o potencial da região e tentar a captação de eventos no curto, médio e longo prazo;
Atraindo para seus quadros as prefeituras e outras instituições públicas ou privadas dos municípios da região de Atibaia de forma que elas divulguem os programas de interesse do turismo que as mesmas disponham ou estejam planejando desenvolver;
Levantando dados que permitam a montagem de um calendário de eventos do território abrangido pelo ARC&VB;
Conscientizando as populações locais da importância do desenvolvimento do turismo e do papel fundamental do ARC&VB nesse processo.

Ações Realizadas / Eventos
Enduro a pé North - Abertura Campeonato Try On adventure Meeting - copa North
Caloi Adventure Camp - Central de Reservas
Campari Rock - Cenda de Ingressos
26ª Festa das Flores e Morangos de Atibaia - Central de informações
Congresso Brasileiro de Odontologia - setembro 2006
RADESP - Reunião Anual de Dermatologistas do Estado de São Paulo - Central de Reservas dos Associados ao Convention / Exposição e Venda de Produtos da Região
Rally Mitsubishi 2006
Participação nas feiras: AVIRPP, ABAV, AVIESP, Adventure Fair, Feira internacional de Turismo de Chicago e Feira Internacional de Turismo de Buenos Aires (FIT)
Captação de Novos Sócios
Implantação da Taxa de Turismo nos hotéis associados
Elaboração do Show Case - diretório que servirá de apoio para a divulgação do potencial turístico da Região.
Revista Entre Serras e Águas
Filiação à Federação de Conventions

O Ticket Vantagem proporciona algumas pequenas gentilezas oferecidas pelos comerciantes conveniados que se identificam com nossa missão, traduz nossa mais sincera vontade de agradar é a nossa maneira de dizer que você está entre amigos, esperamos que goste e volte muitas vezes.
São várias sugestões em gastronomia, lazer e serviços, sempre acompanhadas de uma vantagem exclusiva, que fará você explorar o que temos de melhor! Escolha o benefício oferecido e apresente o Ticket Vantagem ao chegar no estabelecimento conveniado. Aproveitar o máximo sua visita! Esperamos que faça bons negócios entre nós, mas também não esqueça de se divertir.
Afinal, seja qual for o motivo de sua visita, esteja certo de que aqui você será sempre bem-vindo!

I FOLATI - Fórum de Lazer de Atibaia apresenta oficinas, mesas, palestras e pôsteres com foco na educação para o lazer - 27/03/2008
Recreadores, monitores, animadores, pedagogos, educadores, estudantes em geral e empreendedores tem encontro marcado no 1º FOLATI – Fórum de Lazer de Atibaia, evento que acontece nos dias 04, 05 e 06 de abril de 2008 no Centro de Convenções Victor Brecheret na cidade de Atibaia (distante 65 km da capital paulista). O objetivo do evento é apresentar e discutir os mais recentes estudos e pesquisas que envolvem o entretenimento e o lazer de crianças, adolescentes, adultos e a terceira idade.
"Cuidar de alguém requer muita responsabilidade. Além de entreter, hoje, o recreador precisa ter disciplina pedagógica, noções de cidadania, de educação ambiental entre outras formações", observa o professor especialista em docência em turismo e hotelaria no ensino superior Robert Rodrigues também conhecido por Bob (no meio recreativo) e que é o coordenador geral do evento. Além de acompanhar as apresentações de especialistas, o público terá a oportunidade de participar de oficinas como: Malabares, Construção de Brinquedos, Danças Recreativas, Recreação em Hotéis, Jogos Teatrais, entre outras. Além das oficinas, mesas e palestras, e pôsteres de trabalhos científicos que estarão expostos no local, o público também poderá conhecer um pouco da cultura de Atibaia como os bonecos gigantes (figuras marcantes do "Zé Pereira"), tradicionais nos desfiles de rua que antecedem o carnaval que se apresentarão durante um coquetel cultural com o Maracatu do grupo "Baque Lua Cris" de Bragança Paulista e para finalizar o evento haverá uma prova de Enduro Cultural à Pé, prova de regularidade com passagem nos pontos turísticos culturais da cidade.
O 1º FOLATI é realizado pelo COMTUR - Conselho Municipal de Turismo da cidade de Atibaia e ARC&VB - Atibaia e Região Convention & Visitors Bureau em parceria com a Prefeitura Municipal de Atibaia e FAAT – Faculdades de Atibaia e conta com ainda com o apoio da Associação Comercial e Industrial de Atibaia, Associação Brasileira de Recreadores, Sociedade Catarinense de Lazer, AMITUR – Associação dos Municípios de Interesse Turístico, Lions Club de Atibaia, Atibaia Campo e Chalés, Viação Atibaia São Paulo, Atibaia Turismo Receptivo, Centro Paula Souza de Atibaia, Enduro à Pé e Recreare Lazer e Aventura. As pessoas interessadas em desempenhar a função de recreador de lazer terão a oportunidade de se cadastrar no evento para possíveis trabalhos na região. Para mais informações:
ARCVB - Atibaia e Região Convention & Visitors Bureau
Pça Claudino Alves, 134 - Centro - Atibaia
(11) 4402-2159 / 4418-2640 – luiza@atibaiaeregiao.com.br / vanessa@atibaiaeregiao.com.br
www.atibaiaeregiao.com.br

Realizado no Parque Edmundo Zanoni, dias 19 e 20 de maio de 2007. - ATIBAIA / SP - BRASIL.

Nishikigoi é o termo genérico que denomina as carpas com cores ou estampas e que são criadas para fins ornamentais.
Definição: Nishiki+Goi
Nishiki = brocado, êxito da vida
Goi (ou Koi) = carpa
Realmente existem Nishikigois que parecem estar vestindo roupa feita de brocado. Dizem que o Nishikigoi vence cascatas, daí seu significado de sucesso de uma pessoa. Antes da 2a.Grande Guerra era chamado de "koi florido","koi estampado" ou "koi fantasia", porém as autoridades Japonesas desaprovaram os termos como "colorido" ou "florido", inadequado para a época, surgindo então a denominação "Nishikigoi". O Nishikigoi é denominado ainda de "Jóias que nadam" ou "Peixe Nacional"do Japão. A palavra "Koi" foi utilizada há cerca de 2.500 anos na China. A história registra que 538 A.C., quando nasceu o filho mais velho do Confúcio o mesmo recebeu como presente de congratulação do Rei Shoko de Ro um peixe ao qual denominou de Koi. Porém a Terra Natal do Koi é reconhecida como sendo a Pérsia. O mesmo foi trazido para o Japão passando pela China e Coréa, há cerca de 1.000 anos. Todavia foram os japoneses quem criaram os exemplares coloridos para fins decorativos, sendo Nishikigoi uma autêntica obra de arte japonesa. O Nishikigoi surgiu pela primeira vez há cerca de 180 anos. Das carpas comuns criadas para alimentação na Província de Niigata surgiram alguns mutantes, cujo aperfeiçoamento genético originou Higoi, Asagui e Bekko. O Nishikigoi continuou sendo aperfeiçoado na Era Taisho onde foram criados os Shiro Utsuri, Abe Goi, Ki Utsuri, Taisho Sanshoku e Kohaku. Mais tarde, na Era Showa(início em 1925), surgiram o Guinrin, Ogon e Hikarimono.
Curiosidades
1.) O Koi vive em média 70 anos, existindo exemplares com mais de 200 anos. O Koi que viveu comprovadamente mais tempo no Japão foi de 226 anos! Media 77 cm de comprimento e pesava 9 kg. Era criado no tanque do Sr. Komei Koshihara - reitor da Universidade Feminina de Nagoya, abastecido pelas águas do Rio Kiso. Esta idade foi pesquisada e comprovada através de exame microscópico das escamas.
2) Existiu um exemplar com 153 cm de comprimento e 45 kg de peso.
3) Não existe chefia entre os Koi's, não existe machos rudes que maltratam as fêmeas e não se verifica o costume, como das galinhas, em que as mais antigas atormentam as recém chegadas. É um peixe pacífico com temperamento calmo que se acostuma fácil às pessoas chegando a comer o alimento da mão de seu criador.
Como criar: Alimentação
A Carpa é um peixe onívoro, ou seja, se alimenta de vegetais e carnes. Contudo, recomenda se o uso de rações próprias que podem ser facilmente encontradas no mercado. A quantidade ideal é aquela consumida em até 30 minutos, porém isso pode variar de acordo com a qualidade da água, estrutura do lago e tamanho dos peixes. Peixes maiores são mais lentos para comer. O Nishikigoi não possui estômago e, conseqüentemente, não consegue armazenar os alimentos. Portanto, para o seu rápido crescimento, o ideal é alimentá-lo várias vezes ao dia ministrando pouca ração a cada vez. O risco em se alimentar os Kois numa única vez é o de encontrar a água com baixo teor de oxigênio, e por conseqüencia, o exagerado consumo de comida faz com que o metabolismo dos peixes necessite quantidade maior de oxigênio - que não estará dissolvido em quantidade adequada na água. Isto poderá resultar na morte dos peixes. Por esta razão evite os horários muito quentes.
QUALIDADE DA ÁGUA
O Nishikigoi é um peixe muito resistente mas nem por isso vale arriscar. O PH recomendável da água está entre 7,2 e 7,4. Alguns conceitos básicos de tratamento de água ajudam muito o desenvolvimento dos peixes, mantendo a expectativa quanto à sua longevidade, são eles:
• Filtragem mecânica;
• Filtragem biológica; e
• Oxigenação.
Existe ainda a filtragem química e vegetal, contudo, níveis muito satisfatórios são obtidos apenas com o emprego dos elementos acima destacados.
A filtragem mecânica é realizada através de diversos materiais filtrantes, permitindo a contenção das sujeiras flutuantes ou contidas na água, mantendo sua transparência.
A filtragem biológica consiste em oxidar o nitrogênio e a amônia que são produzidos pela excreção do peixe, bem como pela putrefação de restos de alimentos e outras matérias orgânicas (folhas, por exemplo). Isso é feito através de bactérias e é o mais importante tipo de filtragem. Estas bactérias vivem alojadas em materiais como sacos de fios sintéticos semelhantes à ráfia (saco de cebola é um exemplo), bioball's etc. Estes elementos devem ficar ao abrigo da luz e o ideal Eque a água seja respingada por cima desta material. Quando submerso o sistema também pode ser eficiente.
DICAS:
• Existem profissionais especializados no ramo;
• Converse com algumas pessoas que construíram tanques|isso minimiza as chances de insucesso;
• Procure fazer o fundo do tanque com uma boa inclinação e sempre faça a captação de água também pelo fundo . A água de pior qualidade é mais pesada;
• Não existe uma profundidade exata para a criação de Koi's mas tanques muito rasos não permitem o acondicionamento de exemplares médios e grandes. Seria o mesmo que criar um grande peixe em um aquário. Procure fazer seu tanque com, no mínimo, 80 centímetros de profundidade. O ideal seria um tanque de 1,00 a 1,50 metro. Se alcançar profundidade maior, melhor.
Artesanato, visite os sites:
www.bambus.com.br
www.ceramicatateishi.com.br

quinta-feira, 27 de março de 2008

Castelo de Edimburgo e Dunnottar - Escócia e Castelo Dungaire - Irlanda

Edimburgo (em inglês Edinburgh em gaélico escocês Dùn Èideann) é a capital da Escócia situada na margem sul do estuário do rio Forth (Firth of Forth). É a capital escocesa desde 1492, sendo sede do parlamento escocês, restabelecido em 1999. No censo de 2001, Edimburgo contava com 448.624 habitantes.

