sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Quinta da Regaleira - Sintra

Um dos lugares mais simbólicos da Maçonaria em Portugal

Os templários foram monges-soldados, cuja ordem militar, fundada no período das Cruzadas em 1119, visava proteger os lugares santos da Palestina contra o perigo dos infiéis.  Os votos de pobreza e castidade não impediram os Cavaleiros da Milícia do Templo de enriquecer e de desempenhar um importante papel económico e político, tanto no Oriente como na Europa, a ponto de criarem poderosos inimigos, como o rei Filipe IV de França e o Papa Clemente V, que levaram à perseguição e à extinção da ordem em 1314, sob acusações, porventura falsas, de blasfémia e imoralidade. 

Em 1317, D. Dinis de Portugal afectou os bens dos templários à Ordem de Cristo, que muitos aceitaram como sua sucessora. Desaparecidos os templários não desapareceu o templarismo, cujo espírito, resumido na defesa dos lugares sagrados e na luta contra o mal, renasceu em várias correntes e organizações iniciáticas como sendo a afirmação simbólica da sobrevivência da Ordem do Templo.  A cruz templária no fundo do poço iniciático, a cruz da Ordem de Cristo no pavimento da Capela, bem como todas as outras cruzes dispostas na Capela, testemunham a influência do templarismo no ideário sincrético de Carvalho Monteiro. Há ainda, na Regaleira, referências rosacrucianas, em alusão à corrente esotérica iniciada no séc. XVII, de tendência cristã, utilizando os símbolos conjuntos da rosa e da cruz. O movimento Rosa-Cruz propunha reformas sociais e religiosas, exaltava a humildade, a justiça, a verdade e a castidade, apelando à cura de todas as doenças do corpo e da alma.  Tornou-se grau maçónico de várias Ordens e, ainda hoje, existem escolas esotéricas e sociedades secretas que pretendem assumir-se como reaparições do mito Rosa-Cruz.

www.maconaria.net

Link para arquivos de imagens:
http://www.4shared.com/file/q_mkxiO_/Sintra_-_Quinta_da_Regaleira.html
http://www.4shared.com/document/Qq2PPgaK/Sintra.html

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Amadeus



Amadeus destaca tecnologias web no Lactte 2008

A Amadeus participa mais uma vez do Lactte, onde apresenta a nova versão do Amadeus e-Travel Management, com novas funcionalidades de acesso móvel para os viajantes corporativos e acesso às tarifas web da Gol Linhas Aéreas.

Os participantes do Lactte 2008 poderão conhecer a tecnologia Amadeus, que em 2007 recebeu 18 dos principais prêmios internacionais por suas soluções de e-commerce e reservas on-line, e seu sistema de gestão de viagens corporativas, que oferece acesso via dispositivos móveis como Palm, Blackberry e iPhone, além do conteúdo integral da Gol Linhas Aéreas.

No evento, a empresa anuncia o lançamento desta IT Partner Newsroom, ambiente web 2.0para a difusão de informações e idéias sobre tecnologia para viagens, voltada a todos os profissionais do setor.

Assim como os blogs e fóruns de discussão, este é um canal de relacionamento e discussão. Aqui os visitantes têm acesso a uma galeria multimídia e uma área de “Conhecimento” onde estão disponíveis diversos estudos relacionados a evolução e práticas do setor de viagens corporativas.

“No mundo da Social Mídia, a informação é compartilhada de forma espontânea e aberta. As pessoas, pertencentes a uma ou a diversas comunidades dentro do próprio canal, podem ‘postar’ livremente suas visões e opiniões sobre determinado tema”, afirma André Fróes, gerente de marketing da Amadeus Brasil.

Metade das 50 maiores companhias aéreas do mundo escolheu soluções de e-commerce da Amadeus

Vinte e cinco das 50 maiores companhias aéreas no ranking da IATA escolheram as soluções de tecnologia e serviços da Amadeus para aperfeiçoar seus websites, vendas, reservas e funcionalidades para serviços, tudo isso para apoiar seus relacionamentos com os clientes on-line. Oitenta por cento delas também optaram por terceirizar o design de sua interface web e a hospedagem das soluções da Amadeus selecionadas pelos usuários.

Os dois principais fatores desse crescimento de market share são os investimentos em:

Inovação: a Amadeus investiu mais de 15 milhões de euros em e-commerce para companhias aéreas em 2007. Como resultado as companhias aéreas aumentaram suas reservas PNRs em 20% no ano passado e receberam 18 prêmios da indústria, como Interactive Media Award e WebAward Standard of Excellence.

Escalabilidade: a Amadeus agora contabiliza mais de 200 milhões de page views todos os meses e acomoda mais de 3,2 milhões de visitantes nos websites das companhias aéreas diariamente.

“Estamos felizes por termos sido escolhidos pelas maiores companhias aéreas do mundo para desenvolver, operar e aperfeiçoar continuamente seus websites, críticos para seus negócios”, disse Philippe Der Arslania, diretor global de canais diretos para companhias aéreas.

A plataforma Amadeus e-Commerce é a mais utilizada pelas companhias aéreas e inclui soluções e-Retail, e-Merchandising e e-Servicing, que permitem melhorar o processo de compras, reservas e outros serviços. Estas soluções são totalmente customizadas e usadas por mais de 250 websites de mais de 75 aéreas, incluindo Air France, bmi, Finnair, Iberia, Lufthansa, Qantas e Singapore Airlines.

Amadeus é premiada no Wta 2007

A Amadeus, empresa espanhola de distribuição e soluções tecnológicas para a indústria do turismo recebeu três prêmios no WTA 2007 (World Travel Awards 2007). A cerimônia foi realizada no dia 12 de dezembro.

A empresa foi premiada como a provedora líder mundial em ferramenta de reservas pela internet pelo quarto ano consecutivo, e recebeu também os prêmios de líder mundial em GDS/CRS e líder mundial em fornecimento de tecnologia para a indústria de turismo.

“Estamos orgulhosos por receber, mais uma vez na WTA, três prêmios que reconhecem a Amadeus como líder global em tecnologia em nosso 20º aniversário”, afirmou Edward Ross, diretor de Marketing Corporativo da empresa. “Mais uma vez, estes prêmios comprovam nosso comprometimento com a indústria e nossos contínuos investimentos para permitir aos nossos clientes atender melhor às necessidades dos viajantes de hoje em dia.”

O World Travel Awards está em sua 14ª edição e dedica prêmios a todas as áreas da indústria de turismo e viagens, incluindo a parte de tecnologia. Os vencedores dos prêmios são eleitos por profissionais de turismo de mais de 160 países.

Avianca contrata soluções inovadoras de TI da Amadeus

A Amadeus, líder global em soluções tecnológicas para o setor de viagens e turismo, e a Avianca, companhia aérea nacional da Colômbia, assinaram um acordo que prevê a adoção da plataforma de última geração para companhias aéreas Altéa Costumer Management Solution (CMS), da Amadeus.

A plataforma apoiará os planos de expansão e modernização da Avianca, que usará a tecnologia Amadeus Altéa CMS para efetivar a gestão de reservas, inventário e controle de partidas, além de incrementar e oferecer um serviço mais flexível e eficiente aos seus clientes. A solução de e-commerce será usada para alinhar os processos de reserva on-line e maximizar a receita do site Aianca.com.

“Com esta iniciativa, enxergamos a modernização da nossa tecnologia como um aspecto fundamental para alcançarmos as nossas metas, considerando a excelência da prestação dos nossos serviços, a qualidade operacional e a consolidação da nossa rede de vôos em novos mercados. A Amadeus tornou-se uma parceira estratégica na realização destes objetivos”, afirma Fabio Villegas Ramirez, presidente da Avianca.

http://amadeus.socialmediaclub.com.br

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Indústria de Eventos no Brasil (vídeos: Carlsberg)

I Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil - Convention e Visitors Bureaux & Sebrae

RESUMO
O Turismo de eventos é o que mais gera renda, impostos e empregos para as cidades que recebem essa categoria de viajante. Em parceria, o Fórum Brasileiro dos Convention & Visitors Bureaux e o Sebrae realizaram o I Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil.

Realizado em 120 cidades brasileiras e verificou-se:
2,9 milhões de postos de trabalho, gera uma renda de R$ 37 bilhões que representa 3,1% do PIB nacional e R$ 4,2 bilhões em impostos em 320 mil eventos anuais no Brasil.

Número de eventos por ano segundo as regiões brasileiras:
Sudeste – 52%
Sul – 19%
Nordeste – 18%
Centro-Oeste – 9%
Norte – 2%

Estimativa de gastos dos participantes de eventos:
Residentes – R$ 58,80
Visitantes – R$ 392,05

Empregos gerados pela indústria de Eventos:
Diretos – 176.424
Terceirizados – 551.200
Indiretos – 2.182.872

Tipologia dos espaços para eventos:
Hotel/Flat – 43,7%
Teatro/auditório – 25,5%
Clube / estádio – 8,1%
Centro de Convenções – 5,4%
Buffet / Restaurante – 4,3%
Hotel de Lazer – 4,8%
Pavilhão de exposições – 2,8%
Business Center – 2,1%
Casa Noturna – 1,4%
Outros – 1,9%

Tipologia dos Eventos:
Reuniões – 21,7%
Convenções – 18,5%
Eventos Socioculturais – 18,6%
Congressos – 16,1%
Exposições/ leilões – 8,2%
Feiras Comerciais – 7,3%
Eventos Esportivos – 4,4%
Eventos Mistos – 3,3%
Outros Tipos – 1,7%

Âmbito dos eventos:
Local – 34,2%
Regional – 28,7%
Nacional – 22,5%
Latino-americano – 4,8%
Internacional – 8,2%
Mundial – 1,7%

Clientes que locam os espaços para eventos:
Empresas Privadas – 39%
Empresas Públicas - 21,2%
Entidades/ Instituições – 21%
Outros – 18,8%

Seguros praticados pelos espaços:
Não Fazem – 65,3%
Total do evento – 14,4%
Equipamentos – 3,6%
Equipe de trabalho – 2,3%
Outros – 14,3%

Meios de Comunicação:
Internet – 23,4%
Mala direta – 18%
Jornal – 17,2%
Representante de vendas – 13%
Revista – 13%
Rádio – 3,7%
TV – 3,6%
Outdoor – 2,3%
Outros – 5,8%

Mão-de-obra temporária mais contratada para eventos:
Recepcionistas
Fotógrafos
Seguranças
Pessoal de limpeza
Mestres-de-cerimônias
Garçons/maîtres
Decoradores
Manuseadores de mala direta/correspondências
Eletricistas
Operadores de Telemarketing
Animadores/recreadores

Distribuição de gasto médio per capita por dia dos visitantes que participam de eventos:
Hospedagem – 43,2%
Alimentação – 21,3%
Transporte – 30,9%
Outros – 4,6%

Composição média das receitas de um evento:
Pagamento da empresa e/ou contratante – 31,8%
Pagamento dos participantes – 27,5%
Patrocínio – 25,6%
Arrendamento/consignação – 5,4%
Outros – 9,7%

Composição média das despesas de um evento:
Espaço – 24,2%
Hospedagem/alimentos e bebidas – 15,7%
Infra-estrutura e equipamentos – 15,3%
Administrativo-operacional – 13,4%
Divulgação – 12,7%
Mão-de-obra temporária e terceirizada – 10,1%
Transporte – 5,8%
Outros – 2,8 %

Valor médio dos preços praticados pelas empresas organizadoras de eventos:
Taxa de inscrição para congressos e reuniões – R$ 359,60
Entrada/ingressos para feiras comerciais e shows – R$ 22,00
Metro quadrado para feiras e exposições – R$ 305,07

Número de participantes de eventos:
Número de eventos por ano – 327.520
Média de participantes por evento – 243,8

QUEM É QUEM NA ÁREA DE EVENTOS?
EMPRESA PROMOTORA DE EVENTOS: São empresas que idealizam, criam projetam a idéia de um evento.
EMPRESA ORGANIZADORA DE EVENTOS: Normalmente essas empresas são contratadas para planejar e organizar um evento.

