quinta-feira, 19 de abril de 2012

Astroblema = Cratera de Impacto

O Tunguska brasileiro é o termo pelo qual ficou conhecido o evento ocorrido no estado brasileiro do Amazonas no dia 13ago1930, análogo ao evento de Tunguska. Seringueiros, pescadores e indígenas relataram "bolas de fogo" que caíram do céu. Posteriormente, foram encontradas astroblemas de até 1 km de diâmetro e, partindo da data do evento, acredita-se tratar de resquícios das Perseidas, que riscam os céus nos meses de agosto. A Cratera Curuçá, local exato do impacto, ficou mais famosa após o astrônomo inglês M. E. Bailey alertar para o que seria uma das quedas cósmicas mais importantes do século XX. Em astronomia, Astroblema ou cratera de impacto é uma formação crateriforme produzida, pela queda do espaço de um meteorito ou cometa. Difere das crateras de origem vulcânicas que são formadas por materiais e forças oriundas das camadas geológicas do interior da terra. Os astroblemas podem ser vistos facilmente em astros como a Lua, onde na pouca erosão podem ser conservados. Na Terra, a erosão fez com que a maior parte dos astroblemas desaparecessem. Poucos são ainda visíveis. O exemplo notável é a Cratera de Barringer, resultante da colisão de um bólito. O vocábulo astroblema vem das palavras gregas astron = estrela e blema = cicatriz, que leva ao significado de “cicatriz de estrela”, e foi cunhado com grande exatidão poética, em 1961, pelo meteoricologista norte-americano, Robert S. Dietz. Crateras de impacto Teague (Austrália) Sain Martin (Canadá) Siljan (Suécia) Puchezh-Katuni (Rússia) Acramam (Austrália) Popigai (Rússia) Manicouagan (Canadá) Chicxlub (México) Sudbury (Canadá) Vredefort (África do Sul) Wilkes Land (Antártida) Na superfície do planeta Terra, formadas pelos impacto de asteróides (ordenação crescente de acordo como seu diâmetro): Crateras no Brasil Domo de Araguainha - Mato Grosso/Goiás - 16°47'S52°59'O Cratera da Colônia - São Paulo - 23°52'S46°42.5'O Serra da Cangalha - Tocantins - 8°05'S46°52'O São Miguel do Tapuio - Piauí - 5°38'S41°24'O Cerro Jarau - Rio Grande do Sul - 30°12'S56°33'O Cratera de Piratininga - São Paulo - 22° 30' S 49° 10' O Cratera de Patrocínio - Minas Gerais - 18°54.75'S46°50.25'O Cratera Inajá - Pará - 8°40.50'S50°58.50'O Cratera de Ubatuba - São Paulo - 23°18.25'S 44°55.75'O Domo Vargeão - Santa Catarina - 26°49'S52°10'O Cratera de Aimorés Minas Gerais - 19°25.5'S 41°03'O Cratera de Vista Alegre - Paraná - 25°57'S52°41'O Cratera de Santa Marta - Piauí - 10°11'S 45°15'O Cratera de Riachão - Maranhão - 7°43'S46°39'O Cratera Barringer em Flagstaff no Arizona - EUA A cidade de Berezniki, na Rússia, está vivendo um drama. Do dia para a noite o solo começa ceder e pequenos buracos se transformam em verdadeiras crateras, levando embora casas, prédios e o que mais aparecer pela frente. Segundo reportagem publicada no jornal The New York Times, a cidade conta com pouco mais de 154 mil habitantes e foi fundada para ser um campo de trabalho. As construções teriam sido feitas sobre o solo onde antigamente funcionava uma série de minas de exploração e, por conta disso, muitas áreas são instáveis. Para combater o problema, a cidade decidiu utilizar a tecnologia a seu favor e, por isso, praticamente todas as áreas habitadas contam com vigilância 24 horas, sensores sísmicos e monitoramento por satélite. Além disso, estudos regulares identificam mudanças nas altitudes dos telhados, nas calçadas e nas ruas. Os 200 metros de largura aberto Sinkhole é chamado de "Fabiangropen" (pit Fabian) e está na área Malmberget localizado na Gällivare, 75 km a partir de Kiruna, na Suécia. Devido à presença de jazidas, a mineração em Malmberget é realizada em diferentes níveis a 600m, 815M e 1.000 m. O Sinkhole tem 150 × 150 metros de altura. Esta é naturalmente uma notícia muito ruim para as pessoas que vivem perto deste Sinkhole gigante e muitos