sexta-feira, 11 de maio de 2012

Horsetail Fall - Yosemite / Califórnia EUA (curso de turismo: Patrimônio Histórico Natural)

Queda Cavalinha, localizado no Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia, é uma cachoeira que flui sazonal no inverno e início da primavera. A queda ocorre no lado leste de El Capitan. Há alguns dias a cada fevereiro, onde esta queda é iluminada pelo sol poente e reflete um laranja brilhante. Esta cachoeira desce em dois fluxos de lado a lado, o leste é o maior, mas ambos muito pequena. A leste uma gotas 470m (1540 pés) e no oeste um 480m (1.570 pés), a maior cachoeira totalmente no ar em Yosemite que roda em algum ponto a cada ano. As águas então recolher e descer outro 150m (490 pés) em placas inclinadas, de modo a altura total destes cascatas é 620m (2030 pés) a 630m (2070 pés). A imagem mostrada aqui é tomado durante um breve período durante o inverno, perto de 21 de fevereiro ao pôr do sol, que ficou famosa por fotografia Galen Rowell. A queda é mais visto e fotografado perto de uma pequena clareira para a área de piquenique na estrada que conduz ao norte de Yosemite Valley a leste de El Capitan.

Aprenda a identificar cada um dos ambientes

Mata de Encosta

Suas marcas registradas são a chuva e a neblina, garantindo umidade constante nos 365 dias do ano. Seja inverno ou verão, a mata é sempre fechada, verde e exuberante.

Ali não existe seca. A média anual de chuvas é de 1850 milímetros.

Por isso, as árvores da mata de encosta são bem altas, superando, geralmente,
25 metros de altura. Seus caules, no esforço para chegar à luz do sol, são retorcidos e sinuosos. Entre as aves da mata úmida, a jacutinga e o tucano são fundamentais porque espalham as sementes dos palmiteiros. Os palmiteiros, por sua vez, tornaram-se quase um sinônimo da vegetação das serras, apesar de ter altura abaixo da média.

Floresta de Planície

Formou-se na área plana da Juréia, a planície litorânea, logo atrás da restinga (quando esta é vista a partir do mar). O solo é de areia e argila, mais rico em nutrientes que o da restinga.

Tem plantas mais altas. São palmeiras, orquídeas, bromélias e vegetação típica de beira de rio, como ipês-amarelos, ingás e araçás. Abriga a maior parte dos 40 mamíferos já catalogados na Juréia. Cotias, pacas, antas, macacos-prego e cachorros-do-mato aproveitam os vários tipos de frutos da mata. Esses mesmos animais se encarregam de espalhar, por meio das fezes, as sementes que garantem o bom estoque de árvores frutíferas da planície.



Vegetação de Altitude

Cresce no topo das serras de Juréia e Itatins (veja mapa). É caracterizada por solo rochoso, onde crescem arbustos secos, de folhas duras. São pequenos vegetais, alguns deles secos e duros. O motivo é a falta de água e excesso de sol.

No Maciço da Juréia, os arbustos ainda sofrem com os ventos marinhos. Carregados de sal, esses ventos são chamados tecnicamente de spray marinho. Nenhum mamífero mora nessa região, pois não encontram alimento em quantidade suficiente.

Ela é habitada somente por invertebrados, como besouros e formigas, e eventualmente recebe a visita de algumas aves, que pousam ali para descansar ou em busca de alimento.

Dunas

Montes formados rente à praia pela ação dos ventos, que jogam areia para o interior do continente. Na Juréia, as dunas têm no máximo 1 metro de altura. Ali estão preservadas as plantas nativas que estão desaparecendo do nosso litoral.

Têm caules rastejantes (como a grama) e cerca de 10 centímetros de altura. Predominam a salsa-da-praia (Ipomoea pes-caprae) e o pinheirinho-da-praia (Remirea maritima). Dos animais, o mais comum é a maria-farinha, um caranguejo de cor amarelo-claro.

Também se escondem na areia invertebrados como insetos e aranhas. Algumas aves são visitantes, como as pequenas batuíras. Elas migram 7 000 quilômetros, desde o Hemisfério Norte, para passar o verão em praias brasileiras.

Restinga

Terreno parecido com as dunas. Fica às vezes encharcado com água salobra, mistura da água do oceano com a água doce, que se infiltra pela areia. O solo é ondulado, formado por areias que se depositaram ali porque, nos últimos 6000 anos, a linha do mar às vezes recuou e às vezes avançou sobre o continente.

Ou seja, as ondas juntaram areia além de onde seriam as dunas. As ondulações na restinga mostram os vários níveis que o oceano teve, no passado. Aí crescem arbustos muitos emaranhados e árvores que nunca têm mais de 5 metros de altura.

As folhas são como que envernizadas para resistir ao sal da maresia. Moram na restinga cachorros-do-mato, capivaras, cotias e pássaros, como o tiê-sangue e o chupim.

Mangue

Região onde os rios desembocam no mar, formando uma mistura de água salgada com água doce. O solo é pobre em oxigênio, devido à intensa degradação de matérias orgânicas provenientes de todos os outros ecossistemas da Juréia. As bactérias que promovem o processo de decomposição liberam um gás à base de enxofre.

