sábado, 18 de agosto de 2012

Bucegi / Brasov (lar de Zalmoxis) - Montes Carpatos

Las montañas Bucegi están situadas em Rumania central, al sur de la ciudad de Braşov. Forman parte de la cordillera de lós Alpes Transilvanos de los montes Cárpatos. Hacia el este, las montañas Bucegi tienen muchas laderas escarpadas hacia el popular destino turístico del valle Prahova (a.o. Buşteni y Sinaia). La cima más alta es el Bucegi Plateau, donde el viento y la lluvia han moldeado las rocas en forma de espectaculares figuras como la Esfinge y Babele (significando en rumano las viejas). Están agrupadas en tres partes: Montañas (Pico Omu - 2.505 metros) Montañas Leaota (Pico Leaota - 2.133 m) Montañas Piatra Craiului (Pico Baciului - 2238 m) El paso Bran separa las cordilleras de Piatra Craiului y Leaota; marca el cruce de fronteras Valaquia y Transilvania, y era defendida por el castillo Bran. Se cree que las Bucegi sean la montaña tracia sagrada de Kogainon, en la que la mítica figura de Zalmoxis residía en una cueva. Zalmoxis era, de acordo com Heródoto, um deus cultuado pelos getas que habitavam a região conhecida como Trácia na Antiguidade (atuais Romênia e Bulgária). Prometia imortalidade a seus devotos, e as tribos que o veneravam se comunicavam com ele através do sacrifício de uma vítima-mensageiro de quatro em quatro anos. Versões posteriores apresentaram-no de maneiras diferentes; uma interpretação evemerista alternativa, por exemplo, afirma que Zalmoxis seria um charlatão que utilizava ideias de Pitágoras, de quem ele havia sido escravo, e forjado uma "ressurreição" após reaparecer de uma câmara subterrânea três anos após sua morte. Mais tarde, Platão o descreveu como um rei divinizado, a quem, tal como Ábaris, eram atribuídos feitiços de cura. Jordanes, no século VI d.C., e outros autores durante os séculos XIX e XX (especialmente na Romênia), o descreveram como o único deus dos getas (que não devem ser confundidos, neste contexto, com os trácios ou seus parentes, o dácios), ou um lendário reformador social e religioso dos getas, a quem ele teria ensinado a crença na imortalidade, a tal ponto que eles consideravam a morte apenas como a ida ao encontro de Zalmoxis. Segundo Heródoto, Zalmoxis também era chamado por alguns getas de Gebeleizis, o que fez alguns estudiosos acreditarem que os getas seriam henoteístas, ou até mesmo politeístas. Existe ainda outra discussão a respeito do caráter ctônico, infernal, urânico ou celestial de Zalmoxis. Ábaris dito Aeróbata ou Hiperbóreo foi um poeta cita semi-lendário. Segundo a lenda, o deus Apolo consagrou-o como seu sumo-sacerdote, concedendo-lhe o dom da adivinhação. Presenteou-o também com uma flecha de ouro que tinha o poder de transportá-lo pelos ares - motivo pelo qual passou a ser designado como aeróbata. Ainda segundo a lenda, que mistura realidade com ficção, Pitágoras, que teria sido seu aluno, roubou-lhe a flecha. Teria, ainda, vendido o paládio (um atributo da deusa Palas que lhe servia de talismã) aos Troianos. Heródoto (4.36) diz que este tinha viajado por todo o mundo sobre uma flecha, sem necessitar de ingerir qualquer alimento. Platão (no Cármides) descreve-o como um "médico trácio" que curava tanto a alma quanto o corpo através de "encantamentos" (epodai). Pausânias refere um templo de Perséfone, em Esparta, a que teria presidido. Jâmblico também se refere a este poeta na sua Vita Pythagorica, onde diz que ele terá purificado Esparta e Cnossos, entre outras cidades, de diversas pragas. Ábaris também aparece numa cena, deste mesmo livro, ao lado de Pitágoras, tentando convencer o tirano Siciliano Fálaris a converter-se a uma vida de virtude, não obstante a sua obstinação perante uma discussão onde abordam temas divinos (ibid. 215-221). Jâmblico ainda refere, ao mesmo tempo que desaprova, a perícia de Ábaris no sacrifício de animais (ibid. 