estão com medo e também irritado por causa dos barulhos altos. Vigilância 24 horas é uma das armas para combater a proliferação de buracos que, muitas vezes, podem engolir prédios inteiros. Les presentamos una comparativa entre las naves nodrizas grabadas el 22mar2011 y el 9abr2012. Ante tanta cantidad de testigos y videos, es inevitable relacionarlas con el avistamiento del OVNi esfera del 23dez2011 sobre Cheliabinsk. ¿Serán parte de una señal que no hemos logrado entender? As Perseidas ou Perséiades são uma prolífica chuva de meteoros associada ao cometa Swift-Tuttle. São assim denominadas devido ao ponto do céu de onde parecem vir, o radiante, localizado na constelação de Perseus. As chuvas de meteoros ocorrem quando a Terra atravessa um rasto de meteoros. Neste caso o rasto é denominado de nuvem Perseida e estende-se ao longo órbita do cometa Swift-Tuttle. A nuvem consiste em partículas ejetadas pelo cometa durante a sua passagem perto do Sol. A maior parte do material presente na nuvem atualmente, tem aproximadamente mil anos. No entanto, existe um filamento relativamente recente de poeiras neste rasto proveniente da passagem do cometa em 1862. Uma perseida sobre o fundo da Via Láctea O fenômeno é visível anualmente a partir de meados de Julho, registrando-se a maior atividade entre os dias 8 e 14 de Agosto, ocorrendo o seu pico por volta do dia 12. Durante o pico, a taxa de estrelas cadentes pode ultrapassar as 60 por hora. Podem ser observadas ao longo de todo o plano celeste, mas devido à trajetória da órbita do cometa Swift-Tuttle, são observáveis essencialmente no Hemisfério Norte. A famosa chuva de estrelas das Perseidas tem sido observada ao longo dos últimos 2.000 anos, com a primeira descrição conhecida deste fenômeno registrada no Extremo Oriente no ano 36. Na Europa recém cristianizada, as Perseidas tornaram-se conhecidas como Lágrimas de São Lourenço. De forma a viver esta experiência ao máximo, a chuva deverá ser observada numa noite limpa e sem lua, a partir de um ponto afastado das grandes concentrações urbanas, onde o céu não se encontre afetado pela poluição luminosa. As Perseidas possuem um pico relativamente grande, pelo que o fenômeno pode ser observado ao longo de várias noites. Em qualquer uma destas, a atividade começa lentamente ao anoitecer, aumentando subitamente por volta das 23h, quando o radiante atinge uma posição celeste relativamente elevada. A taxa de meteoros aumenta de forma contínua ao longo da noite, atingindo o pico pouco antes do amanhecer, aproximadamente 1½ a 2 horas antes do nascer do sol. 2007 As Perseidas atingiram o seu pico na noite de Lua nova de domingo para 2f (12-13 de Agosto), e puderam ser observadas de qualquer ponto no Hemisfério Norte. O seu ponto radiante situou-se perto do limite entre as constelações de Perseus e Cassiopeia. A taxa de meteoros, para um observador num local escuro nas latitudes temperadas do Hemisfério Norte, aumentou entre 30 por hora nas primeiras horas do Sábado, passando a 45 por hora no Domingo de manhã e cerca de 80 por hora antes da aurora de Segunda-feira. 2008 As Perseidas voltaram a estar ativas entre 17Julho e 24Agosto de 2008, sendo que o seu pico foi atingido no dia 13Agosto. 2009 As Perseidas voltaram a estar ativas a partir do dia 14Julho. O pico de atividade deu-se nos dias 11 e 12Agosto. Nessa data o Google comemorou o evento colocando um logótipo temático mostrando a chegada das Perseidas desse ano. 2010 A chuva de meteoros começou por volta do dia 23julho e continuou até o dia 20agosto. Durantre a madrugada do dia 13agosto, o fenômeno pôde ser observado a olho nu em muitas partes do mundo, principalmente no Hemisfério Norte. Nesse ano, o período de máxima intensidade das Perseidas coincidiu com uma conjunção entre a Lua e os planetas Vênus, Saturno e Marte, um evento que também pode ser observado sem a ajuda de um telescópio.