Quem é Quem?
PATROCINADOR: Empresas que normalmente participam com quotas de patrocínio (valores em dinheiro) ,que possibilitam a viabilização do evento. Em troca as mesmas tem como objetivo alcançar um público-alvo através da publicidade do evento.

APOIO: São empresas que participam fornecendo materiais ou serviços para o evento, não necessariamente dinheiro.

PARCEIROS: Podem ocorrer de várias formas:
Festa do Peão de Boiadeiro em Barretos Parceria com a Bhrama ( a organização do evento faz uma parceria com uma determinada empresa cervejeira para que somente essa marca seja vendida no parque do peão durante a festa). Esse tipo de parceria beneficia a empresa parceira de duas formas: com a promoção da marca, merchandising no local e com os rendimentos do produto vendido durante o evento. Outra forma de parceria em evento é quando duas ou mais empresas resolvem promover um evento em parceria, dividindo todos os custos e promoção do mesmo.

Expositor – Empresas que tenham interesse em estar expondo seus produtos ou serviços em determinado evento.

São Paulo supera Rio em receitas de turismo, diz IBGE

Destino pouco lembrado para qualquer viagem de férias, é São Paulo que sustenta o turismo no país. O Estado é campeão absoluto entre todas as unidades da federação em receita bruta, pessoal ocupado e salários e remunerações no setor. São Paulo é responsável por quase 43,38% da receita, detém 35,12% dos trabalhadores do setor e garante 41,28% dos salários.

A primeira pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre o setor revela que o turismo obedece à mesma dinâmica da economia brasileira como um todo. Ou seja, São Paulo, como motor industrial e financeiro do país, também dá as cartas nas atividades ligadas ao turismo.

'O turismo é uma atividade econômica e, portanto, obedece a todas as leis da economia', afirma Guilherme Telles, economista do IBGE responsável pela pesquisa.

O Rio de Janeiro aparece em segundo lugar. Juntos São Paulo e Rio concentram 63,53% da receita bruta de serviços, 48,43% do pessoal ocupado e pagam 58,90% da massa de salários. A pesquisa constata, porém, que uma das principais justificativas para a prevalência desses Estados é a maior participação de setores que não têm relação direta com o turismo, como o transporte de cargas e o consumo de alimentação.

Além disso, São Paulo, Rio de Janeiro, entre outros locais, têm forte presença de empresas de transporte aéreo o que se reflete na maior receita gerada.

Gastos
Os paulistas são aqueles que também gastam mais com turismo. O valor das despesas com viagens entre os moradores do Estado de São Paulo chegava a 27,78% do total de gastos com turismo, de acordo com a pesquisa.

Os mineiros estão em segundo lugar no valor dos gastos com turismo (12,51%). O Rio de Janeiro aparece em terceiro lugar (10,19%), seguido pelo Rio Grande do Sul

Fonte: www.folha.com.br. Acesso em 31/01/2007

Guilherme Paulus, presidente da CVC, confirmou ao Mercado e Eventos que tem reunião agendada com empresários de uma operadora espanhola, especialista em turismo emissivo, para a compra da mesma.

"Seria impossível a CVC competir com operadores tradicionais do mercado espanhol. Decidimos então negociar a compra de uma operadora para comercializar o destino Brasil", disse.

Outra novidade confirmada é o projeto de transformar a CVC em uma grande holding. Segundo Guilherme Paulus, a decisão de indicar Valter Patriani para a presidência da operadora já é o primeiro passo. "Teremos a CVC operadora, comandada por Patriani, assim como teremos a CVC Hotéis, CVC Cruzeiros Marítimos, entre outros". O presidente da operadora passa a dirigir o conselho, deixando a presidência da holding para seu filho Gustavo Paulus. "Estou preparando o Gustavo para assumir em breve a direção de todo o grupo, pois precisamos sempre de renovação e novas idéias".
A CVC inaugura até final de fevereiro sua representação em Paris e até final do ano na Itália.

Ao abrir hoje (23/02) o seminário sobre os Jogos Pan-Americanos, que contece na sede do BNDES, o ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia, afirmou que a segurança deve ser um dos principais itens a serem discutidos para a garantia do sucesso do Pan-Americano. "Teremos oportunidade de preparar a estratégia e de oferecer maior segurança a todos que vierem ao Rio participar do Pan, bem como outras questões como a qualificação da mão-de-obra e limpeza da cidade, assuntos que preocupam, pois a imagem do Rio depende muito deste trabalho preventivo", afirma.

O ministro confirmou que o MTur já liberou R$10 milhões para cursos de capacitação e outros R$2 milhões para sinalização. Mares Guia acredita que o Pan possa ser um elemento fundamental para o incremento do turismo no país. "Queremos chegar ao final do ano superando a marca de seis milhões de turistas e US$5 bi em divisas". Os investimentos totais somam R$175 milhões, nos quais R$165 milhões serão gastos na reforma do Santos Dumont.

Participam do seminário a presidente da Embratur, Jeanine Pires, integrantes do MTur, além de autoridades de Turismo do Rio como Paulo Senise, diretor-executivo do Rio Convention; Eduardo Paes, secretário de Estado de Turismo e Esportes; Rubem Medina, secretário Especial de Turismo da Cidade do Rio de Janeiro; Luis Felipe Bonilha, presidente da Riotur; além de Milton Zuanazzi, presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Organização de eventos

Definição de Eventos

É uma forma infinita de acontecimentos ligada à necessidade e criatividade do homem, o qual visa a informação e a intercomunicação.

É um conjunto de atividade profissionais desenvolvidas com o objetivo de alcançar o seu público alvo, através do lançamento de produtos, da apresentação de uma empresa, pessoa ou entidade, visando estabelecer o seu conceito ou recuperar a sua imagem.

É uma ação profissional através da pesquisa, do planejamento, da organização, da coordenação, do controle e da implantação de um projeto, visando atingir o seu público alvo com medidas concretas e resultados projetados.

Organizador de Eventos
O organizador de eventos não é um profissional específico de uma profissão, porém as experiências mostram que este profissional deve estar ligado às áreas de comunicação, como Turismo, Marketing, Relações Públicas.
Existem algumas características fundamentais as pessoas que pretendem atuar nesta área, como por exemplo:

Segurança, auto-estima, liderança, bom-senso, educação, tolerância, iniciativa, criatividade, dinâmica, ser organizado, ser bem relacionado, saber lidar com imprevistos, cultura geral, e estar atento aos detalhes.

Onde atuar na área de eventos?
A área de eventos é muito ampla, e a cada dia vem demonstrando um crescimento cada vez maior, abrindo espaço para os organizadores e serviços ligados a este segmento. O profissional de eventos poderá atuar em: empresas, agências organizadoras de eventos, centro de convenções e feiras, hotéis, agências de promoção e marketing, empresas culturais e esportivas.
Evolução Histórica
Observando a história do homem detectamos que ele sempre viveu situações de eventos, como descobertas, conquistas, lutas, crescimento populacional, etc.. entretanto as raízes das grandes reuniões advém das civilizações grega (L`Agora Assembléia Política) e romana (O Fórum Político e Religioso).

O primeiro congresso oficialmente registrado foi o Concílio de Nice, em 325 d.c., seguido do Concílio de Constantinopla, em 381 d.c. Somente em 1681 tem lugar em Roma o Primeiro Congresso de Medicina Geral, evento de cunho não religioso , pois até em tão a grande maioria dos eventos reuniam apenas bispos e doutores em teologia.

A primeira conferência diplomática ocorre em 1815, conhecida como Congresso de Viena. Após o fim da Segunda guerra mundial (1939-1945), as reuniões internacionais se multiplicaram, porém se intensificam de fato, depois de 1945, quando surge a consciência da importância econômica para uma cidade ou região da possibilidade de candidatar-se à sediar reuniões internacionais. Este novo ramo econômico é chamado de Turismo de Congressos, fenômeno que se iniciou na Europa, chegando à América posteriormente. Tal importância econômica reside no fato de que, um congresso ou convenção acarreta uma cadeia de ações, as quais envolve diversos setores do mercado dentre os quais, hotelaria, agências de viagens, companhias aéreas, restaurantes, comércio e serviços complementares (tradução simultânea, recepção, recursos audio-visual, e outros).

A idéia de que é rentável investir em congressos internacionais foi defendido em 1966, por ocasião do “4º Congresso Internacional sobre a Organização de Congressos”. O grande êxito do Turismo de Congressos no mundo são decorrentes devido a rapidez das informações tecnológicas e científicas, cada vez mais os homens tem necessidade de se reunir periodicamente para confrontar suas opiniões. Em decorrência disto, o número de eventos de todas as espécies, vem crescendo, proporcionando ao turismo um campo de ação vasto e atraente.
Classificação de Eventos
Em relação ao público:
Eventos Fechados – realizado para público claramente definido, pela identidade e interesse pelo assunto. Ex:. Semana de Turismo.

Eventos Aberto por Adesão – São propostos e sujeitos a um público que pode aderir ou não ao evento. Ex. Simpósio de Medicina, Exposição Agropecuária.

Eventos Aberto em Geral – Aquele que atinge todas as classes. Ex.: UD, Fenasoft.
Em relação ao porte:
Pequeno – com até 200 participantes;
Médio – com até 500 participantes
Grande – com mais de 500 participantes;
Mega – acima de 1000 participantes.
Em relação a data:
Data Fixa – Evento com data de realização invariável, de acordo com as comemorações cívicas, religiosas e outras. Realizam-se, anualmente no mesmo dia, com periodicidade determinada. Ex.: Comemorações 07 de setembro, padroeirosc das cidades. Ex.: Periodicidade fixa – Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo.

Data Móvel – Evento que sempre se realiza, porém em data variável, segundo o calendário ou os interesses da organização promotora. Ex.: Carnaval.

