domingo, 15 de abril de 2012

Lodz e Poznan (Polagra Food) - Polônia

Em polaco: Polska, oficialmente República da Polônia, é um país da Europa Central que limita com a Alemanha a Oeste, com a República Checa e a Eslováquia ao Sul, com a Ucrânia e a Bielorrússia a Leste e com a Lituânia e o exclave russo de Kaliningrado ao Norte. É banhada pelo mar Báltico a Norte; ademais, possui uma fronteira marítima com a Dinamarca e a Suécia. A sua superfície total é de 312.683 km², o que a torna o 68º maior país do mundo. A sua população é de mais de 38,5 milhões de habitantes, concentrados principalmente em grandes cidades como Cracóvia e a capital Varsóvia, o que o torna o 34º país mais populoso do mundo, e um dos mais populosos Estados-membros da União Europeia.

O primeiro estado polaco foi criado em 966, com um território muito semelhante ao da moderna Polônia. Tornou-se um reino em 1025 e, em 1569, fortaleceu uma longa associação com o Grão-Ducado da Lituânia para criar a Comunidade Polaco-Lituana; esta associação desmoronou em 1795, e o território polaco foi dividido entre o Reino da Prússia, o Império da Rússia e a Áustria. O país recuperou sua independência como a Segunda República Polaca em 1918 após a Primeira Guerra Mundial, mas foi ocupada pela Alemanha Nazista e pela União Soviética durante a Segunda Guerra Mundial. Durante o período de invasão, o país perdeu cerca de 6 milhões de cidadãos, emergindo anos depois como a República Popular da Polônia, dentro do Bloco do Leste, sob forte influência soviética. Em 1989, o governo comunista foi derrubado e a Polônia inaugurou a fase informalmente conhecida como "Terceira República Polaca". Atualmente, a Polônia é uma democracia liberal, membro da União Europeia, da OTAN, da OCDE e da OMC.

Os historiadores postularam que ao longo da Antiguidade Tardia diversos grupos étnicos povoaram a região atualmente conhecida como Polônia. A exata etnia e afiliação linguística destes grupos ainda é motivo de acalorados debates; a data e a rota tomada pelos colonizadores originais eslavos nestas regiões, em particular, desperta grande controvérsia. O mais famoso achado arqueológico da pré-história da Polônia é a colónia fortificada de Biskupin (reconstruída atualmente como um museu), que remonta à cultura lusaciana (uma etnia que habitava perto do Rio Neisse) da Idade do Ferro, por volta de 700 a.C.

A Polônia foi fundada em meados do século X, pela dinastia Piast. O primeiro governante polaco historicamente verificado, Mieszko I, foi batizado em 966 e adotou então o catolicismo como religião oficial do seu país. No século XII, a Polônia fragmentou-se em diversos Estados menores, que foram posteriormente devastados pelos exércitos mongóis da Horda Dourada em 1241, 1259 e 1287. Em 1320, Ladislau I tornou-se rei de uma Polônia reunificada. Seu filho, Casimiro III, é lembrado como um dos maiores reis polacos da história. A Peste Negra, que afetou grande parte da Europa de 1347 a 1351, não chegou à Polônia.

