quinta-feira, 19 de abril de 2012

Astroblema = Cratera de Impacto

O Tunguska brasileiro é o termo pelo qual ficou conhecido o evento ocorrido no estado brasileiro do Amazonas no dia 13ago1930, análogo ao evento de Tunguska. Seringueiros, pescadores e indígenas relataram "bolas de fogo" que caíram do céu. Posteriormente, foram encontradas astroblemas de até 1 km de diâmetro e, partindo da data do evento, acredita-se tratar de resquícios das Perseidas, que riscam os céus nos meses de agosto. A Cratera Curuçá, local exato do impacto, ficou mais famosa após o astrônomo inglês M. E. Bailey alertar para o que seria uma das quedas cósmicas mais importantes do século XX. Em astronomia, Astroblema ou cratera de impacto é uma formação crateriforme produzida, pela queda do espaço de um meteorito ou cometa. Difere das crateras de origem vulcânicas que são formadas por materiais e forças oriundas das camadas geológicas do interior da terra. Os astroblemas podem ser vistos facilmente em astros como a Lua, onde na pouca erosão podem ser conservados. Na Terra, a erosão fez com que a maior parte dos astroblemas desaparecessem. Poucos são ainda visíveis. O exemplo notável é a Cratera de Barringer, resultante da colisão de um bólito. O vocábulo astroblema vem das palavras gregas astron = estrela e blema = cicatriz, que leva ao significado de “cicatriz de estrela”, e foi cunhado com grande exatidão poética, em 1961, pelo meteoricologista norte-americano, Robert S. Dietz. Crateras de impacto Teague (Austrália) Sain Martin (Canadá) Siljan (Suécia) Puchezh-Katuni (Rússia) Acramam (Austrália) Popigai (Rússia) Manicouagan (Canadá) Chicxlub (México) Sudbury (Canadá) Vredefort (África do Sul) Wilkes Land (Antártida) Na superfície do planeta Terra, formadas pelos impacto de asteróides (ordenação crescente de acordo como seu diâmetro): Crateras no Brasil Domo de Araguainha - Mato Grosso/Goiás - 16°47'S52°59'O Cratera da Colônia - São Paulo - 23°52'S46°42.5'O Serra da Cangalha - Tocantins - 8°05'S46°52'O São Miguel do Tapuio - Piauí - 5°38'S41°24'O Cerro Jarau - Rio Grande do Sul - 30°12'S56°33'O Cratera de Piratininga - São Paulo - 22° 30' S 49° 10' O Cratera de Patrocínio - Minas Gerais - 18°54.75'S46°50.25'O Cratera Inajá - Pará - 8°40.50'S50°58.50'O Cratera de Ubatuba - São Paulo - 23°18.25'S 44°55.75'O Domo Vargeão - Santa Catarina - 26°49'S52°10'O Cratera de Aimorés Minas Gerais - 19°25.5'S 41°03'O Cratera de Vista Alegre - Paraná - 25°57'S52°41'O Cratera de Santa Marta - Piauí - 10°11'S 45°15'O Cratera de Riachão - Maranhão - 7°43'S46°39'O Cratera Barringer em Flagstaff no Arizona - EUA A cidade de Berezniki, na Rússia, está vivendo um drama. Do dia para a noite o solo começa ceder e pequenos buracos se transformam em verdadeiras crateras, levando embora casas, prédios e o que mais aparecer pela frente. Segundo reportagem publicada no jornal The New York Times, a cidade conta com pouco mais de 154 mil habitantes e foi fundada para ser um campo de trabalho. As construções teriam sido feitas sobre o solo onde antigamente funcionava uma série de minas de exploração e, por conta disso, muitas áreas são instáveis. Para combater o problema, a cidade decidiu utilizar a tecnologia a seu favor e, por isso, praticamente todas as áreas habitadas contam com vigilância 24 horas, sensores sísmicos e monitoramento por satélite. Além disso, estudos regulares identificam mudanças nas altitudes dos telhados, nas calçadas e nas ruas. Os 200 metros de largura aberto Sinkhole é chamado de "Fabiangropen" (pit Fabian) e está na área Malmberget localizado na Gällivare, 75 km a partir de Kiruna, na Suécia. Devido à presença de jazidas, a mineração em Malmberget é realizada em diferentes níveis a 600m, 815M e 1.000 m. O Sinkhole tem 150 × 150 metros de altura. Esta é naturalmente uma notícia muito ruim para as pessoas que vivem perto deste Sinkhole gigante e muitos estão com medo e também