quinta-feira, 7 de julho de 2011

Capela de Rosslyn, Edimburgo - Escócia

ou Catedral de Rosslyn foi construída em 1446, em Roslin, na Escócia. Foi fundada, por William Sinclair, conde de Caithness, com o nome de Collegiate Chapel of St.Matthew. É atravessada pelo meridiano de Paris.

Em nossos livros The Hiram Key e The Second Messiah explicamos como o edifício chamado Capela de Rosslyn, no povoado de Roslin, parecia ser uma estrutura celto-judaica baseada na visão de Ezequiel da Nova Jerusalém e sobre as ruínas do Templo de Herodes. Quando comparamos o plano de Rosslyn com aquele do Templo de Herodes pudemos verificar que eram idênticos, com os dois pilares de Boaz e Jachin perfeitamente em seus lugares e uma grande cruz Saint Clair decorando o teto e apontando exatamente para onde o "Santo dos Santos" era guardado no Templo de Jerusalém.

Argumentamos, particularmente, que a superdimensionada parede oeste era uma cópia dos restos desmoronados da estrutura herodiana e não, como a teoria padrão sugeria, uma tentativa de construir uma grande igreja colegial. Nossa contenção era, e ainda é, que os manuscritos retirados debaixo do Templo de Jerusalém, entre 1.118 e 1.128, estejam embaixo da Capela de Rosslyn.

O lançamento do livro The Hiram Key, aconteceu em Rosslyn e o barão de Saint Clair Bonde, descendente direto do construtor do século XV - William Saint Clair -, dirigiu-se à multidão reunida, em sua capacidade de um dos depositários de Rosslyn. Ele declarou que os depositários da capela também acreditavam que Rosslyn continha alguma coisa de muito especial e que apoiariam uma petição para uma investigação arqueológica por um grupo, apropriadamente, consumido por especialistas qualificados. Também fomos levados a acreditar que a "Escócia Histórica", o corpo regente de todos os monumentos nacionais, estaria favorável a essa petição. Depois que completamos o livro The Hiram Key tivemos a grande satisfação de nos encontrar com o professor Philip Davies, famoso estudioso da Bíblia e dos Manuscritos do Mar Morto.

Foi com Philip que visitamos Rosslyn e acabamos conhecendo seu grande amigo, professor Graham Auld, da Universidade de Edimburgo, e os dois concordaram que a arquitetura do muro oeste era de fato e, reconhecidamente, de estilo herodiano. Examinando a estrutura com maior profundidade, Philip Davies chegou à opinião de que ela nada tinha de cristã, com exceção dos agregados vitorianos. Sua imediata impressão era de que a capela havia sido construída para ocultar algum tipo de segredo medieval.

Alguns meses mais tarde, levamos o dr. Jack Miller, um dos encarregados de estudos geológicos da Universidade de Cambridge, para visitar o edifício. Jack observou que o muro oeste não poderia ter sido o início de uma igreja colegial porque as pedras não estavam presas ao edifício principal. Ele nos disse que era simplesmente "uma loucura". Até notou que as pedras das extremidades inacabadas haviam sido trabalhadas para fazer com que parecessem antigas, como se fossem restos de ruínas. Jack Miller disse que gostaria de levar uma pequena equipe para efetuar uma análise não invasiva do terreno e, depois de discutir o assunto com o gerente do projeto de Rosslyn, organizou a seleção do melhor equipamento a ser fornecido e pediu a presença de um reconhecido especialista da Colorado School of Mines - os melhores investigadores de subsolo do mundo. Infelizmente, pouco tempo antes do início do processo, a permissão para examinar Rosslyn foi retirada. Os depositários da capela nos informaram por escrito que a permissão somente seria concedida se as pessoas envolvidas assinassem um acordo de confidencialidade, o qual até lhes possibilitaria negar que uma investigação havia sido realizada. Recusamos terminantemente qualquer envolvimento com esse procedimento antiacadêmico.

Em fevereiro de 1.998, levamos outros dois especialistas para visitar Rosslyn: Joe Peeples, presidente da Sociedade Histórica de Jerusalém, e o reverendo professor James Charlesworth, chefe do Projeto dos Manuscritos do Mar Morto da Universidade de Princeton e professor de Arqueologia de Albright, em Jerusalém. Os dois interromperam seus programas bastante apertados para viajar à Inglaterra, mas quando viram Rosslyn não ficaram desapontados. Apontando para a imitação das "pedras disfarçadas" em portas falsas, James Charlesworth logo percebeu as pistas que indicavam que o muro oeste era uma meticulosa cópia dos restos do templo de Herodes.

Como religioso, ele pretendia assistir ao ofício de domingo, mas depois de comentar que claramente não se tratava de um edifício cristão, ele desistiu da idéia considerando-a totalmente inapropriada. Na opinião de James, a construção estava se desgastando rapidamente e qualquer investigação do subsolo deveria ser realizada o quanto antes, porque ela se deterioraria com velocidade ainda maior. Naquela noite jantamos com o barão Bonde e, depois de ouvirmos os comentários sobre a avaliação do professor Charlesworth, aconselhamos o barão a falar com Andrew Russell, outro depositário de Rosslyn, sem mais demora. Fomos informados de que essa reunião de fato ocorreu e que o professor Charlesworth havia sido convidado a apresentar a proposta de uma investigação da capela, que deveria incluir estudiosos escoceses. Por uma feliz coincidência, o professor Charlesworth havia passado um bom tempo na Universidade de Edimburgo e conhecia vários de seus principais especialistas que seriam necessários para apresentar o caso de uma investigação arqueológica. Havendo reunido as pessoas mais qualificadas para investigar Rosslyn, nos retiramos para deixar que os especialistas procedessem da maneira que achassem melhor. Foi realmente uma grande sorte encontrar o verdadeiro significado de Rosslyn. Entretanto, naquela época, não estávamos qualificados para chegar a nenhuma conclusão. Alguns meses mais tarde, fomos informados de que uma proposta detalhada foi apresentada aos depositários da Capela Rosslyn. Mas, desde então, nada mais soubemos. Existe evidência de construções mais antigas embaixo de Rosslyn e algumas pessoas dizem que no sítio havia um templo romano dedicado a Mitras. Isso pode muito bem ser verdade, mas agora temos uma boa razão para acreditar que Rosslyn foi construída sobre o sítio de uma câmara megalítica que envolve uma caverna natural bem abaixo da capela. Mediante o conhecimento de registros de antigas fontes maçônicas, achamos ser possível proporcionar uma boa orientação de onde procurar os manuscritos zadoquitas que estão depositados embaixo desse sítio medieval. Nossa esperança é de que as pessoas ouçam o que estamos dizendo. Rosslyn está pronta para revelar o seu segredo.
Texto extraído do livro: A Maquina de Uriel

Apenas a una media hora del centro de Edimburgo y utilizando como medio de transporte un autobús de linea regular podréis llegar a Rosslyn Chapel, más conocida por ser una de las capillas referenciadas en las novelas de Dan Brown, autor del Código Da Vinci.

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