Sob a dinastia Jaguelônica, a Polónia forjou uma aliança com seu vizinho, o Grão-Ducado da Lituânia. Começou então, após a União de Lublin, uma idade do ouro que se estendeu ao longo do século XVI e que deu origem à Comunidade Polaco-Lituana. A szlachta (nobreza) da Polônia, muito mais numerosa do que nos países da Europa Ocidental, orgulhava-se de suas liberdades e de seu sistema parlamentar. Durante este período próspero, a Polônia expandiu as suas fronteiras de modo a tornar-se o maior país da Europa. Em meados do século XVII, uma invasão sueca (o chamado "Dilúvio") e a revolta cossaca de Chmielnicki, que devastaram o país, marcaram o final da idade do ouro. A gradual deterioração da Comunidade, que passou de potência europeia a uma situação de quase anarquia controlada pelos vizinhos, foi marcada por diversas guerras contra a Rússia e pela ineficiência governamental causada pelo Liberum Veto (segundo o qual cada um dos membros do parlamento tinha o direito de dissolvê-lo e de vetar projetos de lei). As tentativas de reformas foram frustradas pelas três partilhas da Polônia (1772, 1793 e 1795) que condenaram o país a desaparecer do mapa e seu território a ser dividido entre Rússia, Prússia e Áustria. Os polacos ressentiram-se desta situação e rebelaram-se em diversas ocasiões contra as potências que partilharam o país, em especial no século XIX. Em 1807, Napoleão restabeleceu um Estado polaco, o Ducado de Varsóvia, mas em 1815, após as guerras napoleônicas, o Congresso de Viena tornou a partilhar o país. A porção oriental coube ao tsar russo, e era regida por uma constituição liberal. Entretanto, os tsares logo trataram de restringir as liberdades polacas e a Rússia terminou por anexar de fato o país. Posteriormente no século XIX, a Galícia (então governada pela Áustria) e, em particular, a Cidade Livre de Cracóvia, tornaram-se um centro da vida cultural polaca.

Durante a Primeira Guerra Mundial, os Aliados concordaram em restabelecer a Polônia, conforme o ponto 13 dos Catorze Pontos do presidente norte-americano Woodrow Wilson. Pouco depois do armistício alemão de novembro de 1918, a Polônia recuperou sua independência, numa fase histórica conhecida como "Segunda República Polaca". A independência foi reafirmada após uma série de conflitos, em especial a Guerra Polaco-Soviética (1919-1921), quando a Polônia infligiu uma derrota acachapante ao Exército Vermelho. O golpe de Maio de 1926, por Józef Piłsudski, entregou as rédeas da república polaca ao movimento Sanacja (uma coalizão em busca da "limpeza moral" da política do país). Este movimento controlou a Polônia até a eclosão da Segunda Guerra Mundial, em 1939, quando tropas nazis (em 1º de Setembro) e soviéticas (em 17 de Setembro) invadiram o país. Varsóvia capitulou em 28 de Setembro. Conforme o Pacto Ribbentrop-Molotov, a Polônia foi partilhada em duas zonas, uma ocupada pela Alemanha e outra, a leste, ocupada pela União Soviética.

De todos os países envolvidos na guerra, a Polônia foi o que mais perdeu em vidas, proporcionalmente à população total: mais de seis milhões de habitantes morreram, metade deles judeus. Foi da Polônia a quarta maior contribuição em tropas para o esforço de guerra aliado, após a URSS, o Reino Unido e os EUA. Ao final do conflito, as fronteiras do país foram movidas na direção Oeste, de modo a levar a fronteira oriental para a linha Curzon. Entrementes, a fronteira ocidental passou a ser a linha Óder-Neisse. A nova Polônia emergiu 20% menor em território (menos 77.500 km²). O redesenho dos limites forçou a migração de milhões de pessoas, principalmente polacos, alemães, ucranianos e judeus. O país foi um dos que mais sofreram com o Holocausto nazi.

A União Soviética instituiu um novo governo comunista na Polônia, semelhante ao do restante do bloco soviético, o que levou a um alinhamento militar com o Pacto de Varsóvia ao longo da Guerra Fria. Em 1948, instalou-se um regime totalitário de molde estalinista. A República Popular da Polônia (Polska Rzeczpospolita Ludowa) foi oficialmente proclamada em 1952. Em 1956, o regime de Władysław Gomułka tornou-se temporariamente mais liberal, ao libertar diversas pessoas da prisão e aumentar algumas liberdades individuais, situação que se repetiu nos anos 1970 com Edward Gierek, embora persistisse a perseguição contra a oposição aos comunistas. As agitações trabalhistas de 1980 levaram à formação do sindicato independente "Solidariedade" (Solidarność) que, com o tempo, tornou-se uma força política. Em 1989, venceu as eleições parlamentares. Lech Wałęsa, um candidato do Solidariedade, venceu as eleições presidenciais em 1990. O movimento Solidariedade prenunciou o colapso do comunismo na Europa Oriental.