A cidade é dominada pelo Castelo de Edimburgo construído sob uma rocha de origem vulcânica. Após a unificação do parlamento da Escócia com o da Inglaterra, Edimburgo perdeu sua importância política mas permaneceu um importante centro económico e cultural. A cidade é mundialmente conhecida pelo Festival de Edimburgo que acontece durante três semanas no mês de agosto. A cidade ainda possui uma das mais prestigiadas universidades da Europa e do mundo, a Universidade de Edimburgo, pioneira na informática e gerenciamentos.


O Castelo de Dungaire, construído no séc. XVI ergue-se numa rocha e servia de posto de vigia, situa-se na Baia de Kinvara, Co. Galway, Rep. da Irlanda.


William Wallace, Maria Rainha dos Escoceses, o Marquês de Montrose e o futuro rei Charles II, todos utilizaram o Castelo com a sua presença. A maioria famosa entanto, foi no Castelo Dunnottar que uma pequena guarnição realizou-se contra o poder do exército de Cromwell por oito meses e salvou o escocês Crown Jewels, o honrosas da Escócia, de destruição. Coroa, cetro e espada agora apresenta o orgulho do lugar em Edinburgh Castle. Um capítulo sombrio da história da Dunnottar é a do Whig's Vault. Os terríveis história da prisão em 1685 de um grupo de Covenanters que se recusou a reconhecer a supremacia do Rei em questões espirituais.

O Castelo foi a casa do Earls Marischal uma vez uma das mais poderosas famílias da terra. A última Earl foi condenado por traição, por seu turno no Jacobite subida de 1715, tendo como resultado a seu patrimônio, incluindo Dunnottar, foram apreendidas pelo governo. Os edifícios foram posteriormente muito esquecidos até 1925, quando a 1ª Viscountess Cowdray embarcou numa sistemática reparação do Castelo. O castelo foi feita oficialmente aberto aos visitantes posteriormente.

Dunnottar Castelo é uma fortaleza medieval em ruínas localizado sobre um promontório rochoso na costa nordeste da Escócia, cerca de duas milhas (3 km) ao sul de Stonehaven. Os edifícios sobreviventes são em grande parte do 15 º - séculos 16, mas o site é acreditado para ter sido uma fortaleza no início da Idade das Trevas. Dunnottar desempenhou um papel estratégico na história da Escócia desde a Idade Média até o Iluminismo, por causa da localização: ele negligenciou as rotas marítimas para o norte da Escócia, e estava situada em um terraço costeira estreita que o acesso à terra controlada para o litoral sul via Portlethen Moss para Aberdeen durante o período medieval. O site, de propriedade de interesses privados é aberto ao público, visitado anualmente por centenas de milhares de turistas. As ruínas do castelo estão distribuídos por 3 acres (1,2 ha), cercada com penhascos íngremes que a queda para o Mar do Norte a 50 metros (160 pés) abaixo. O castelo plano L é acessado através de uma estreita faixa de terra, juntando-se ao continente para um caminho íngreme que conduz até a portaria. O penhasco e formações de cabeceira, que se estendem para o norte e sul, é um santuário de pássaros notável para as aves pelágicas. Rei Charles II foi recebido em uma visita ao Earl Marischal em 1650, no entanto, em 1651 o curso de Inglês Geral Overton deu início a um cerco de Dunnottar buscando o prêmio de Regalia da Escócia, a coroa real, espada e cetro usado na coroação de Charles II em Scone Palace. A fortaleza Dunnottar foi defendida por uma pequena guarnição de cerca de 70 homens. Governador Sir George Ogilvy de Barras se rendeu ao antecessor Overton, general Morgan, no entanto, o Inglês foi negado o Regalia, contrabandeados afastado durante o cerco por Anne Lindsay, relacionada à Ogilvy pelo casamento. Em 1685, durante a rebelião de Argyll e Monmouth, 125 homens e 42 mulheres foram levados para o calabouço conhecido como o "Whigs Vault" na fortaleza Dunnotar. Muitos morreram na prisão,. Os sobreviventes foram transportados para as Índias Ocidentais. Tirei estas fotos com Fuji Finepix S1730

quarta-feira, 26 de março de 2008

Reales Alcázares de Sevilla e o Patrimônio de Ávila - Espanha

Complexo palaciano composto por vários edifícios de diferentes épocas. A fortificação original foi construída sobre um antigo assentamento romano, e mais tarde visigodo. Posteriormente passou a ser uma basílica paleocristã (São Vicente Mártir), onde foi enterrado São Isidoro.



Atualmente é utilizado como lugar de alojamento dos membros da Família Real ou de personalidades que visitam a cidade. O conjunto foi declarado Património da Humanidade pela UNESCO, no ano de 1987, integrado no sítio Catedral, Alcazar e Arquivo das Índias em Sevilha. As portas de Alcazar e de S. Vicente localizam-se na parte mais antiga, voltada a oriente, sendo a mais monumental; na sua face norte apresenta reminiscências mouriscas. A cidade foi ocupada pelos Árabes no século VIII e conquistada por D. Afonso VI em 1088.

O conjunto foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, no ano de 1987, integrado no sítio Catedral, Alcazar e Arquivo das Índias em Sevilha. Sevilha é uma cidade espanhola situada a sudoeste da Península Ibérica e a capital da província homónima, na Comunidade Autônoma da Andaluzia. Sevilha é a quarta maior cidade espanhola (703.206 habitantes) e a quarta maior área metropolitana por número de habitantes (1.493.416 na área metropolitana, de um total de 1.900.224 na província, dados de 2009).

Ávila é uma cidade muralhada e apresenta-se fortemente marcada pela história, sobretudo dos séculos XII e XV. A muralha, com 2,5 quilómetros de extensão, possui várias portas e 88 torres redondas, dispostas de 20 em 20 metros. Ávila é um município da Espanha na província de Ávila, comunidade autônoma de Castela e Leão, de área 231,9 km² com população de 53.794 habitantes (2007) e densidade populacional de 231,97 hab./km². A cidade de Ávila é banhada pelo rio Adaja. Possui um clima de tipo continental, com verões quentes e invernos frios.

SAPO MOCHILEIRO



Dia 01/03
Palestra sobre Implantação e Manejo de Trilhas as 10h na loja Mundo Terra - Pinheiros Taxa Inscrição R$ 5,00.

Estamos coletando fotos de nosso cursos de Junho/2006 até hoje para montar um album coletivo e depoimentos dos alunos que ja fizeram nossos cursos para sabermos como estão aplicando o que aprenderam.

E propor alguma atividade de interesse comum, para reciclar o conhecimento em campo.
Criar grupo de informações sobre os temas, entre no grupo Yahoo e receba nossos informativos,

Entrar no grupo: CursosSapoMochileiro-subscribe@yahoogrupos.com.br
Atenciosamente

Luiz Borges

Gestor e Educador Ambiental
www.sapomochileiro.com.br
11 4102-3312 / 8100-1678
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=4844377

Vídeo divulgação site Sapo Mochileiro:
http://br.youtube.com/watch?v=8JEMQPm87Cg

Vídeo Cursos Sapo Mochieliro:
http://br.youtube.com/watch?v=yJX7EdO_7wQ

Serviços

Para Empresas: Palestras sobre o tema Ambiental e de Tursimo Sustentável

Atividades e dinâmicas em saídas de campo com funcionários das empresas para vivência "in Loco" das realidades socio-ambientais, motivar o respeito e o espírito de equipe, dentro da Área de Proteção Ambiental - Bororé-Colônia - (APA), localizada no extremo sul do município de São Paulo.

Responsabilidade Sócio-Ambiental em forma de projetos financiáveis por entidades privadas que tem como objetivo sensibilizar e capacitar membros das comunidades das APA's e em consequência promover a sustentabilidade da região, conservando os bens naturais por meio destas ações. Onde, a empresa poderá se utilizar dos resultados, através de indicadores e materiais visuais destes projetos para divulgar sua preocupação com o meio ambiente

Para Faculdades: Palestras sobre o tema Ambiental e de Turismo Sustentável

Promover atividades e programas de extensão universitaria, de acordo com a realidade de cada curso, vivências práticas do conhecimento "in Loco" e estágios através de programas em parceria com as universidades, baseando-se na lei 9608/98 que regulamenta o trabalho voluntário em UC's, dentro da Área de Proteção Ambiental - Bororé-Colônia - (APA), localizada no extremo sul do município de São Paulo



Para Ongs:

Palestras sobre o tema Ambiental e de Turismo Sustentável
Dar suporte técnico, através de parcerias, às suas ações em projetos que visem a capacitação de membros das comunidades locais dentro da Área de Proteção Ambiental - Bororé-Colônia - (APA), localizada no extremo sul do município de São Paulo.
Promover o voluntariado com estudantes universitários em açoes nas Unidades de Conservação - UC's, no caso a APA - Bororé-Colônia, através de programas de estágios em parceria com as universidades, baseando-se na lei 9608/98 que regulamenta o trabalho voluntário em UC's.