Data Esporádica – Evento de realização temporária, que acontece em função dos fatos extraordinários, porém previstos e programados. Ex.: Morte do Papa, Posse do Reitor.
Em relação a área de interesse:
Artístico – ligado a quaisquer das áreas artísticas como musicais, shows, exposições de pintura, lançamentos de livros, concursos de dança, espetáculos teatrais;

Científicos – relacionados aos assuntos de ordem científica, normalmente acadêmicos.

Cívico – comemorações ligadas a pátria;

Cultural – trabalha os diferentes aspectos da cultura, em carater promocional ou institucional;

Esportivo – eventos envolvendo esportes em geral;

Folclórico – apresenta os hábitos, costumes, lendas e tradições de um determinado país ou região.

Institucional – não tem objetivo de venda, busca sim, criar ou firmar um conceito acerca de um produto ou empresa.

Lazer – estes eventos buscam propiciar diversão e entretenimento aos participantes.

Político – temas ligados a partidos políticos ou a política como um todo;

Promocional – trata da promoção de imagem ou de venda de um produto, entidade ou pessoa;

Religioso – relacionada a qualquer religião, independente de qual seja o credo;

Social – objetiva somente o encontro e a confraternização entre participantes.

Turístico – ligado aos aspectos turísticos de um determinado país ou região, com a realização de viagens ou não.
Tipologia
O tipo de cada evento é definido de acordo com atividades que serão realizadas , juntamente com o objetivo do mesmo. A seguir estudaremos os tipos de eventos mais usados atualmente:
Concursos: Caracteriza-se pelo espírito de competição podendo ser aplicado a diversas áreas: artístico, cultural, desportivo, científico, etc.
Deve ser coordenado por uma comissão organizadora que tenha conhecimento sobre a área em questão, que estabelecerá: nome do concurso, critério de avaliação, número de participantes, número de premiação, critério de desempate, publicação e duração, composição do júri, prêmios oferecidos e regulamento a ser seguido.

Torneio: Evento em geral de caráter esportivo, caracteriza-se pela competição. Deve possuir uma comissão organizadora tal qual os concursos.

Desfile: Evento que se classifica normalmente na categoria promocional e lançamento de produto, geralmente é promovido por confecções. As condições básicas para o seu sucesso são: escolha adequado do local, dos convidados, dos manequins, dos produtos e uma excelente divulgação.

Leilões: Consiste na venda pública de objetos a quem der maior lance, partindo de um valor determinado. Necessita da presença de um leiloeiro oficial.

Encontros: São eventos com porte e duração variável, nos quais as pessoas se reúnem com a finalidade de discutir temas de interesse comum.
A seguir os mais diversos tipos de encontros:
Congresso: São reuniões promovidas por entidades associativas visando debater assuntos que interessam um determinado ramo profissional, normalmente é realizado em vários dias, com a inclusão de outros encontros dentro deste , constitui-se num evento de grande porte.
Os congressos podem ser:
Regionais
Nacionais
Internacionais
Os congressos podem ser divididos em congressos técnicos e congressos científicos:
Congressos Científicos: São aqueles promovidos por entidades médicas, odontológicas ou ligadas a outros ramos das ciências naturais. Os temas dos congressos científicos podem ser de duas categorias:

Os oficiais – são as sessões que apresentam temas oficiais constantes na programação, com a participação plena de todos os congressistas.

Os livres – são as sessões reservadas aos congressistas regularmente inscritos no congresso, que queiram apresentar trabalhos, desde que estes sejam relacionados ao tema oficial, sendo abertas à participação dos demais congressistas.

Congressos Técnicos: São promovidos por entidades ligadas ao ramo da ciências exatas ou sociais. Basicamente estes congressos se desenvolvem através de sessões de comissões ou grupos de trabalho, divididos em tantos quantos se fazem necessários.

Estes grupos de trabalho, discutem cada qual o tema que lhe for destinado, cabendo a cada um a apresentação de sua recomendação, que será ligada a sessão plenária da qual participam todos os congressistas, essas recomendações são submetidas a apreciação do plenário, que no final votará pela sua aprovação ou não. Uma vez aprovadas, estas recomendações se tornarão conclusões do congresso, que serão encaminhadas às autoridades competentes, como pronunciamento oficial da classe. Um documento conhecido como “anais do congresso”, registrando estas conclusões, bem como os trabalhos apresentados devem ser entregues ao final do evento. Todo congresso deve Ter um regulamento e um regimento das sessões de trabalho e que seja aprovado pela comissão organizadora.

Convenção: Reuniões promovidas por entidades empresarias, industriais e partidos políticos, geralmente são eventos anuais. Todas as convenções buscam a integração de pessoas pertencentes a uma determinada empresa ou partido político, submetendo-se a certos estímulos coletivos para que possam agir em defesa dos interesses da referida empresa ou partido.

Conferência: É o tipo de evento que se caracteriza pela apresentação de um tema informativo (geral, técnico ou científico) por autoridade competente no assunto em questão, para um grande número de pessoas. A conferência é uma reunião bastante formal, exigindo a presença de um presidente de mesa que coordenará os trabalhos. Não são permitidas interrupções e as perguntas deverão ser feitas no final da apresentação, por escrito ou microfone aberto. A videoconferência, ainda é pouco utilizada no Brasil, porém tende-se a popularizar-se nos próximos anos.

Palestra: Reunião menos formal que a conferência, caracteriza-se pela apresentação para um pequeno grupo que já possui noções sobre o assunto.
Após a apresentação poderá ser aberta para questionamento dos ouvintes, ou até mesmo durante a apresentação, caso o palestrante desejar.

Ciclo de Palestras: Uma série de palestras pronunciadas por professores ou especialistas, todas abordam a mesma área de interesse, mas sobre assuntos diferentes.

Seminário: A exposição é feita por uma ou mais pessoas com a presença de um coordenador. O assunto exposto é de conhecimento da platéia. Tem como objetivo fornecer e somar informações de temas já pesquisados. Divide-se em três fases:

Exposição – orador previamente convidado, realiza uma pesquisa e leva a sua contribuição para o grupo.

Discussão – o assunto em pauta é debatido e detalhado em todos os seus aspectos.

Conclusão – quando um coordenador, polarizando as opiniões dominantes, propõe à aprovação do grupo às recomendações finais do seminário.

Mesa Redonda: Reuniões de pequenos grupos de técnicos e/ou conhecedores de assuntos específicos para debate, treinamento no sentido de obter conhecimentos e esclarecimentos. Participa um coordenador como elemento moderador. Os participantes da mesa apresentam seus pontos de vista (com tempo limitado), o moderador orienta a reunião, observa temas e horários mas não pode emitir opinião. A mesa redonda pode ser aberta com a participação da plenária com perguntas orais ou escritas, ou fechada, onde não é permitida a manifestação da platéia.

Simpósio: É um tipo de reunião derivado da mesa redonda, possuindo como característica: ser de alto nível e contar com a participação de especialistas de grande renome. A diferença fundamental é que os expositores não debatem entre si, tendo como finalidade realizar um intercâmbio de informações. Após a apresentação, a platéia participa com perguntas à mesa.

Painel: É outro tipo de reunião derivado da mesa redonda, tem como objetivo reproduzir as informações de um pequeno grupo para um grande grupo assistente. Há debate entre os painelistas, sob a coordenação de um moderador, cabendo a platéia o comportamento de expectadora , sem formular perguntas a mesa.

Fórum: Reuniões sem limitação de número de participantes, permite aos expositores debaterem com liberdade seus pontos de vistas sobre o tema ou temas em pauta, a platéia poderá participar com questionamentos a mesa. O objetivo é obter as maiores informações sobre o assunto, em busca de um consenso geral. O coordenador colhe as opiniões e apresenta uma conclusão representando a opinião da maioria. Poderá ter a duração de um ou mais dias.

Debate: É a discussão de dois oradores que defendem pontos de vista diferentes sobre um tema, é possível realizar debates com mais de dois participantes. Existe a necessidade de um moderador para coordenação do debate. Pode ser aberto ao público ou transmitido em veículo de mídia, entretanto, a platéia não participa com perguntas.

Colóquio: É a exposição de um tema em reunião fechada, que tem por objetivo esclarecer e tomar decisões, sob uma coordenação específica.

Semana: É a nomenclatura atribuída a um tipo de encontro semelhante ao congresso, no qual os participantes pertencem a uma mesma categoria profissional com o objetivo de discutir temas relacionados com a classe. É necessário uma comissão organizadora, e tem duração de vários dias.

Workshop: São encontros onde há uma parte expositiva seguida de demonstrações do objeto (produto) que gerou o evento. Poderá fazer parte de um evento de maior amplitude.

Oficina: É semelhante ao workshop, sendo que a oficina é mais utilizada na área educacional e o workshop na área comercial/empresarial. Pode também fazer parte de eventos maiores.

Conclave: Caracteriza-se pelo caráter religioso e para o qual são trazidos temas de ordem ética e moral. Os expositores são, na sua maioria, religiosos e a organização é semelhante à dos congressos. As conclusões podem ser adotadas.

Jornada: São encontros de grupos profissionais, de âmbito regional, para discutir periodicamente assuntos de interesse do grupo. É promovido por entidades de classe, com duração de vários dias. As conclusões podem servir de diretrizes para a classe.

Entrevista Coletiva: É um tipo de encontro no qual o expositor (entrevistado) faz uma rápida explanação, e é questionado pelos representantes da imprensa (jornalistas) Dependendo do entrevistado as perguntas são previamente submetidas a sua apreciação ou da assessoria de imprensa do mesmo.

Brainstorming: É um tipo de encontro no qual as pessoas se propõem a apresentar idéias acerca de um problema. Normalmente essa reunião poderá ter uma fase criativa e outra avaliativa. Normalmente existe um coordenador que fará a apresentação do problema, depois todos participam com o lançamento de idéias e o coordenador em conjunto com os participantes fazem a seleção de idéias e a síntese.
Exposições, Feiras e Mostras:
Exposição: É fixa, visa apenas divulgar. O expositor irá adquirir o espaço físico que será transformado em stand e estará, juntamente com outros expositores participando do evento. Nas exposições de artistas plásticos, geralmente individuais, o espaço poderá ser conseguido sem despesas. Convencionou-se chamar de vernissage a abertura de exposições de artes plásticas.

Mostra: É pequena, circulante e visa somente divulgar. É a única forma de expor que circula, isto é, pode ser vista em vários locais, com a mesma forma e conteúdo.

Feira: É ampla, fixa e visa vender. Neste caso o espaço do stand é bastante dispendioso, pois trata-se de um evento destinado a venda de produtos. É a forma de expor mais freqüentemente organizada.
Encontros de Convivência
Consiste em reunir pessoa para um momento de descontração, integração ou até mesmo negócios, no qual um serviço de buffet atende de acordo com o tipo de encontro.
Coquetel: É um encontro no qual as pessoas circulam servidas por garçons ou servindo-se de uma mesa estrategicamente colocada.
Salgadinhos variados e bebidas constituem o cardápio do coquetel “ party”, se acrescido de um prato quente é o coquetel “souper”, todo o cardápio servido em uma mesa é o coquetel “buffet”.
“Coquetel deve ter 4S – Surgir, Saudar, Sorrir e Sumir” - Marcelino de Carvalho, Livro Guia de Boas Maneiras.