Um programa econômico de choque conduzido por Leszek Balcerowicz no início dos anos 1990 dotou o país de uma economia de mercado. Apesar de retrocessos temporários em índices sociais e econômicos, a Polónia foi o primeiro país pós-comunista a atingir o seu nível de PIB pré-1989. Os direitos individuais foram ampliados, como a liberdade de expressão. Em 1991, a Polónia tornou-se membro do Grupo de Visegrád; em 1999, da OTAN, juntamente com a República Checa e a Hungria. A Polônia aderiu à União Europeia em 1mai2004.



Enviamos abaixo informações sobre um importante evento para o setor de alimentos e bebidas, que ocorrerá no segundo semestre de 2007 voltado ao mercado profissional de alimentos e bebidas no Cento Leste Europeu.
Local: Centro de Convenções Poznan - Polônia;
A Polagra-Food é a maior feira da cadeia produtiva de alimentos e bebidas do Cento-Leste Europeu, na edição em set2006 teve a participação de 1.300 expositores procedentes de 37 países diferentes e mais de 42 mil visitantes nacionais e internacionais, procedentes de 39 países.
Produtos e Serviços Expostos: Carne e derivados, ovos e produtos de avicultura, pescados leite e derivados, cereais e massas, produtos de panificação, doces e produtos de confeitaria, frutas,verduras e produtos in natura, bebidas ( alcoólicos e energéticos), conservas, produtos congelados, alimentação infantil, dietética e orgânica, mel, máquinas e equipamentos para a indústria alimentícia.
Perfil dos Visitantes: Profissionais do setor, compradores, distribuidores, restaurantes e serviços de catering e aberta ao consumidor final no último dia.
Espaço da Exposição: O Centro de Convenções Poznan conta com 30 mil m² divididos em pavilhões setoriais e internacionais:

Benefícios: realizado rodada de negócios exclusiva para os expositores de alimentos e bebidas, organizada pela APEX Brasil e durante o período da feira são realizadas palestras, seminários, work-shops e degustações. Brasil recebeu empresários da Polônia com o intuito de aumentar comércio e investimentos entre os dois países. Poloneses apresentaram propostas para empresas brasileiras antes de chegarem ao país. As exportações brasileiras para a Polônia alcançaram US$ 299 milhões em 2006. Para incrementar o intercâmbio comercial, a APEX-Brasil realizou em Brasília, o Seminário de Investimentos e Negócios para a comitiva de empresários poloneses que chegou ao Brasil liderada pelo presidente do Senado daquele país, Bogdan Borusewic, a delegação polonesa é composta de senadores, diretores de departamentos de vários ministérios, do vice-presidente da Câmara Nacional de Comercio da Polônia, jornalistas e 26 empresários, representantes dos setores de produtos químicos, plásticos, elétricos, mineração, máquinas e equipamentos, meio-ambiente, segurança, construção civil e alimentos.

Na programação da Missão estão previstos eventos em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba. No Seminário em Brasília, a comitiva polonesa conheceu a expertise e o potencial exportador das empresas brasileiras de alimentos, bebidas e agronegócio; máquinas e equipamentos; moda; tecnologia e saúde, dentre outras. Por outro lado, os poloneses mostrarão aos empresários as principais potencialidades do país do Leste Europeu, que alcançou em 2006 crescimento de 5,8% no PIB e prevê para 2007 uma alta de 7%.
A expectativa de incremento comercial é grande de ambos os lados. Do grupo de 26 empresas polonesas, 21 querem exportar para o Brasil, 11 declararam interesse em transferir know-how, 4 pretendem investir ou formar parcerias com empresas locais e 2 buscam no Brasil representantes comerciais, explicou Gutemberg Uchoa, da Unidade de Investimentos da APEX-Brasil.