93). O Suda atribui vários livros a Ábaris, incluindo um volume de Oráculos Citas em hexâmetro dactílico, uma teogonia em prosa, uma súmula sobre rituais de purificação, e um relato da visita de Apolo aos Hiperbóreos. Esta región montañosa de Rumanía posee una de las mayores concentraciones de grandes carnívoros de Europa. Osos, lobos y linces tienen en este parque natural y en el resto de la cordillera uno de sus últimos refugios en Europa. También es posible avistar corzos, jabalíes y venados en sus inmensos bosques. En las zonas altas se encuentra el rebeco. Uno de los inconvenientes para los naturalistas es la gran afluencia de turismo en la zona y la gran cantidad de basura que encontramos en algunas rutas. Por desgracia en Rumanía, no todos respetan y aprecian estos espacios naturales que se encuentran entre los mejores de Europa. Guerreiro Peltasta Os Cárpatos formam a ala oriental do grande sistema de montanhas da Europa, percorrendo 1500 km ao longo das fronteiras da República Checa, Eslováquia, Polônia, Romênia e Ucrânia. Constituindo a segunda cadeia mais longa de montanhas da Europa (atrás apenas dos Alpes Escandinavos), os Cárpatos abrigam as maiores populações europeias de ursos-pardos,lobos, camurças e linces, além de um terço de todas as espécies vegetais da Europa. Desde 2003, o patrimônio geológico e natural dos Cárpatos é protegido por um acordo mútuo entre os países que o contêm, conhecido como Convenção dos Cárpatos. O nome vem do grego trácio que significa "montanhas rochosas". A região foi habitada pela tribo dácia dos Carpos, que vivia no primeiro milênio a.C. nas elevações orientais das montanhas; seu nome deve ter origem correlacionada à dos próprios montes. Em documentos romanos tardios, os Cárpatos Orientais eram chamados Montes Sarmatici(provavelmente relacionado aos Sármatas), enquanto os ocidentais já recebiam o nome Carpates. A Geografia de Ptolomeu registra o uso do nome. Na Saga de Hervör, o nome das montanhas aparece na forma germânica Harvaða fjöllum (ver Lei de Grimm). Documentos húngaros dos séculos XIII-XV nomeiam tais montanhas como Torchal, Tarczal ou, menos frequentemente, Montes Nivium. Os Cárpatos começam no Danúbio perto de Bratislava e Viena, contornam a Hungria e a Transilvânia em um largo semicírculo cuja concavidade está dirigida ao sudoeste e terminam-se novamente no Danúbio, entre a Romênia e a Sérvia. O comprimento total dos Cárpatos é de mais de 1500 km e sua largura varia entre 12 e 500 km. A total coberta é de 209.000 km², com 53% na Romênia, 17% na Eslováquia, 10% na Ucrânia, 9% na Polônia, 4% na Sérvia, 4% na Hungria, 2% na República Tcheca] e 0,2% na Áustria. A região de maior altura dos Cárpatos, nos Tatra nos Alpes da Transilvânia coincide com sua maior largura. Da mesma forma que os Alpes, os Cárpatos não formam uma cadeia ininterrupta de montanhas, mas são compostos de diversos grupos distintos tanto orografica como geologicamente. Seus picos raramente atingem mais do que 2500m e, portanto, não apresentam regiões de neve eterna tampouco grandes geleiras. Os Cárpatos são separados de outras regiões montanhosas pelos vales de alguns grandes rios. Assim, o Danúbio, na região de Bratislava, os separa dos Alpes (que toca os Cárpatos nos Montes Leitha e Bakony) e na região de Orsova os separa dos Bálcãs. Os vales do rio March e do rio Oder separam os Cárpatos das cadeias da Silésia e da Morávia. A sudoeste, são margeados pela Panoniana enquanto a nordeste encontram a planície da Galícia. Divisões Principais regiões dos Montes Cárpatos. 