Tunguska - Rússia

O Evento de Tunguska foi uma queda de um objeto celeste que aconteceu em uma região da Sibéria próxima ao rio Podkamennaya Tunguska em 30jun1908. A queda provocou uma grande explosão, devastando uma área de milhares de km2. A ausência de uma cratera e de evidências diretas do objeto que teria causado a explosão levou a uma grande quantidade de teorias especulatórias sobre a causa do evento. Apesar de ainda ser assunto de debate, segundo os estudos mais recentes a destruição provavelmente foi causada pelo deslocamento de ar subsequente a uma explosão de um meteoróide ou fragmento de cometa a uma altitude de 5 - 10 km na atmosfera, devido ao atrito da reentrada. Diferentes estudos resultaram em estimativas para o tamanho do objeto variando em torno de algumas dezenas de metros. Estima-se que a energia da explosão está entre 5 megatons e 30 megatons de TNT, com 10–15 megatons sendo o mais provável. Isso é aproximadamente igual a mil vezes a bomba lançada em Hiroshima na segunda guerra mundial e aproximadamente 1/3 da Tsar Bomba, a mais poderosa arma nuclear já detonada. A explosão teria sido suficiente para destruir uma grande área metropolitana. A explosão derrubou cerca de 80 milhões de árvores em uma área e 2.150 km2 e estima-se que tenha provocado um terremoto de 5 graus na escala Richter. Apesar de ser considerado o maior impacto terrestre na história recente da Terra, impactos de intensidade similar em regiões remotas teriam passado despercebidos antes do advento do monitoramento global por satélite nas décadas de 1960 e 70. A natureza do objeto que se chocou com a terra, meteoróide ou cometária, foi objeto de pesquisa ao longo do século XX e ainda é assunto de debate. Em 1930, o astrônomo F. J. W. Whipple sugeriu que o impacto teria sido com um pequeno cometa, um objeto composto primariamente de poeira e gelo, que teria sido completamente vaporizado na atmosfera, não deixando traços óbvios. Essa hipótese recebeu suporte a partir da observação de brilhos noturnos no céu da Europa por muitas noites após o evento, que poderiam ser explicados pela luz do sol refletida no gelo e poeira dispersada pela cauda do cometa na alta atmosfera. Em 1978, o astrônomo Lubor Kresák sugeriu que o corpo fosse um fragmento do cometa Encke, responsável pela chuva de meteoros anual conhecida como beta taurídeos. O evento coincidiu com um pico de atividade dessa chuva de meteoros e a trajetória estimada para o objeto que causou a explosão de Tunguska é consistente com o que seria esperado de um fragmento desse cometa. Sabe-se que objetos dessa natureza explodem com frequência na alta atmosfera. Tais explosões são observadas por satélites militares há décadas. Em 1983, o astrônomo Zdeněk Sekanina publicou artigos criticando a hipótese cometária. Ele apontou que um corpo composto de material cometário seguindo a trajetória observada teria sido desintegrado em grandes altitudes, enquanto é sabido que o objeto de Tunguska atingiu a baixa atmosfera antes de desintegrar. Sekanina argumentou que as evidências conhecidas apontavam para um objeto denso, feito de rocha, provavelmente um fragmento de asteroide. Essa hipótese foi ainda suportada em 2001, quando Farinella, Foschini, et al. divulgaram seu estudo sugerindo que a trajetória do objeto é consistente com uma origem no cinturão de asteroides. Proponentes da teoria cometária sugeriram que o objeto poderia ser um cometa extinto com um manto rochoso que o teria protegido até atingir a baixa atmosfera. A principal dificuldade com a hipótese do asteroide é que um objeto rochoso teria produzido uma grande cratera num impacto tão energético, e nenhuma cratera foi encontrada. Hipóteses foram feitas, e posteriormente corroboradas por modelos de Christopher Chyba e outros pesquisadores, de que é possível que a passagem do asteroide pela atmosfera teria provocado pressões e temperaturas tão altas que ele tenha sido completamente desintegrado, a energia do impacto toda liberada na atmosfera e o material espalhado na alta atmosfera explicaria os brilhos noturnos observados na Europa. Durante os anos 1990, pesquisadores italianos extraíram resina das árvores coletadas na área do impacto e encontraram altas taxas de materiais comumente encontrados em asteroides e raramente encontrados em cometas. Antes de um entendimento mais profundo sobre os mecanismos de impacto com meteoróides, diversas teorias alternativas foram criadas para explicar o evento de Tunguska. Nenhuma dessas teorias possui suporte científico hoje em dia e, apesar de algumas delas terem sido criadas por cientistas da área, hoje em dia são sustentadas principalmente por aficcionados fora da comunidade científica. As principais teorias alternativas são: Choque com antimatéria: Em 1941, Lincoln LaPaz, e depois em 1965, Cowan, Atluri e Libby sugeriram que o evento de Tunguska poderia ser causado pela aniquilação de um pedaço de antimatéria provindo do espaço. Entretanto, isso não explicaria os resíduos minerais encontrados por expedições ao local. Além disso não há evidência astronômica para existência de pedaços grandes de antimatéria em nossa região do universo. Choque com um mini buraco negro: Em 1973, Albert A. Jackson e Michael P. Ryan, físicos da Universidade do Texas, propuseram que o evento de Tunguska tivesse sido causado por um pequeno buraco negro de cerca de 1 tonelada atravessando a Terra. A falha dessa hipótese está na ausência de uma explosão de saída - uma segunda explosão do outro lado da Terra provocada pela saída do mini buraco negro. Também não há evidências de perturbações sísmicas que a passagem desse objeto teria provocado no manto. Além disso, apesar de teóricamente possíveis, mini buracos-negros nunca foram observados. Raio da Morte de Tesla: Oliver Nichelson sugeriu que a explosão poderia ter sido resultado de um experimento de Nikola Tesla na Wardenclyffe Tower, realizado durante a expedição de Robert Peary ao polo norte, denominado o "Raio da Morte". Não existe, no entanto, nenhuma evidência de que Tesla tenha produzido uma arma capaz de produzir a devastação observada. Encontro com nave Extra-terrestres: Yuri Labvin defende a teoria de que uma nave espacial teria colidido com um meteoro em rota de colisão com a Terra no ano de 1908, causando a explosão que teria provocado a devastação em Tunguska. Lavbin alega que há supostas impressões em pedras de quartzo que não podem ser feitas com a nossa tecnologia. Outras hipóteses como uma fusão nuclear espontânea e um processo geofísico também foram levantadas. Entretanto as teorias alternativas não encontra nenhum suporte em evidências empíricas. A virtual totalidade dos especialistas atestam uma colisão com um meteoróide ou corpo de origem cometária. George Carey revela o mistério por trás da explosão que sacudiu Tunguska, na Sibéria, em 1908, que foi por diversas vezes atribuída a um meteorito e um UFO. Apesar o que a maioria querem fazer crer algum tipo de envolvimento ET é realmente apoiada por um investigador principal para o governo Russo. Valery Uvarov que afirma ter encontrado um ET criado sistema de defesa na região contra os corpos celestes mesmo quando o professor mostrou museu Carey um monte de provas e terminou com cenas de um OVNI sobre a área de Tunguska, ele ainda se recusava a se envolver com essa idéia e preferiu comentar sobre o quão estranho era a sensação de estar a ser dito sobre isso com a autoridade local russo estar presente. Tunguska é um evento estranho, contraditório e, portanto, todas as idéias têm que ser válidos para análise. Muito mais tempo foi gasto com as teorias de meteoros e eu gostei da maneira como foi salientado que cada tempo os cientistas encontraram-se na forma de "prova" alguma coisa aconteceu para parar suas pesquisas. Os outros têm problemas com Carey concentrando-se mais sobre as pessoas estranhas na região do que "a ciência" - não vejo como uma questão importante - tanto para a razão acima e porque este não foi anunciado como um documentário ciência formal. As pessoas que conheceu espelhou o evento 1908 em muitas maneiras. Deve-se notar que há uma outra teoria que Carey não localizou. Envolveu a constatação de scripts tibetanos por um explorador britânico e viagem posterior à região remota com essa informação por um grupo europeu que diziam ter desencadeado um evento nuclear com as informações de navegação. Este foi um pólo de mudança.