A APEX-Brasil se prepara para acompanhar e trabalhar paralelamente com empresários poloneses. A Agência busca cooperação mútua e aumento dos investimentos bilaterais. Isso já vem sendo feito, inclusive, com a instalação do Centro de Distribuição de produtos brasileiros em Varsóvia. Atividades no local foram iniciadas recentemente, mas apresentam um diferencial vantajoso: a aceitação de produtos alimentícios. E como a proposta é inédita entre os CDs já em operação, empresas exportadoras brasileiras do setor alimentício já se manifestaram para terem seu estoque local. O CD disponibiliza armazém (900 m2), escritórios, showroom e espaço para rodadas de negócios. Em 2006, as exportações brasileiras para a Polônia foram de US$ 299 milhões. No mesmo período, o Brasil importou da Polônia cerca de US$ 212 milhões, o que gerou um saldo positivo para a balança comercial brasileira de US$ 46 milhões. De janeiro a março deste ano, o Brasil exportou US$ 53 milhões (62,66% a mais que em 2006) e importou mais de US$ 65 milhões. Nos três primeiros meses deste ano, o intercâmbio comercial entre os dois países está superavitário para a Polônia em US$ 12,2 milhões. No mesmo período do ano passado, o saldo também ficou positivo para a Polônia (US$ 11,7 milhões).

A Apex-Brasil realiza, em Varsóvia, na Polônia, o Encontro de Negócios Brasil-Leste Europeu com o objetivo de promover o comércio de alimentos e bebidas com a região. O Seminário de lançamento será no dia 3 de julho, no auditório da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), e abordará os temas Oportunidades de negócios na Polônia; Logística de distribuição no Leste Europeu; Detalhamento do evento e Diretrizes para participação no Encontro de Negócios Brasil - Leste Europeu. O Encontro é motivado por estudos de inteligência comercial que mostram excelentes oportunidades naquela região para exportadores brasileiros dos segmentos de alimentos e bebidas. Para o evento serão convidados grandes varejistas do Leste Europeu, entre os quais estão UAB Palink (Lituânia), Jeronimo Martins (Polônia), Auchan Polska (Polônia), Arzenal (Hungria), Daisyland (Hungria), Chocoland (República Tcheca), Elgeka Ferfelis (Romênia), Konzum (Croacia). A estrutura segue o mesmo formato do Encontro realizado em Portugal no último mês de maio, quando 51 empresas brasileiras, representando 30 segmentos, participaram de 400 reuniões que resultaram num total de US$ 600 mil em acordos fechados no evento e em US$ 25 milhões de negócios futuros. A programação na Polônia inclui uma visita ao Centro de Distribuição da APEX-Brasil em Varsóvia, dois dias de rodadas de negócios e participação opcional na feira Polagra-Food. A confirmação da participação no Seminário de lançamento deverá ser feita, exclusivamente, pelo e-mail comercial@conceitobrazil.com.br ou pelo telefone (11) 3831-4700 com Carla.
Seminário de Lançamento do Encontro de Negócios Brasil - Leste Europeu
Data: 03 de julho de 2007, às 14h00
Local: Auditório da ABRAS - Av. Diógenes Ribeiro de Lima, 2872 – São Paulo – SP.