1. Cárpatos Ocidentais Exteriores 2. Cárpatos Ocidentais Interiores 3. Cárpatos Orientais Exteriores 4. Cárpatos Orientais Interiores 5. Cárpatos Meridionais 6. Montes Apuseni 7. Planalto da Transilvânia 8. Cárpatos Sérvios São mostrados também os principais rios que nascem no complexo: a. Vístula, b. Danúbio, c. Tisa, d. Sava, e. Dniestre, f. Prut. Os Cárpatos podem ser divididos de algumas maneiras diferentes, dependendo do interesse geográfico ou cultural. A chamada divisão horizontal separa em Cárpatos externos, mais baixos e mais ao norte, e Cárpatos internos, mais ao sul. Já a divisão vertical separa em Cárpatos ocidentais,orientais e meridionais. Uma divisão mais completa e consensual separa nas seguintes oito regiões: 1. Cárpatos Ocidentais Exteriores, com paisagens menos montanhosas e de baixa altitude, incluindo a cadeia dos Beskides; 2. Cárpatos Ocidentais Interiores, contidos principalmente na Eslováquia central e norte da Hungria e consistindo de cadeias isoladas e separadas por vales profundos; dentre elas, destacam-se as Montanhas Tatra, a região mais elevada dos Cárpatos; 3. Cárpatos Orientais Exteriores, contidos na Polônia, Ucrânia e Romênia, um pouco mais acidentados e mais compactos que os Cárpatos Ocidentais Exteriores; incluem os Bieszczady poloneses; 4. Cárpatos Orientais Interiores, incluindo os Montes Rodna; 5. Cárpatos Meridionais ou Alpes da Transilvânia, que são o segundo grupo de montanhas mais altas da região (cerca de 2500 m), contendo amplos vales e tendo como pico o Monte Moldoveanu; 6. Montes Apuseni ou Montes do Entardecer, contidos inteiramente na Romênia. São ricos em cavernas e montanhas isoladas, com passagens fáceis entre elas. Seus picos mais altos são os Montes Bihor; 7. Planalto da Transilvânia: uma região com vales e cânions cercados por pequenas cadeias de montanhas, com alturas entre 150 e 250 metros; 8. Cárpatos Sérvios: inclui os bancos meridionais do Danúbio, as Portas de Ferro do Danúbio e o Parque Nacional de Đerdap. Montanhas principais A montanha mais alta é a Gerlachovsky na Eslováquia, com 2655 metros de altitude. Os 15 picos mais altos, incluindo o Gerlachovsky, situam-se na cadeia das Montanhas Tatra. Além deles, outros picos acima de 2500 m podem ser encontrados nos Alpes da Transilvânia, notadamente nas cadeias de montanhas Făgăraş, Parâng, Retezat e Bucegi. Os Cárpatos abrigam as nascentes de muitos dos principais rios da Europa Central, incluindo o Vístula, o Dniestre e muitos efluentes do Danúbio, como Váh, Tisa, Olt, Siret e Prut. Cerca de 90% de suas águas correm para o Mar Negro, embora alguns rios que descem pela face norte da cordilheira correm para o Mar Báltico. Os rios dos Cárpatos têm dois períodos anuais de cheia, um na primavera (Março-Abril) e outro, mais forte, no verão (Junho-Julho), que frequentemente levam a enchentes desastrosas. Para tentar combater o problema, foram construidos alguns grandes reservatórios de águas, principalmente no vale do Danúbio, na fronteira entre a Romênia e a Sérvia. O clima é do tipo continental, com temperaturas entre 19 e 38 °C no verão e entre -12 e 3 °C no inverno. Os invernos são governados pelas massas de ar polares vindo do nordeste e do leste, enquanto que, nas outras estações, predominam as massas de ar oceânicas, vindas a oeste. A distância do Oceano Atlântico e a influência das massas de ar dos Alpes e do Maciço da Boêmia geram baixos índices de precipitação nos Cárpatos (ficando em torno dos 1800 mm anuais nos maciços mais altos e abaixo de 600 mm nas áreas de depressão). A população em torno dos Cárpatos é estimada em cerca de 17 milhões de habitantes. Fora dos grandes centros urbanos, as zonas oriental e meridional possuem densidade populacional muito menor que a zona ocidental. Os principais centros urbanos, em ordem decrescente de população (acompanhados do país a que pertence e do número de habitantes), são: Bratislava (Eslováquia: 470mil), Cluj-Napoca (Romênia: 310mil), Braşov (Romênia: 285mil), Košice (Eslováquia: 234mil), Oradea (Romênia: 205mil), Miskolc (Hungria: 180mil), Sibiu (Romênia: 155mil), Târgu Mureș (Romênia: 146mil), Baia Mare (Romênia: 138mil), Tarnów (Polônia: 