O Acordo de Schengen

É uma convenção entre países europeus sobre uma política de abertura das fronteiras e livre circulação de pessoas entre os países signatários. Um total de 30 países, incluindo todos os integrantes da União Europeia (exceto Irlanda e Reino Unido) e três países que não são membros da UE (Islândia, Noruega e Suíça), assinaram o acordo de Shengen. Liechenstein, Bulgária, Roménia e Chipre estão em fase implementação do acordo. A área criada em decorrência do acordo é conhecida como espaço Schengen e não deve ser confundida com a União Europeia. Trata-se de dois acordos diferentes, embora ambos envolvendo países da Europa. De todo modo, em 1999 o acordo e a convenção de Schengen passaram a fazer parte do quadro institucional e jurídico da União Europeia. É condição para todos os estados que adiram à UE aceitarem as condições estipuladas no Acordo e na Convenção de Schengen. O acordo de Schengen foi assim denominado em alusão a Schengen, localidade luxemburguesa situada às margens do rio Mosela e próxima à tríplice fronteira entre Alemanha, França e Luxemburgo (este último representando o Benelux, onde já havia a livre circulação). Ali, em junho de 1985, foi firmado o acordo de livre circulação envolvendo cinco países, abolindo-se controles de fronteiras, de modo que os deslocamentos entre esses países passaram a ser tratados como viagens domésticas. O espaço Schengen foi institutionalizado em escala europeia pelo tratado de Amsterdam, firmado em 2out1997. Posteriormente, o tratado de Lisboa, assinado em 13dez2007, modificou as regras jurídicas do espaço Schengen, reforçando a noção de um "espaço de liberdade, segurança e justiça", que vai além da cooperação policial e judiciária e visa a implementação de políticas comuns no tocante a concessão de vistos, asilo e imigração, mediante substituição do método intergovernamental pelo método comunitário. Embora teoricamente não haja mais controles nas fronteiras internas ao espaço Schengen, esses controles podem ser reativados temporariamente caso sejam considerados necessários para a manutenção da ordem pública ou da segurança nacional. Os países signatários reforçaram os controles das fronteiras externas ao espaço Schengen, mas, por outro lado, cidadãos estrangeiros que ingressem como turistas ou que obtenham um visto de longo prazo para qualquer um dos países membros podem circular livremente no interior do espaço. O Espaço Schengen permite a livre circulação de pessoas dentro dos países signatários, sem a necessidade de apresentação de passaporte nas fronteiras. Mesmo que não haja controle nas fronteiras, os cidadãos residentes nos países signatários devem, por norma, portar um documento legal de identificação, como o bilhete de identidade. Para os turistas de países não signatários, a prova de identidade é sempre o passaporte ou, no caso de longa permanência, o documento legal substitutivo, emitido pelas autoridades de imigração de um dos países signatários. O espaço Schengen não se relaciona com a livre circulação de mercadorias (embargos, etc.). Nesse caso, a entidade mediadora é a União Europeia, bem como os governos dos países membros que não participam do bloco econômico. O primeiro acordo de Schengen, firmado em 14jun1985, teve como signatários cinco países membros da Comunidade Europeia: França, Alemanha e o Benelux (união econômica entre Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo, países que já tinham um acordo de livre circulação de pessoas desde 1960). A assinatura do tratado ocorreu a bordo do barco Princesse Marie-Astrid, no rio Mosela, nas proximidades de Schengen. O acordo de 1985 estabeleceu os passos a seguir para criar o espaço Schengen. Um documento adicional chamado Convenção de Schengen foi criado para pôr o tratado de Schengen em prática. Este segundo documento substituiu o primeiro e foi assinado por cada país na seguinte ordem: 14jun1985: Alemanha, França e Benelux (Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo). 27nov1990: Itália. 25jun1991: Espanha e Portugal. 6nov1992: Grécia. 28abr1995: Áustria. 19dez1996: Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia. 20mai1999: Reino Unido (incluindo Gibraltar). 16jun2000: Irlanda. 1mai2004: Chipre (não implementado), Estónia, Eslováquia e Eslovénia, Hungria, Letônia, Lituânia, Malta, Polônia e República Checa. 16out2004: Suíça (ratificado por referendo em 5jun2005). 1jan2007: Bulgária e Roménia (não implementado). 28fev2008: Liechenstein (não implementado). Mônaco, San Marino e o Vaticano estão de fato dentro do Acordo de Schengen por serem enclaves e terem acordos com países-membros. Até junho2011, havia 25 países Schengen na Europa, incluindo os estados não membros da União Europeia: Bélgica / Países Baixos / Luxemburgo / Alemanha / França / Itália / Espanha / Portugal / Grécia / Áustria / Dinamarca / Finlândia / Islândia / Noruega / Suécia Suíça / República Tcheca / Estônia / Hungria / Letônia / Lituânia / Malta / Polônia / Eslováquia / Eslovênia. No entanto, até 2011, apenas 15 países haviam implementado o controle de fronteiras e a concessão de visto comuns. Os seguintes países implementaram o visto Schengen: Áustria / Alemanha / Bélgica / Dinamarca / Finlândia / França / Grécia / Islândia / Itália / Luxemburgo / Noruega / Portugal / Espanha / Suécia / Países Baixos. Isto permite a cerca de 400 milhões de pessoas circular livremente, da Finlândia à Grécia, de Portugal à Áustria, sem terem de mostrar o passaporte. Nos seguintes territórios de membros da área Schengen o tratado não vigora: Antilhas Holandesas e Aruba, dos Países Baixos; Heligolândia, da Alemanha; Gronelândia e Ilhas Faroé, da Dinamarca; Guernsey, Ilha de Man, Jersey e todos os territórios ultramarinos geograficamente localizados fora da Europa, do Reino Unido; Livigno, da Itália; Monte Athos, da Grécia; Svalbard, da Noruega; Todos os territórios ultramarinos, da França. Fotográfia : Steve McCurry Neste posto fronteiriço entre a Romênia e a Moldávia, a polícia utiliza cães pisteiros e as últimas tecnologias para assegurar um controlo eficaz. Mas, apesar de ter gasto milhões de euros para satisfazer os critérios de Schengen, alguns membros da União Europeia dizem que a Romênia ainda não está pronta para entrar no grupo.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Ponte Hercílio Luz - Florianópolis e São Jose / SC