Polagra Food (Poznan – Polônia, 21 a 24 de Setembro de 2004)
Feira de Comércio Internacional para Indústria de Alimentos
O número recorde de expositores, a magnitude da área da feira, e a popularidade dos visitantes confirmaram o crescimento significante deste evento na Europa Central e Oriental, para empresas que trabalham no ramo de indústrias de alimentos processados. Durante os 4 dias de feira da indústria de alimentos, que teve sua área de mais de 24 mil m2, aproximadamente 40 mil visitantes profissionais tiveram sua chance de aprender com mais ou menos 1.100 expositores de 31 países incluindo Argentina, Áustria, Bélgica, Belarus, Brasil, Bulgária, China, Colômbia, Croácia, República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, França, Taiti, Grã Bretanha, Grécia, Alemanha, Hungria, Itália, Lituânia, Latvia, Holanda, Polônia, Portugal, Rússia, Romênia, Servia e Montenegro, Espanha, Sri Lanka, Suíça, Suécia e Turquia. Aproximadamente 150 recentes lançamentos de alimentos e indústrias de alimentos processados tiveram suas degustações em Poznan. Durante a Polagra-Food 2004, produtores e distribuidores da indústria de alimentos tiveram a oportunidade de estarem presentes. Ao lado de marcas comerciais que são comumente reconhecidas na Europa e no mundo inteiro, pequenas e médias empresas também apresentaram seus perfis. O agricultor usou a feira internacional como um fórum para confirmar sua sólida posição no mercado, como conseqüência iniciou relacionamentos proveitosos de negócios. Para ambos, o interesse da mídia e o envolvimento da própria industria, a feira proporcionou as melhores oportunidades de apresentar novos desenvolvimentos. Os expositores vêem inúmeras razões de se apresentarem na feira Polagra. POLAGRA-FOOD é o maior evento de marketing da Europa Central e Oriental e, conseqüentemente, depois da inclusão dos novos membros da comunidade européia, a capital da Wielkopolska se tornou o local de escolha para quem quer estudar o mercado potencial desta parte da Europa. A feira de Setembro também conta com empresas do leste, procurando modernidade, tecnologia Européia. O Pavilhão Brasileiro apoiado pela Apex Brasil, contou com diversos produtos, entre eles: café, pão de queijo, balas e biscoitos, equipamentos de panificação e é claro, sucos e polpas. Este último através da participação do IBRAF e das empresas: Atlântica, Fruteza, Fugini e Corol. Estas empresas realizaram degustação de seus sucos, atraindo um público que ficou "boaquiaberto" frente à qualidade do suco brasileiro. A possibilidade de abertura de mercado foi confirmada durante as várias reuniões de negócios realizadas durante o evento. Como suporte e ao mesmo tempo como instrumento de avaliação da promoção das frutas no exterior, criou-se uma estrutura de monitoramento e pesquisa sobre as frutas brasileira nos principais mercados alvo. Assim sendo, são verificadas a:
1°) Evolução dos preços médios semanais das principais frutas brasileiras em países e regiões relacionadas, em relação às ofertas dos principais concorrentes.
3°) Análise comparativa das técnicas e ferramentas de promoção, os tipos de publicidade, as formas de merchandising praticadas pelos principais supridores concorrentes.
4°) Pesquisa e compilação de artigos, citações, reportagens da fruticultura brasileira nos mercados selecionados.
As ações de monitoramento inicialmente se concentram nos países da Comunidade Européia onde ocorre atualmente grande volume das nossas vendas. Os resultados estão sistematicamente disponibilizados para a base exportadora brasileira de frutas através de relatórios disponíveis neste site e da Base de Dados. Com o objetivo de atuar como mais uma ferramenta de acompanhamento do setor, a Base de Dados Brazilian Fruit contém os resultados de monitoramento e da pesquisa de evolução dos preços sobre as frutas brasileiras, nos principais mercados-alvo.
As informações têm periodicidade semanal e são peças fundamentais para nortear os estudos e decisões dos produtores e/ou exportadores diante do cenário internacional.
Dados disponíveis: Preços das Frutas Frescas e Processadas praticados na Europa (*) com informações detalhadas sobre os Países de Origem e Destino, variedades, volume de embalagem e transporte;
Preços das Frutas praticados nos portos: Canadá, Estados Unidos, México e Europa.
Acompanhamento e Análise do Mercado Internacional.
Prospecção à Novos mercados.
(*) Praças: Áustria, Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Holanda, Itália, Finlândia, França, Espanha, Suécia, Suíça e Reino Unido.