Banquete: É um encontro suntuoso e solene com considerável número de pessoas. Destaca-se dos anteriores pela qualidade dos serviços, coberturas, baixelas, talheres e decoração. Os banquetes podem utilizar diferentes serviços; Serviço Empratado – Servir o prato à mesa, já montado na cozinha. É um serviço simples e rápido, facilitando o trabalho dos garçons e melhor apresentação do prato.
Francesa – Neste serviço o garçom serve o cliente direto da bandeja.
Buffet – Consiste da mesa montada com pratos quentes e frios. O êxito deste tipo de serviço depende da escolha do cardápio correto e da apresentação dos diversos pratos.

Churrasco: É um evento popular, no qual os convidados não se preocupam muito com a etiqueta. Seu cardápio é basicamente carne, saladas, bebidas e frutas. Geralmente tem duração de um dia inteiro e é mais utilizado para confraternizações empresariais.

Happy-Hour: É uma reunião de final de tarde, na saída do trabalho, geralmente promovida por bares, restaurantes e hotéis, mas que pode ser oferecida pela própria empresa em seu ambiente físico. O cardápio é semelhante ao de um coquetel, onde podem surgir brincadeiras e pequenos jogos.

Brunch: É oferecido em substituição ao café da manhã e almoço, no meio do dia ,“Breakfast e lunch”. Muito hotéis oferecem este tipo de serviço, é um tipo de encontro muito apropriado para reuniões empresariais no período da manhã.

Coffee-Break: É oferecido no intervalo de eventos, em mesa devidamente decorada e estratégicamente colocada, no qual os convidados podem se servir de uma variedade de salgado, doces, sucos, chás, café, água e etc.

Almoço Network: Consiste em um almoço-reunião, no qual se discute a pauta durante o aperitivo e utiliza-se o restante do tempo para fechamento do assunto.

Café da Manhã: São encontros profissionais em que, entre a exposição dos assuntos de interesse dos convidados, é servido o café de maneira que não atrapalhe a dinâmica dos trabalhos.
Outros eventos
Lançamento de Pedra Fundamental
Inauguração de Espaço Físico
Inauguração de Retratos, Bustos e Estátuas
Posses
Outorga de Títulos
Evento esportivo
Excursões
Lançamento de Livro ou Produto
Dias Específicos
Rodadas de Negócios
Briefing
O “Briefing” é uma ferramenta de extrema importância para o organizador de eventos, independente do tipo de evento que estiver realizando.
“Briefing” é um questionário aplicado pelo organizador ao contratante do evento, onde constarão perguntas fundamentais para a realização de um planejamento e do evento. A baixo apresentaremos um modelo de “briefing”, porém cada organizador deverá formatar o seu, adaptando suas perguntas às suas necessidades.
MODELO PARA BRIEFING
I-Empresa contratante:
Razão Social:
Endereço:
Fone:
Fax:
e-mail:
Contato:
Cargo:
Departamento:
Segmento de atuação da empresa:
Produto e/ou linha de produtos ou serviços:
Eventos
Objetivo principal do evento: (comemoração, convenção de vendas, congresso científico, confraternização, lançamento de produto, treinamento, outros).
Data da realização e período.
Público alvo do evento.
Perfil do Público-alvo: (sexo, faixa etária, escolaridade, nível sócio-econômico, grau hierárquico)
Número total de participantes.
Qual a origem geográfica dos participantes.
Existe um local determinado para a realização do mesmo:
( ) sim ( ) não Caso afirmativo. Onde?
Existe um programa do evento.
Inclui hospedagem
Quais os meios de transportes utilizados.
Qual a tipologia do evento
Há um tema definido:
Caso afirmativo: anexar logotipo, peças, etc.
Caso negativo: que material será criado em função do tema, cores especiais.
O que será oferecido aos participantes: (refeições, atividades, brindes, serviços).
Qual a categoria de hotéis a ser utilizado.
Quem são os convidados Vips: ( qual o diferencial de serviços e as honras oferecidas)
Qual a verba prevista.
Existe uma comissão organizadora: (quem são os contatos, definir as responsabilidades de cada comissão e o responsável)
Idioma oficial do evento.
Como será feita a divulgação: (veículos a serem usados, folhetos, convites, cartazes)
Equipamentos
Materiais
Serviços:(tradução simultânea, buffet, jantar, coquetel, outros)
Recursos humanos:
Para esse evento existe a contratação de outros prestadores de serviços como: (agência de propaganda, serviços gráficos, assessoria de imprensa, agências de turismo, banco oficial, assistência médica hospitalar, seguro, outras).
PLANEJAMENTO
A organização de eventos é trabalhosa e de grande responsabilidade, por isso o planejamento deve procurar englobar os aspectos reais e potenciais relacionados direta e indiretamente com o evento, de forma minuciosa. O planejamento é o primeiro esforço organizacional englobando todas as etapas de preparação e desenvolvimento do trabalho. O sucesso de um evento depende de um planejamento detalhado e bem feito.
1. - Definição de Objetivos
O planejamento de um evento esta ligado aos objetivos que se deseja alcançar ou seja, é o que se pretende alcançar com o evento.
2. - Local
O local adequado para a realização de um evento, é o local que mais se adapta ao perfil dos usuários e do eventos. O organizador não poderá considerar somente o espaço físico, mas também a própria localização geográfica em que se encontra, analisando os seguintes aspectos:
Condições econômicas dos participantes
Facilidades de acesso
Condições turísticas
Infra-estrutura de hospedagem e alimentação
Concentração de público-alvo.
3. - Data
A fixação da data do evento assume uma grande importância e deve ser analisada, não somente no contexto da área geográfica em que vai ser realizado o evento, mas também em termos nacionais. No caso de eventos muito diferenciados, a análise deve ser levar em conta o próprio calendário internacional de eventos. Uma data mal fixada, coincidindo com eventos semelhantes ou com outros de natureza cívica ou religiosa, pode determinar o fracasso do evento.
4. - Temário
O temário consiste na fixação dos assuntos que serão abordados no evento.
Deve observar as seguintes características:
Clareza: ser de fácil entendimento o objetivo do assunto.
Atualidade: ser atual e de interesse geral
Antecedência: ser divulgado com antecedência para garantir a participação dos interessados. Todo temário de evento deve apresentar um tema central que servirá de linha mestra para o desenvolvimento do mesmo.

Tema Central – é a idéia básica que norteará o desenvolvimento do temário. A escolha de um tema central facilita o desenvolvimento do temário como um todo, resumindo tudo que será discutido e analisado durante o evento.

5. - Programa
O programa consiste na distribuição, por data e horário , de todas as atividades a serem desenvolvidas durante o evento. Nele deve constar todas as atividades relacionadas não só como temário, mas também com as atividades de lazer, sociais e culturais.

6. - IDENTIFICAÇÃO E ANÁLISE DOS PARTICIPANTES
Devemos identificar as peculiaridades do público-alvo ou participantes potenciais, para saber quem são, o que faz, onde vive, quanto ganha e outras informações de suma importância para o organizador de eventos. De um modo geral, o público pode ser classificado nos seguintes segmentos:
participantes (potencial e atuais);
expositores (potenciais e atuais);
convidados especiais;
autoridades;
veículos de comunicação, fornecedores;
público em geral.
7.Estratégias de Comunicação
A estratégia de comunicação consiste na adequação de linguagem, mensagem e meios que serão utilizados para atingir, com eficácia os segmentos determinados.
7.1 Mensagem: recomenda-se que as mensagens a respeito de um mesmo evento guardem, entre si, uma relação de harmonia, isto é, que sejam elaboradas dentro de uma mesma diretriz. A mensagens mais eficientes são aquelas que possuem chamadas claras, curtas e de imediata compreensão. A mensagem pode ser informativa, motivacional ou ambas, desde que estejam diretamente ligadas aos objetivos do evento, sejam concebidas com a mesma diretriz e utilizem a linguagem correta.

7.2 Meios de Comunicação: a escolha dos veículos de comunicação deve considerar o tipo de evento, sua abrangência e segmentação, por isso, cada tipo de público exigira meios de comunicação adequados ao seu perfil.

Os meios de comunicação podem ser resumidos em:
Jornais, revistas, rádios e TV – para tais meios destinam-se dois mecanismos: a assessoria de imprensa e a inserção de anúncios. A assessoria de imprensa enviará sugestões de pauta, press-releases, agendará entrevistas coletivas, sempre que necessário e tais matérias aceitas pelos editores e jornalistas, serão divulgadas gratuitamente nos veículos. Os anúncios ou matéria paga, serão inseridos quanto os objetivos do evento e a definição de público o exigirem e houver disponibilidade financeira.

Cartazes – uma das formas mais usadas na divulgação de eventos, por ser objetivo e mais barato. Deve ter a linguagem clara e objetiva, mensagem rápida e direta, além de um visual atraente e criativo. O cartaz busca despertar atenção daqueles que passam por ele normalmente de maneira rápida.

Folhetos – divulga apenas as mensagens básicas e na maioria das vezes, é entregue aos potencialmente interessados, de forma direta.

Folder – normalmente é enviado aos potenciais participantes com a programação do evento, com datas, horários, atividades previstas e participantes convidados ou palestrantes.

Mala-direta – é como se costuma chamar a remessa via correio, de folhetos, folders, circulares, a um público especialmente selecionado para este fim (mailing list). Trata-se de uma forma de comunicação muito dirigida.

Painéis e out-doors – usado normalmente para eventos com tema de domínio coletivo e quando o público alvo seja a comunidade como um todo ou uma fatia significativa dela. Uma estratégia de comunicação bem estruturada deverá contar com a utilização de diversos meios, com um cronograma bem definido de forma simultânea e sucessiva.