A ponte Hercílio Luz está localizada no estado brasileiro de Santa Catarina, foi construída para ligar o continente à ilha de Santa Catarina (ligando a parte continental da capital, Florianópolis, à parte insular). A ponte Hercílio Luz é uma das maiores pontes pênseis do mundo e a maior do Brasil. Teve sua construção iniciada em 14nov1922 e foi inaugurada a 13mai1926. O comprimento total é de 819,471 metros, com 259 metros de viaduto insular, 339,471 metros de vão central e 221 metros de viaduto continental. A estrutura de aço tem o peso aproximado de cinco mil toneladas, e os alicerces e pilares consumiram 14.250m³ de concreto. As duas torres medem 75 metros, a partir do nível do mar, e o vão central tem altura de 43 metros. A ponte foi projetada e construída durante o governo de Hercílio Luz para ser a primeira ligação terrestre entre a ilha e o continente. O idealizador não viu seu sonho ser concluído, pois morreu em 1924, doze dias depois de inaugurar uma réplica de madeira, construída na Praça XV especialmente para o ato simbólico. O nome da obra seria Ponte da Independência, o qual foi mudado após a morte de seu idealizador, em póstuma homenagem. O projeto é de autoria dos engenheiros estado-unidenses Robinson e Steinmann, e todo o material nela empregado foi trazido dos Estados Unidos da América, tendo sido construída por equipe composta de dezenove técnicos especializados norte-americanos e operários catarinenses. A inauguração da ponte Hercílio Luz, numa tarde chuvosa, em 13mai1926, acabou com um antigo sofrimento dos então 40 mil habitantes de Florianópolis: depender de balsas para atravessar da ilha ao continente ou vice-versa. Monopolizado, o serviço sequer oferecia cobertura para proteger os passageiros do sol ou da chuva. Em 1935 O governador Hercílio Luz resolveu construir a ponte para consolidar Florianópolis como capital de Santa Catarina. Àquela altura, as outras cidades do estado consideravam a ilha muito distante para ser o centro administrativo e político do estado e, em conseqüência, havia um movimento pregando a mudança da capital para Lages. Depois de obter empréstimo equivalente a dois orçamentos anuais do Estado de Santa Catarina, o governo finalmente iniciou a construção da ponte em 1922. Todo o material foi trazido pelos estado-unidenses, os engenheiros Robinson e Steinmann. O pagamento dos empréstimos, feitos junto a bancos norte-americanos, só foi concluído em 1978, mais de 50 anos após a inauguração da ponte. Desde o princípio, o processo de financiamento foi complicado. O primeiro banco que havia emprestado os 20 mil contos de réis ao governo catarinense faliu. Assim, um novo empréstimo teve que ser obtido, atrasando as obras. Além disso, uma manobra dos banqueiros estado-unidenses fez com que o Estado de Santa Catarina se responsabilizasse por dívidas da instituição falida. Ao final, o custo atingiu 14 milhões 478 mil 107 contos e 479 réis — praticamente o dobro do orçamento do Estado à epóca. Desde que foi fechada, em 1982, por medida de segurança, a Ponte Hercílio Luz serviu apenas de cartão postal, como ponto de referência e para embelezamento da cidade. Reaberta em 15mar1988 somente ao tráfego de pedestres, bicicletas, motocicletas e veículos de tração animal, foi novamente fechada por completo em 4jul1991, depois que um relatório de análise de viabilidade da reabertura do tráfego da ponte foi apresentado em fevereiro de 1990. O pesadelo do desabamento tornou-se constante na vida das pessoas. Esse temor, entretanto, foi eliminado justamente no dia em que a ponte completou 71 anos de idade. A obra clássica da engenharia internacional foi tombada como patrimônio histórico e artístico. O mirante situado à cabeceira insular proporciona uma das mais belas vistas panorâmicas do centro da cidade. Na área também estão situados o Museu da Ponte e o Parque da Luz (Florianópolis). Uma parceria entre o Governo Federal, do Estado e a Prefeitura de Florianópolis em 2005 proporcionou o início das obras de restauração da ponte Hercílio Luz. O prazo máximo para a entrega da restauração