Para pessoas:
Palestras sobre o tema Ambiental e de Turismo Sustentável

Cursos livres de extensão, capacitação e aperfeiçoamento, de um ou mais dias, na área ambiental e de turismo sustentável com preços especiais para grupos fechados de no mínimo 10 alunos.

Promover através da Aplicação Prática do Conhecimento, com exercícios dinâmicos, a sustentabilidade das comunidades locais, onde, o aluno poderá vivenciar a realidade local e trabalhar suas habilidades criativas em campo, resultando na aplicação do conhecimento teórico, individual e coletivo.

Para Governos:

Prestação de serviços de Implantação, capacitação e planejamento de Turismo Sustentável de Base Comunitária através de contratações e licitações.
Implantação e coordenação de programas de educação ambiental em escolas, comunidades, multiplicadores e servidores

Teresópolis - RJ (hotel Rosa dos Ventos)

Teresópolis, “Cidade de Teresa”, é uma homenagem à Teresa Cristina, esposa de D. Pedro II, que encantou-se com as belezas naturais e o clima privilegiado desta bela região serrana, onde descansava com a família em freqüentes visitas e períodos de férias. Com uma grande quantidade de áreas verdes, a cidade de Teresópolis está localizada no topo da Serra dos Órgãos, a 900 metros do nível do mar, cercada de lindas paisagens.


Parque Nacional

A Serra dos Órgãos, com suas formações rochosas peculiares tem seu ponto culminante na Pedra do Sino a 2.263 m do nível do mar e temperatura de –5o C a + 30o C. Seus vales e morros que formam figuras gigantescas, fazem a cidade parecer pequena. O Parque Nacional possui trilhas ideais para caminhadas ecológicas e excursões através de densa vegetação, característica da floresta pluvial da Encosta Atlântica Brasileira, onde encontram-se espécies raras e protegidas da flora e fauna locais pertencentes a Floresta Atlântica. Rios e cascatas formam piscinas naturais com águas límpidas e frias propícias para banho.

Mulher de Pedra / Travessia Pe-terê

Estrada Teresópolis - Friburgo: Acesso pelo km 12 da Estrada de Vargem Grande. Localizado na Serra do Subaio, parte integrante da Serra do Mar; é um conjunto montanhoso de formação rochosa, com 2040 m de altitude aproximadamente. O Morro é chamado de Mulher de Pedra por assemelhar-se à figura de uma mulher deitada, cujo recorte é reproduzido pelos cismos das montanhas. Visitação permanente.

Granja Comary

A cerca de 80 quilômetros do Rio de Janeiro, na cidade de Teresópolis (1.200 m de altitude), a CBF mantém um dos mais modernos Centros de Treinamento do mundo. Ocupando uma área de 150 mil metros quadrados, estão três campos com medidas oficiais da FIFA (105 x 68 metros) e amplo alojamento com 22 apartamentos de 25 metros quadrados cada (capacidade para duas pessoas), banheiros privativos, telefones e televisores, um conjunto apoiado por uma infra-estrutura com sala de jogos, sala de vídeo, sala de preleção, restaurante, lanchonete, lavanderia, biblioteca e sala de imprensa. Para capacitação física, os atletas têm à disposição amplos vestiários com duchas e banheiras de hidromassagem, sauna seca, ducha escocesa, departamento médico-odontológico, ginásio com quadras reversíveis, piscina e uma moderna sala de musculação.

Visite o site: www.teresopolison.com/cbf

Feirarte

Praça Higino da Silveira - Alto A Feira possui aproximadamente 700 barracas padronizadas, que comercializam: cerâmica, tecido, tricô, brinquedos, bijuterias, pratas, palha, couro, camurça, plantas desidratadas, além de outros comestíveis destacando-se: mel, biscoitos, licores, chocolates, sorvetes, defumados, etc.

Visite o site: www.feirinhadoalto.com.br

Orquidário Aranda

São expostas e comercializadas uma grande variedade de Orquídeas, entre espécies e híbridos. O Orquidário foi criado com o objetivo principal de preservar as espécies brasileiras e estrangeiras, através de pesquisas e fecundações artificiais, feitas em laboratório. O local é circundado por densa vegetação, entre pinheiros, araucárias e cedros. O Orquidário Aranda está entre um dos melhores do Brasil. Em maio, será inaugurado o novo espaço Aranda.
Estrada João Daudt de Oliveira, s/n – Quebra-frascos. Tel: (21) 2742-0628. Visitação: Diariamente das 09:00 às 16:30 h.

Visite o site: www.aranda.com.br

Circuito Tere-Fri

A rodovia RJ-130, que liga as cidades de Teresópolis e Nova Friburgo, ganhou um novo nome: Circuito TERE-FRI. São 68 Km de lugares encantadores e aconchegantes dentro da Mata Atlântica. No coração da região serrana do Estado do Rio de janeiro, você encontra o cenário ideal para passeios, aventuras, esportes e descobertas. O Circuito Tere-Fri oferece os mais diversos atrativos para os visitantes, além dos mais charmosos hotéis e pousadas da região. Em todo o percurso da estrada, o clima da montanha convida a magníficos passeios e caminhadas em meio a belas paisagens, cercadas de muito verde e riachos de águas cristalinas. Irresistível para um mergulho nos dias de calor. E mais: os adeptos de escaladas encontram no Circuito Tere-Fri algumas das vias mais altas do país, como o conjunto de Três Picos, localizado em Salinas. Embarque nesta estrada, desfrutando de preciosos momentos de prazer.

Visite o site: www.circuitoterefri.com.br

O Hotel Rosa dos Ventos possui cerca de 6.000 m² de área construída, sendo 4.000 m² destinados aos hóspedes e 2.000 m² destinados a serviços e moradias do pessoal que trabalha no hotel, totalizando uma área construída de apenas 0,6% da propriedade. Os três prédios principais foram construídos em estilo alpino: a Sede com 19 apartamentos, restaurantes, bar, salas de estar, leitura e jogos com lareiras; o Chalé da Sede com 13 apartamentos; e o Farmerhaus com 10 apartamentos, restaurante, bar e salas de estar.

O Rosa dos Ventos é membro da cadeia Relais & Chateaux desde 1991.

Hotel - Estrada Teresópolis - Friburgo (RJ 130) Km.22,6 - Campanha - Teresópolis - RJ - Brasil - Tel. 21 2644 9900 - Fax 21 2644 9900
Reservas Rio de Janeiro - Centro - RJ - Brasil - Tel. 21 2532-1197 / 2532-1106 - Fax 21 2240 8125

http://www.hotelrosadosventos.com.br

Skara Brae, ilha de Orkney - Escócia

Skara Brae é uma povoação em pedra, datada do período final do neolítico 3100 a 2500 a.c., de pescadores e agricultores. A povoação encontra-se restaurada e está aberta ao público. Skara Brae situa-se na ilha principal de Orkney na ponta norte da Escócia. Situadas no Mar do Norte o clima destas ilhas é muito severo tendo por isso uma paisagem desolada com poucas árvores.

A povoação de Skara Brae foi construída na ilha principal de Orkney, a população neolítica utilizou uma alternativa á rara madeira da área para construir a povoação: Placas de pedra. Isto permitiu um vislumbre sobre o que seria uma casa neolítica. No centro da ilha temos uma série de depressões criadas por um monte de lixo, que foram aproveitadas para a construção de oito casas, todas feitas de pedra, com um comprimento entre os 4 e os 6 metros numa área retangular com um forno central. Tendo em conta a falta de madeira julga-se que os telhados fossem feitos com as costelas de baleias, cobertas com peles de animais e depois colocada vegetação em cima para uma melhor proteção contra o clima severo.

Nas casas as lajes de pedra serviam de mobília tanto para criar prateleiras, arcas e camas que depois eram cheias com vegetação e pele de animais. Esta povoação foi abandonada por volta de 2500 a.c. a mudança de clima tornando-se mais frio e úmido terá sido a razão do abandono. Foi em 1850 exposta por uma tempestade, sendo posteriormente escavada por Vere Gordon Childe. Até hoje continua a ser alvo de estudos por parte de arqueólogos e historiadores. Atingiu em 1999 juntamente com outros locais neolíticos de Orkney o estatuto de Patrimônio da Humanidade da UNESCO.


Restauro do Patrimônio Cultural - Curso de Gestão e Prática de Obras de Conservação e Restauro do Patrimônio Cultural -Aberto o período de inscrições e seleção

Olinda, inscrições até 15dez2007 - Edital de Chamada - 8ª edição/2008
O Centro de Estudos Avançados da Conservação Integrada – CECI convida os interessados em participar da oitava edição do curso de Gestão e Prática de Obras de Conservação e Restauro do Patrimônio Cultural – Gestão de Restauro, a realizarem suas inscrições conforme orientações a seguir.

O curso de Gestão de Restauro é uma iniciativa pioneira no treinamento semi-presencial de profissionais para a manutenção, conservação e restauro do patrimônio construído. É o resultado da experiência de sete edições desenvolvidas pelo CECI, juntamente com o Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. O Curso é realizado por meio da tecnologia de EAD/Ensinar/Virtus-UFPE (Ensino à Distância), através de videoconferências e aulas presenciais em módulos específicos. Tem por objetivo a capacitação de profissionais para a gestão de obras e serviços do patrimônio construído, formando um quadro técnico capaz de realizar ações gerenciamento, execução e fiscalização de obras e serviços de manutenção, conservação e restauro. Para o mercado de trabalho, a grade atual dos cursos de formação, e da grande maioria dos cursos de especialização, não capacita arquitetos, engenheiros e técnicos para suprir as exigências de gerenciamento e de fiscalização na área da conservação do patrimônio construído. O curso Gestão de Restauro tem por meta dotar o mercado de profissionais com excelência de informações quanto às técnicas tradicionais de construção e os roteiros de procedimentos da prática, direção, execução e fiscalização de obras e serviços de manutenção, conservação e restauro.

