sábado, 9 de fevereiro de 2008

Natal - Rio Grande do Norte



Natal é a capital do estado brasileiro do Rio Grande do Norte, pertencente à Região Metropolitana de Natal, à Microrregião de Natal e à Mesorregião do Leste Potiguar.



Ginásio do Machadinho

É conhecida como a "Cidade do Sol" por ser uma das cidades com o maior número de dias de sol no Brasil, chegando a aproximadamente trezentos.



Também é chamada de "Cidade Presépio" ou "Cidade dos Reis", por causa de seu principal ícone, o Forte dos Reis Magos.



Estatuas dos Reis Magos

Também a chamam de "Capital Espacial do Brasil" devido às operações da primeira base de foguetes da América do Sul, a Barreira do Inferno, em Parnamirim.



Aeroporto Inter. Augusto Severo

O nome do município vem do latim natale e, segundo escritores, seu nome pode ser explicado por duas versões:



Praia de Genipabú

A primeira refere-se ao dia em que a esquadra penetrou na barra do Rio Potengi;



Ponte Newton Navarro

A segunda tem ligação direta com a data da demarcação do sítio primitivo da cidade, realizada por Jerônimo de Albuquerque no dia 25 de dezembro de 1599 (Dia de Natal).



Forte dos Reis Magos

É dotada de muitas belezas naturais, atraindo por volta de 2 milhões de turistas ao ano, que procuram, por exemplo, o Carnatal, a maior micareta (bloco de rua) do planeta.



É a cidade mais populosa do Rio Grande do Norte, de acordo com o Censo realizado pelo IBGE no ano de 2007, com uma população de 774.205 habitantes.



Segundo o IPEA, Natal é um dos 15 municipios menos violentos do Brasil e a capital mais segura do Brasil.



Situa-se numa espécie de triângulo natural com um vértice para o norte, que é banhado de um lado pelo Rio Potengi e de outro pelo Oceano Atlântico.



Por causa desta localização, recebe ventos constantes, condição que lhe concedeu o título, segundo a NASA, de cidade detentora do ar mais puro e renovável do continente.



Está localizada no litoral do estado, com uma altitude média de trinta e três metros acima do nivel do mar e tem um crescimento anual de 1,6%.



A cidade é candidata a sub-sede da Copa do Mundo FIFA de 2014.



A história da Capitania do Rio Grande do Norte teve início a partir de 1535 com a chegada de uma frota comandada por Aires da Cunha, a serviço do donatário João de Barros e do Rei de Portugal, e que tinha o objetivo de colonizar as terras da região.



A tentativa de colonização, porém, era impedida pela forte resistência dos índios Potiguares e de piratas franceses traficantes de pau-brasil.



Estava iniciada a trajetória histórica da área situada na esquina da América do Sul.



No dia 25 de dezembro de 1597, sessenta e dois anos após a frustrada tentativa de Aires da Cunha, uma esquadra comandada pelo Almirante Antônio da Costa Valente e integrada por Francisco de Barros Rego, Mascarenhas Homem, Jerônimo de Albuquerque e Santiago (O Grande), entrava na barra do Rio Potengi.



A primeira providência adotada pelos expedicionários foi tomar precauções contra os ataques indígenas e dos corsários franceses.



Doze dias depois da chegada, no dia 6 de janeiro de 1598, começaram a construção de um forte sobre os arrecifes situados nas redondezas da chamada Boca da Barra.



A edificação foi chamada de Fortaleza da Barra do Rio Grande (conhecida popularmente como Forte dos Reis Magos ou Fortaleza dos Reis Magos), por ter sido iniciada no dia consagrado aos Santos Reis.



O forte foi concluído no dia 24 de junho do mesmo ano e, nas circunvizinhanças, logo se formou um povoado que, segundo alguns historiadores, foi chamado de "Cidade dos Reis".



Tempos depois, o povoado mudou de nome passando a se chamar "Cidade do Natal".



Para alguns escritores, o nome Natal é explicado em duas versões:



A primeira refere-se ao dia em que a esquadra penetrou na barra do Potengi;



A segunda tem ligação direta com a data da demarcação do sítio primitivo da cidade, realizada por Jerônimo de Albuquerque no dia 25 de dezembro de 1599.



Com a presença holandesa na região, a vida da cidade começou a evoluir.



Durante o domínio holandês, a fortaleza que antes era de taipa passou a ser de alvenaria e a se chamar Forte de Kenlen.



Natal, então, virou Nova Amsterdã no período de 1633 a 1654.



Traziam consigo uma proposta avançada de colonização, organizando a cidade desde o início com uma espécie de plano diretor, ao qual, até hoje, a beleza da cidade é devedora.



Com a saída dos invasores, a vida da cidade voltou à normalidade recessiva da colonização portuguesa.



Seu crescimento foi acentuadamente lento nos primeiros séculos de sua existência.



Segundo o historiador Câmara Cascudo, em 31 de dezembro de 1805 Natal tinha apenas 6.393 habitantes.



Porém, no último ano do século XIX, a cidade já possuía uma população de mais de 16.000 pessoas.



Começou a se desenvolver em ritmo mais acelerado, porém, somente a partir de 1922.



As primeiras atividades urbanas tiveram início no bairro da Ribeira, situado na parte baixa da cidade, próximo à foz do Rio Potengi.



Posteriormente, expandia-se em direção ao Centro, atual bairro da Cidade Alta.

Na década de quarenta, a deficiente estrutura física da cidade provocou o adensamento das áreas urbanizadas, sobrecarregando-as de novos logradouros, notadamente no bairro do Alecrim.



Pela sua privilegiada posição geográfica, localizada no litoral nordestino, na chamada esquina do continente ou esquina do atlântico, foi favorecida pelo advento da Segunda Guerra Mundial.



A cidade cresceu e evoluiu com a presença de contingentes militares brasileiros e aliados (particularmente norte-americanos), consumando-se o seu progresso com a construção das bases aérea e naval, local de onde as tropas partiam para o patrulhamento e para a batalha na defesa do Atlântico Sul, e na realização das campanhas militares no norte da África; fatos esses que lhe valeram para a região o apelido de “Trampolim da Vitória”.



Depois disso a cidade não parou de crescer e, no ano 1999, aniversário de 400 anos da cidade, Natal ja estava com 700.000 habitantes.

Hoje em dia a cidade transita por um processo para, talvez, tornar-se a próxima metrópole brasileira.



Das capitais do Nordeste é a cidade em que residem mais estrangeiros e, no Brasil, perde apenas para São Paulo, Rio de Janeiro e Balneário Camboriú (SC), com predomínio dos Italianos, Portugueses, Espanhóis e Chilenos, sendo também muito procurada por estudantes africanos (geralmente de Angola, Guiné-Bissau ou Moçambique) e originários de países europeus (principalmente dos países escandinavos, especialmente da Islândia, Suécia e Noruega) para Intercâmbio Cultural.



Atualmente é uma cidade moderna, que apresenta os melhores índices sócio-econômicos do Nordeste, uma das menores desigualdades sociais do país e uma economia moderna e dinâmica.



Devido a todos esses fatores, seus habitantes usufruem de uma ótima qualidade de vida em uma das capitais que mais se desenvolve hoje no Brasil.



RECOMENDO. Passeio de buggy pelas Dunas de areia... é imperdível, não faça como acontece em Roma onde se passeia e não visita o Papa...

Estas imagens é uma homenagem ao piloto "tartaruga", e seu roteiro "com muita emoção"

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