era dia 13mai2012, quando a ponte completasse 86 anos. Mas a burocracia e a troca do governador do estado fez com que as obras atrasassem. O novo prazo de entrega é para a metade de 2013. Link para arquivo de imagens digital (PPT): http://www.4shared.com/office/xFnG9YlB/SC_-_Florianpolis_ponte_Hercil.html São José é um município brasileiro do estado de Santa Catarina. Já integrou a extinta região metropolitana de Florianópolis, no litoral do estado, conurbando-se com a capital catarinense. Tem cerca de 200 mil (2008) habitantes e não possui curso de água relevante. Faz divisa com as cidades de Palhoça e Biguaçu. Na divisa com Palhoça, encontra-se o rio Imaruim. Também possui limites com a capital, Florianópolis, os quais não se distinguem com claridade devido à conurbação existente. A cidade faz limite com a porção continental de Florianópolis, sendo banhada pelas baías norte e sul, na qual recentemente construíram um aterro (veja foto) e é seccionada por uma rodovia de importância internacional: a BR-101, parte da Rodovia Panamericana que liga os grandes centros de Rio de Janeiro e São Paulo à capital do Estado do Rio Grande do Sul - Porto Alegre. Além desta, cruza parte da cidade o trecho inicial da BR-282, que dá acesso ao oeste do Estado. Às margens da BR-282, onde esta entroncada na BR-101, localiza-se o Shopping Center Itaguaçu. Os limites com Florianópolis são determinados, ao sul, pelo rio Araújo que separa o bairro Campinas de Capoeiras, já em Florianópolis e ao noroeste pelo rio Büchler, em Barreiros. Mais ao norte a cidade se limita com o município de Biguaçu e, ao sul com o município de Palhoça. A oeste se limita com o município de São Pedro de Alcântara, o qual se emancipou de São José em 1994. Foto aérea onde aparece, à esquerda, o continente e o aterro da Baía Sul e à direita o mar. A maioria da população é de ascendência açoriana, mas existem também os descendentes de alemães, polacos, espanhóis, etc. Distritos e Bairros de São José - Conforme a Lei Municipal N°3514(05/06/2000) que determina a definição dos distritos e dos bairros de São José: Distrito Sede / Distrito Industrial / Centro / Colônia Santana / Fazenda Santo Antônio / Flor de Nápolis / Forquilhas / Forquilhinhas / Jardim Pinheiros / Picadas do Sul / Ponta de Baixo / Praia Comprida / Roçado / Potecas / São Luiz / Sertão do Maruim / Bosque das Mansões.
Distrito de Campinas - Kobrasol. O nome kobrasol, vem da únião do nome das três maiores empresas da região e que se uniram para urbanização da planice de São José, que na época era apenas um aeroclube. Koerich + Brasilpinho + Cassol foi a únião quase que perfeita que deu origem a um dos nomes mais populares da grande Florianópolis. Distrito de Barreiros - Areias - Barreiros - Bela Vista - Floresta - Ipiranga - Jardim Cidade de Florianópolis - Nossa Senhora do Rosário - Potecas - Real Parque - Serraria - Jardim Santiago - Pedregal. Em 1750, chegaram à Capitania do Desterro 182 açorianos, que mais tarde fundariam São José da Terra Firme, hoje simplesmente "São José", a quarta cidade mais antiga de Santa Catarina (também a quarta maior população, atrás, apenas, de Joinville, Florianópolis e Blumenau). Em 1755, já existia uma pequena capela e um vigário, José Antônio da Silveira. Hoje, no local encontra-se a Igreja Matriz do município. O título de freguesia chegou 6 anos após a fundação do povoado, em 1756. Para estudar o potencial dessa freguesia, cujos limites iam até Lages, o vice-rei Luiz de Vasconcelos e Sousa ordenou em 1787 que o Governador da Província na época, José Pereira Pinto, convocasse o alferes Antônio José da Costa. Começava, então, o reconhecimento da terra. Em 1797 já havia uma população de 2.079 pessoas, incluindo os escravos. Foi em 1833 que São José passou de freguesia a vila, evento este recebido com muita festa. Em 4 de maio São José tornou-se, enfim, município. Feliciano Nunes Pires foi nomeado presidente da Província. Além de Desterro e de Santo Amaro da Imperatriz, São José também recebeu a visita imperial de D. Pedro II e Dona Teresa Cristina em 1845.