8. - Planejamento Financeiro
Basicamente, o planejamento dos recursos financeiros de um evento pode ser definido como o esforço de previsão, de organização e controle das entradas e saídas dos recursos financeiros. Para tanto, existem dois aspectos básicos:

Previsão – as fontes de receitas devem ser analisadas criteriosamente, assim como os itens de despesas, devem ser claramente identificados;

Organização e controle – deve-se realizar esforços para harmonizar o fluxo de caixa, isto é, as entradas e saída, de modo que o disponível seja suficiente ao longo do tempo. Por outro lado, em função da previsão das receitas e despesas, é importante estabelecer as alternativas, bem como os critérios de prioridade e hierarquia das criatividade. Os recursos financeiros procedem geralmente das seguintes fontes:
recursos preexistentes– verba que a entidade promotora destina para as despesas iniciais;
taxa de inscrição/ ingressos
doações – que são contribuições provenientes de pessoas físicas ou jurídicas, que podem assumir as seguintes formas: dinheiro, materiais de consumo do evento, serviços (impressão, buffet, alimentação, hospedagem, anúncios e outros.)
patrocínio – uma organização pública ou privada assume a responsabilidade total ou parcial dos custos da organização do evento;
auxílios governamentais– esta fonte pode ser de origem federal, estadual e municipal, onde o órgão envolvido financiam algum tipo de serviço ou material do evento, tais como: estadias, passagens, cartazes, folhetos, publicação de anais, etc;
eventos paralelos– são atividades que poderão ser desenvolvidas antes e durante o evento, podendo significar uma fonte de renda;
venda de espaço impresso– o organizador poderá oferecer esses espaços para empresas que tenham interesse em divulgar seus produtos ou serviços para o público alvo do evento.
merchandising – é a venda de materiais diversos, voltados para o público consumidor. É de fácil aceitação pela possibilidade de seu uso (camisetas, bonés, chaveiros, cinzeiros, calendários e outros).
Planejamento Financeiro– busca planejar dentro de um determinado espaço de tempo, as entradas e saídas de numerário, de forma que o disponível seja, ao longo do período de organização, suficiente para cobrir despesas, Deve-se adotar também um critério de prioridade de despesas.
Além da previsão e do planejamento financeiros, é necessário lançar mão de outros mecanismos como controle de livro caixa, processo de pagamento, balancetes de verificação, aplicações, prestação de contas, para que se tenha um perfeito controle da vida financeira do evento.
Despesas de um evento – o custo total de um evento pode ser dividido da seguinte forma:
custos de organização(planejamento, coordenação, recursos humanos.............................................40%
criação, lay out, arte final e impressão............10%
correio..............................................2%
buffet..............................................15%
material do participantes............................3%
transporte e estadia de convidados..................10%
centro de convenções................................10%
programação social e turística.......................5%
reprodução de trabalhos..............................3%
diversos.............................................2%
Os percentuais apresentados acima servem apenas como base de distribuição de receita, devendo ser analisado a cada evento, de acordo com os objetivos do mesmo.
9. - Serviços
A contratação dos serviços profissionais para um evento deve ser realizada após uma criteriosa seleção, ou seja, com apresentação de referências pessoais e profissionais, documento de identificação, endereço e telefones comprovados. Tudo o que for acertado entre as partes deverá estar assegurado através de um contrato de prestação de serviços específico para esse fim. O Organizador deverá apresentar pelo menos três orçamentos de empresas diferentes para que o contratante escolha o que mais lhe convir, é função do organizador de eventos informar sobre cada fornecedor e dar referencias de outros eventos. Abaixo estão listados alguns serviços que podem ser utilizados na organização de um evento.
Decoração / imprensa /cerimonial /buffet/ fotografia / mestre de cerimonias/ iluminação e som / tradução e interpretação/ seguranças /(criação, lay-out, arte-final e fotolito).
A prestação de serviços de segurança, assistência médica, seguro de saúde e de vida, serviços pessoais, são itens que oferecidos pelo evento, o enriquecem e proporcionam maior “status”. Estes serviços estão muito intimamente ligados a recepção, uma vez que por ela passam todos aqueles que vêm participar de qualquer evento.
10. - Instalações
Recepção: O serviço de receptivo de um evento é considerado o “cartão de visitas”. É o primeiro contato do participante com o “clima” do evento. O receptivo pode ter postos de atendimento em aeroportos, hotéis e nos locais onde acontecem as atividades do evento. Em qualquer caso, é imprescindível demonstrar alegria pela presença do participante, a importância dessa presença e o desejo dos organizadores, de que ele encontre o evento, motivos de grande satisfação. Características pessoais das recepcionistas como simpatia, eficiência, alegria interior, paciência, raciocínio rápido, são fundamentais ao trabalho de recepção. Outros fatores de organização determinam o bom andamento deste serviço: escolha e montagem do local apropriado, placas de informação e indicação, quadro de informações importantes, uniformes, treinamento de recepcionistas, entre outras.

Secretaria: È um local onde deverá funcionar toda a organização do evento, enquanto o mesmo está acontecendo, a entrada é restrita aos funcionários do evento. A secretaria deverá estar equipada com: fax, telefones, micros, internet e materiais de escritório, pois a mesma funcionará como um “QG”.

Sala VIP: Esta sala deverá estar preparada para receber os convidados vips, palestrantes, autoridades e imprensa. Normalmente, é preparado um buffet, que ficará montado durante todo o evento, em alguns casos contratamos garçons para servir aos convidados ou até mesmo uma recepcionista que estará servindo e informando os participantes.

Local do evento: O local do evento deverá estar preparado para receber os participantes com conforto, bom gosto e infra-estrutura. O local deverá ter o número de lugares de acordo com a quantidade de pessoas, banheiros próximos, acesso facilitado, acesso para deficientes físicos. Deverá existir a preocupação de decorar o espaço de acordo com a tipologia e tema do evento para que as pessoas possam entrar no “clima” do evento. Essas decorações costumam causar um impacto benéfico aos participantes.

Hotéis: Ao elaborar o planejamento de hospedagem de um evento o organizador deverá levar em consideração a condição sócio-econômica e cultural dos participantes. Resumidamente, o planejamento de hospedagem segue o seguinte roteiro:
escolha de hotéis– após visitas serão selecionados aqueles que atendam as características dos participantes.
reserva antecipada ou bloqueio – diante da expectativa do número de participantes, serão negociados e bloqueados um determinado número de apartamentos nos diversos hotéis, que serão confirmados pelos participantes interessados ou liberados pela organização do evento, em data previamente estabelecida.
confirmação de reserva– os participantes serão informados do custo das diárias dos hotéis selecionados, suas características físicas e orientados com relação a data limite e procedimento para confirmação de reserva.
11. - Transportes
A organização de um evento tem que buscar meios que facilitem a participação dos interessados. O oferecimento de condições de transporte favoráveis em um país como o Brasil, constitui fator determinante de participação. A organização do evento deverá contratar empresas especializadas em aéreo e terrestre, tanto para cargas quanto para passageiros; Aéreo / Terrestre(rodoviário/ferroviário)/ Grupal / Coletivo
Individual / estacionamento.
12. - Planejamento de Atividade Sociais e Turísticas
As atividades sociais e culturais paralelas de um evento, assumem grande parte da responsabilidade pelo “clima” que se deseja obter para os participantes e para o evento. Tais atividades podem ser dirigidas somente aos participantes, somente aos acompanhantes ou aos dois públicos conjuntamente. Para cada um dos casos deverá ser planejada uma programação específica de acordo com o perfil do público. Os programas sociais e culturais mais comuns em eventos são: coquetéis, shows, teatros, city tour, saídas para compras, jantares, almoços e passeios noturnos. São as atividades que se desenvolvem paralelamente aso evento. Ao efetuar o planejamento destas atividades deve-se tomar o máximo de cuidado para que as mesmas não comprometam o evento.
13. - Planejamento de recursos Humanos
Deverá ser determinado o número e a função das pessoas que serão envolvidas nas etapas do pré-evento, trans e pós-eventos. Após definido cada função os profissionais deverão ser treinados e informados sobre o tipo de evento e as atividades que estarão acontecendo, informar os direitos e deveres de cada área e pessoa, bem como assinar contrato com todas as informações detalhadas.
14. - Recursos Audiovisuais
O planejamento dos recursos audiovisuais consiste em identificar e analisar as características do evento e as necessidades dos participantes e oradores, estabelecendo em função destas análises, quais equipamentos serão necessários. Os recursos audiovisuais em geral, são: serviços de som, projetores diversos, e telas de projeção, serviço de iluminação, sistema de tradução simultânea, vídeo e televisão, computador, mapas, modelos, maquetes quadros negros e brancos com pincéis e giz, painéis indicativos e informativos.
15. - RECURSOS MATERIAIS
Por recursos materiais entende-se toda a gama de produtos necessários nas etapas de operacionalização do evento. Temos:
Material de expediente– papel, circulares, envelopes, canetas, lápis, e todo material de secretaria que se possa necessitar.
Material de participante – compreende tudo que vier a ser distribuído aos participantes, como pasta, brindes, crachás, tickets de estacionamento, bloco de anotações, etc...
Equipamentos – telefone, fax, xerox, micro computador, máquinas de escrever, telex, calculadora, etc...
Recomenda-se que os materiais de expediente e de participante mantenham uma unidade visual entre si e com o material de divulgação, ou seja, em tudo deve ser aplicada a marca e as cores do evento, auxiliando assim, o processo de fixação da imagem do evento.
16. - Chek List
É um instrumento básico, necessário e imprescindível, a uma eficiência e correta organização de atividades. É o retrato fiel do evento. podemos definir também o chek list como a lista das atividades e procedimentos que deverão ser realizados para a efetivação do evento. O Check-list é a relação de providências, tarefas ou necessidades do evento. Existem diversas formas de apresentação do check-list, como por exemplo reunir as necessidades por ordem alfabética, ou também pode ser organizado por grupos de atividades, setores de organização ou para cada circunstância específicas, como check-list de secretaria, de plenário, de programação social, de local e outras.
17. - Cronogramas
É a distribuição ordenada das atividades e providências, dentro de um determinado espaço de tempo com datas previstas, para início e término de cada tarefa. O cronograma estabelece também responsabilidades de execução. O acompanhamento e avaliação constante do cronograma evita e previne erros durante o processo.
18. - Estrutura Administrativa
Identificação das funções;
Distribuição das funções;
Detalhamento das funções.
19. - Avaliação
Avaliar é fundamental para o aprimoramento de uma organização. Periodicamente os trabalhos desenvolvidos para um evento devem ser avaliados, através de reuniões com o grupo envolvido. A base para tais avaliações está no cronograma, que determina tarefas e estabelece responsabilidades. A opinião das pessoas que compõem o grupo de trabalho também é muito importante, ao final do evento, a equipe deve reunir-se para avaliar os resultados obtidos. Importante também é a avaliação que os participantes fazem do evento através de respostas a um questionário, cujo resultado de tabulação indicará até que ponto os objetivos iniciais foram atingidos. Este questionário não será identificado e abrangerá todas as áreas de organização: transporte, hospedagem, recepção, secretaria, materiais e outros.
20. - “CLIMA” DO EVENTO
É o espírito, a alma do encontro. Um aspecto totalmente subjetivo que presente nos participantes condicionará atitudes e opiniões com relação às atividades do evento. Resumindo, o “clima” é a forma como desejamos que os participantes sintam-se no evento. Este “clima” não será determinado por um único aspecto, mas sim, pela somatória de todos os fatores que compõe a organização. Na exteriorização de atividades subjetivas, de reações inconscientes, todas de ordem física, intelectual e principalmente emocional. Atividades criativas, cartões de boas vindas, esquema de recepção e serviços pessoais, e outros, colaboram na determinação do “clima” favorável.
ETAPAS DO PLANEJAMENTO
As etapas do processo de planejamento são:
1.PRÉ EVENTO
É a etapa inicial onde são definidas todas as atividades a serem desenvolvidas. Identificação de locais e formalização de reservas dos locais para o eventos;
Detalhamento do projeto;
Definição de responsabilidades;
Planejamento de definição de todas as necessidades iniciais(pessoal, material, equipamentos ou serviços especializados);
Serviços a serem contratados;
Preparação de mailing e envio de correspondências;
Orçamento básico;
Estabelecer estratégias de Marketing , venda e comunicação;
Cronograma básico;
Confecção de impressos;
Materiais para os participantes;
Montagens e instalações;
Equipamentos;
Serviços de sinalização;
Decoração;
Sala de imprensa;
Serviço de vigilância e segurança;
Turismo transporte e estadas;
Serviços de apoio logístico;
Pessoal para coordenação operacional;
Programação social;
Serviços de tradução simultânea;
Expositores, estandes;
Pessoal;
2. TRANS EVENTO
É o transcorrer da atividade, é a aplicação das determinações previstas no Pré Evento, onde todos os itens do eventos são acompanhados através da aplicação do check list por área. É a etapa decisiva do evento, onde está inserida a coordenação executiva, o controle financeiro, técnico administrativa e social do evento.
Secretária do evento;
Serviços de recepção;
Sala VIP;
Sala de imprensa;
Instalações físicas no local;
Material de secretária;
Equipamentos audiovisuais;
Apoio logístico;
Aeroporto;
Hotel;
Social;
Transporte;
2.PÒS EVENTO
Após o acontecimento do evento vem a confrontação dos resultados obtidos com os esperados e desejados.
Fechamento das atividades;
Avaliação técnica, administrativa e dos participantes;
Prestação de contas;
Elaboração de relatórios
Correspondências ( agradecimentos);
Identificação de aspectos negativos e positivos,
Port-folium