O curso resgatou desde sua primeira edição um procedimento de transmissão de conhecimentos semelhante ao que se produzia no passado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. O contato direto com profissionais de larga experiência em canteiro de obras e com os mestres-de-ofício e artífices assegurava o processo de transmissão de conhecimento aos mais jovens e inexperientes. Esse tipo de formação ainda é eficaz, pois o saber-fazer é forjado pelo exercício com instrutores e práticos experientes e com a assistência teórica de acadêmicos.

Didaticamente, isso assegura a rápida maturação das capacidades de aprendizado pela interação entre aluno, mestres e instrutores. O Gestão de Restauro/CECI desde 2007 agregou mais possibilidades aos alunos do curso de participar ativamente no mercado de trabalho da conservação do patrimônio construído. Trata-se da inclusão na Grade das Disciplinas do tema geração de negócios e renda - empreendedorismo, a ser desenvolvido durante o curso e no período de produção do trabalho final (Plano de Gestão e Negócio). Com o auxilio de especialistas, os alunos serão conduzidos a construir cenários de ações de trabalho com base na elaboração de um Plano de Conservação Integrada para sua edificação objeto de estudo no curso. Esta visão avançada no campo da especialização profissional tem o propósito estratégico de atender tanto a necessidade de mercado, sob o aspecto do domínio técnico e das habilidades interpessoais, quanto às demandas atuais de negócios da sociedade.

Disposições
1. O curso promoverá as seguintes atividades:
a) Embasamento teórico e prático para gestão de obras e serviços de manutenção, conservação e restauro do patrimônio construído;
b) Análise das edificações selecionadas pelos alunos – objetos de estudos;
c) Elaboração do Plano de Gestão e Negócio de uma obra ou serviço de manutenção conservação e restauro, bem com do Plano de Conservação Integrada para a edificação objeto de estudo;
d) Elaboração do Manual Prático de Manutenção, Conservação e Restauro de Edificações de Valor Cultural.
e) Experimentos e práticas em canteiro de obras durante o mês de novembro/2008, dentro dos ofícios tradicionais da construção, a escolha do aluno: cantaria, estuque, alvenaria, pintura, metais, forja, carpintaria ou marcenaria, concreto armado.
f) Viagem de estudos.
2. O Curso é composto de aulas teóricas, práticas e debates assim distribuídos com a seguinte carga horária de 390 horas:
Aulas teóricas/experimentos = 124 horas + debates 56 horas = 180horas
Aulas práticas/viagens estudos = 180 horas + viagem de estudo = 180horas
Orientações e acompanhamento do Plano ou artigo = 30 horas
Total: 390 horas
3. O curso é oferecido em módulos. Cada módulo encerra um conhecimento sobre um assunto específico dentro do quadro da capacitação do aluno para a gestão e a prática de obras de conservação e restauro. São os seguintes os módulos oferecidos:

Módulo I - Gestão de obras e serviços
Teoria da Restauração I e II
Habilidades do Gestor I, II, III e IV
Gestão de Negócios I, II
Empreendedorismo
Organização e Administração de Canteiros de Obras de Conservação e Restauro I e II
Planilhas de Orçamento

Módulo II – Teoria e experimentos dos Sistemas Construtivos
Técnicas Construtivas Luso-Brasileiras e Espanas I, II, III, IV e V
Ofício da Cantaria I, II, III e IV
Ofício da Alvenaria I, II e III
Ofício do Estuque I, II, III e IV
Ofício da Carpintaria e Marcenaria I, II e III
Ofício do Metais, Forja e Fundição I, II e III
Ofício da Pintura I e II
Concreto Armado I e II

Módulo III – Prática dos Ofícios Tradicionais
Prática de Manutenção, Conservação e Restauro em Canteiro de Obras
Viagem de Estudos

Módulo IV – Plano de Gestão/Negócio e Plano de Conservação Integrada
Produção dos planos de Gestão/Negócio e de Conservação Integrada da edificação objeto de estudo

4. Os módulos I, II e IV correspondem à parte do curso à distância (EAD), totalizando uma carga horária de 210 horas. Nestes módulos são realizadas aulas e orientações à distância, onde o aluno pode acessar no dia e hora que melhor lhe convier, bem como aulas presenciais à distância em tempo real (videoconferências) com data e hora marcadas na Sala de Aulas Virtual do CECI.

5. O módulo III refere-se à parte presencial do curso. A carga horária é de 180 horas num canteiro de obras numa cidade histórica de Pernambuco, num regime de 8 horas diárias, de 2ª à 6ª feira, durante o mês de novembro/2008.

6. O desempenho do aluno será aferido pelas seguintes avaliações:
Atividades / Peso
a) Freqüência mínima de 75% às aulas à distância 1
b) Freqüência mínima de 90% às aulas práticas 2
c) Elaboração dos planos de Gestão/Negócio e Conservação Integrada da edificação objeto de estudo 3
d) Elaboração do Manual Prático de Manutenção, Conservação e Restauro de Edificações de Valor Cultural 2
e) Prática de intervenções em um dos ofícios tradicionais da construção: cantaria, estuque, alvenaria, pintura, metais, forja, carpintaria ou marcenaria, concreto armado 2
7. Duas certificações são oferecidas ao aluno participante, a depender da sua avaliação no curso:
1. O Certificado de Participação para aquele que cumprir as cargas horárias mínimas exigidas.
2. O Certificado de Capacitação em Gestão e Prática de obras de Conservação e Restauro para aquele que, completar com sucesso as cargas horárias mínimas e obtiver média sete (7) na avaliação geral das atividades do Curso.
8. São oferecidas 30 vagas, preenchidas por ordem de classificação, priorizados os profissionais ligados a instituições públicas ou empresas atuantes na área, seguidos dos profissionais autônomos com trabalhos realizados na área, e estudantes formandos dos cursos de Arquitetura e Engenharia.

9. As aulas à distância serão ministradas na Sala de Aula Virtual do CECI no seu website: www.ceci.educacao.biz, da comunidade Gestão de Restauro, acessível ao aluno em qualquer país e a qualquer hora do dia ou da noite. As aulas presenciais práticas serão ministradas numa cidade de Pernambuco (Brasil) com a presença do aluno em canteiro de obras no mês de novembro/2008.
Inscrição - documentação

10. Devido o número limitado de participantes (30 vagas), o candidato ao curso deverá entregar a seguinte documentação para seleção:
a. Currículo contendo as informações sobre os dados pessoais e profissionais;
b. Comprovante de pagamento da Taxa de Inscrição no valor de R$ 150,00 depositado na conta do CECI – Banco do Brasil S/A n° 001, agência n° 0007-8, conta corrente n° 11.279-8, enviado por e-mail ou fax (81- 34291754);
c. Uma edificação de valor cultural, escolhida pelo candidato, que corresponderá ao contexto do aluno no curso (objeto de estudo - OE). Essa documentação deve ter a identificação da edificação, acompanhada de histórico, documentação fotográfica e gráfica (plantas, cortes e fachadas). O OE deverá ser produzido no formato A4, encadernado, e enviado para o endereço:
CECI – Gestão de Restauro
Rua Sete de Setembro, 80 Carmo Olinda PE Brasil CEP 53.020-130
A classificação na seleção atenderá aos seguintes requisitos:
i. Profissionais ligados a instituições públicas ou empresas atuantes na área;
ii. Profissionais autônomos com trabalhos realizados na área;
iii. Profissionais sem experiência na área;.
11. O valor do investimento do aluno no curso é de R$ 4.500,00 pagos da maneira seguinte:
a. R$ 150,00 taxa de inscrição e reserva de matrícula. Os candidatos que não se matricularem não serão reembolsados;
b. R$ 750,00 matrícula do aluno;
c. 10 parcelas de R$ 360,00 (fev/08 à nov/08)
Importante: Será firmado com o aluno um Termo de Adesão de modo a garantir sua plena participação no curso.
12. Para a efetivação da matrícula, o interessado deverá firmar o Termo de Adesão às condições de prestação de serviços do CECI na execução do Curso de Gestão e Prática de Obras de Conservação e Restauro do Patrimônio Cultural. CECI fone/fax +55 21 81 34291754 / 9619-2970 E-mail: restauro@ceci-br.org

O Táxi como embaixador do Mundo



O Táxi povoa a nossa memória e imaginação, elemento emblemático de introdução a diferentes culturas, países e essencialmente cidades de todo o Mundo. O seu motorista é por vezes o primeiro interlocutor de quem descobre uma cidade, tornando-se assim de certo modo o seu embaixador.

Parte integrante do nosso quotidiano, personagem de Cinema, o Táxi exerce em simultâneo um papel essencial nas deslocações urbanas e nas nossas representações urbanas.

Ele é amarelo em Nova Iorque, branco em Casablanca, preto em Londres e mesmo bicolor em Pequim. Em Lisboa a cor beije domina progressivamente o mais tradicional preto e verde. Se as suas dimensões e aspecto variam em função das cidades e dos países, a sua utilização porta a porta e a pedido do cliente é a mesma em toda a parte.

O Táxi foi o primeiro transporte a pedido e apresenta-se hoje como uma solução de futuro para a mobilidade Urbana.

O Táxi como um meio de transporte fundamental para a Mobilidade Urbana

Numa sociedade definida por uma crescente velocidade de comunicação e informação, a mobilidade adquire uma importância acrescida. O seu valor social, económico e cultural tornou-se crucial no dia-a-dia, devido à necessidade constante de transporte cada vez mais rápido e eficaz de pessoas, bens e informação.

A qualidade de vida passa hoje cada vez mais pela eficácia do acesso ao trabalho, a casa, à educação, cultura, entretenimento, etc., de modo que o tempo e espaço em que estas movimentações decorrem e o desenvolvimento de novas tecnologias são factores cruciais para a vida moderna, especialmente na cidade.



As trajectórias urbanas são cada vez mais extensas, o que origina interrupções nas deslocações (tais como a mudança de viatura no caso do autocarro), tempos de espera prolongados e outros inconvenientes.

O transporte público apenas se justifica em áreas com densidade de população elevada, perto das principais vias e em horários “normais”, enquanto o transporte privado (principalmente o carro particular) cria problemas como a falta de estacionamento, as restrições de circulação em centros históricos, etc.