Porto Alegre 2012 = 240 anos

Porto Alegre é um município brasileiro e a capital do estado mais meridional do Brasil, o Rio Grande do Sul.[10] Pertence à mesorregião metropolitana de Porto Alegre e à microrregião de Porto Alegre.[1] Com uma área de quase 500 km², possui uma geografia diversificada, com morros, baixadas e um grande lago, o Guaíba, distando 2027 quilômetros de Brasília, a capital nacional. Da esquerda para a direita: Usina do Gasômetro, Estátua do Laçador, Cais Mauá, Mercado Público e Monumento aos Açorianos diante do prédio do Centro Administrativo do Estado A cidade constituiu-se a partir da chegada de casais açorianos em meados do século XVIII. No século XIX contou com o influxo de muitos imigrantes alemães e italianos, recebendo também espanhóis, africanos, poloneses e libaneses. Desenvolveu-se com rapidez, e hoje abriga mais de 1,4 milhões de habitantes. A cidade enfrenta muitos desafios, entre eles a grande população ainda vivendo em condições de pobreza e sub-habitação, um alto custo de vida, deficiências sérias no tratamento de esgotos, muita poluição e degradação de ecossistemas originais, índices de crime elevados(embora indicando uma tendência de queda) e crescentes problemas de trânsito. Por outro lado, ostenta mais de 80 prêmios e títulos que a distinguem como uma das melhores capitais brasileiras para morar, trabalhar, fazer negócios, estudar e se divertir. Foi destacada em anos recentes também pela ONU como a Metrópole nº1 em qualidade de vida do Brasil por três vezes; como possuindo um dos 40 melhores modelos de gestão pública democrática pelo seu Orçamento Participativo, e por ter o melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre as metrópoles nacionais. Dados do IBGE a apontaram em 2009 como a capital brasileira com a menor taxa de desemprego, a empresa de consultoria britânica Jones Lang LaSalle a inclui em 2004 entre as 24 cidades com maior potencial para atrair investimentos no mundo e figura na lista da Pricewaterhouse Coopers entre as cem cidades mais ricas do mundo. Porto Alegre é uma cidade influente no cenário global, recebendo a classificação de cidade global "gama", por parte do Globalization and World Cities Study Group & Network (GaWC). Além disso Porto Alegre é uma das cidades mais arborizadas, e alfabetizadas do país, é um polo regional de atração de migrantes em busca de melhores condições de vida, trabalho e estudo, e tem uma infraestrutura em vários aspectos superior à das demais capitais do Brasil. Foi manchete internacional quando sediou as primeiras edições do Fórum Social Mundial e foi escolhida recentemente como uma das sedes da Copa do Mundo de 2014. Também tem uma cultura qualificada e diversificada, com intensa atividade em praticamente todas as áreas das artes, esportes e das ciências, muitas vezes com projeção nacional, além de possuir ricas tradições folclóricas e um significativo patrimônio histórico em edificações centenárias e numerosos museus. A TAP comemorou o Dia dos Namorados do Brasil oferecendo, em conjunto com o Shopping Iguatemi de Porto Alegre, uma releitura de um trecho da Ópera La Traviatta. A ação aproveita para divulgar a Campanha "Te Amo POA" por ocasião do lançamento do novo voo Porto Alegre-Lisboa em 12jun2011. Link para arquivo digital (PPT): http://www.4shared.com/office/Q7Znqs3p/Porto_Alegre_-_240_anos.html A Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), em parceria com o Recife Convention & Visitors Bureau, divulga, os resultados locais da “Pesquisa do Impacto Econômico dos Eventos Internacionais no Brasil 2007/2008”, estudo encomendado pelo Ministério do Turismo, por meio do Instituto, à FGV (Fundação Getúlio Vargas). A apresentação será feita pelo diretor de Turismo de Negócios e Eventos da Embratur, Marcelo Pedroso. Depois, Pedroso e o presidente do Recife CVB, José Otávio de Meira Lins, atenderão a imprensa local. Na ocasião, serão apresentados números que mostram o impacto econômico de dois eventos internacionais realizados em Pernambuco em julho deste ano – um na capital pernambucana e outro em Porto de Galinhas. Recife, por exemplo, tem se destacado no cenário nacional e hoje integra a lista das dez cidades brasileiras que mais recebem eventos internacionais. Também serão divulgados dados do impacto econômico de eventos realizados entre setembro de 2007 e junho de 2008 nas cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Foz do Iguaçu (PR), Salvador (BA), Campinas (SP) e Curitiba (PR). Os resultados fazem parte da pesquisa nacional que irá sondar um total de 42 eventos internacionais em 11 cidades brasileiras até o final de 2008. O estudo detalha gastos e perfil sócio-econômico do participante estrangeiro, além de informações sobre a viagem e avaliações sobre a infra-estrutura da cidade-sede e do evento. Brasil é TOP 10 A necessidade de mensurar o impacto dos eventos internacionais realizados nas diferentes cidades brasileiras tornou-se imperativa depois de o Brasil se consolidar entre os destinos TOP 10 do mundo, figurando na 8ª posição, em 2007, no ranking da ICCA (International Congress and Convention Association), a mais importante entidade mundial do setor. O País é o líder na América Latina e também nas Américas. No continente, fica atrás apenas dos Estados Unidos. Desde 2003, o Brasil subiu 11 posições no ranking da ICCA – naquele ano era o 19º colocado, com 62 eventos. Panorâmica da cidade de cima do Morro do Osso