117mil), Râmnicu Vâlcea (Romênia: 111mil), Uzhhorod (Ucrânia: 111 300), Piatra Neamţ(Romênia: 106mil), Suceava (Romênia: 105mil), Drobeta-Turnu Severin (Romênia: 105mil). A autostrada de Transfăgărășan é a mais complicada da Europa do este Uma grande parte das fronteiras da Romênia com a Sérvia e a Bulgária seguem o curso do Danúbio. O Danúbio vai desaguar no mar Negro onde forma o Delta do Danúbio, juntamente com o rio Prut que serve de fronteira com a República da Moldávia. Os montes Cárpatos dominam a parte ocidental da Romênia, com picos de até 2.700 metros. O mais elevado, o Moldoveanu, atinge os 2.744 metros. As principais cidades são a capital, Bucareste, Braşov, Timişoara, Cluj-Napoca, Constanţa, Craiova, Iaşi, Brăila e Galaţi. Braşov é a capital do judeţ (distrito) romeno de Braşov, na região da Transilvânia. Próximo a Braşov, localiza-se o Castelo de Bran que, durante o domínio do Rei Hunyadi da Hungria, foi a morada do temível Vlad III o Empalador, soberano do principado da Valáquia. A cidade foi, em 1241 e 1285, alvo de ataques tártaro-mongóis. O município de Braşov tem uma população total de 284.596 habitantes. Os grupos étnicos incluídos são: Romenos: 258,042 (90.66%) Húngaros: 23,204 (8.54%) Alemães: 1,717 (0.60%) Roma: 762 (0.26%) outras etnicidades (Russos, Gregos, Italianos): 871 (0.31%) Em 2005, foi criada a área metropolitana de Braşov. Com as localidades que cercam o município, a população estimada é de 350 – 400 mil habitantes. Através de um diploma dado pelo rei André II da Hungria, em 1211, percebe-se que terá oferecido esta região aos Cavaleiros Teutônicos e que terão assentado em Ţara Bârsei. Até depois expulsos ou se retirarem, poucos anos mais tarde, ao que parece ainda puderam erguer castelo e fortificação que terá dado origem a esta cidade. Foi nesta cidade que Vlad Tepes - nascido na Transilvânia em 1431 e morto numa batalha contra os Turcos Otomanos em 1476 - cometeu algumas das maiores atrocidades já vistas pelo homem, inspirando o romance Drácula de Bram Stoker, escrito em 1877. Vlad III herdou o apelido de seu pai, Vlad II: guerreiro da Ordem do Dragão, símbolo de seu principado e destinada à defender o cristianismo e o Império da ameaça dos Otomanos. Em romeno "drac" significa dragão e "ulea", filho de; assim, Vlad II foi chamado de Vlad Drácula, ou seja "o filho do Dragão". A palavra "drac" também pode significar demônio. Conta-se que em 1461, Mehmet II do Império Otomano, homem reputado por sua coragem, desistiu de invadir a Transilvânia diante da horrenda visão e fétido odor da floresta de 20.000 prisioneiros turcos empalados na entrada da cidade de Torgoviste. Mas este não foi seu recorde, no dia de São Bartolomeu de 1459, Vlad ordenara o empalamento de trinta mil pessoas. Para efetuar o processo de empalamento, Vlad prendia as pernas da vítima em um cavalo enquanto uma estaca afiada era introduzida lentamente no corpo do torturado. A ponta da estaca era mergulhada em óleo, mas mantinha-se o cuidado especial de não deixá-la excessivamente afiada para não causar a morte imediata da vítima. Normalmente a estaca era inserida no ânus até sair pela boca, entretanto, muitas vezes, as vítimas eram empaladas através de outros orifícios corporais, abdômen, peito; mãe e filhos eram empalados em uma mesma estaca, inicialmente atravessada pelo peito da mãe. Todos os corpos eram deixados no local para apodrecer a olhos nus. O empalamento logicamente não era seu único método de tortura física, psicológica e política. Despelamento, mutilamento de membros e genitais tanto masculinos quanto femininos; estrangulamento, cortes, queimaduras, decepamento de narizes, orelhas, olhos. O Castelo de Bran foi construído em 1212 e tornou-se conhecido por ser o Castelo de Drácula após ter sido casa de Vlad III, o Empalador.

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