As bicicletas, skates, etc. por vezes não se adequam aos percursos e só são realmente eficazes quando estão integradas as infra-estruturas necessárias. O Táxi apresenta-se então como uma potencial solução para o problema da mobilidade urbana.

Sendo um meio de transporte flexível, económico em termos de espaço e energia (só circula quando é utilizado), o Táxi pode oferecer um serviço colectivo adaptado às necessidades de cada indivíduo ou mesmo grupo de indivíduos, num compromisso entre o transporte público e o privado. O Festival Internacional do Táxi pretende colocar o Táxi e o seu papel na mobilidade em áreas metropolitanas nas agendas de discussão urbanas.

www.festivaltaxi2007.com

terça-feira, 25 de março de 2008

Feira do Estudante - Expo CIEE 2008




Espaço Turístico I


PLANO DE ENSINO DO SEGUNDO SEMESTRE LETIVO DE 2007

CURSO: TURISMO
HABILITAÇÃO:

DISCIPLINA: Espaço Turístico I
CARGA HORÁRIA: 36Hs/a
SEMESTRE: 3° semestre
PROFESSOR* : Sandra Emi Sato

1.EMENTA:
A cidade e o urbano (caracterização dos municípios turísticos).
O espaço e a paisagem (Propriedades visuais da paisagem).

2.OBJETIVOS:
Mostrar aos alunos a importância da percepção e análise da paisagem natural e antrópica; dar os instrumentos necessários para interpretação da paisagem e análise dos atrativos turísticos, considerando o entorno, os aspectos geográficos, urbanos, históricos, culturais e sociais.

3. COMPETÊNCIAS e HABILIDADES:
Competências: Estudar os conceitos fundamentais do espaço e da paisagem e poder analisá-los no espaço turístico.
Habilidades: Analisar os espaço e reconhecer a importância do espaço e da paisagem nas atividades turísticas

4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
A disciplina pretende estudar a paisagem e o espaço, o turismo e o urbano, observando os agentes à conservação e produção deste espaço e sua relação com o turismo.
Conceitos de espaço. Espaço Turístico: agentes. Objetividade e subjetividade. Espaço urbano: origem, evolução, tipologia e sua relação como o turismo e os elementos do espaço do patrimônio e da preservação, do espaço natural e do espaço rural.
O espaço artificial dos parques temáticos; Paisagem: conceitos e definição; Parque urbano e o espaço público; Paisagem urbana e urbanismo

5. METODOLOGIA DE ENSINO:
A metodologia de ensino consiste em aulas expositivas (retroprojetor e data-show), durante as quais são apresentados e discutidos os conceitos. Estudos de casos, seminários, palestras e trabalhos de campo, visando dinamizar as aulas teóricas e consolidar os conceitos, além de permitir avaliar o grau da aprendizagem do aluno em relação ao conteúdo ministrado.

6. PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:
A avaliação (B1) é constituída de prova (individual) e análise de um artigo (individual).
A avaliação (B2) é constituída de prova (individual) e trabalhos (grupo).

7. ATIVIDADES EXTRACLASSE:
Visita técnica a um espaço turístico (a definir) no município de Guarulhos.

8. CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES:

Aula
Data
Conteúdo/Atividades
Estratégia de Aula/Recursos
01 10/08 Apresentação e discussão do plano de aula Aula expositiva e discussão
02 17/08 Origem da cidade e do urbanismo Aula teórica / discussão
03 24/08 Estatuto da Cidade e Plano Diretor Aula teórica / discussão
04 31/08 Plano Diretor de Guarulhos e Lei de Uso e Ocupação do Solo Aula expositiva e discussão

07/09 Feriado

05 14/09 A importância da paisagem na atividade turística (Jaisa H. Gontijo Bolson) – T1 Aula expositiva e discussão
06 21/09 Percepção, componentes, propriedades visuais e características visuais da paisagem; Entrega do trabalho (T1) Aula expositiva e discussão
07 28/09 Apresentação e análise de diferentes tipos de paisagem Aula expositiva e prática
08 05/10 Exercícios de fixação - Avaliação contínua (B1)

12/10 Feriado

09 19/10 Percurso pelo campus da UnG/Centro (T2) Aula expositiva
10 26/10 Percurso pelo campus da UnG/Centro (T2) Aula prática
11 02/11 Feriado – Elaboração do trabalho - Percurso pelo campus da UnG/Centro (T2)
Aula prática
12 09/11 Apresentação e entrega do trabalho(T2) Percurso pelo campus da UnG/Centro
Aula expositiva e discussão
13 16/11 Apresentação e/ ou palestra de um exemplo real da análise e percepção da paisagem no turismo. Aula expositiva e discussão
14 23/11 Análise e percepção da paisagem de um Espaço Turístico de Guarulhos (T3) Apresentação Aula expositiva e discussão
15 30/11 Análise e percepção da paisagem de um Espaço Turístico de Guarulhos (T3)
Atendimento Aula expositiva e discussão
16 07/12 Exercícios de fixação - Avaliação bimestral (B2); Entrega do trabalho (T3)
17 14/12 Exercícios de fixação – Prova substitutiva
18 21/12 Revisão final - Exame

9. BIBLIOGRAFIA:

BÁSICA* (até 2 títulos):
1- BOULLON, R.C. Planejamento do espaço turístico. São Paulo: Edusc, 2002.
2- YAZIGI, Eduardo. Turismo e Paisagem. São Paulo. Ed. Contexto, 2002.

COMPLEMENTAR** (até 05 títulos):

1- YAZIGI, Eduardo.Turismo, espaço, paisagem e cultura. São Paulo. Hucitec, 2002.
2- SERRANO, Celia; BRUNHS, Heloisa; LUCIARI, Maria Tereza. Olhares contemporâneos sobre o turismo. Coleção Turismo. Ed. Papirus, 2001.
3- BOULLON, R.C. Los municípios turísticos. México. Trillas , 1997.
4- BARRETO, Margarida. Turismo e legado cultural. São Paulo. Ed. Papirus, 2003.

SUPLEMENTAR *** :
MACEDO, Silvio Soares. Parques urbanos no Brasil. São Paulo. Edusp/ Quapa, 2002

PERIÓDICOS:
Quatro Rodas
Horizonte Geográfico
Descubra o mundo
Revista National Geographic
Revista Próxima Viagem

10. Cite os sites científicos e de informação mais importantes para a pesquisa na disciplina:
http://www.revistaturismo.com.br
www.sobresites.com/turismo/cidades.htm
http://www.vitruvius.com.br/arquiteturismo
www.vitruvius.com.br
http://www.revistahost.com.br
www.jornaldapaisagem.com.br
http://www.polis.org.br

11. Cite, no mínimo, 3 (três) áreas da disciplina em que a pesquisa é mais desenvolvida.
1 – Espaço e a paisagem urbana
2 – Espaço turístico e o atrativo
3 – Planejamento do espaço turístico

12. Relacione, no mínimo, 3 (três) temáticas referentes à disciplina, passíveis de pesquisa em nível de Iniciação Científica.
1- Paisagem urbana e natural
2- Espaços turísticos – natural / artificial/ urbano
3- A cidade e o urbanismo

13. De que forma pretende contemplar, na avaliação de sua disciplina, a pesquisa a ser feita pelos alunos?
A avaliação segue as normas da instituição. Através de trabalhos individuais e de grupos, discussões e relatórios das leituras dos textos de referência os alunos obterão suas notas de avaliação. A presença em classe e, principalmente, a participação dos alunos nas discussões também vão ter conceitos na media final.

ASSINATURA DO PROFESSOR:

ASSINATURA DO(A) DIRETOR(A) DE CURSO:

2º BIMESTRE
 
MÉTODOS DE PESQUISA EM TURISMO
 
O planejamento turístico pode ser feito em 04 níveis:
F municipal    F regional    F estadual    F nacional
 
No turismo temos três assuntos para pesquisa:
J  Oferta Turística;
€  Demanda Turística;
]  Opinião Pública (comunidade receptora).
 
J  Oferta Turística:
Oferta diferencial (atrativos)
Oferta técnica (complementar, de apoio)
§         Hospedagem
§         Alimentação
§         Entretenimento
§         Outros serviços
Infra-estrutura básica
 
A pesquisa da Embratur é a mais utilizada para o levantamento da oferta.
 
 
€ Demanda Turística: Perfil do visitante / Motivos da viagem / Opiniões sobre o local
 
] Opinião Pública (Comunidade receptora ou Público interno)
Moradores / Iniciativa privada local / Poder público
Pesquisa das expectativas e do nível da capacitação do público interno
 
A pesquisa é feita através de formulários específicos = padronizada.
 
MÉTODO EMBRATUR (INVENTÁRIO)
þ Método: VARREDURA
þ Utilização formulários específicos = oferta
þ Utilização questionários – demanda e opinião pública
 
Diagnóstico: análise do inventário
 
Prognóstico: projeção da situação atual para o futuro (tendências)
 
Para o PLANEJAMENTO, avalia-se o Diagnóstico e o  Prognóstico e depois surgem as Propostas.
 
As PROPOSTAS tem por metas:
§         Aproveitar as oportunidades
§         Eliminar as ameaças
§         Atingir os objetivos
No planejamento, utiliza-se também os MÉTODOS: ZOPP E DELFOS.
 
MÉTODO DELFOS:
 
· OBJETIVO: gerar informações sobre o futuro, sobre as conseqüências de determinados fatos ou eventos, de modo a permitir uma visão que sirva de parâmetro para avaliar o presente;
 
· Método de pesquisa feito a distância;
 
· A base dessa técnica é a constituição de um painel de especialistas na área estudada, os quais devem responder a sucessivas rodadas de perguntas em busca do consenso.
Os participantes são escolhidos pela consultoria de planejamento.
 
· Instrumento de coleta de dados = questionário. Envio de questionário aos participantes escolhidos. As respostas são avaliadas e verifica-se se houve consenso (se todos estão de acordo).

Quando as respostas apresentam desvios realiza-se uma segunda rodada de questionários, com diferença de que, na segunda rodada, os participantes são informados dos resultados obtidos na 1ª rodada. Os avaliadores repensam e se ainda não houver consenso, as rodadas devem ser repetidas quantas vezes for necessário.
 