Por isso o mangue tem um cheiro que lembra o odor de ovo podre. Assim, há árvores no mangue que têm raízes aéreas. Ou seja, ficam para fora da terra para as plantas poderem absorver, na atmosfera, o oxigênio que não dá para captar no solo.

Como um ecossistema criou o outro Foi nas dunas que surgiram as primeiras espécies vegetais da Juréia, há alguns milhares de anos. Sementes trazidas pelos ventos marinhos conseguiram germinar no solo arenoso. Em seguida, algumas plantas se desenvolveram e começaram a reter a areia solta, fixando-a no solo.

Criou-se uma camada de vegetais decompostos no solo, que proporcionou nutrientes para o aparecimento de outro ecossistema, mais para dentro do continente: a restinga.

Parte da vegetação da restinga, mais alta que a das dunas, “aprendeu” a absorver água salobra, mistura da água salgada do oceano com a doce dos rios, que alaga as partes mais baixas da restinga nas marés altas.

Com o tempo, a vegetação ganhou espaço na direção do continente, até ocupar o chão da planície, ao pé da serra.

Primeiro, o solo ficou mais úmido. Depois, passou a absorver nutrientes das folhas e galhos apodrecidos. No final, a planície estava preparada para o desenvolvimento de uma mata de verdade.

Até hoje, essa mata está ligada à restinga. Esta bloqueia a maresia e protege a mata contra os efeitos negativos do sal. Além disso, na restinga se decompõem matérias orgânicas, principalmente de origem vegetal, formando húmus, uma borra grossa que recobre o solo e tem grande importância na manutenção da floresta.

Já o mangue depende da mistura de água doce e salgada para existir. Nessa água salobra decompõem-se detritos de plantas e bichos mortos. Vindas de todos os ecossistemas da Juréia, pelos rios, as substâncias desse caldo alimentam o plâncton (conjunto de seres microscópicos que vivem em suspensão na água).

O plâncton, por sua vez, alimenta mais de 10 000 espécies da fauna dos oceanos, que passam a primeira etapa de sua vida nessa região. Primeiro elo na corrente alimentar marinha, os mangues são considerados verdadeiros “berçários” do Atlântico Sul, pois muitos peixes e invertebrados vão desovar ali.



A mata de encosta, por sua vez, abriga a biodiversidade mais rica de toda a Juréia. Vivem ali mais espécies vegetais e animais que em todos os ecossistemas desse complexo ecológico. Cresceu nos morros, onde a declividade é muito acentuada, o que provoca movimentações do solo, por deslizamentos de terra.

Em conseqüência, muitos detritos da mata de encosta atingem a floresta de planície e os rios. Por fim, vão se transformar em nutrientes para o plâncton, no mangue.

Aparentemente, o menos importante dos ecossitemas é o de vegetação de altitude.

Mas não é assim. Ela interfere indiretamente em todo o conjunto da Juréia, pois segura o solo no topo do morro, impedindo a erosão.

A flora é um grande banco de genes úteis para a ciência. Há plantas que não existem em outra parte do planeta. A diversidade vegetal pode ser fonte de novos remédios.

Bromélias: algumas podem ser usadas como remédio. A disposição de suas folhas forma um tanque capaz de abrigar um grande número de insetos, anfíbios e répteis, como rãs e cobras.

Caraguatá: Nome de uma das bromélias que aparecem em grande variedade na
região. São um exemplo de diversidade genética.

Orquídeas: também são muito freqüentes na Juréia, principalmente sobre os troncos das árvores, onde se apóiam para receber uma maior incidência da luz solar.

Jacatirão: esta árvore, do gênero Tibouchina, floresce em março e abril e é conhecida em São Paulo como quaresmeira.

Antúrio: descoberto por Eduardo Luís Martins Catharino e Amélia Almeida Ribeiro Olaio, pesquisadores do Instituto de Botânica do Estado de São Paulo, o Anthurium jureianum até hoje só foi encontrado nas matas de baixa altitude do Maciço da Juréia, em geral próximo de rios e em lugares de mata aberta.

www.biodiversityreporting.org
www.gaiaexpedicoes.com - marcelo@gaiaexpedicoes.com



Turismo UNG Questões sobre o bioma Cerrado.

1)Pelas características apresentadas, o Cerrado e o Pantanal são regiões para exploração agrícola extensiva? Justifique.
2)Apontar as características do Cerrado de importância para o profissional de turismo?
3)Qual a importância do Cerrado para o desenvolvimento sustentável?
4)Como o processo de exploração do Cerrado afeta o Pantanal?
5) Quais as soluções migatórias para a exploração do Cerrado?
6) Qual a contribuição do Turismo para o processo de preservação do Cerrado?
7) Estabeleça as possíveis atividades exploradas pelo turismo?



ECO 92 - Carta da Terra

"A paz, o desenvolvimento e a proteção do meio ambiente são interdependentes e inseparáveis".

Há uma ligação íntima entre os três fatores: a Política, a Economia e a Ecologia, que devem caminhar juntos. Não pode haver paz no planeta e nem proteção ao meio ambiente, se a pobreza continuar existindo em tantas regiões.

Os países ricos consomem os recursos naturais de forma exagerada; por isso, são os que mais poluem. Cabe a eles uma parcela importante nos esforços para se conseguir um desenvolvimento sustentado, pelas tecnologias de que dispõem e pelos recursos financeiros que deverão investir.

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