SERVIÇOS TURÍSTICOS PARA EVENTOS
AEROPORTO: A recepcionista que exerce sua atividade neste setor deverá receber cordialmente os visitantes e convidados, auxiliá-los no desembarque de bagagens, indicar e encaminhá-los ao meio de transporte que os levará ao hotel, estar apta a dar qualquer informação e resolver imprevistos. Para executar bem sua função, ela deverá estar com: listagem dos visitantes esperados, planilha de vôos aguardados, crachá de identificação com nome e evento, placa de identificação com o nome do visitante, ficha telefônica, algum dinheiro, relação de hotéis (nomes, endereços e telefones) que hospedarão os participantes, falar fluentemente o idioma dos convidados ou possuir identificação dos idiomas que fala, informações sobre o evento (folhetos), informações úteis e de emergência (telefones do hotéis alternativos, pronto-socorro, polícia, bombeiros, endereços de restaurantes ou lanchonetes próximas, farmácias, etc), mapa da cidade, telefone do local do evento, nome dos organizadores, informações turísticas e históricas da cidade. OBS: Um bom Guia Turístico, geralmente possui a maioria dos dados acima.
HOTEL: A recepcionista que ficar no hotel terá como atribuição: recepcionar os visitantes, alojá-los de acordo com as reservas, providenciar o envio das bagagens aos quartos, resolver qualquer imprevisto, como mal-estar, perda de bagagens ou troca de quarto, auxiliá-lo durante sua permanência no evento, fazendo ligação com os setores: aeroporto, social e transporte, informá-los sobre horários dos eventos, avisando-os minutos antes da partida para o Centro de Convenções. Para o seu bom desempenho, ela deverá ter: balcão ou mesa de informações identificada, relação dos participantes hospedados em seu hotel, relação de participantes hospedados em outros hotéis, material sobre o evento, informações sobre os setores, aeroporto, social e transporte, programação noturna da cidade, mapa da cidade, e informações turísticas principais, telefones e endereços úteis.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

África do Sul - World Cup FIFA 2010

oficialmente República da África do Sul, é um país situado no extremo sul da África, com 2.798 quilômetros de litoral sobre os oceanos Atlântico e Índico. O país divide suas fronteiras com a Namíbia, Botsuana e Zimbábue ao norte; Moçambique e Suazilândia a leste; e com o Lesoto, um enclave totalmente rodeado pelo território sul-africano.

conhecida por sua diversidade de culturas, idiomas e crenças religiosas. Onze línguas oficiais são reconhecidas pela Constituição do país. O Inglês é a língua mais falada na vida pública oficial e comercial, entretanto, é apenas o quinto idioma mais falado em casa.

A África do Sul é um país multiétnico, com as maiores comunidades europeias, indianas e racialmente mistas da África. Embora 79,5% da população sul-africana seja negra, os habitantes são de diferentes grupos étnicos que falam línguas bantas, um dos nove idiomas que têm estatuto oficial. Cerca de um quarto da população do país está desempregada e vive com menos de US$ 1,25 por dia.

O país é um dos membros fundadores da União Africana e é a maior economia do continente. É também membro fundador da Organização das Nações Unidas e da NEPAD, além de ser membro do Tratado da Antártida, do Grupo dos 77, da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul, da União Aduaneira da África Austral, da Organização Mundial do Comércio, do Fundo Monetário Internacional, do G20, do G8+5 e é uma das nações BRICS.

Os seres humanos modernos habitam a África Austral há mais de 100.000 anos. Na época do contato com os Europeus, os povos indígenas dominantes eram tribos que migraram de outras partes da África há cerca de mil anos antes da colonização europeia. Entre os séculos IV e V, tribos falantes do Bantu vieram para o sul, onde deslocaram, conquistaram e assimilaram os povos originários da África Austral. Na época da colonização europeia, os dois maiores grupos eram os povos Zulu e Xhosa.

Em 1652, um século e meio após a descoberta da Rota Marítima do Cabo, a Companhia Holandesa das Índias Orientais fundou uma estação de abastecimento que mais tarde viria ser a Cidade do Cabo.A Cidade do Cabo tornou-se uma colônia britânica em 1806. A colonização européia expandiu-se na década de 1820 com os Bôeres (colonos de origem Holandesa, Flamenga, Francesa e Alemã) enquanto os colonos Britânicos se assentaram no norte e no leste do país.

Nesse período, conflitos surgiram entre os grupos Xhosa, Zulu e Afrikaners que competiam por território. Mais tarde, a descoberta de minas de diamante e de ouro desencadeou um conflito do século XIX conhecido como Segunda Guerra dos Bôeres, quando os Bôeres e os Britânicos lutaram pelo controle da riqueza mineral do país. Mesmo vencendo os Bôeres, os Britânicos deram independência limitada à África do Sul em 1910, como um domínio britânico. Durante os anos de colonização Holandesa e Britânica, a segregação racial era essencialmente informal, apesar de algumas leis terem sido promulgadas para controlar o estabelecimento e a livre circulação de pessoas nativas.

Nas repúblicas Bôeres, já a partir do Tratado de Pretória (Capítulo XXVI), os subsequentes governos sul-africanos tornaram o sistema de segregação racial legalmente institucionalizado, o que mais tarde ficou conhecido como apartheid. O governo então estabeleceu três categorias de estratificação racial: brancos, colorados e negros, com direitos e restrições específicos para cada categoria.

A África do Sul abandonou a Commonwealth em 1961, na sequência de um referendo (onde, obviamente, só pôde participar a comunidade branca) que ditou a proclamação da república. Apesar da oposição dentro e fora do país, o governo manteve o regime do apartheid. No início do século XX alguns países e instituições ocidentais começaram a boicotar os negócios com o país por causa das suas políticas de opressão racial e de direitos civis. Após anos de protestos internos, ativismo e revolta de sul-africanos negros e de seus aliados, finalmente, em 1990, o governo sul-africano iniciou negociações que levaram ao desmantelamento das leis de discriminação e às eleições democráticas de 1994. O país então aderiu à Comunidade das Nações.

Em 1983, é adotada uma nova constituição que garante uma política de direitos limitados às minorias asiáticas, mas continua a excluir os negros do exercício dos direitos políticos e civis. A maioria negra, portanto, não tinha direito de voto nem representação parlamentar. O partido branco dominante, durante a era do apartheid, é o Partido Nacional, enquanto a principal organização política negra era o Congresso Nacional Africano(ANC), que durante quase 50 anos foi considerado ilegal. Mais tarde, em 1990, sob a liderança do presidente F. W. de Klerk, o governo sul-africano começa a desmantelar o sistema do apartheid, libertando Nelson Mandela, líder do ANC, e aceitando legalizar esta organização, bem como outras antiapartheid. Os passos seguintes no sentido da união nacional são dados em 1991. A abertura das negociações entre os representantes de todas as comunidades, com o objetivo de elaborar uma Constituição democrática, marca o fim de uma época perturbada na África do Sul que iniciou-se em 1948 e teve seu fim em 1990,42 anos, época está chamada de Apartheid, que numa tradução para o português seria "segregação racial"

No dia 10 de abril de 1993, um dos principais líderes do movimento negro da África do Sul, Chris Hani, tombou vítima de dois tiros, diante da própria residência. O que seus assassinos não previram é que essa morte acabaria por acelerar o fim do apartheid. Em 1993, o governo e a oposição negra acordam nos mecanismos que garantam a transição para um sistema político não discriminatório. É criado um comité executivo intermediário, com maioria negra, para supervisionar as primeiras eleições multipartidárias e multirraciais, e é criado, também, um organismo que fica encarregado de elaborar uma Constituição que garanta o fim do Apartheid.
Em abr1994 fazem-se eleições multirraciais para o novo Parlamento. O ANC ganha as eleições e Nelson Mandela, formando um Governo de unidade nacional, torna-se o primeiro presidente sul-africano negro.

Em 2004, ano em que Thabo Mbeki completou cinco anos como sucessor de Nelson Mandela, o presidente da república da África do Sul prometeu acabar com toda a violência de carácter político que ainda possa existir no país. Mbeki demitiu-se do cargo em 20set2008 após pressões do seu próprio partido sob acusação de interferência no poder judicial. Dois dias depois o ANC apontou Kgalema Motlanthe para chefe-de-estado. Em abr2010 foi assassinado o líder de extrema-direita Eugène Ney Terre'Blanche, que defendia a supremacia branca no país. O acontecimento marca o aumento da violência e da tensão racial no país. Terreblanche foi encontrado morto na sua casa, no nordeste do país, com ferimentos na cabeça. O assassinato foi atribuído a dois dos seus empregados.

Mais aventura e diversão pelo território africano, link:
http://www.4shared.com/document/eh1DUb-v/AFRIKAdanas.html
http://www.4shared.com/document/qNXpXGQg/Ghana.html
http://www.4shared.com/document/zB8QzpHW/PasseioSAVANA.html
http://www.4shared.com/document/V7qtxula/Rio_Omo.html
http://www.4shared.com/document/VPVc-l35/Safarie_en_Afrique.html
http://www.4shared.com/document/V68fk_3S/Tunsia.html
http://www.4shared.com/document/YcRIPkVK/Yemen_Socotra.html

Tribo localizada na divisa da Áfica do Sul com a Swazilandia

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Camping



Conceitos e Histórico do Campismo

O campismo é um importante setor do turismo com o lazer como sua principal finalidade. Prática itinerante com alta proximidade com a natureza, onde o indivíduo carrega seu abrigo de forma a atender a principal necessidade de um ser humano: a proteção. Repleto de recursos modernos, os motor homes são os equipamentos que mais se assemelham às moradias fixas do homem. O campismo nasceu da exigência do homem, em questão do abrigo e da proteção contra clima, tempo e animais.