irritado por causa dos barulhos altos. Vigilância 24 horas é uma das armas para combater a proliferação de buracos que, muitas vezes, podem engolir prédios inteiros. Les presentamos una comparativa entre las naves nodrizas grabadas el 22mar2011 y el 9abr2012. Ante tanta cantidad de testigos y videos, es inevitable relacionarlas con el avistamiento del OVNi esfera del 23dez2011 sobre Cheliabinsk. ¿Serán parte de una señal que no hemos logrado entender? As Perseidas ou Perséiades são uma prolífica chuva de meteoros associada ao cometa Swift-Tuttle. São assim denominadas devido ao ponto do céu de onde parecem vir, o radiante, localizado na constelação de Perseus. As chuvas de meteoros ocorrem quando a Terra atravessa um rasto de meteoros. Neste caso o rasto é denominado de nuvem Perseida e estende-se ao longo órbita do cometa Swift-Tuttle. A nuvem consiste em partículas ejetadas pelo cometa durante a sua passagem perto do Sol. A maior parte do material presente na nuvem atualmente, tem aproximadamente mil anos. No entanto, existe um filamento relativamente recente de poeiras neste rasto proveniente da passagem do cometa em 1862. Uma perseida sobre o fundo da Via Láctea O fenômeno é visível anualmente a partir de meados de Julho, registrando-se a maior atividade entre os dias 8 e 14 de Agosto, ocorrendo o seu pico por volta do dia 12. Durante o pico, a taxa de estrelas cadentes pode ultrapassar as 60 por hora. Podem ser observadas ao longo de todo o plano celeste, mas devido à trajetória da órbita do cometa Swift-Tuttle, são observáveis essencialmente no Hemisfério Norte. A famosa chuva de estrelas das Perseidas tem sido observada ao longo dos últimos 2.000 anos, com a primeira descrição conhecida deste fenômeno registrada no Extremo Oriente no ano 36. Na Europa recém cristianizada, as Perseidas tornaram-se conhecidas como Lágrimas de São Lourenço. De forma a viver esta experiência ao máximo, a chuva deverá ser observada numa noite limpa e sem lua, a partir de um ponto afastado das grandes concentrações urbanas, onde o céu não se encontre afetado pela poluição luminosa. As Perseidas possuem um pico relativamente grande, pelo que o fenômeno pode ser observado ao longo de várias noites. Em qualquer uma destas, a atividade começa lentamente ao anoitecer, aumentando subitamente por volta das 23h, quando o radiante atinge uma posição celeste relativamente elevada. A taxa de meteoros aumenta de forma contínua ao longo da noite, atingindo o pico pouco antes do amanhecer, aproximadamente 1½ a 2 horas antes do nascer do sol. 2007 As Perseidas atingiram o seu pico na noite de Lua nova de domingo para 2f (12-13 de Agosto), e puderam ser observadas de qualquer ponto no Hemisfério Norte. O seu ponto radiante situou-se perto do limite entre as constelações de Perseus e Cassiopeia. A taxa de meteoros, para um observador num local escuro nas latitudes temperadas do Hemisfério Norte, aumentou entre 30 por hora nas primeiras horas do Sábado, passando a 45 por hora no Domingo de manhã e cerca de 80 por hora antes da aurora de Segunda-feira. 2008 As Perseidas voltaram a estar ativas entre 17Julho e 24Agosto de 2008, sendo que o seu pico foi atingido no dia 13Agosto. 2009 As Perseidas voltaram a estar ativas a partir do dia 14Julho. O pico de atividade deu-se nos dias 11 e 12Agosto. Nessa data o Google comemorou o evento colocando um logótipo temático mostrando a chegada das Perseidas desse ano. 2010 A chuva de meteoros começou por volta do dia 23julho e continuou até o dia 20agosto. Durantre a madrugada do dia 13agosto, o fenômeno pôde ser observado a olho nu em muitas partes do mundo, principalmente no Hemisfério Norte. Nesse ano, o período de máxima intensidade das Perseidas coincidiu com uma conjunção entre a Lua e os planetas Vênus, Saturno e Marte, um evento que também pode ser observado sem a ajuda de um telescópio.

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