MÉTODO ZOPP:
 
· Forma de planejamento participativo (reunião de grupos representativos das comunidades receptoras)
 
· Não existe hierarquia e é todo feito por escrito, de forma anônima e registrada em um painel
 
· ETAPAS:
Ü reunir muitas pessoas
Ü divisão em grupos
Ü chegar a um consenso sobre os problemas da localidade
Ü avaliação
Ü proposta de objetivos comuns
 
Bibliografia da aula:
 
DENCKER, Ada de Freitas Maneti. Métodos e técnicas de pesquisa em turismo. São Paulo: Futura, 1998.

INVENTÁRIO DA OFERTA TURÍSTICA
 
Segundo a Embratur:
 
“O Inventário da Oferta Turística é o processo pelo qual se registra o conjunto de atrativos turísticos, equipamentos e serviços turísticos e da infra-estrutura de apoio turístico, visando à correta ordenação e exploração do território, de forma a otimizar a utilização de seus recursos naturais e culturais.”
 
Objetivo: Levantar mediante pesquisa, a oferta turística de um determinado município, região ou área, com a finalidade de efetuar diagnóstico e elaborar prognóstico.

Inventário da Oferta Turística:
 
1.Caracterização Geral
 
1.Infra-estrutura básica
 
1.Atrativos / Recursos Turísticos (atrativo em potencial – poderá ser atrativo, mas ainda não é)        
ê Naturais / Culturais
ê OFERTA DIFERENCIAL – Está ligada a vocação turística do local (atrair o turista)
 
1.Serviços turísticos e Serviços Urbanos de Apoio ao Turismo
ê OFERTA TÉCNICA / COMPLEMENTAR / APOIO – É responsável pela permanência do turista no local
 
1.Comunidade
 
1.Demanda Turística
O inventário da Oferta Turística PROPOSTO PELA eMBRATUR VISA À CONSTRUÇÃO DE UM BANCO DE DADOS QUE PERMITA O CONhECIMENTO E A AVALIAÇÃO DOS ELEMENTOS DA OFERTA TURÍSTICA.
 
FASES PARA A ELABORAÇÃO DO inventário da
Oferta Turística
 
 # PRIMEIRA FASE: 
 
PESQUISA DE GABINETE (Pesquisa Bibliográfica e Documental)
 
 A)  Consulta as fontes secundárias:
· Todos os tipos de estudos / trabalhos / projetos / planos realizados sobre o local;
· Os mais diversos institutos e órgãos públicos e privados tanto gerais como específicos do turismo.
 
B) Consulta a publicações turísticas que fazem referência ao local:
· Guias turísticos, de viagem/rodoviários;
· Folhetos;
· Manuais de viagens;
· Revistas/jornais/suplementos.
 
 # SEGUNDA  FASE:   
 
TRABALHO DE CAMPO
 
Procedimento: varredura (divisão da região em áreas – quarteirões a serem contornados pelo pesquisador), devendo:
 
** registrar nos formulários todas as informações existentes sobre a região,
já levantadas pela Pesquisa de Gabinete;
 
** reconhecer, no local, os atrativos, documentando fotograficamente e complementando as informações registradas nos formulários;
 
** levantar todos os serviços turísticos que ainda não estejam registrados.
 
Contato com a realidade local;
 
·  Aplicação dos formulários da oferta e dos questionários (Opinião pública e Demanda)
 
Registro da informação - FORMULÁRIOS:
 
A informação deve ser registrada em um conjunto de formulários.
 
Os formulários destinam-se a:
F Recursos naturais
F Recursos culturais
F Equipamentos turísticos
F Infra-estrutura de apoio ao turismo
 
Correção/conferência dos dados obtidos nas fases A e B;
Inclusão de aspectos omitidos ou novos (entrevistas com pessoas informadas e conhecedoras do local e da atividade).
 
D) seleção de material e informações recolhidas de acordo com sua importância (validade para o plano).
 
E) seleção e avaliação de alternativas de desenvolvimento para a atração:
· Identificação e avaliação de alternativas;
· Opção pelas mais adequadas (viáveis) aos objetivos propostos e aos recursos financeiros disponíveis.
 
OFERTA TURÍSTICA
Soma de todos os produtos e serviços consumidos pelo turista durante a sua estada em uma destinação.
Ø É heterogênea
 
Atrações F responsáveis pela escolha do turista
 
Equipamentos e serviços F responsáveis pelo tempo de permanência do turista(de acordo com a sua qualidade e preço)
 
AVALIAÇÃO DA OFERTA TURÍSTICA
Atrativos F base sobre a qual se fundamenta qualquer plano de desenvolvimento turístico
 
F A Avaliação determina seu potencial turístico
H Tomada de decisões estratégicas
 
Segundo BENI, 2001:
AVALIAÇÃO DO ATRATIVO: “processo que permite definir a importância atual e futura de um atrativo em relação a outros de características homogêneas.”
 
Fatores de avaliação:
Ø  Acesso: como? qualidade?
Ø  Equipamentos e serviços turísticos: valorizam?
   Facilitam a permanência? Quantidade? Qualidade?
Ø  Valor intrínseco do atrativo:
H valor próprio do atrativo
 
HIERARQUIZAÇÃO: ordenar os atrativos de acordo com sua importância turística
 
CRITÉRIOS DE HIERARQUIZAÇÃO:
Hierarquia IV
Hierarquia III
Hierarquia II
Hierarquia I
Excepcional valor e grande significado para o mercado turístico internacional
Muito importante em nível nacional
Com algum interesse
Atrativo complementar a outro de maior interesse
Capaz de motivar importantes fluxo de visitantes:
* Atuais ou potenciais;
* Nac. ou internac.
* Por si só
Capaz de motivar um fluxo de visitantes:
* Atuais ou potenciais;
* Nac. ou internac.
* Por si só ou em conjunto com outros atrativos
Capaz de estimular fluxos turísticos:
* Atuais ou potenciais; * regionais e locais
* interessar visitantes nac. e internac. com outras motivações turísticas
Capaz de estimular fluxos turísticos locais

Coreia do Sul (Curso de turismo: Tipologia Hoteleira)

Oficialmente República da Coreia é um país da Ásia Oriental, localizado na parte sul da Península da Coreia. Sua única fronteira terrestre é com a Coreia do Norte, com a qual formou apenas um país até 1945. Faz fronteira a leste com o Mar do Japão, a sul com o Estreito da Coreia, que o separa do Japão, e a oeste com o Mar Amarelo. Seu território compreende a metade sul da península coreana, englobando cerca de três mil ilhas que a rodeiam, dentre as quais se destacam Jeju, Ulleungdo e os Rochedos de Liancourt. Aproximadamente metade de sua população vive na capital, Seul, ou em sua área metropolitana, que é uma das maiores do mundo (algumas fontes indicam que é a segunda, atrás apenas da área metropolitana de Tóquio, no Japão).

A Coreia é uma das civilizações mais antigas do mundo. Investigadores arqueológicos afirmam que a península foi ocupada desde o Paleolítico Inferior. Através do tempo, a história da Coreia tem sido turbulenta com numerosas guerras, incluindo invasões tanto chinesas quanto japonesas. Desde o estabelecimento da república moderna em 1948, a Coreia do Sul debateu-se com sequelas de conflitos bélicos, como a Guerra da Coreia (1950-1953) e décadas de governos autoritários. Apesar de ser oficialmente uma democracia de estilo ocidental desde a fundação da república, as eleições presidenciais sofreram grandes irregularidades que só terminaram em 1987, quando as primeiras eleições diretas e justas foram levadas a cabo e o país passou a ser considerado como uma democracia multipartidária. Sua economia tem crescido rapidamente desde a década de 1950. Hoje em dia, é a 13ª maior economia do mundo (por PIB PPA) e está classificado como um dos países mais desenvolvidos do mundo pela Nações Unidas, pelo Banco Mundial e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Também se encontra entre os países mais avançados tecnologicamente e um dos melhores em comunicações; é o terceiro país com o maior número de usuários de Internet de banda larga entre os países-membros da OCDE, sendo também um dos líderes globais na produção de aparelhos eletrônicos, como dispositivos semicondutores e telefones celulares. Também conta com uma das infraestruturas mais avançadas do mundo, e é o líder da indústria de construção naval, encabeçada por companhias proeminentes como a Hyundai Heavy Industries.

Acredita-se os que primeiros habitantes da Coreia chegaram há aproximadamente 500 mil anos. De acordo com a tradição, no ano 2 333 a.C., Tangun (também chamado Dangun), fundou a dinastia Chosŏn (chamado frequentemente de Gojoseon para evitar a confusão com a dinastia do século XIV de mesmo nome). A antiga Coreia passou a albergar uma série de cidades-estado em constantes guerras, que apareciam e desapareciam constantemente. Contudo, três reinos, Baekje, Silla e Koguryo, se fortaleceram e dominaram a cena histórica da Coreia por mais de duzentos anos, no período conhecido como "os Três Reinos da Coreia". Em 676 d.C., Silla unificou com sucesso quase todo o território coreano, com exceção do reino de Balhae. O domínio destes reinos, sobretudo a Coreia e parte da Manchúria, deu origem ao período dos estados Norte e Sul. Em 918, o general Wang Geon fundou o reino de Goryeo (ou Koryŏ, de onde provém o nome Coreia). No século XIII, a invasão dos mongóis debilitou este reino. Depois de quase trinta anos, o reino conservou o domínio sobre o território da Coreia, ainda que, na realidade, era um estado tributário dos mongóis. A queda do Império Mongol foi seguida uma série de lutas políticas e, após a rebelião do general Yi Seong-gye em 1388, a dinastia Goryeo foi substituída pela dinastia Joseon.