O SBT Repórter desembarca na Polônia. Um país de reis e castelos medievais que sofreu com invasões, guerras e escravidão. Uma região com belezas que a história escondeu. Você vai conhecer Cracóvia, a cidade que escapou dos bombardeios e mantém sua tradição há séculos. O poder do sal. Nossos repórteres exploram a mina onde os visitantes se hospedam para respirar melhor. O segredo dos atletas poloneses. Por que eles usam uma câmara a 140 graus abaixo de zero para curar lesões? O repórter Gilberto Smaniotto aceitou o desafio. Um encontro com o craque polonês que tirou o terceiro lugar do Brasil na Copa de 74. Exclusivo: a polonesa que sofreu por 3 anos em poder dos nazistas volta ao Campo de Concentração de Auschwitz. E ainda a casa onde nasceu e cresceu o papa João Paulo II. Foi ao ar no dia 21jun2010.







Poloneses criam Cristo 3 metros maior que Corcovado do Rio. Estátua erguida na pequena Swiebodzin, de 21.937 habitantes, é mais alta que versão construída no Rio de Janeiro e ainda tem uma coroa dourada. Em Swiebodzin, no interior da Polônia, não sopra a brisa do mar. No Rio de Janeiro, no Brasil, o calor da praia e do povo atrai turistas do mundo inteiro. Em Swiebodzin, a vida mais passa mais lenta, enquanto o sino da praça bate para quase ninguém. E não é que os orgulhosos 21.937 habitantes de Swiebodzin resolveram desafiar o Rio de Janeiro? Até a semana passada, as maiores atrações da cidade eram as construções antigas, do tempo em que o Brasil nem tinha sido descoberto. Em relação ao Rio, os swiebodzinenses podem ter saído muitos séculos na frente, mas ficaram para trás na corrida pela fama mundial. Agora, resolveram se recuperar. O lugar não tem quase nada em comum com o Rio de Janeiro a não ser uma grande semelhança: quem chega a Swiebodzin também é recebido de braços abertos. E o abraço polonês é ainda maior que o do Cristo brasileiro. Sem contar o pedestal de oito metros de altura, o Redentor do Corcovado mede 30 metros. O Cristo Rei, que acabou de ser inaugurado na Polônia, mede 33 metros e ainda é coberto por uma coroa dourada de três metros de altura. Aos 78 anos, o padre Sylvester Zawadzki é conhecido como o "padre construtor". Quando ele anunciou que iria erguer o cristo gigante, ninguém acreditou. A obra custou R$ 2,5 milhões, dinheiro de doações da comunidade polonesa no mundo todo. Mas o jornal local, a Gazeta Swiebodzinka, faz campanha contra a estátua, dizendo que o dinheiro deveria ter sido usado em escolas. Já o prefeito Dariusz Bekisz quer aproveitar a fama que a cidade ganhou. "Se o Rio de Janeiro recebe turistas do mundo todo, por que eles não podem vir para cá também?", questiona. Ele põe pimenta na rivalidade e diz que só não organiza um carnaval porque na Polônia é muito frio em fevereiro. Dariusz já fala de igual para igual com o prefeito do Rio: "Eduardo Paes, venha visitar nosso Cristo". Brasil e Polônia não precisam brigar por causa disso. O próprio Cristo do Corcovado é um pouquinho polonês. O artista que fez as mãos e o rosto da estátua foi Paul Landowski, um francês de origem polonesa. E um dos maiores admiradores do Redentor também nasceu na Polônia.
O Papa João Paulo II dá nome à praça principal de Swiebodzin. O Cristo da cidade ainda não recebe tantos turistas e muito menos a visita de um papa. Além disso, o Cristo brasileiro aproveita muito mais a natureza que o Pai dele criou. Contempla uma das mais belas paisagens do mundo do alto dos 710 metros do Corcovado. Nem assim o prefeito polonês reconhece a derrota. Ele diz: "Não falem da montanha com o padre, senão ele é capaz de erguer um corcovado aqui também".

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