Historicamente a atividade nasceu na antiguidade, em expedições militares, onde tropas completas se amparavam em tendas de tecidos e peles animais. A prática ganhou essência educacional em 1860 ao ser instalada como processo de ensino infantil até que Baden Powel, em 1908, concebeu o escotismo (ou escoteirismo) espalhando-se pela Europa principalmente no período pós guerra mundial. Quando os grandes centros urbanos industriais começaram a crescer, veio a necessidade de as pessoas fugirem e procurarem locais com grande contato com a natureza. O campismo torna-se essencialmente turístico e leva à criação de diversas associações. A maior delas é a Federação Internacional de Campismo e Caravanismo (FICC) com sede na Suíça.

O campismo no Brasil começa a ser implantado em 1910 pela marinha de guerra, que trouxe o escotismo para o país. Até a década de 1960 o campismo era praticado de forma selvagem e somente em barracas, quando em 1964 surge a primeira fábrica de trailers do Brasil – A Turiscar – com a necessidade de fabricar um equipamento que pudesse oferecer grande praticidade e rapidez na montagem e desmontagem do acampamento. Após inúmeras dificuldades a produção ganhava terreno, somado às muitas outras fábricas que nasciam principalmente nas regiões sul e sudeste. Não demorou muito para que se unisse o veículo e o trailer a um equipamento só. Os motor homes, juntamente com os trailers, cruzavam as estradas do Brasil e eram instalados nos campings que a cada ano se multiplicavam.

As associações de campismo também cresciam e seu maior representante era mesmo o Camping Clube do Brasil. Quase três décadas se passaram acompanhadas do desenvolvimento da atividade. Produtos cada vez mais modernos, leves e retráteis surgiam no mercado aliados ao número cada vez maior de adeptos ao campismo como estilo de vida. Finalmente nos anos 1990 com o aumento dos preços de combustíveis, diversos planos econômicos, pedágios e falta de incentivos do governo o campismo começou seu declínio. Traído pelo maior golpe ao setor de caravanismo, o novo código de trânsito de 1997 proibia as portadores de carteiras de habilitação do tipo “B” de rebocarem seus trailers. Agora o campista teria de portar a categoria mais alta de habilitação, levando à paralisação quase que total da produção e à falência ou fechamento das principais indústrias de veículos de recreação. Com todos estes fatores é que o motor home é a opção mais procurada atualmente para o caravanismo no Brasil.

Depois das barracas, é o equipamento mais utilizado para deslocamento do turismo campista, porém de baixa produção (em forma artesanal) e de péssima divulgação e definição por parte dos principais setores da mídia: Rádio e televisão. Mais comumente chamados de ônibus, os motor homes abrigam em um veículo grande (semelhante a um ônibus) ou pequeno (semelhante a uma Kombi) equipamentos e espaços próximos a uma moradia: dormitório, sala de almoço, cozinha e banheiro. Vale lembrar que, independente do tipo do equipamento utilizado (barraca, carreta-barraca, trailer, motor home ou camper) o campismo é a principal atividade em foco. Claro que os equipamentos diferem-se nos quesitos conforto e, principalmente, preço. Deve-se privilegiar sempre todos os processos, já que acontecem em certa ordem hierárquica. Infelizmente esta ordem não é respeitada atualmente no Brasil, onde não se privilegia os barraqueiros, que serão, sem dúvida, os futuros compradores de trailers e motor homes.

O PRIMEIRO ACAMPAMENTO



Para diversas pessoas que nunca acamparam é comum dois tipos de conceitos: os que sonham em fazer um turismo mais selvagem ou rústico e os que querem distância do desconforto. Em ambos os casos a experiência do primeiro acampamento poderá ser bem diferente da primeira idéia que se foi idealizada. Aos que garantiam que o campismo é desconfortável, serão surpreendidos por um conforto fenomenal de alto grau de contato com a natureza, além da comodidade dos equipamentos cada vez mais modernos. Por outro lado, aos que esperavam maravilhas, poderão ser vítimas de imprevistos se não houver um bom planejamento da viagem.

Primeiros passos

É comum entre os “marinheiros de primeira viagem”, na hora da aquisição dos equipamentos, a preocupação com objetos clássicos. São esses, além da barraca, os cantis, canivetes suíços, lanternas, sacos de dormir e alguns outros. Realmente esses equipamentos são bastante importantes, porém há de se pensar em outros objetos também indispensáveis em um acampamento. Lembre-se que você irá precisar de produtos de higiene pessoal, primeiros socorros, pratos, talheres, panelas, sal, açúcar e etc. Imagine-se em um paraíso natural, mas não se esqueça das coisas que fazem parte do seu dia a dia e que não serão tão diferentes assim em seus dias de acampamento. Faça um inventário de tudo o que for precisar, o que vai fazer e como será a sua rotina nos dias de lazer e diversão.

Aquisição

Ao adquirir seus apetrechos, saiba avaliar a necessidade além do custo e da estética. Hoje em dia, há muita tecnologia envolvida e há diversos tipos e modelos, um para cada tipo de pessoa, tamanho, temperatura e relação durabilidade/praticidade. Ao escolher uma barraca, atente para cada um dos três tipos principais. Dentre cada um deles, avalie o material, e principalmente o número de pessoas que estes comportam. Leve em conta que as fábricas colocam o número de pessoas por área mínima, ou seja, as pessoas teoricamente se dispõem apertadas e sem espaço para outros pertences, como bolsas e mochilas. Lembre-se de que você possui roupas, e outros acessórios que não poderão ficar de fora.

Da mesma forma, avalie as relações custo, benefício e uso dos outros acessórios: Sacos de dormir possuem modelos para cada tipo de temperatura e região; fogareiros podem ser grandes e confortáveis ou pequenos e fáceis de carregar; Colchonetes são baratos e volumosos e colchões infláveis mais caros e compactos em viagem. O mesmo acontece com todos os demais equipamentos.

Não se esqueça de levar em conta o tipo de transporte que será utilizado na primeira viagem: Carro, ônibus, moto, bicicleta, trilha e etc. Em qualquer um deles é possível fazer um acampamento de sucesso.

Depois de adquirir todos os equipamentos adequados com suas necessidades, é hora de testá-los e escolher o destino de sua primeira viagem.

É importante testar todos os seus equipamentos no seu domicílio, começando pela barraca. Monte-a em sua casa mesmo que seja no meio da sala. Verifique se está completa, se não faltam alguma varetas (estrutura), amarras e principalmente espeques. Verifique também se todas as coberturas estão presentes. Faça o mesmo com o restante dos equipamentos. Se você tem dúvidas quanto ao seu equipamento, ou de qual adquirir, consulte as nossas dicas de acessórios aqui no MaCamp.

Para sua primeira viagem escolha uma localidade próxima. Previna-se com a previsão do tempo. As grandes chuvas costumam ser o grande terror dos principiantes, tornando-se muitas vezes verdadeiros traumas, apesar de serem apenas um contratempo. Procure um camping com boa infra-estrutura. Você não precisa se aventurar no meio do mato de primeira. Aproxime-se de campistas experientes, pois estes lhe darão dicas valiosas para um bom acampamento.

Acampando



No camping, estenda uma lona no chão para proteger o piso da barraca contra pedras, raízes e objetos cortantes. Não deixe que partes da lona sobrem para fora do piso da barraca, pois em caso de chuva a água escorrerá para a parte inferior do piso, obrigando você a secá-lo na hora de ir embora. Se for acampar em locais frios, coloque uma camada de jornal ou papelão no chão, pois eles irão isolar o colchonete do frio e impedirá que a umidade da terra passe para dentro da barraca.

E acredite, molha mesmo! Comece a montar sua barraca estendendo o piso sobre a lona e prenda as quatro extremidades com os espeques correspondentes. Estique bem. Prepare as varetas e prenda-as ao dormitório como for receitado em cada uma das diferentes barracas. Depois do dormitório, é a vez de prender a cobertura. É importante colocar todos os espeques e prender todas as amarras que a barraca possui, pois apesar de às vezes não parecerem necessárias, em caso de ventania, o equipamento poderá rasgar.

É importantíssimo que o pano externo nunca se encoste ao interno, pois a água passará para dentro causando um enorme incômodo. Para terminar, estenda, se for possível, uma lona de cor clara por cima. Isto irá aumentar a vida útil da sua barraca, principalmente se esta for do tipo iglu. Para amarrar lonas ou outras coberturas, você poderá utilizar cordas do tipo sisal. São cordas baratas e se deixadas na natureza, são decompostas rapidamente e sem agredi-la.

Escolha o local sempre com boas sombras. Procure analisar a natureza a sua volta e seus componentes mais próximos. Estude o caminho do Sol para maior comodidade. Em campings, procure evitar locais muito próximos dos banheiros, entrada/saída e pavilhões de lazer. Leve sempre consigo panos para limpeza e cordas. Certamente serão úteis.

Comportamento

Um “som” é muito bom, mas procure entender que seu vizinho pode não ter o mesmo gosto musical que o seu ou então procura silencio e tranqüilidade. Dose bem o volume e os horários desses “barulhos”. Em locais de preservação de fauna e muito retirados, em datas comemorativas, evite fogos de artifícios. Os animais locais se assustam por não estarem acostumados, levando o ecossistema a um impacto muito forte.
Acomode seus pertences dentro da sua barraca e monte os equipamentos como melhor lhe convier. Deixe sempre o fogareiro e botijão longe das lonas. São materiais facilmente inflamáveis. Evite também as lonas pretas, pois estas absorvem muita luz solar, convertendo-os em calor na parte abrigada além de apresentar um péssimo aspecto ao ambiente campista.

Tenha completo asseio aos banheiros coletivos. Deixe sempre limpo o espaço por você utilizado pensando no uso do próximo e de crianças. Acesse os banheiros sempre calçando chinelos, pois são locais de grande concentração de bactérias. Faca bom uso dos lava-pratos e recolha todos os resíduos sólidos do ralo, jogando-os no lixo.
Isso e muito mais você irá aprender ao longo dos seus maravilhosos dias de campista. Com certeza estas primeiras dicas ajudarão em seus feriados e férias.

Algumas pessoas têm o campismo como dias de terror uma vez passados, exatamente pela falta de programação e organização. O campismo é muito confortável, mas bem diferente de férias em hotéis ou casas de veraneio. Quando o campismo é adorado pelas pessoas, se torna muito melhor. Questão de opinião... Faça a sua avaliação e boa viagem...