Entre 1592 e 1598, os japoneses invadiram a Coreia, depois da dinastia Joseon ter negado a passagem ao exército japonês liderado por Toyotomi Hideyoshi, em sua campanha à conquista da China. A guerra só terminou quando os japoneses se retiraram após a morte de Hideyoshi. É nesta guerra que surge como herói nacional o almirante Yi Sun-sin e a popularização do famoso Navio Tartaruga. No século XVII, a Coreia foi finalmente derrotada pelos manchus e se uniu ao Império Chinês da Dinastia Qing. Durante o século XIX, graças à sua política isolacionista, a Coreia ganhou o nome de "Reino Eremita". A dinastia Joseon tratou de proteger-se contra o imperialismo ocidental, mas foram obrigados a abrir suas portas para o comércio. Depois da Segunda Guerra Sino-Japonesa e da Guerra Russo-Japonesa, a Coreia passou a ser parte do domínio japonês (1910-1945). No final da Segunda Guerra Mundial, as forças japonesas se renderam às forças da União Soviética, que ocuparam o norte da Coreia (atual Coreia do Norte), e dos Estados Unidos, que ocuparam a parte sul (atual Coreia do Sul).

Em 1948, como consequência da divisão da península entre soviéticos e estadunidenses, sugiram duas novas entidades que permanecem até hoje: a Coreia do Norte e a Coreia do Sul. No norte, um guerrilheiro antijaponês chamado Kim Il-sung obteve o poder através do apoio soviético; no sul, um político de direita, Syngman Rhee, foi nomeado como presidente. Em 25jun1950, a Coreia do Norte invade a Coreia do Sul, dando início à Guerra da Coreia. O Conselho de Segurança das Nações Unidas decidiu intervir contra a invasão com uma força liderada pelos Estados Unidos. Essa decisão só foi possível porque o delegado da União Soviética no Conselho de Segurança das Nações Unidas esteve ausente como forma de protesto pela admissão da República Popular da China naquele órgão. Por sua parte, a União Soviética e a China decidiram apoiar a Coreia do Norte, enviando efetivos militares e provisões para as tropas norte-coreanas. A guerra acabaria com baixas massivas de civis norte e sul-coreanos. O armistício de 1953 dividiu a península ao longo da Zona Desmilitarizada da Coreia, traçada muito próxima à linha da demarcação original. Nenhum tratado de paz foi firmado, e tecnicamente os dois países continuaram em guerra. Estima-se que 2,5 milhões de pessoas morreram durante o conflito. Em 1960 um movimento estudantil levou à renúncia do presidente Syngman Rhee. A este evento seguiu-se um período de instabilidade política, que culminaria com um golpe de estado um ano depois, liderado pelo general Park Chung-hee. Park foi duramente criticado como um ditador sem piedade e pela repressão política ocorrida durante o seu mandato; porém, a sua economia se desenvolveu de maneira significativa, pois o regime incentivou o rápido crescimento econômico impulsionando as exportações. Park foi presidente até ser assassinado em 1979.

Os anos que se seguiram após o assassinato de Park foram novamente marcados por grande agitação política, assistindo-se a múltiplas tentativas de tomada do poder presidencial por parte dos líderes da oposição anteriormente reprimidos. Em 1980, realizou-se um outro golpe de estado, liderado pelo general Chun Doo-hwan contra o governo transitório de Choi Gyuha, que ocupou o cargo de primeiro-ministro da Coreia do Sul durante o mandato de Park. O fato de que Chun assumira a presidência desencadeou protestos a nível nacional exigindo democracia e legalidade nas eleições. Chun e o seu governo mantiveram a Coreia do Sul sob um regime despótico até 1987, quando manifestações de trabalhadores e de grupos opositores estalaram por todo o país. Finalmente, o partido político de Chun (Partido Democrático de Justiça) e seu líder, Roh Tae-woo, deram a conhecer a declaração de 29 de junho, que incluía as chamadas eleições diretas para eleger o novo presidente. Roh ganhou as eleições por uma estreita margem contra os dirigentes dos principais partidos políticos de oposição, Kim Dae-jung e Kim Young-sam.

Em 1988, Seul organizou exemplarmente os Jogos Olímpicos de Verão, e em 1996 continuou seu desenvolvimento econômico que levou o país à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Como a maioria de seus vizinhos asiáticos, a economia local foi afetada pela Crise financeira asiática de 1997. Porém, o país foi capaz de se recuperar e continuar o seu crescimento e continua a ser um principais os Tigres Asiáticos. Em junho de 2000, foi celebrada pelo presidente Kim Dae-jung a Declaração de Paz e Prosperidade, em Pyongyang, capital da Coreia do Norte. Mais tarde, nesse mesmo ano, Kim recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho para a democracia e os direitos humanos na Coreia do Sul e no leste asiático em geral e para a paz e reconciliação com a Coreia do Norte em particular. Em 2002, Coreia do Sul e Japão foram anfitriões da Copa do Mundo. Mais tarde, as relações entre ambas as nações se deterioraram, devido ao conflito sobre a possessão dos Rochedos de Liancourt (em coreano: Dodko).




Roteiro para Seminário e Aula
O trabalho valerá 4 (quatro) pontos sendo que 2.0 (dois) para o trabalho escrito e 2.0 (dois) para apresentação do mesmo. O grupo deverá “PESQUISAR”, bem como apresentar diversos exemplos do tipo de hotel sorteado. TODO O GRUPO deverá participar da elaboração do seminário, para poder responder às perguntas feitas pela professora e colegas de classe durante as apresentações;
Os trabalhos deverão ser entregues e apresentados para nota de 1º bimestre e as datas estão inseridas no sorteio do tipo de cada hotel;
Os grupos deverão entregar o trabalho escrito, conforme as normas técnicas da ABNT, na mesma data da apresentação dos seminários;
No trabalho escrito deverão constar as diferentes referencias bibliográficas pesquisadas e estudadas;
Poderão ser retirada das apresentações do seminário perguntas para a elaboração da prova B1;
Estará disponível para apresentação do seminário somente o recurso visual:
RETROPROJETOR, caso necessite de outro recurso avise a professora;
A duração da apresentação deverá ser de no “mínimo” 20 minutos
Algumas informações que deverão constar no trabalho:
- Definição do tipo de hotel;
- Histórico do tipo de hotel;
- Exemplos de hotéis;
- outras informações que o grupo achar pertinente ao tema.
Profª. Claudia Parra - Fev/2008
O prazer no trabalho, aperfeiçoa a obra” - Aristóteles

CAMPING – 04/03/2008
ALBERGUES DA JUVENTUDE – 04/03/2008
MOTEL – 25/03/2008

CRUZEIROS MARÍTMOS – 01/04/2008
LODGES – 11/03/2008
PARADOR – 11/03/2008

HOTÉIS TEMÁTICOS – 25/03/2008

COLÔNIAS DE FÉRIAS – 18/03/2008

PENSÕES – 18/03/2008

HOTÉIS DIFERENCIADOS – 08/04/2008

EIGTUR 2008 - I Encontro Inter. Gestão em Turismo



Prezados estudantes e bacharéis em Turismo,

A ABBTUR SP tem o prazer de informar que apóia o EIGTUR 2008 - I Encontro Inter. Gestão em Turismo: o público e o privado, que será realizado em Ouro Preto (Patrimônio Mundial), de 25 a 29 de março de 2008.

É um evento acadêmico, sem fins lucrativos, organizado por cientistas do Núcleo de Pesquisas e Estudos Avançados em Turismo – NUPETUR. Associados ABBTUR têm descontos na inscrição do evento (veja abaixo).

O evento terá palestras, mesas redondas e apresentação oral de artigos científicos (www.eigtur2008.com) e contaremos, também, com a presença de revisores e coordenadores de 18 áreas temáticas de todo o mundo.

Destacamos que este evento receberá palestrantes de renome internacional (todos com presença já confirmada), como por exemplo:

Prof. Andy Nazarechuk – University of Nevada at Las Vegas – Campus Cingapura com “Novas Visões do Turismo Integrado”

Prof. Brent Ritchie – University of Cornell at Calgary com “Uma Destinação Competitiva”

Prof. Luiz Moutinho – University of Glasgow com “Futurecast e a Investigação Científica no Turismo”

Prof. Larry Dwyer – University of New South Wales, Austrália com “Tendências que Influenciarão o Turismo até 2020”

Prof. Bob Harris – University of Technology de Sidney com “A Influência dos Grandes Eventos Esportivos em Larga Escala para o Desenvolvimento Sustentável”

Prof. Carlos Costa – Universidade de Aveiro e University of Surrey (UK) – com “Novos modelos e novas abordagens para o setor do turismo do futuro”

Prof. Lionello Punzo – Universidade de Siena, com “Reconstruindo a Economia do Turismo a partir das teorias do crescimento”

Prof. Kaye Chon – Universidade Politécnica de Hong Kong com “ Proporcionando qualidade de serviço para o setor de convenções e eventos”

Prof. Bruno Sarrasin – Universidade de Quebec com “Turismo e Desenvolvimento: assuntos políticos”

Prof. Alessandro Simonicca – Universidade de Roma “La Sapienza” com “Visões Antropológicas do Turismo”

Jerome Agrusa – Hawaii Pacific University com “Impacto dos eventos esportivos na economia local”

Dr. Álvaro Matias – Universidade Lusíada de Lisboa com “Mercados Turísticos”

Jorge Guerrero-Lozano – Universidade de Quebec em Montreal, com “Lugares patrimoniais e destinos turísticos”

Magda Antoniolli – Bocconi University (Itália) com “Inovação e Qualidade do Produto Turístico”

A ABBTUR São Paulo reconhece o I EIGTUR como um dos mais importantes eventos acadêmicos do Turismo, direcionado a todos aqueles que se preocupam com o futuro desta atividade e que buscam alternativas para o desenvolvimento profissional na área, discutindo as tendências que serão apresentadas pelos pesquisadores.

Neste sentido, os associados da entidade poderão se inscrever no evento com significativos descontos, conforme tabela abaixo:



Valor Anunciado p/ Associado ABBTUR Até 22/02 Até 10/03
Professores 600,00 350,00 450,00
Profissionais 750,00 450,00 550,00
Estudantes 450,00 250,00 300,00
Acompanhantes 150,00 100,00 120,00

As instruções para filiação ou renovação junto à ABBTUR São Paulo estão disponíveis no site www.abbtursp.com.br.