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Curso de turismo: Paisagem e Turismo


Razão de ser do turismo – deslocamento ou movimento voluntário das pessoas de um lugar para o outro no espaço. Portanto, o turismo pode ser concebido como uma experiência geográfica na qual a paisagem se constitui num elemento essencial.

Exemplo: Meio de transporte - Veleiro Cisne Branco (Brasil)
http://www.4shared.com/office/Vl59jIno/Veleiro_Cisne_Branco.html

Exemplo cultural: O tradicional Fado de Portugal.
http://www.4shared.com/folder/CQqiCyRe/Fados_-_Carminho.html

Espaço turístico - base da oferta turística, um espaço concreto e objetivo, tendo o seu valor recreativo variando em função de certas circunstâncias, entre elas o atrativo paisagístico.

Exemplo: "caçador" de imagem - fotógrafos
http://www.4shared.com/office/ge-C3sLz/National_Geographic_2010.html

Exemplo: Características de uma região: Praias coloridas...
http://www.4shared.com/office/ycnIYMwy/Praias_coloridas.html

Processo de percepção da paisagem:
Experiência sensorial
Cognição (aquisição de um conhecimento)

Exemplo: Obras artísticas - cultural: Cidade de Amarilho - Texas / EUA
http://www.4shared.com/office/xCcvnudV/Esculturas_Jesus_Cristo_-_Amar.html

Exemplo ufológico:

cidade californiana de Oroville. Ocorreu 13fev2012. A partir do sol até altas horas... Feb 14º e avistamentos semelhantes na mesma área.

Avaliação ou preferência
Percepção da paisagem - processo pelo qual o organismo humano se informa dos objetos e transformações que se manifestam ao seu redor (experiência sensorial). Isto ocorre através de uma cena que estimule o observador.







Fatores que estimulam a percepção:
Fatores inerentes ao próprio indivíduo - forma de ser, capacidade imaginativa, mecanismos de associação.
Fatores educativos e culturais - adquiridos pela sociedade, condicionantes da sensibilidade e atitudes do observador.
Fatores emotivos, afetivos e sensitivos - derivados das relações do observador com o ambiente.





COMPONENTES DA PAISAGEM
Geomorfologia – é o aspecto exterior da superfície terrestre representada pela forma do relevo (morro, morrotes, planície etc.), sua disposição e sua natureza (natural ou antrópica).





Água – são as formas de água superficial (mares, rios, lagos, neve, gelo etc.), sua disposição, monotonia e movimento.
Vegetação – são as distintas formas de vida vegetal (árvores, arbustos, vegetação rasteira) com suas características específicas (cor, flor, aroma etc.), sua distribuição e densidade.

Estruturas e elementos artificiais estabelecidas pelas atuações humanas – são as estruturas espaciais criadas por diferentes tipos de uso do solo ou construções diversas de caráter pontual, linear ou superficial.



PROPRIEDADES VISUAIS DA PAISAGEM
Forma – é o volume de um objeto ou objetos que aparecem unificados tanto pela configuração que apresentam na superfície do terreno, como pela localização conjunta sobre a paisagem.

Cor – as cores são definidas pela pigmentação (verde, azul, amarelo...), através da qual se dividem em cores quentes e frias, em tonalidades e em brilho. A cor é a principal propriedade visual de uma superfície.
Textura – é a agregação de formas e cores percebidas como variações ou irregularidade de uma superfície contínua.

Exemplo: Crop Circle


Linha – é o caminho real ou imaginário percebido pelo observador. Quando existem diferenças bruscas entre os elementos cor, forma e textura, ou quando os objetos se apresentam com uma seqüência unidirecional.
Escala – é a relação existente entre o tamanho do objeto e o entorno onde está situado.



Espaço – é determinado pela organização tridimensional dos corpos sólidos e os espaços livres ou vazios da cena.



CARACTERÍSTICAS DA QUALIDADE VISUAL DA PAISAGEM
Diversidade – a diversidade expressa a variedade paisagísticas existente num determinado espaço territorial. Assume-se, então, que uma paisagem variada possui mais valor que uma paisagem homogênea por possuir partes diferenciadas com distintos elementos visuais e ausência de monotonia.

Naturalidade – é o grau de aproximação das condições atuais verificadas na paisagem com sua forma natural isenta de atuações humanas. Quanto mais próxima desta condição, maior a naturalidade.

Singularidade – são ocorrências naturais ou antrópicas na paisagem que se tornam pontos de atração visual pelo seu caráter de unicidade, escassez, força, valor tradicional ou interesse histórico.

Imagens: AFRICA

JcSHOW

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