Motor Home - Campismo com Alma



Impossível falar de motor home sem falar de campismo. Importante setor do turismo com o lazer como sua principal finalidade. Prática itinerante com alta proximidade com a natureza, onde o indivíduo carrega seu abrigo de forma a atender a principal necessidade de um ser humano: a proteção. Repleto de recursos modernos, os motor homes são os equipamentos que mais se assemelham às moradias fixas do homem.

O campismo nasceu da exigência do homem, em questão do abrigo e da proteção contra clima, tempo e animais. Historicamente a atividade nasceu na antiguidade, em expedições militares, onde tropas completas se amparavam em tendas de tecidos e peles animais. A prática ganhou essência educacional em 1860 ao ser instalada como processo de ensino infantil até que Baden Powel, em 1908, concebeu o escotismo (ou escoteirismo) espalhando-se pela Europa principalmente no período pós guerra mundial. Quando os grandes centros urbanos industriais começaram a crescer, veio a necessidade de as pessoas fugirem e procurarem locais com grande contato com a natureza. O campismo torna-se essencialmente turístico e leva à criação de diversas associações. A maior delas é a Federação Internacional de Campismo e Caravanismo (FICC) com sede na Suíça.

O campismo no Brasil começa a ser implantado em 1910 pela marinha de guerra, que trouxe o escotismo para o país. Até a década de 1960 o campismo era praticado de forma selvagem e somente em barracas, quando em 1964 surge a primeira fábrica de trailers do Brasil – A Turiscar – com a necessidade de fabricar um equipamento que pudesse oferecer grande praticidade e rapidez na montagem e desmontagem do acampamento. Após inúmeras dificuldades a produção ganhava terreno, somado às muitas outras fábricas que nasciam principalmente nas regiões sul e sudeste. Não demorou muito para que se unisse o veículo e o trailer a um equipamento só.

Os motor homes, juntamente com os trailers, cruzavam as estradas do Brasil e eram instalados nos campings que a cada ano se multiplicavam. As associações de campismo também cresciam e seu maior representante era mesmo o Camping Clube do Brasil. Quase três décadas se passaram acompanhadas do desenvolvimento da atividade. Produtos cada vez mais modernos, leves e retráteis surgiam no mercado aliados ao número cada vez maior de adeptos ao campismo como estilo de vida.

Finalmente nos anos 1990 com o aumento dos preços de combustíveis, diversos planos econômicos, pedágios e falta de incentivos do governo o campismo começou seu declínio. Traído pelo maior golpe ao setor de caravanismo, o novo código de trânsito de 1997 proibia as portadores de carteiras de habilitação do tipo “B” de rebocarem seus trailers. Agora o campista teria de portar a categoria mais alta de habilitação, levando à paralisação quase que total da produção e à falência ou fechamento das principais indústrias de veículos de recreação.

Com todos estes fatores é que o motor home é a opção mais procurada atualmente para o caravanismo no Brasil. Depois das barracas, é o equipamento mais utilizado para deslocamento do turismo campista, porém de baixa produção (em forma artesanal) e de péssima divulgação e definição por parte dos principais setores da mídia: Rádio e televisão. Mais comumente chamados de ônibus, os motor homes abrigam em um veículo grande (semelhante a um ônibus) ou pequeno (semelhante a uma Kombi) equipamentos e espaços próximos a uma moradia: dormitório, sala de almoço, cozinha e banheiro.
Vale lembrar que, independente do tipo do equipamento utilizado (barraca, carreta-barraca, trailer, motor home ou camper) o campismo é a principal atividade em foco.

Claro que os equipamentos diferem-se nos quesitos conforto e, principalmente, preço.

Deve-se privilegiar sempre todos os processos, já que acontecem em certa ordem hierárquica. Infelizmente esta ordem não é respeitada atualmente no Brasil, onde não se privilegia os barraqueiros, que serão, sem dúvida, os futuros compradores de trailers e motor homes.

Ao abordarmos assuntos sobre veículos de recreação devemos ter em mente a importância da prática do campismo como um todo para o sucesso do mercado e, por decorrência, o aumento de oferta e qualidade dos produtos específicos dessa área.
O campismo deve ser visto como um importante setor do turismo, onde as pessoas contam com um modo de hospedagem independente e livre, podendo chegar a lugares tanto badalados, quanto virgens e afastados. O alto grau de contato com a natureza provoca uma educação de respeito à mesma e ao próximo. Importantíssimo também para as crianças, que são criadas sem cercas ou delimitações e aprendem a respeitar o espaço e a tranqüilidade do próximo.

Com o passar dos anos o campismo vai sendo levado para outros princípios e se não tomarmos cuidado, poderá resultar em seu fim trágico. Com a acomodação e o rumo tomado por grande parte dos campings para driblar a crise do campismo, houve uma mudança no regime de funcionamento e do foco dos clientes. O fato é de que com problemas de mudança de legislação, combustíveis caros e pedágios, levaram à estagnação do mercado de trailers no Brasil.

Isso levou ao declínio do campismo como um todo, acompanhado por muitos outros fatores. Quem possuía trailer, foi obrigado a deixá-lo parado. Quem acampava de barraca buscou as novas e baratas alternativas de hospedagem moderna. Os campings por sua vez ajudaram no declínio do campismo, por não oferecerem espaço para a retomada da atividade. O camping Clube do Brasil entrou em crise e perdeu áreas por todo o Brasil e deixou o restante à beira do abandono. Os estabelecimentos particulares que detinham de grande infra-estrutura, priorizaram o proprietário de trailer mensalista e o de chalé. Áreas nobres dos campings eram destinadas aos mensalistas, assim como os equipamentos.

Sobravam para os barraqueiros as áreas remanescentes muitas vezes impróprias. Este fato pode ser visto em alguns campings, principalmente no interior de São Paulo e outros do litoral, onde 1/3 dos chalés e módulos de trailers estão a venda com usuários insatisfeitos com o ambiente. Em um dos campings podemos verificar a área destinada às barracas completamente isolada. Os barraqueiros são obrigados a usar os banheiros que servem o parque aquático, visitado por centenas de pessoas nos fins de semana. Claro que esta não é uma regra geral, existindo na maioria dos casos, ótimos campings.

É importante se pensar no lema em que o site MaCamp trabalha desde seu início: “ O barraqueiro de hoje é o trailista de amanhã” Se não cuidarmos de proporcionar vantagens para quem está começando, não teremos a renovação do ciclo das gerações de campistas e o resultado será catastrófico.

É obviamente claro o que nos campings a renda dos mensalistas é responsável pela manutenção do mesmo e tem sua grande importância. Por outro lado, o campista também tem sua parcela de culpa. Muitos turistas buscam o campismo como formas baratas de se viajar e tentam trazer seus costumes e equipamentos das cidades grandes. O resultado é a falta de asseio aos banheiros e demais equipamentos coletivos, a falta de respeito ao próximo e com a natureza, sons em alturas insuportáveis e etc.
Cabe a nós campistas e proprietários de campings ou fábricas colaborarmos para o crescimento da atividade.



Campismo é um estilo de vida. Algumas vezes uma forma mais barata de turismo, outras vezes até mais cara, porém prazerosa. Enquanto o Estado não assiste ao turismo, quiçá ao campismo, podemos ir fazendo nossa parte.

Artigos escrito por Marcos Pivari (www.macamp.com.br)

CAMPING CLUBE DO BRASIL

Fundado em 07 de julho de 1966, na cidade do Rio de Janeiro, o Camping Clube do Brasil é o maior clube para a prática de acampamento do Brasil. Com mais de 40 endereços espalhados, entre litoral, montanhas e campos.

Todos os camping’s que fazem parte da rede do CCB permitem o acampamento de animais domésticos de pequeno porte, acompanhado de seus proprietários. Cada família pode levar dois animais desde que não seja uma ave.

Para a permanência do animal de estimação no acampamento, é preciso que ele esteja com suas vacinações em dia, e para pernoitar no local é cobrada uma pequena taxa. Cães devem usar coleiras e mordaça para poderem passear pelo camping.

O Camping Club do Brasil é o representante brasileiro da FCCI - Federação Internacional de Camping e Caravanning - e da Federação Sul-Americana de Campismo e Caravanismo – FESACC - com isso, o CCB está habilitado a emitir para seus sócios o cartão Camping Internacional que da o direito a freqüentar camping no exterior. Sendo assim o associado fica com mais de 25 mil opções de lugares para acampar com seu bicho de estimação.

Além disso, o CCB e filiado a ABRACAMPING - organização ligada ao campismo em diversos setores da indústria, comércio e estabelecimentos de camping – e ao Automovel Club Argentino – ACA -, pelo qual os associados do Camping Club Brasil podem freqüentar a rede de 72 camping, assim como os associados da ACA têm acesso às áreas do CCB. Associados ao Camping Club do Brasil são responsáveis pela sujeira que seu animal fizer e por danos que eles venham causar no interior do camping.

Missão

O Camping Clube do Brasil é uma sociedade civil sem fins lucrativos (organização não governamental), de âmbito nacional, com o objetivo de congregar famílias em torno do campismo como forma de lazer e turismo.

Para diversas pessoas que nunca acamparam é comum dois tipos de conceitos: os que sonham em fazer um turismo mais selvagem ou rústico e os que querem distância do desconforto. Em ambos os casos a experiência do primeiro acampamento poderá ser bem diferente da primeira idéia que se foi idealizada. Aos que garantiam que o campismo é desconfortável, serão surpreendidos por um conforto fenomenal de alto grau de contato com a natureza, além da comodidade dos equipamentos cada vez mais modernos. Por outro lado, aos que esperavam maravilhas, poderão ser vítimas de imprevistos se não houver um bom planejamento da viagem.

Fonte: www.campingclube.com.br

Equipamentos necessários

- Saco de Dormir e Isolante Térmico
- Barraca para ocupar todos os participantes
- Lanterna de mão com jogo de pilhas reserva
- Cantil
- Fogareiro portátil, panela pequena e talheres
- Estojo de primeiros socorros e repelente p/ insetos
- Cordinha de náilon, fósforos, máquina fotográfica e filme (protegidos)
- Tênis ou calçado de caminhada já usado anteriormente
- Uma muda de roupas limpas e fechadas em saco plástico
- Mapas, bússola e lápis
- Conjunto de costura portátil

O campismo deve ser visto como um importante setor do turismo, onde as pessoas contam com um modo de hospedagem independente e livre, podendo chegar a lugares tanto badalados, quanto virgens e afastados. O alto grau de contato com a natureza provoca uma educação de respeito à mesma e ao próximo. Importantíssimo também para as crianças, que são criadas sem cercas ou delimitações e aprendem a respeitar o espaço e a tranqüilidade do próximo.

REFERÊNICAS BIBLIOGRÁFICAS
Dicionário Oxford escolar, Oxford Univerty Press, 2002

Site: Trilhas & Rumos. Equipamentos Básicos, obtido via Internet.
http://www.trilhaserumos.com.br/dicas_dicasuso_ler.asp?IdDica=17, 2008

Site: Encarta. Dicionário
http://encarta.msn.com/

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