Informações sobre o evento em www.eigtur2008.com

Atenciosamente,

Prof. Mariana Aldrigui
Presidente / ABBTUR SP
abbtursp@abbtursp.com.br

Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil - 25 a 29 de março de 2008
Av. Amazonas 491, sala 105 – Edifício Dantes – Centro
Belo Horizonte – Minas Gerais – CEP 30.180-907 Telefone (31) 3271-8520

Newgrange - Irlanda


É uma tumba do Conjunto Arqueológico do Vale do Boyne, no Condado de Meath, um dos mais famosos sítios pré-históricos do mundo e o mais famoso da Irlanda. Newgrange foi construído de modo que, ao nascer do sol do dia mais curto do ano (solstício de inverno), um fino raio de sol ilumina por pouco tempo o piso da câmara no final de um longo corredor. Foi construída originalmente entre 3300 e 2900 AC, mais de 500 anos antes da Pirâmide de Quéops no Egito. Também precede Stonehenge em mais de 1.000 anos. No período Neolítico, Newgrange continuou como um local de cerimônias. Newgrange parece ter sido usada principalmente como uma tumba.

Foram encontrados restos humanos cremados de cinco indivíduos. O sol parece ter sido um importante elemento nas crenças religiosas do Neolítico. O alinhamento solar em Newgrange é ainda muito preciso se comparado a outros fenômenos, tais como o que acontece nas Ilhas Órcades, perto da costa de Escócia. De acordo com a Mitologia irlandesa, Newgrange era um dos Sídhes (montes) onde Tuatha Dé Danann vivia. Foi construído pelo deus Dagda. De acordo com a lenda, o herói Cú Chulainn nasceu lá.

Contudo, a maioria dos ciclos místicos associados com Newgrange datam da era Céltica da mitologia e da História da Irlanda. O acesso ao local é feito a partir do Condado de Meath, de onde partem os grupos em ônibus.


Aparecimento - Fim da pré-história
Origem das CIDADES: O surgimento dos conglomerados urbanos: Fato histórico; Fato geográfico; Fato social
Período Paleolítico (2 milhões de anos atrás... pedra lascada):
Homem selvagem - caça, pesca e coleta de alimentos
Artesanato rudimentar - fabricação de instrumentos de pedra lascada e ossos
Ligado às quatro fases da Era Glacial (períodos muito frios) - Na passagem de uma para outra, ocorreram períodos mais quentes, época em que o gelo era derretido, formando lagos nos vales.
Descoberta do fogo – iluminação, aquecimento e cozimento de alimentos.
Arte rupestre – comunicação, modo de vida, costumes.

Período Neolítico (10.000 – 4.000 a.C., pedra polida...):
O homem passou a cultivar o solo e a domesticar os animais
Polir a pedra – produção de instrumentos (lâminas de corte, machados)
Inventou a cerâmica – guardar alimentos
Aqui aconteceram duas revoluções bastante importantes, caracterizadas por dois movimentos culturais que provocaram mudanças sociais muito significativas:
1. A Revolução Agrícola - processos racionais de agricultura: irrigando, arando, selecionando sementes, observando épocas propícias ao plantio e conhecendo as estações do ano - colher excedente agrícola - sedentarização;
2. A Revolução Urbana – incompatibilidade de viver, na mesma área, entre as atividades agrícolas e a criação de animais.

Primeiros sítios habitados - vales dos rios
- Fertilidade do solo
- Facilidade de irrigação
- Transportes
- Materiais naturais de construção: pedra ou argila – construção
- Ex.: Nilo (Egito), Tigre e Eufrates (Mesopotâmia)

Urbanismo
Estudo, regulação, controle e planejamento da cidade
Ciência humana aplicada - mundo em constante crescimento demográfico
Pressão de civilização e urbanidade - demandas e problemas
Atividade altamente multidisciplinar e complexa
Arquitetura, a paisagem, design e com a política
Ecologia, geologia, ciências sociais, geografia e outras ciências.

Engenheiro catalão Idelfonso Cerda
Sintetizou os vários estudos sobre as cidades – T. Geral da Urbanização (1867)
Questões técnicas - análise da rua e seus sistemas de infraestrutura
Questões teóricas e territoriais - ligar as cidades em uma grande rede nacional
Plano de Extensão de Barcelona
- Decisão oficial de derrubar as muralhas, em 1854
- Transformação da cidade de Barcelona
- Objetivo - aumentar a área total da cidade
- Alternativa mais ordenada de ruas e quadras
- Confusa trama da do centro histórico de Barcelona
- Comunicação com o exterior
- Base do plano - sistema de vias e quadras - estender indefinidamente
- Sistema completo - parques, indústria, comércio e residências
- Melhor aeração e iluminação das casas
- União entre a cidade antiga e a nova zona de extensão
Nos links abaixo encontra-se material didático a temática:
http://www.4shared.com/document/doM__TUz/Espao_turstico_NATURAL.html
http://www.4shared.com/document/t1aDIawc/Espao_turstico_URBANO.html
http://www.4shared.com/document/eUL5MjDt/Estatuto_daCidade.html
http://www.4shared.com/dir/LHGQkO0b/Sandra.html

Relato de viagem à Pirenópolis (GO)

A história começa pelo ar entre São Paulo e Goiânia, depois por terra rumo a Pirenópolis, pela primeira vez, para conhecer. Uma viagem que foi muitas vezes protelada e já tinha peso de dívida para comigo mesmo. Então chegou a hora...

Próxima parada, Pirenópolis!

Pireneus... Os morros entre os quais repousa a cidade começam a ondular bem antes, preparando o anticlímax de chegar debaixo de um tremendo toró. Mesmo assim quero imediatamente experimentar o chão da cidade, que logo começará a contar suas histórias gravadas nas ruas, muros e calçadas de pedras irregulares. O calor goiano justifica um pequeno giro, de guarda-chuva, pela redondeza.

À noite, embalado pelo som da chuva no telhado, observo as telhas vãs e as paredes caiadas da pequena “morada” onde estou hospedado, no centro histórico, para a qual desenvolvi um projeto de recuperação há anos e ainda não havia visto pronto.

Dia seguinte [sol], caminho sem rumo descobrindo as paisagens [chuva], percorro ruas, observo janelas e telhados [sol], esquinas, praças e margens do Rio das Almas [chuva]...



Rio das Almas e a Matriz do Rosário em Pirenópolis. (imagens: Luís Magnani)







Olhar a cidade é como ler um livro. As memórias emanam das paredes tingidas pelos sonhos daqueles que construíram, viveram, partiram ou chegaram há pouco com novas idéias.

A cidade conta sua história sem dó. Aqui, o turismo determinou a oferta cultural, artística, gastronômica e sustenta um bom número de lojas, ateliês, pousadas, restaurantes e justifica as muitas casas de fim de semana do povo de Brasília.

O alvoroço do sábado vira silêncio no domingo à noite no centro histórico. Movimento, agora, só no fim de semana que vem.

Já os bairros mais recentes que abraçam o centro mostram seu vigor ameaçador, se vistos com olhares de preservação histórica e ambiental.

Claro que fui ver a Igreja Matriz incendiada. Ouvi, nos dias seguintes, os comentários de moradores e também a visão do Patrimônio Nacional sobre sua restauração. Como conciliar visões tão variadas? Como juntar teoria e paixão?

Ainda que com vontade de ficar mais, deixo Pirenópolis com uma lista de novos amigos e horas e horas de conversas regadas a café e bolinhos e continuo a viagem rumo a Goiás Velho.

Minhas visitas a Goiás Velho têm sido quase freqüentes. Tenho enorme prazer em rever a cidade e os amigos. Ao contrário de Pirenópolis, onde as pedras das ruas são cravadas de topo, lado a lado no chão, Goiás é pavimentada com lajes de pedra dura, o que obriga um caminhar atento para prevenir os entorses.

Aos poucos se aprende a andar e o estado de atenção necessário aguça a percepção para tudo que está à volta.



Rua com lojas em Pirenópolis.







Goiás Velho tem sido sempre surpreendente. Cada estadia tem suas mágicas diferentes.

Lembro quando vim para um festival de teatro, em que, com os grupos participantes e a gente da cidade, dançamos uma ciranda que envolvia toda a Praça do Chafariz, à noite, à luz de tochas.

Ao enlaçarmos a praça, na verdade a cidade também nos abraçava, envolvia, sustentava, com seu perfume noturno, com suas estrelas. Como se adquirisse características humanas e exercesse ali o seu afeto.



Chuva nos arredores de Goiás Velho






Agora estou caminhando por dois dias inteiros pelas ruas, vielas, pontes, observando as construções de abobe, entrando nas vendas e vendo a chuva rodear a cidade. Margeio o Rio Vermelho para ver os muros das casas debruçados sobre suas margens e os lençóis tentando secar nos varais dos quintais.

Lembro do Janjão, arquiteto e amigo, que dizia que a vida nas cidades se mostra mais cruamente através dos quintais do que na alegoria das fachadas.

Prometi a mim mesmo que, desta vez, não tiraria duas mil fotos. Quero só passear... Bem, vou fotografar só o que for “essencial”.



Muro de adobe em Goiás.






Observo que os construtores da cidade incorporaram aqui e ali blocos de pedra aflorantes do subsolo, que foram integrados aos embasamentos de casas, às ruas e calçadas.

Esse modo orgânico de contracenar com o ambiente nutre em mim a sensação de estar num continuum com o mundo à volta. Faz sentir a primazia da escala humana na construção da cidade, ainda que seja porque lhes tenha faltado dinamite.



Rua de Goiás com bloco de pedra aflorante.






Das poucas fotografias que fiz, uma foi de uma casa presenteada com um maciço natural logo à entrada, que lhe servia de escada.

Parei para olhar a pedra brotando do chão, aquela localização exata, aquele casamento simples e perfeito. Uma vizinha saiu na janela para olhar o que poderia haver de interessante em sua paisagem habitual que chamara a atenção de uma câmera digital.



Bloco de pedra aflorante levando à entrada de casa no centro histórico, Goiás Velho.






Dia seguinte ouço comentários do desabamento de uma casa no centro histórico.

Mais tarde o assunto estava na TV e nos jornais e já havia mobilizado as autoridades locais e os técnicos do Patrimônio Nacional, pois a casa figurava entre as que seriam recuperadas com verba de instituição internacional.

Não resisto e vou lá ver. Que absurdo! É... justamente a casa da escada de pedra!

E eu havia registrado, no dia anterior, o seu último suspiro!



Mesma casa, no dia do desmoronamento.

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